Agências financeiras americanas querem "rebentar" com o Euro
O país não está em boa situação, mas é manifestamente infeliz e até terrorista fazer esta descida de 'rating' neste momento, quando entrou um novo Governo que trabalha com maioria absoluta. Se os americanos fossem impedidos de fabricar armamento, outro galo cantaria...
Moody’s baixa "rating" de Portugal para "lixo". Agência desceu quatro níveis, porque teme que o país necessite de um segundo pacote de ajuda financeira. A agência Moody’s cortou o "rating" da dívida portuguesa para "Ba2", uma notação que corresponde a "investimento de alto risco", ou seja, "lixo". A Moody’s baixou em quatro níveis o "rating" de Portugal (de "Baa1" para "Ba2"), mas admite voltar a descer ainda mais. A agência norte-americana diz que há o risco crescente de Portugal precisar de uma segunda ajuda financeira, teme que o país não seja capaz de cumprir os objectivos de redução do défice e duvida que o Estado consiga financiar-se a partir de 2013. Foi a 5 de Abril que a Moody’s fez o último corte a Portugal, nessa altura em um nível, para “Baa1”. Já nessa altura admitia novas baixas.
Corte no “rating” arrasta bolsa para o vermelho
Em dia de leilão, os juros sobre a dívida portuguesa estão de novo a subir. O corte do “rating” da dívida de Portugal para “lixo” pela agência Moody’s arrastou hoje os 20 títulos cotados no principal índice português para o “vermelho”, com PSI 20 a cair 1,83%. O PSI 20 segue a cair para os 7213,88 pontos. O sector da banda está a ser o mais penalizado. Em dia de leilão, os juros sobre a dívida portuguesa estão de novo a subir. No mercado secundário, a dívida a dois anos aproxima-se dos 15%, a cinco anos ultrapassa os 14%, e a dez anos está acima de 11,7%. A Moody’s cortou na terça-feira em quatro níveis o “rating” de Portugal de Baa1 para Ba2, colocando a dívida do país na categoria de “lixo” (junk). A agência de notação financeira justifica a descida com o risco de Portugal precisar de um segundo empréstimo internacional, a possibilidade da participação dos investidores privados ser imposta como pré-condição e receios de que a totalidade das metas não sejam cumpridas. Na resposta, o Ministério das Finanças já fez saber que esta decisão não tem em conta o imposto extraordinário sobre o décimo terceiro mês, nem a intenção do Executivo de ir para além do programa acordado com a troika, por exemplo, ao acelerar o programa de privatizações.
Governo critica corte do "rating" de Portugal para "lixo"
A decisão da Moody's "ignora" o novo imposto extraordinário, afirma o Ministério das Finanças. O Governo critica a Moody’s por não ter tido em conta o novo imposto extraordinário na sua decisão de cortar o rating de Portugal para "lixo". O gabinete do ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, diz, em comunicado, que "a decisão da Moodys ignora os efeitos da sobretaxa extraordinária em sede de IRS anunciada pelo Governo durante o debate do Programa de Governo no final da passada semana". A Moody’s tornou-se na primeira agência de “rating” internacional a atribuir uma notação financeira abaixo da linha que separa “grau de investimento” de “investimento de alto risco”. A notação de risco caiu em quatro níveis, de Baa1 para Ba2. José Reis, da Faculdade de Economia de Coimbra e um dos subscritores de uma queixa entregue na Procuradoria-Geral da República contra as agências de rating, não fica surpreendido com esta decisão. José Reis diz que “nada irá satisfazer as agências de notação financeira, provavelmente elas ficarão satisfeitas quando a economia acabar”. “Tudo o que está aqui em causa são processos que não têm em conta a economia e o seu funcionamento, não toma em conta as pessoas, não toma em conta as próprias deliberações dos governos”, acusa. Para o professor da Universidade de Coimbra, é necessário encontrar uma alternativa à especulação dos mercados.
Faria de Oliveira: Descida do "rating" é “imoral e insultuosa”
Presidente do banco público defende que as autoridades europeias devem reagir a este “ataque”. O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) considera “imoral e insultuosa” a descida do “rating” de Portugal anunciada terça-feira pela agência de notação financeira Moody’s. Fernando Faria de Oliveira, em declarações à Agência Lusa, disse que a decisão é “imoral em relação aos argumentos e fundamentos; insultuosa para Portugal, que com um novo Governo maioritário e o apoio de 80% dos eleitores, está a aplicar rápida e determinadamente o acordo com a troika”. O presidente do banco público defende que esta decisão da Moody’s ofende igualmente a “União Europeia, a Comissão Europeia e os Estados Membros, e também o Fundo Monetário Internacional (FMI), que deram o seu aval ao acordo que agora começou a ser implementado”. No entender de Faria de Oliveira, estas autoridades “não são irresponsáveis”, pelo que defendeu que “a Zona Euro devia reagir perante este ataque e esta ofensa”.
Imprensa europeia destaca corte
O espanhol “El Mundo” diz que “Portugal enfrenta os mercados após descida da qualificação da sua dívida” e o “El País” relembra que “A agência Moody's baixa a divida de Portugal ao nível lixo”. Em França, o assunto também merece a atenção dos principais jornais, com o “Le Monde” a sublinhar que a “Moody´s baixou a nota de Portugal em quatro níveis” e o “Le Fígaro” a considerar que “Portugal se tornou num investimento arriscado para a agência Moody´s”. O "Le Monde" relembra que, segundo a agência, existe um risco crescente de que Portugal necessite de um segundo plano de assistência financeira antes de se conseguir financiar nos mercados internacionais. Em Inglaterra, o tema não passa despercebido mas o destaque dado ao assunto é menor, com o “The Times” a dizer que “Portugal está agora no nível lixo”, o “Financial Times” a referir que a “Moody´s alerta para segundo resgate a Portugal” e o “The Telegraph” a indicar que “O rating da dívida de Portugal foi desvalorizado”. A Moody’s cortou em quatro níveis o “rating” de Portugal de Baa1 para Ba2, colocando a dívida do país na categoria de lixo (“junk”). Em comunicado, a agência de notação financeira apresenta três razões que justificam esta revisão em baixa.
Portugal paga mais no leilão da dívida
Estado coloca 848 milhões de euros, abaixo do máximo previsto. Com o nível da dívida no “lixo”, Portugal volta a pagar juros recorde para se financiar. Esta manhã, o Estado colocou 848 milhões de euros, em dívida a três meses, com juros a 4,9%. Os juros aumentaram uma décima face ao último leilão comparével. O valor ficou aquém do montante máximo esperado pelo Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), que era de mil milhões em bilhetes de tesouro. A procura foi de duas vezes a oferta, o que compara com as 2,4 vezes de Junho. O gestor de dívida do Banco Carregosa, Filipe Silva, confirma estes números e diz que a taxa de hoje acabou por ser penalizada pelo corte de’ rating’ da Moody’s. Com o leilão de hoje, a linha de Bilhetes de Tesouro que vence a 21 de Outubro deste ano fica agora com um saldo vivo (montante a amortizar pelo Estado quando a linha atingir a maturidade) de 2.975 milhões de euros. O leilão de hoje, o quinto desde que Portugal pediu assistência financeira externa, acontece um dia depois da agência de notação financeira Moody’s ter cortado em quatro níveis o 'rating' de Portugal de Baa1 para Ba2, colocando a dívida do país na categoria de 'lixo' (junk).
Mira Amaral: Corte “rating” é uma decisão “infeliz e terrorista”
Antigo ministro da Indústria fala numa decisão "precipitada e exagerada" quando o novo Governo tem maioria absoluta e disse que vai cumprir escrupulosamente as medidas da troika. Luís Mira Amaral considera a decisão da Moody's de descer o “rating” da dívida portuguesa "infeliz" e "terrorista" até porque acabou de tomar posse um novo Governo. "É evidente que o país não está em boa situação, mas acho manifestamente infeliz e até terrorista fazer esta descida de 'rating' neste momento, quando entrou um novo Governo que teve a maioria absoluta", disse à Lusa o também presidente do Banco BIC. Para Mira Amaral, a decisão é ainda mais "precipitada e exagerada" quando o novo Governo tem maioria absoluta e "já disse que vai cumprir escrupulosamente as medidas da troika e ainda vai mais além". A decisão, sublinhou, tem "consequências negativas no sentido em que aumenta os custos de capital e, portanto, os encargos financeiros não só do Estado português como também dos bancos e grandes empresas".
Estamos todos cada vez mais pobres
Graça Franco analisa consequências do corte de rating para lixo
A directora de Informação da Renascença diz que, desde ontem, “estamos todos mais pobres: as nossas empresas valem menos e, sobretudo, os nossos bancos vão ver dificultada a vida, que já não era fácil. Situação que se vai repercutir nos consumidores, pois nesta altura “há pouco crédito na economia e agora vai ser ainda mais escasso e mais difícil”. O que aconteceu, de ontem para hoje, para estarmos todos mais pobres? “Houve uma empresa, que avalia o risco, que disse aos investidores internacionais para não apostarem em Portugal: fujam porque isso são investimento de alto risco. Isto acontece, diz Graça Franco, exactamente na altura que gostaríamos de dizer ao exterior “venham para Portugal , ajudem-nos a sair desta crise, invistam e confiem em nós”.
Corte do ‘rating’ português coloca Espanha em maior risco
Bolsa de Madrid em queda. Imprensa espanhola considera que Espanha está mais vulnerável à instabilidade portuguesa do que à grega. O risco da dívida espanhola disparou esta manhã, influenciada pela decisão da Moody’s de baixar o ‘rating’ da divida portuguesa. A imprensa do país vizinho considera que a decisão da agência de ‘rating’ reactiva outro foco de incerteza no mercado que tinha estabilizado depois do impacto da situação na Grécia. O jornal “Expansion” recorda que Espanha está mais exposta à situação de Portugal do que da Grécia pelo que o efeito contágio é, neste caso, maior. Assim, o risco da dívida espanhola subiu dos 247 pontos base do fecho de terça-feira para os 260 na abertura de hoje. O impacto nota-se também ao nível da bolsa com o principal indicador, o Ibex 35, a abrir em queda impulsionado, especialmente pelas descidas do sector bancário.
Agência da ONU exige extinção das agências de "rating"
O alemão Heiner Flassbeck defende que, pelo menos, deviam limitar-se a avaliar empresas e não os Estados - uma matéria muito complexa. O director da Agência das Nações Unidas para o Comércio Mundial , o alemão Heiner Flassbeck, exigiu hoje a extinção das agências de "rating". Em declarações à televisão pública alemã, o ex-secretário de Estado das Finanças defendeu que, pelo menos, deviam limitar-se a avaliar empresas e não os Estados, que são uma matéria muito complexa, em que elas ignoram frequentemente muitos aspectos positivos". Graça Franco analisa consequências do corte de rating para lixo. O papel das agências de "rating" está a ser cada vez mais contestado na Europa, segundo um artigo publicado hoje no matutino “Berliner Zeitung”. O jornal lembra que, na terça-feira, a chanceler Angela Merkel pôs em causa a importância da maior agência deste género, a Standard & Poor 's, depois de esta ter afirmado que considerava o modelo de participação voluntária de bancos e seguradoras num novo pacote de ajuda à Grécia um "incumprimento parcial" do pagamento da dívida por parte de Atenas. "É importante que a troika não permita que lhe retirem a sua capacidade de avaliação", advertiu a chanceler, referindo-se à estratégia definida pelo Banco Central Europeu, pela Comissão Europeia e pelo FMI para os resgates de países em dificuldades financeiras, caso da Grécia, mas também de Portugal. Thomas Straubhaar, presidente do Instituto de Economia Mundial, de Hamburgo, exigiu também, em declarações ao jornal “Rhein-Neckar-Zeitung”, a limitação do poder das agências de "rating" e o regresso a outros critérios de avaliação.
Durão Barroso lamenta corte do "rating" de Portugal
É mais uma manifestação de apoio a Lisboa, após a Moody’s ter colocado a dívida do país na categoria de “lixo” (junk). O presidente da Comissão Europeia lamentou hoje a decisão da Moody’s de cortar o ‘rating’ de Portugal e incentivou Lisboa a prosseguir no rumo das reformas. “Lamento a decisão de uma agência de notação de cortar no ‘rating’ de Portugal", disse José Manuel Durão Barroso, acrescentando que “encoraja Portugal a prosseguir no rumo definido pela Comissão Europeia, BCE e FMI. A Moody’s cortou na terça-feira em quatro níveis o “rating” de Portugal de Baa1 para Ba2, colocando a dívida do país na categoria de “lixo” (junk). A agência de notação financeira justifica a descida com o risco de Portugal precisar de um segundo empréstimo internacional, a possibilidade da participação dos investidores privados ser imposta como pré-condição e receios de que a totalidade das metas não sejam cumpridas.
Governo francês confia na capacidade de Lisboa
O novo ministro das Finanças francês manifestou hoje confiança na capacidade de Portugal para ultrapassar as dificuldades e afirmou que não é a opinião de uma agência de notação que vai "resolver a questão da dívida soberana". "Confiamos em Portugal", frisou François Baroin à rádio Europe 1, ao ser interrogado sobre a decisão da agência de notação financeira Moody’s. Na entrevista à Europe 1, citada pela Agência France-Press, Baroin disse também que o novo plano de resgate da Grécia deverá estar pronto em Setembro, referindo que a Zona Euro tem ainda algumas semanas para definir as modalidades de uma participação dos bancos na ajuda a Atenas. Responsáveis por bancos franceses e alemãs reúnem-se hoje, em Paris, para discutir a participação numa ajuda à economia grega.
Ministro "salva" militares da GNR das limpezas
Miguel Macedo diz que resolveu o problema em seis dias, quando o anterior Governo não o fez em seis meses. Os militares da GNR já não vão ter de assegurar os serviços de limpeza nos quartéis. A garantia foi deixada hoje pelo ministro da Administração Interna. À margem de uma vista ao Comando-Geral da Guarda Nacional Republicana (GNR), no Largo do Carmo, em Lisboa, Miguel Macedo lamentou o caso, mas confirmou que está desbloqueado o problema com a renovação do contrato com a empresa que assegurava os serviços de limpeza. O ministro diz que resolveu o problema em seis dias, quando o anterior Governo não o fez em seis meses. "A situação está resolvida. Em termos práticos, era absolutamente impossível ter resolvido em menos tempo." Em causa estavam os contratos com oito empresas, num total nacional de 741 horários, que expiraram a 1 de Julho, como revelou a Renascença no início da semana. As consequências sentem-se sobretudo nos centros de formação da Figueira da Foz e de Portalegre, no centro clínico em Lisboa, no próprio comando-geral do Quartel do Carmo e em todos os comandos territoriais dos 18 distritos.
Polémica continua em Leiria. PSD quer impugnar venda do estádio
Assembleia municipal de Leiria autorizou ontem à noite, por maioria, a Câmara a vender o estádio Magalhães Pessoa, um dos palcos do Campeonato Europeu de Futebol 2004, pelo valor de 63 milhões de euros. O PSD vai impugnar judicialmente as deliberações da Câmara e da assembleia municipal de Leiria que permitem concretizar a hasta pública do estádio Magalhães Pessoa, utilizado para o Euro 2004. Os sociais-democratas falam em situações que "ultrapassam a legalidade". "Penso que há aqui vários aspectos que ultrapassam a legalidade. Teremos naturalmente que estudar o assunto, ver quais são as consequências das decisões tomadas e, depois, partir daí para fazermos valer aquilo que consideramos serem os direitos dos cidadãos de Leiria", disse aos jornalistas Manuel Antunes, líder da bancada do PSD na Assembleia Municipal. A decisão do PSD foi anunciada após a deliberação deste órgão, na terça-feira à noite, que autoriza a autarquia a alienar três de quatro fracções da infra-estrutura desportiva: parte do topo norte (área inacabada do estádio), o estacionamento, de 450 lugares, (estes dois espaços avaliados em 24 milhões de euros), e o campo de futebol e respectivas bancadas. Para a autarquia fica reservada a quarta fracção, um espaço de cerca de 2.000 metros quadrados no topo norte para reinstalar o centro associativo. Confrontado com a decisão do PSD de impugnar no Tribunal Administrativo e Fiscal as decisões, o presidente da Câmara de Leiria declarou: "(...) Penso que estamos seguros em termos do cumprimento da Lei". Raul Castro, independente eleito pelo PS, adiantou que o município vai preparar o caderno de encargos para realizar a hasta pública, insistindo que esta operação resulta dos custos que o estádio comporta, o que "inviabiliza a possibilidade de fazer investimentos fundamentais para as populações". Já Carlos Guerra, da CDU, lembrou que dado que a propriedade do estádio e do topo norte pertencem à Leirisport - empresa municipal que gere as infra-estruturas desportivas e de lazer do município - a assembleia está "legalmente" impedida de "poder decidir sobre este assunto deste modo".
Avião da TAP aterra em Faro devido a desacatos. Um passageiro detido
O avião, com cerca de uma centena de passageiros a bordo, seguiu posteriormente a sua rota rumo ao Gana. Um voo da TAP entre Lisboa e Acra, no Gana, teve de aterrar hoje em Faro para largar um passageiro que estava a causar distúrbios a bordo, informou a empresa. O voo, proveniente do aeroporto da Portela, aterrou em Faro por volta das 18h00 horas, para desembarcar o passageiro, que foi entregue à polícia, segundo o assessor da TAP, André Serpa Soares. De acordo com a mesma fonte à agência Lusa, o avião, com cerca de uma centena de passageiros a bordo, seguiu posteriormente a sua rota. André Serpa Soares adiantou que, uma vez que o avião estava cheio de combustível, foram accionados, por precaução, como é habitual nestas circunstâncias, os meios de segurança e socorro.
Alzheimer: Cientista portuguesa descobre mecanismo que pode ajudar a perceber doença
Estudo de Cláudia Almeida, de 35 anos, investigadora no Instituto Curie, foi publicado na revista “Nature Cell Biology”. Uma cientista portuguesa descobriu um novo mecanismo de regulação do tráfego de proteínas dentro das células do corpo humano que poderá ajudar no tratamento do cancro ou da doença de Alzheimer. O estudo de Cláudia Almeida, de 35 anos, investigadora no Instituto Curie, em Paris, foi publicado na revista “Nature Cell Biology”. O que está em causa é perceber as razões por que algumas proteínas deixam de chegar aos seus destinos dentro das células, originando as doenças, de modo a conseguir depois agir de modo a tratar e corrigir essas alterações. O que Cláudia Almeida agora descobriu foi que há uma proteína que contribui para deformar as paredes do Golgi, a estrutura onde se formam as novas moléculas e que as encaminha para os seus destinos. Em declarações à Lusa, Cláudia Almeida salientou a importância destas investigações, que vão permitir perceber as alterações nos mecanismos celulares que vão originar as doenças. Sem avançar prognósticos, a cientista diz que se trata de um processo demorado de investigação, que não exclui que de um momento para outro sejam feitas descobertas relevantes que abreviem o tratamento.