Liberdade e o Direito de Expressão
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sábado, 24 de março de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
ÚLTIMA: Ditadura em "Regime Democrático"
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA: UM NINHO DA MÁFIA MAIS CORRUPTA E PODEROSA DA ACTUALIDADE
O Parlamento é um ninho da maçonaria - cujo fim último - é instituir o totalitarismo de direita... 2 deputados, líderes de bancada dos dois maiores partidos bastam para dominar uma assembleia inteira... Greves: as exportações sofrerão fortes aumentos e penalizações e perdas de 1 milhão por dia... Já começam a ver-se os resultados das políticas erradas do Governo de Passos Coelho... Parece que a elite Bilderberg associada a este Governo está interessada numa ditadura em "regime democrático"!
Há três líderes parlamentares que pertencem à maçonaria: Carlos Zorrinho (PS), Luís Montenegro (PSD) e, ficou-se a saber hoje, Nuno Magalhães (CDS-PP). Os três lideram, ao todo, 206 deputados (são 230), o que indica que 90% do Parlamento, ou nove em cada dez deputados, são liderados por maçons. De acordo com o “Diário de Notícias”, que já tinha antecipado que Zorrinho também é maçon, Nuno Magalhães integra o Grande Oriente Lusitano (GOL), a maior obediência maçónica portuguesa, à semelhança do líder do PS. J á Luís Montenegro faz parte da segunda maior loja, a Grande Loja Regular de Portugal, através da Loja Mozart – da qual fazem parte o ex-director das “secretas” Jorge Silva Carvalho ou vários quadros da Ongoing, como Nuno Vasconcellos. O diário conclui que desde que há democracia, só por uma vez houve um Governo a integrar um outro partido fora do “arco do poder”: o Partido Popular Monárquico, que através do arquitecto Ribeiro Telles fez parte da Aliança Democrática. Os deputados que representam os partidos do Governo, e que o suportam, estão, assim, sob liderança de maçons. Para Francisco Assis, ex-líder parlamentar do PS, a descoberta destas filiações secretas representa “um problema”, que os políticos terão de resolver.
O deputado do PSD José Matos Correia, contudo, é bastante mais assertivo: “os políticos não deveriam pertencer a associações secretas”. Marques Mendes, Santos Silva e Cristóvão Norte partilham da mesma opinião. Já José Lello considera “ridículo” os deputados terem de revelar as filiações. De acordo com “Público” e “Expresso”, também um dos actuais “vices” da bancada do PSD, Miguel Santos, é maçon, bem como os antigos líderes Pedro Duarte e Agostinho Branquinho (que saiu do Parlamento para a Ongoing). "Fuga" da Loja Mozart De acordo com a edição de hoje do semanário "Sol", a loja Mozart – a tal em que estarão Luís Montenegro e Jorge Silva Carvalho – terá caído em desgraça no seio da maçonaria, por ser vista como um local destinado a tráfico de influências. Tal já terá motivado diversas saídas nos últimos tempos, como por exemplo a de Paulo Noguês, o seu fundador, bem como de Pedro Duarte ou de Miguel Santos. A loja não se reúne, conta ao semanário fonte da maçonaria, e é acusada de não representar devidamente os ideais da maçonaria. Tanto que muitos dão como certo, no meio, que o grão-mestrado da Grande Loja Legal de Portugal, que engloba todas as lojas, se prepara para fechar a loja e distribuir os seus membros por outras lojas. Actualmente, prossegue o jornal, a loja Mozart resume-se aos "irmãos" da Ongoing – como Nuno Vasconcellos, António Costa ou Rafael Mora – e a alguns elementos ligados às "secretas".
A MÁFIA MAÇÓNICA ESTÁ INFILTRADA EM TODOS OS ÓRGÃOS DE VÉRTICE
Passos Coelho entregou ao MP relatório sobre caso Ongoing, que negou aos deputados. Dois líderes parlamentares maçons, no PS e PSD, dirigem 182 deputados Alegando segredo de Estado, Passos Coelho recusou enviar ao Parlamento um inquérito interno ao SIED. Só que entretanto mudou de ideias e desclassificou-o, não informando a AR, mas permitindo assim à investigação criminal em curso ter mais dados para avançar. A propósito das ligações maçonaria-Parlamento-serviços de Informações, o DN perguntou a deputados de várias bancadas se veriam com bons olhos a necessidade de os políticos maçons declararem publicamente esta sua filiação. E muitos disseram que sim, sendo um deles mesmo um dos raros maçons assumidos de São Bento (Rui Paulo Figueiredo, deputado do PS e número dois de uma das principais obediências maçónicas nacionais, a GLLP). São às dúzias os maçons no Parlamento. Entre eles os líderes das duas maiores bancadas. Juntos, Luís Montenegro (PSD) e Carlos Zorrinho (PS) dirigem 182 deputados - quase 80% do plenário parlamentar. No Governo, o super-ministro Miguel Relvas, com antepassados maçons, é maçon de alto grau e domina as principais pastas e decisões do governo... A máfia maçónica ainda manda em Portugal... Será para sempre assim?
O blogue "WeHaveKaosInTheGarden" publicou um artigo muito interessante sobre este tema que passamos a transcrever:
"As ligações entre a política e a maçonaria foram colocadas em causa esta terça-feira pelas notícias dão conta da supressão de termos ligados à maçonaria «apagados» do relatório das secretas. O PSD já negou que tivesse apagado qualquer referência. A loja maçónica é a Mozart, uma das mais influentes do país. A loja Mozart é uma das mais poderosas da maçonaria portuguesa. Terá cerca de 70 membros, entre eles estão várias figuras ligadas ao presente e passado dos serviços de informações portugueses como Jorge Silva Carvalho, actualmente quadro na empresa Ongoing. A loja Mozart 49 integra a chamada maçonaria regular. Está ligada à grande loja legal de Portugal, a segunda corrente maçónica com mais seguidores no país. A ela pertencem dezenas de membros, tendencialmente de orientação política mais à direita e é considerada uma das mais poderosas e influentes do país. A Mozart foi criada em 2006 por Paulo Noguês e António Neto da Silva, ex-deputado do PSD. Dela fazem parte Jorge Silva Carvalho, ex-director do serviço de informações estratégicas da defesa, João Alfaro, outro homem que já esteve ligado ao serviço de informações. Silva Carvalho e João Alfaro integram agora a Ongoing, de Nuno Vasconcellos, também ele membros da Mozart. Luís Montenegro é outro dos nomes que marca presença na loja, uma presença que não desmentiu quando questionado pelos jornalistas hoje no Parlamento. Os restantes nomes são secretos, mas sabe-se que entre eles estarão mais políticos, juízes, empresários e jornalistas. Os rituais da Mozart são pouco conhecidos. Apesar das luzes da ribalta aquando do caso Silva Carvalho e da fuga de informações para a Ongoing, a loja é considerada discreta, tanto que não se faz representar nas sessões colectivas da grande loja legal de Portugal. Os encontros dos seus membros decorrerão em locais variados como hotéis de Lisboa, um edifício do Bairro Alto ou a sede no bairro de Alvalade da própria grande loja legal. [TVI24]".
MAÇONS-POLÍTICOS EM FUGA DA LOJA MAÇÓNICA "MOZART 49"
O "ninho" da máfia política, integra também Pedro Duarte e Luís Branquinho do PSD... Ascensões políticas como as do jovem Pedro Duarte, euro-deputado do PSD são agora facilmente explicáveis à luz da troca de favores maçónicos e do seu exército de súbditos que adoram apenas o dinheiro como único Deus. Grande parte dos maçons que integravam a loja Mozart 49, e que têm sido referidos na imprensa, saíram nos últimos tempos para outras lojas da mesma obediência, a Grande Loja Legal de Portugal. Muitas das saídas devem-se à discordância com a forma de funcionamento da Mozart e aos casos de repercussão pública em que esta surgiu envolvida – apurou o SOL junto de fontes da instituição. Neste momento, a loja resume-se aos 'irmãos' da Ongoing (liderados por Nuno Vasconcelos) e a alguns elementos ligados às 'secretas' – como Jorge Silva Carvalho, ex-director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), e João Paulo Alfaro, ex-agente dos serviços secretos. Ambos passaram, entretanto, a trabalhar também na Ongoing. A Mozart 49 conta ainda com o Coronel Francisco Rodrigues (director do departamento das secretas e ex-venerável da loja), Luís Montenegro (líder parlamentar do PSD), Francisco Martins (chefe de gabinete do secretário de Estado da Presidência, Marques Guedes) e Nuno Manalvo (ex-chefe de gabinete de Isaltino Morais na Câmara de Oeiras). As saídas da Mozart – que caiu em desgraça por ser vista apenas como um local de tráfico de influência – têm sido muitas. Sebastião Herédia, por exemplo, cunhado de D. Duarte e que iniciou Nuno Vasconcelos na maçonaria, está agora na loja Abade Correia da Serra. Trata-se de uma loja mais recente para onde saiu também Luís Carrilho (comandante da Polícia em Timor), Armindo Monteiro (vice-presidente da CIP), o general Francisco José Cordeiro (da Indústria de Desmilitarização e Defesa) e Paulo Noguês, que a fundou. (in, Jornal Sol)
GREVE NOS PORTOS AMEAÇA PARALISAR EXPORTAÇÕES MARÍTIMAS
As exportações sofrerão fortes aumentos e penalizações e perdas de 1 milhão por dia... Os operadores portuários já falam em perdas de um milhão por dia. Os principais portos nacionais - Sines, Setúbal, Lisboa, Figueira da Foz, Aveiro, Viana do Castelo - estão em greve, desde a meia-noite de hoje. A acção, que irá prolongar-se durante uma semana (até dia 14), ameaça paralisar o País, bloquear as exportações e deverá atingir vários sectores de actividade, sobretudo combustíveis, distribuição, indústria, automóvel e agro-alimentar . Os operadores portuários estimam perdas de cerca de um milhão de euros por dia. Esta previsão já exclui o porto de Leixões, cujos trabalhadores não irão paralisar e tem em conta que a greve não deverá ter grande repercussão em Sines. O presidente da Associação dos Agentes de Navegação de Portugal (Agepor), quando contactado pelo Diário Económico, falou em "prejuízos de várias dezenas de milhões de euros para o conjunto da economia nacional". A greve foi convocada pela Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor). Na base desta paralisação está a falência da Empresa de Trabalho Portuário de Aveiro (ETP), noticiada em primeira mão pelo Diário Económico. A Fesmarpor acusa os accionistas da ETP - Socarpor, uma participadas da Mota-Engil e a empresa de Tráfego e Estiva (Aveiport) e numa menor participação pelos trabalhadores - de intentarem abusivamente e sem escrúpulos, fazer cessar o vínculo contratual efectivo de 62 trabalhadores". Apesar de ter dado sinais de disponibilidade para negociar, a verdade é que parece não ter havido qualquer reunião para solucionar o conflito.
QUEBRA DE VENDAS NO MERCADO AUTOMÓVEL FAZ GOVERNO RECEBER MENOS 263 MILHÕES
Já começam a ver-se os resultados das políticas erradas do Governo de Passos Coelho... O mercado automóvel caiu 31,3% em 2011, com impacto negativo nas receitas do Imposto Sobre Veículos. Os números da Associação Automóvel de Portugal (ACAP) relativos às vendas de carros no último ano confirmaram as piores expectativas: a descida ascendeu a 31,3% e fez de 2011 o pior dos últimos 23 anos. Esta quebra, além de mexer nos resultados das marcas instaladas em Portugal, revelou-se negativa também para os cofres do Estado. De acordo com o secretário-geral da ACAP, Hélder Pedro, "se o mercado de veículos ligeiros não tivesse caído 30%, em 2011, a receita do Imposto Sobre Veículos (ISV) seria 263 milhões de euros superior". Perante a expectativa de que 2012 venha a ser também um ano de perdas, pelo menos de 20%, esta diminuição de receitas via ISV será ainda mais agravada. "O mercado vai contrair bastante este ano e vai ter um reflexo negativo na receita", explica um dos responsáveis pelo departamento de estatísticas da ACAP, António Cavaco. Este responsável lembra que já em 2010 as receitas oriundas do sector automóvel ficaram abaixo do que estava orçamentado, sendo que esta é uma tendência que se mantém em 2011 e 2012. Hélder Pedro recorda que o sector automóvel é responsável, através de impostos directos e indirectos, por seis mil milhões de euros do total das receitas fiscais do Estado. Por isso, perante as expectativas negativas para 2012, é previsível "uma descida significativa" deste contributo de cerca de 20% do sector para os cofres do Estado. De acordo com o secretário-geral da ACAP, Portugal registou as maiores quedas de vendas da União Europeia.
TRIBUNAL DO TRABALHO OBRIGA CTT A DEVOLVER CORTES SALARIAIS E ABRE CAOS NO ESTADO
O acórdão do Tribunal do Trabalho foi claro: o Orçamento 2011 é inconstitucional... O Tribunal do Trabalho de Lisboa mandou os CTT devolverem a parte dos salários que estão a ser objeto de corte desde o início de 2011. A medida beneficia os trabalhadores sindicalizados que, no âmbito de uma acção interposta pelo Sindicato Democrático dos Trabalhadores das Comunicações e dos Média, contestaram a medida do Orçamento de Estado do Executivo Sócrates mas que está a ser mantida pelo atual Governo. Os Correios deverão ainda regularizar a progressão na carreira, que ficou congelada aquando da ordem de corte salarial. A notícia avançada pela edição de hoje do jornal “i” aponta que a administração dos Correios já decidiu recorrer para o Tribunal Constitucional, mas a deliberação do Tribunal do Trabalho pode ser vista como um pé na porta para novas acções de trabalhadores do setor público e do Estado a quem foi retida uma percentagem dos salários. Os CTT sustentam a decisão de reduzir salários e congelar a evolução profissional e evolução na carreira “com fundamento nos artigos 19º, 28º e 31º da Lei do Orçamento do Estado para 2001 e na Resolução do Conselho de Ministros nº1/2011, de 4 de janeiro”. No entanto, o sindicato justificou a ação por considerar que “a norma em apreço foi violada em virtude de (…) não termos sido ouvidos acerca das normas que impõem restrições de caráter remuneratório”.
Os tribunais decidiram para já no sentido dos trabalhadores. Refere a ordem do juiz transcrita pelo “i” que deverão ser devolvidos os cortes com efeito a partir de 1 de janeiro de 2011, “acrescidos de juros de mora legais, vencidos e vincendos, até integral pagamento”. Prossegue o diário que, apesar de os cortes se manterem até que haja uma decisão do Constitucional, fonte do processo declarou que “a jurisdição pode agora ser invocada por outros trabalhadores da função pública”. Idêntica interpretação foi ouvida a outros especialistas, com a ressalva de que os argumentos remetidos pelos trabalhadores dos CTT poderão não servir no caso de trabalhadores de outras empresas, já que não vale na lei portuguesa a regra da jurisprudência que faz lei nos Estados Unidos: uma decisão de um juiz num sentido passa a abrigar processos futuros no mesmo sentido. Um outro aspeto salientado pela notícia do “i” tem a ver com os trabalhadores dos CTT que serão abrangidos por uma eventual confirmação do Tribunal Constitucional no sentido da devolução das fatias cortadas aos ordenados. Refere o diário que apenas os trabalhadores que avançaram com a ação terão direito à devolução e ao descongelamento das carreias. A empresa não teria por obrigação legal devolver qualquer montante aos restantes trabalhadores da empresa, pelo que a situação criaria desde logo uma diferenciação de tratamento de funcionários de igual condição. O diário regista ainda a opinião de um advogado que aponta a má imagem dos CTT e dos seus serviços jurídicos: “O nome dos Correios já está a ser afetado e [a decisão do tribunal] está a pôr em causa a própria qualidade do departamento de contencioso dos CTT”.
BALSEMÃO: "É PRECISO FAZER PACTO DE REGIME"
Parece que a elite Bilderberg associada a este Governo está interessada numa ditadura em "regime democrático"... Na terça-feira, estreou um novo espaço de informação na SIC Notícias. Chama-se CONTRACORRENTE e todas as terças-feiras marcará as noites da televisão entre as 22:00 e as 24:00. É um espaço noticioso e de debate dos grandes temas da actualidade, apresentado por Ana Lourenço. Tem um painel de comentadores permanentes: Manuela Ferreira Leite, Manuel Sobrinho Simões, António Barreto, Francisco Pinto Balsemão e António Vitorino. Durante o programa Manuela Ferreira Leite apelava a mais medidas de austeridade no lado da despesa do Estado e Pinto Balsemão apelou a que é necessário fazer um pacto de regime e alterar a legislaçãpo para que os governos possam cumprir pelo menos dois mandatos até ao fim. A pergunta que se coloca é: E isso não foi o que o Salazar fez? Estaremos à beira de mudar de República para uma nova ditadura de dierita? Assim parece. Com os sinais de perseguição à Maçonaria, parece que esta direita está a seguir a papel químico o Portugal de Salazar. Tudo pela mão do Bulderberg n.º 1 de Portugal, justamente Francisco Pinto Balsemão. Curiosamente esta Sociedade Secreta de elite provem do grande grupo llluminati, no qual está inserida a Maçonaria... Quando já se fala na queda antecipada deste Governo, até talvez já este ano, Balsemão e os direitistas do PSD querem garantir "a força" que este Governo acabe por destruir a classe média, um dos principais objectivos dos empresários, políticos e banqueiros Bilderbeg e llluminati de todo o mundo. Depois de já garantido que o Presidente da República deixa violar a Constituição Portuguesa quase todos os dias, o PSD talvez esteja a preparar na sombra algo ainda menos democrático. Afinal os ideais da Social Democracia foram mesmo enterrados. Vivemos outros tempos.
O programa completo em: http://sicnoticias.sapo.pt/programas/contracorrente/article1235902.ece.
Há três líderes parlamentares que pertencem à maçonaria: Carlos Zorrinho (PS), Luís Montenegro (PSD) e, ficou-se a saber hoje, Nuno Magalhães (CDS-PP). Os três lideram, ao todo, 206 deputados (são 230), o que indica que 90% do Parlamento, ou nove em cada dez deputados, são liderados por maçons. De acordo com o “Diário de Notícias”, que já tinha antecipado que Zorrinho também é maçon, Nuno Magalhães integra o Grande Oriente Lusitano (GOL), a maior obediência maçónica portuguesa, à semelhança do líder do PS. J á Luís Montenegro faz parte da segunda maior loja, a Grande Loja Regular de Portugal, através da Loja Mozart – da qual fazem parte o ex-director das “secretas” Jorge Silva Carvalho ou vários quadros da Ongoing, como Nuno Vasconcellos. O diário conclui que desde que há democracia, só por uma vez houve um Governo a integrar um outro partido fora do “arco do poder”: o Partido Popular Monárquico, que através do arquitecto Ribeiro Telles fez parte da Aliança Democrática. Os deputados que representam os partidos do Governo, e que o suportam, estão, assim, sob liderança de maçons. Para Francisco Assis, ex-líder parlamentar do PS, a descoberta destas filiações secretas representa “um problema”, que os políticos terão de resolver.
O deputado do PSD José Matos Correia, contudo, é bastante mais assertivo: “os políticos não deveriam pertencer a associações secretas”. Marques Mendes, Santos Silva e Cristóvão Norte partilham da mesma opinião. Já José Lello considera “ridículo” os deputados terem de revelar as filiações. De acordo com “Público” e “Expresso”, também um dos actuais “vices” da bancada do PSD, Miguel Santos, é maçon, bem como os antigos líderes Pedro Duarte e Agostinho Branquinho (que saiu do Parlamento para a Ongoing). "Fuga" da Loja Mozart De acordo com a edição de hoje do semanário "Sol", a loja Mozart – a tal em que estarão Luís Montenegro e Jorge Silva Carvalho – terá caído em desgraça no seio da maçonaria, por ser vista como um local destinado a tráfico de influências. Tal já terá motivado diversas saídas nos últimos tempos, como por exemplo a de Paulo Noguês, o seu fundador, bem como de Pedro Duarte ou de Miguel Santos. A loja não se reúne, conta ao semanário fonte da maçonaria, e é acusada de não representar devidamente os ideais da maçonaria. Tanto que muitos dão como certo, no meio, que o grão-mestrado da Grande Loja Legal de Portugal, que engloba todas as lojas, se prepara para fechar a loja e distribuir os seus membros por outras lojas. Actualmente, prossegue o jornal, a loja Mozart resume-se aos "irmãos" da Ongoing – como Nuno Vasconcellos, António Costa ou Rafael Mora – e a alguns elementos ligados às "secretas".
A MÁFIA MAÇÓNICA ESTÁ INFILTRADA EM TODOS OS ÓRGÃOS DE VÉRTICE
Passos Coelho entregou ao MP relatório sobre caso Ongoing, que negou aos deputados. Dois líderes parlamentares maçons, no PS e PSD, dirigem 182 deputados Alegando segredo de Estado, Passos Coelho recusou enviar ao Parlamento um inquérito interno ao SIED. Só que entretanto mudou de ideias e desclassificou-o, não informando a AR, mas permitindo assim à investigação criminal em curso ter mais dados para avançar. A propósito das ligações maçonaria-Parlamento-serviços de Informações, o DN perguntou a deputados de várias bancadas se veriam com bons olhos a necessidade de os políticos maçons declararem publicamente esta sua filiação. E muitos disseram que sim, sendo um deles mesmo um dos raros maçons assumidos de São Bento (Rui Paulo Figueiredo, deputado do PS e número dois de uma das principais obediências maçónicas nacionais, a GLLP). São às dúzias os maçons no Parlamento. Entre eles os líderes das duas maiores bancadas. Juntos, Luís Montenegro (PSD) e Carlos Zorrinho (PS) dirigem 182 deputados - quase 80% do plenário parlamentar. No Governo, o super-ministro Miguel Relvas, com antepassados maçons, é maçon de alto grau e domina as principais pastas e decisões do governo... A máfia maçónica ainda manda em Portugal... Será para sempre assim?
O blogue "WeHaveKaosInTheGarden" publicou um artigo muito interessante sobre este tema que passamos a transcrever:
"As ligações entre a política e a maçonaria foram colocadas em causa esta terça-feira pelas notícias dão conta da supressão de termos ligados à maçonaria «apagados» do relatório das secretas. O PSD já negou que tivesse apagado qualquer referência. A loja maçónica é a Mozart, uma das mais influentes do país. A loja Mozart é uma das mais poderosas da maçonaria portuguesa. Terá cerca de 70 membros, entre eles estão várias figuras ligadas ao presente e passado dos serviços de informações portugueses como Jorge Silva Carvalho, actualmente quadro na empresa Ongoing. A loja Mozart 49 integra a chamada maçonaria regular. Está ligada à grande loja legal de Portugal, a segunda corrente maçónica com mais seguidores no país. A ela pertencem dezenas de membros, tendencialmente de orientação política mais à direita e é considerada uma das mais poderosas e influentes do país. A Mozart foi criada em 2006 por Paulo Noguês e António Neto da Silva, ex-deputado do PSD. Dela fazem parte Jorge Silva Carvalho, ex-director do serviço de informações estratégicas da defesa, João Alfaro, outro homem que já esteve ligado ao serviço de informações. Silva Carvalho e João Alfaro integram agora a Ongoing, de Nuno Vasconcellos, também ele membros da Mozart. Luís Montenegro é outro dos nomes que marca presença na loja, uma presença que não desmentiu quando questionado pelos jornalistas hoje no Parlamento. Os restantes nomes são secretos, mas sabe-se que entre eles estarão mais políticos, juízes, empresários e jornalistas. Os rituais da Mozart são pouco conhecidos. Apesar das luzes da ribalta aquando do caso Silva Carvalho e da fuga de informações para a Ongoing, a loja é considerada discreta, tanto que não se faz representar nas sessões colectivas da grande loja legal de Portugal. Os encontros dos seus membros decorrerão em locais variados como hotéis de Lisboa, um edifício do Bairro Alto ou a sede no bairro de Alvalade da própria grande loja legal. [TVI24]".
MAÇONS-POLÍTICOS EM FUGA DA LOJA MAÇÓNICA "MOZART 49"
O "ninho" da máfia política, integra também Pedro Duarte e Luís Branquinho do PSD... Ascensões políticas como as do jovem Pedro Duarte, euro-deputado do PSD são agora facilmente explicáveis à luz da troca de favores maçónicos e do seu exército de súbditos que adoram apenas o dinheiro como único Deus. Grande parte dos maçons que integravam a loja Mozart 49, e que têm sido referidos na imprensa, saíram nos últimos tempos para outras lojas da mesma obediência, a Grande Loja Legal de Portugal. Muitas das saídas devem-se à discordância com a forma de funcionamento da Mozart e aos casos de repercussão pública em que esta surgiu envolvida – apurou o SOL junto de fontes da instituição. Neste momento, a loja resume-se aos 'irmãos' da Ongoing (liderados por Nuno Vasconcelos) e a alguns elementos ligados às 'secretas' – como Jorge Silva Carvalho, ex-director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), e João Paulo Alfaro, ex-agente dos serviços secretos. Ambos passaram, entretanto, a trabalhar também na Ongoing. A Mozart 49 conta ainda com o Coronel Francisco Rodrigues (director do departamento das secretas e ex-venerável da loja), Luís Montenegro (líder parlamentar do PSD), Francisco Martins (chefe de gabinete do secretário de Estado da Presidência, Marques Guedes) e Nuno Manalvo (ex-chefe de gabinete de Isaltino Morais na Câmara de Oeiras). As saídas da Mozart – que caiu em desgraça por ser vista apenas como um local de tráfico de influência – têm sido muitas. Sebastião Herédia, por exemplo, cunhado de D. Duarte e que iniciou Nuno Vasconcelos na maçonaria, está agora na loja Abade Correia da Serra. Trata-se de uma loja mais recente para onde saiu também Luís Carrilho (comandante da Polícia em Timor), Armindo Monteiro (vice-presidente da CIP), o general Francisco José Cordeiro (da Indústria de Desmilitarização e Defesa) e Paulo Noguês, que a fundou. (in, Jornal Sol)
GREVE NOS PORTOS AMEAÇA PARALISAR EXPORTAÇÕES MARÍTIMAS
As exportações sofrerão fortes aumentos e penalizações e perdas de 1 milhão por dia... Os operadores portuários já falam em perdas de um milhão por dia. Os principais portos nacionais - Sines, Setúbal, Lisboa, Figueira da Foz, Aveiro, Viana do Castelo - estão em greve, desde a meia-noite de hoje. A acção, que irá prolongar-se durante uma semana (até dia 14), ameaça paralisar o País, bloquear as exportações e deverá atingir vários sectores de actividade, sobretudo combustíveis, distribuição, indústria, automóvel e agro-alimentar . Os operadores portuários estimam perdas de cerca de um milhão de euros por dia. Esta previsão já exclui o porto de Leixões, cujos trabalhadores não irão paralisar e tem em conta que a greve não deverá ter grande repercussão em Sines. O presidente da Associação dos Agentes de Navegação de Portugal (Agepor), quando contactado pelo Diário Económico, falou em "prejuízos de várias dezenas de milhões de euros para o conjunto da economia nacional". A greve foi convocada pela Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor). Na base desta paralisação está a falência da Empresa de Trabalho Portuário de Aveiro (ETP), noticiada em primeira mão pelo Diário Económico. A Fesmarpor acusa os accionistas da ETP - Socarpor, uma participadas da Mota-Engil e a empresa de Tráfego e Estiva (Aveiport) e numa menor participação pelos trabalhadores - de intentarem abusivamente e sem escrúpulos, fazer cessar o vínculo contratual efectivo de 62 trabalhadores". Apesar de ter dado sinais de disponibilidade para negociar, a verdade é que parece não ter havido qualquer reunião para solucionar o conflito.
QUEBRA DE VENDAS NO MERCADO AUTOMÓVEL FAZ GOVERNO RECEBER MENOS 263 MILHÕES
Já começam a ver-se os resultados das políticas erradas do Governo de Passos Coelho... O mercado automóvel caiu 31,3% em 2011, com impacto negativo nas receitas do Imposto Sobre Veículos. Os números da Associação Automóvel de Portugal (ACAP) relativos às vendas de carros no último ano confirmaram as piores expectativas: a descida ascendeu a 31,3% e fez de 2011 o pior dos últimos 23 anos. Esta quebra, além de mexer nos resultados das marcas instaladas em Portugal, revelou-se negativa também para os cofres do Estado. De acordo com o secretário-geral da ACAP, Hélder Pedro, "se o mercado de veículos ligeiros não tivesse caído 30%, em 2011, a receita do Imposto Sobre Veículos (ISV) seria 263 milhões de euros superior". Perante a expectativa de que 2012 venha a ser também um ano de perdas, pelo menos de 20%, esta diminuição de receitas via ISV será ainda mais agravada. "O mercado vai contrair bastante este ano e vai ter um reflexo negativo na receita", explica um dos responsáveis pelo departamento de estatísticas da ACAP, António Cavaco. Este responsável lembra que já em 2010 as receitas oriundas do sector automóvel ficaram abaixo do que estava orçamentado, sendo que esta é uma tendência que se mantém em 2011 e 2012. Hélder Pedro recorda que o sector automóvel é responsável, através de impostos directos e indirectos, por seis mil milhões de euros do total das receitas fiscais do Estado. Por isso, perante as expectativas negativas para 2012, é previsível "uma descida significativa" deste contributo de cerca de 20% do sector para os cofres do Estado. De acordo com o secretário-geral da ACAP, Portugal registou as maiores quedas de vendas da União Europeia.
TRIBUNAL DO TRABALHO OBRIGA CTT A DEVOLVER CORTES SALARIAIS E ABRE CAOS NO ESTADO
O acórdão do Tribunal do Trabalho foi claro: o Orçamento 2011 é inconstitucional... O Tribunal do Trabalho de Lisboa mandou os CTT devolverem a parte dos salários que estão a ser objeto de corte desde o início de 2011. A medida beneficia os trabalhadores sindicalizados que, no âmbito de uma acção interposta pelo Sindicato Democrático dos Trabalhadores das Comunicações e dos Média, contestaram a medida do Orçamento de Estado do Executivo Sócrates mas que está a ser mantida pelo atual Governo. Os Correios deverão ainda regularizar a progressão na carreira, que ficou congelada aquando da ordem de corte salarial. A notícia avançada pela edição de hoje do jornal “i” aponta que a administração dos Correios já decidiu recorrer para o Tribunal Constitucional, mas a deliberação do Tribunal do Trabalho pode ser vista como um pé na porta para novas acções de trabalhadores do setor público e do Estado a quem foi retida uma percentagem dos salários. Os CTT sustentam a decisão de reduzir salários e congelar a evolução profissional e evolução na carreira “com fundamento nos artigos 19º, 28º e 31º da Lei do Orçamento do Estado para 2001 e na Resolução do Conselho de Ministros nº1/2011, de 4 de janeiro”. No entanto, o sindicato justificou a ação por considerar que “a norma em apreço foi violada em virtude de (…) não termos sido ouvidos acerca das normas que impõem restrições de caráter remuneratório”.
Os tribunais decidiram para já no sentido dos trabalhadores. Refere a ordem do juiz transcrita pelo “i” que deverão ser devolvidos os cortes com efeito a partir de 1 de janeiro de 2011, “acrescidos de juros de mora legais, vencidos e vincendos, até integral pagamento”. Prossegue o diário que, apesar de os cortes se manterem até que haja uma decisão do Constitucional, fonte do processo declarou que “a jurisdição pode agora ser invocada por outros trabalhadores da função pública”. Idêntica interpretação foi ouvida a outros especialistas, com a ressalva de que os argumentos remetidos pelos trabalhadores dos CTT poderão não servir no caso de trabalhadores de outras empresas, já que não vale na lei portuguesa a regra da jurisprudência que faz lei nos Estados Unidos: uma decisão de um juiz num sentido passa a abrigar processos futuros no mesmo sentido. Um outro aspeto salientado pela notícia do “i” tem a ver com os trabalhadores dos CTT que serão abrangidos por uma eventual confirmação do Tribunal Constitucional no sentido da devolução das fatias cortadas aos ordenados. Refere o diário que apenas os trabalhadores que avançaram com a ação terão direito à devolução e ao descongelamento das carreias. A empresa não teria por obrigação legal devolver qualquer montante aos restantes trabalhadores da empresa, pelo que a situação criaria desde logo uma diferenciação de tratamento de funcionários de igual condição. O diário regista ainda a opinião de um advogado que aponta a má imagem dos CTT e dos seus serviços jurídicos: “O nome dos Correios já está a ser afetado e [a decisão do tribunal] está a pôr em causa a própria qualidade do departamento de contencioso dos CTT”.
BALSEMÃO: "É PRECISO FAZER PACTO DE REGIME"
Parece que a elite Bilderberg associada a este Governo está interessada numa ditadura em "regime democrático"... Na terça-feira, estreou um novo espaço de informação na SIC Notícias. Chama-se CONTRACORRENTE e todas as terças-feiras marcará as noites da televisão entre as 22:00 e as 24:00. É um espaço noticioso e de debate dos grandes temas da actualidade, apresentado por Ana Lourenço. Tem um painel de comentadores permanentes: Manuela Ferreira Leite, Manuel Sobrinho Simões, António Barreto, Francisco Pinto Balsemão e António Vitorino. Durante o programa Manuela Ferreira Leite apelava a mais medidas de austeridade no lado da despesa do Estado e Pinto Balsemão apelou a que é necessário fazer um pacto de regime e alterar a legislaçãpo para que os governos possam cumprir pelo menos dois mandatos até ao fim. A pergunta que se coloca é: E isso não foi o que o Salazar fez? Estaremos à beira de mudar de República para uma nova ditadura de dierita? Assim parece. Com os sinais de perseguição à Maçonaria, parece que esta direita está a seguir a papel químico o Portugal de Salazar. Tudo pela mão do Bulderberg n.º 1 de Portugal, justamente Francisco Pinto Balsemão. Curiosamente esta Sociedade Secreta de elite provem do grande grupo llluminati, no qual está inserida a Maçonaria... Quando já se fala na queda antecipada deste Governo, até talvez já este ano, Balsemão e os direitistas do PSD querem garantir "a força" que este Governo acabe por destruir a classe média, um dos principais objectivos dos empresários, políticos e banqueiros Bilderbeg e llluminati de todo o mundo. Depois de já garantido que o Presidente da República deixa violar a Constituição Portuguesa quase todos os dias, o PSD talvez esteja a preparar na sombra algo ainda menos democrático. Afinal os ideais da Social Democracia foram mesmo enterrados. Vivemos outros tempos.
O programa completo em: http://sicnoticias.sapo.pt/programas/contracorrente/article1235902.ece.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Revista da Semana
DE GREVE EM GREVE ATÉ O COLAPSO FATAL
Depois dos pilotos da TAP, trabalhadores da CP convocam greve para Natal e Ano Novo. A administração da CP ameaça com o não pagamento dos salários dos trabalhadores que fizerem greve... Todas as elites portuguesas sonham com o tempo de Salazar; voltaremos ao fascismo totalitário?... Inglaterra está contra intenções abusivas de Merkel... Novo tratado trará a divisão da Europa... E se o Euro acabar?... Já há quem se prepare para uma III Guerra Mundial.
Os maquinistas da CP vão fazer greve nos dias 23, 24 e 25 deste mês, no dia 1 de janeiro e nas horas extraordinárias até final do próximo mês, alegando que a administração está realizar processos disciplinares ilegais. Sindicato de Maquinistas declarou greve para os dias 23, 24, aos dias de feriado e ao trabalho extraordinário até 31 de janeiro, disse hoje o presidente António Medeiros em declarações à agência Lusa. O sindicato decidiu marcar esta greve porque a administração da CP "ao arrepio do acordo assinado, em que sanava todo o conflito e criava as condições para a paz social na empresa, desencadeou de forma absurda, sem justificação e de forma ilegal procedimentos disciplinares", disse hoje à Lusa o presidente do sindicato, António Medeiros. Estes processos disciplinares, que António Medeiros classificou como uma "ofensa e um confronto declarado aos maquinistas e ao sindicato nunca antes vistos", "ascendem a 620 dias". Os maquinistas estão a ser "perseguidos e alvo de processos disciplinares inventados e forjados", reforçou o responsável. O sindicato decidiu que a greve é a única forma de a empresa cumprir o que assinou em abril e em julho e "trazer de volta a paz social na empresa", acrescentou. A Lusa tentou contactar com a responsável pela comunicação da CP, mas até agora não foi possível resposta.
PIDE REGRESSA A LISBOA: CÂMARA VASCULHA LIXO PARA MULTAR MUNÍCIPES
Todas as elites portuguesas sonham com o tempo de Salazar; voltaremos ao fascismo totalitário? A Câmara de Lisboa anda a vasculhar lixo colocado fora dos contentores para descobrir o proprietário e multá-lo, uma medida que especialistas dizem poder ser ilegal por não fazer prova da infração e violar a esfera privada. Em menos de um ano foram instaurados em Lisboa 112 processos de contraordenação por colocação de lixo na via pública. Alguns dos multados pagam sem questionar, embora se sintam indignados e duvidem do método utilizado pela autarquia, mas há também quem conteste a decisão. No total, a autarquia já recebeu pelo menos 921,5 euros de multas que poderão ser ilegais.
A MÁFIA BILDERBERG EM PORTUGAL
A Sociedade Bilderberg, é um grupo americano que existe há longos anos, pouco ou nada se tem falado desta 'sociedade secreta', e muitos desconhecem a sua existência ou os seus objectivos. Este grupo sionista leva a cabo uma conspiração antidemocrática, um plano oculto de dominação mundial. Este grupo conta nas suas fileiras, Presidentes, Famílias Reais, ministros, industriais e executivos de sucesso, jornalistas, directores de estações de TV, jornais etc. Alguns Portugueses da Bilderberg A primeira conferência da Bilderberg realizou-se em Maio de 1954, desde então esta organização secreta realiza todos os anos em diversas cidades europeias e norte americanas, conferências. A Bilderberg todos os anos preocupa-se em convidar as figuras mais poderosas ou futuros aliados, na execução da estratégia de dominação, para as suas conferências. No início de Junho de 1999, realizou-se na Penha Longa, Sintra, uma conferência da Bilderberg. Entre os participantes desta 47ª conferência estavam dez portugueses, sendo Francisco Pinto Balsemão, Jorge Sampaio, Artur Santos Silva, Ricardo Salgado, Nicolau Santos, Murteira Nabo, Vasco de Melo, Marçal Grilo, João Cravinho e Joaquim Ferreira do Amaral. De acordo com algumas fontes, a Bilderberg pagou milhões de dólares ao governo Português para este disponibilizar forças militares, policiais e helicópteros para localizar intrusos, de modo a “protegerem o seu secretismo”, pois a segurança nos encontros da Bilderberg é algo que nunca falta. De acordo com o Jornal de Notícias havia ordens para abater qualquer “intruso” que fosse apanhado ou oferecesse resistência. A Bilderberg também exigiu que o hotel no qual se ia realizar a conferência fosse fechado 48 horas antes desta começar. De acordo com um jornalista do The News, que se encontrava nas imediações do hotel, foi-lhe dito que teria de abandonar o local, mas alguns minutos depois foi detido por dois polícias e esteve sob custódia durante 8 horas sendo tratado como um criminoso, o seu crime terá sido andar na via pública. António Guterres, que participou na conferência de 1994, na Finlândia, foi, curiosamente, eleito primeiro-ministro em 95. Guterres não constou na lista de convidados da 47ª Conferência e em nenhuma outra depois da de 94.
Veja todo o artigo em:
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/05/mafia-bilderberg-portugal-governo.html.
CHINA E RÚSSIA PREPARAM-SE PARA III GUERRA MUNDIAL CONTRA A NWO
A China já sabe que a única forma dos EUA arrasarem a economia chinesa será através de uma guerra. Um preocupante despacho do Ministério da Defesa chinês dirigido ao Primeiro-ministro Putin e ao Presidente Medvedev ontem, refere que o Presidente Hu da China considera colocar em curso de forma iminente uma acção directa militar contra a agressão do Ocidente, encabeçada pelos EUA. O líder chinês já terá ordenado as suas forças navais prepararem-se e tomarem posições estratégicas, na defesa do Irão, parceiro militar da China. Também o General russo Nikolai Makarov declarou na passada semana que não descarta a hipótese de alguns conflitos regionais desencadearem uma guerra mundial a grande escala, com recurso inclusivamente a armas nucleares, num resultado absolutamente imprevisível. O aumento das tensões globais cresceu depois do embaixador russo Vladimir Totorenko e dois dos seus secretários terem sido atacados violentamente quando regressavam da Síria. Foram socorridos pela CIA e pelo MI5 que os encaminharam ao Qatar, mas que ao mesmo tempo, tentaram abrir as suas pastas que continham documentos confidenciais. Esta violação da confidencialidade russa parece ter sido o objectivo principal desse ataque pessoal ao embaixador, numa missão secreta da NATO, o que desencadeou suspeitas junto dos Serviços Secretos russos. Nas malas haveria informação secreta sobre o facto dos EUA e da Inglaterra estarem a enviar soldados da Al-Qaeda para a Síria, repetindo assim a estratégia seguida na Líbia. Segundo esses documentos secretos, os EUA podem estar a prreparar uma "solução final" (ao estilo nazi) para acabarem com o conflito na Síria, usando armas biológicas de destruição massiva. Um especialista virulogista holandês Ron Fouchier, do Centro Médico Erasmus da Holanda, que chefia uma equipa de cientistas que descobriram 5 mutações do vírus da gripe das aves naquela zona do Oriente, mais facilmente dispersáveis pelo ar.
Mais informações em:
http://lahoradedespertar.wordpress.com/2011/12/08/china-se-une-a-rusia-ordena-al-ejercito-prepararse-para-la-tercera-guerra-mundial/
http://www.prisonplanet.com/why-world-war-iii-destroy-the-global-economy-create-a-greater-israel-and-establish-a-global-authoritarian-government.html
DIVISÃO DA EUROPA ESTÁ IMINENTE
O comissário não tem dúvidas: o novo tratado trará a divisão da Europa. O comissário europeu para a energia, Günther Oettinger, afirmou hoje que as decisões tomadas esta madrugada pelo Conselho Europeu, em Bruxelas, "encerram o risco de divisão da Europa", em declarações à emissora pública alemã Deutschlandfunk. "Seria melhor ter havido uma mudança dos tratados europeus com os 27 países, porque a recusa da Grã-Bretanha e de outros três países encerra o risco de os Estados se distanciarem em questões económicas e orçamentais", disse o político alemão. Na opinião de Oettinger, a decisão de avançar com 23 países para uma união orçamental, e celebrar um acordo separado que inclua um travão à dívida e sanções automáticas para quem não respeitar os critérios de estabilidade "foi a segunda melhor solução". Segundo defendeu, a chanceler alemã Angela Merkel falhou um "resultado muito, muito, importante" para a estabilidade da moeda única, com base nas propostas apresentadas por Berlim e Paris na cimeira europeia. Os títulos das edições electrónicas dos jornais alemães desta manhã, porém, falam num relativo fracasso das negociações, após a recusa de Londres em aderir ao novo tratado ou aceitar alterações ao Tratado de Lisboa, invocando os interesses financeiros britânicos. "Cameron Divide A União Europeia", afirma a edição on-line do semanário Focus. "Negociações sobre Tratado Falharam, Eurogrupo Torna-se União Fiscal", titula o Sueddeutsche Zeitung. O Die Welt afirma praticamente o mesmo na sua página da internet: "Mudanças no Tratado com os 27 Falharam", diz o matutino conservador. O Frankfurter Algemeine, por sua vez, titula "Merkel Impôs-se em quase Toda A Linha", e a página electrónica da televisão pública ARD afirma, no rescaldo da cimeira, que haverá "Mais Disciplina Nos Orçamentos sem Londres".
INGLATERRA RECUSA CONDIÇÕES IMPOSTAS PARA NOVO TRATADO EUROPEU
Inglaterra não aceita as condições abusivas de Merkel da perda de soberania dos países incumpridores. O primeiro-ministro britânico disse hoje, em Bruxelas, que a recusa da Grã-Bretanha em participar na revisão do tratado europeu para reforçar a disciplina orçamental da zona euro foi uma "decisão difícil mas boa", justificando-a com os interesses do seu país. "Se não podemos obter garantias no âmbito do tratado, o melhor é ficar de fora", disse o primeiro-ministro britânico, David Cameron, durante uma conferência de imprensa após o primeiro dia de trabalhos da cimeira em Bruxelas. Cameron reforçou: "O que foi definido não é do interesse da Grã-Bretanha, por isso não aceitei. (...) Eu não podia apresentar este novo tratado perante o nosso Parlamento". O primeiro-ministro indicou que "os interesses britânicos no seio da União Europeia, como a liberdade das trocas e abertura dos mercados deviam ser protegidos".
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, classificou hoje de "inaceitáveis" as condições pedidas pelo Reino Unido para integrar um novo tratado europeu para estancar a crise da dívida soberana. "Teríamos preferido um acordo a 27 [Estados-membros], mas não foi possível dada a posição dos nossos amigos britânicos", disse Sarkozy em Bruxelas, no final de um "jantar de trabalho" que assinalou, na quinta-feira à noite, o arranque do Conselho Europeu, e findou pelas 05:00 de sexta-feira (menos uma hora em Lisboa). Pelo menos 23 países irão fazer parte de um novo tratado intergovernamental para reforçar o euro, anunciou hoje o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy. No final do primeiro dia de trabalhos de uma cimeira considerada decisiva para o futuro do euro, vários líderes europeus deram conta de um acordo, ao cabo de nove horas de negociações, sobre as alterações aos tratados para reforçar a disciplina orçamental, que não colheu a unanimidade, mas abrangerá muito mais que os 17 membros da zona euro. Nicolas Sarkozy precisou que apenas o Reino Unido e Hungria ficarão de fora, enquanto a Suécia e República Checa terão de consultar os seus parlamentos. O novo acordou, indicou ainda o presidente francês, deve estar pronto em março de 2012.
MOODY'S BAIXA RATING DE 3 GRANDES BANCOS FRANCESES
Um dos alvos da Moody's foi o gigante Societé Générale. A agência americana de notação financeira Moody's baixou hoje a nota do BNP Paribas, Crédit Agricole e Societé Générale. A agência reduziu a nota da dívida a longo prazo do BNP Paribas e Crédit Agricole para o nível "Aa3", e a da Société Générale para "A1". A decisão da Moody's vem na sequência de um processo de revisão iniciado em junho, indicou a agência, que baseou a sua decisão nas condições de financiamento e nos indicadores macroeconómicos, no contexto do deteriorado cenário da zona euro. A Moody's alertou ainda para o risco "muito elevado" de o Estado ter de intervir para apoiar os três bancos, perante uma possível degradação dos activos nas entidades visadas. A redução da nota das três entidades financeiras acontece um dia depois da Associação da Banca Europeia (AEA) ter avançado que estes bancos e o BPCE necessitam de 7.300 milhões de euros adicionais de fundos próprios para satisfazer as novas exigências da União Europeia. Além da Moody's, a agência de notação financeira Standard & Poor's já tinha alertado que o Estado francês poderá ter de 'socorrer' o sector bancário gaulês caso se continuem a acentuar os problemas de financiamento.
WALL STREET EM QUEDA DEVIDO À CIMEIRA DO EURO
As incertezas do futuro do Euro acabarão por ser muito negativas nas bolsas mundiais. A Bolsa de Nova Iorque fechou em terreno negativo pressionado por mais um dia de notícias negativas que chegam da Europa. Os índices industriais Dow Jones e S&P 500 fecharam a perder 1,63% e 2,11%, respectivamente. Já o Nasdaq caiu 1,99%. As notícias vindas da Europa pressionaram as bolsas nos Estados Unidos, que negociram todo o dia em terreno negativo. Os investidores não gostaram de ouvir o governador do Banco Central Europeu a dizer que não está disponível para reforçar o programa de dívida soberana e a defender que o cenário de recessão na Europa é provável. O dados revelados hoje, pela Autoridade Bancária Europeia, que dão conta de que os bancos europeus precisam de 114,7 mil milhões de euros para responder à crise da dívida soberana na zona euro e a tensão em torno da cimeira europeia que começou esta noite e vai ditar o futuro da moeda única também penalizaram os mercados norte-americanos. Nem mesmo o facto de número de pedidos de desemprego nos EUA ter caído para o valor mais baixo desde Setembro de 2008, foi suficiente para animar os investidores. O Departamento de Trabalho norte-americano revelou hoje que na semana que terminou a 26 de Novembro, o número de pessoas que recebia subsídio caiu em 174 mil, situando-se em 3,58 milhões. Na Europa o dia também foi de perdas. A bolsa que registou mais perdas foi Milão que fechou a recuar 4,29%, seguida de Lisboa e Paris que cairam (2,57%) e Madrid (2,53%).
E SE O EURO ACABAR?
Para lá caminhamos, numa morte lenta mas inevitável... Imagine este cenário. Após extenuantes horas de discussão numa das 27 capitais europeias a reunião do Conselho Europeu chega, finalmente, ao fim. Os jornalistas que resistiram até à conferência de imprensa são surpreendidos pela entrada na sala dos primeiros ministros português e grego. Seguem-nos os presidentes do Eurogrupo, do BCE e da Comissão. São três da manhã de sexta para sábado, a maioria dos portugueses está a dormir. Quando acordarem, o euro já não será a moeda do seu país. Os levantamentos de dinheiro terão de ser feitos já em “novos-escudos” directamente nos balcões dos bancos. As fronteiras estarão temporariamente fechadas e as entradas e saídas de capital proibidas. É decretado o estado de emergência. Os bancos fechavam as portas, as fronteiras seriam controladas. Este seria o primeiro acto da saída do euro. A moeda desvalorizaria, disparava a inflação e o desemprego. E chegaria mais austeridade. As potenciais vantagens só viriam depois. (in, Jornal de Negócios).
Depois dos pilotos da TAP, trabalhadores da CP convocam greve para Natal e Ano Novo. A administração da CP ameaça com o não pagamento dos salários dos trabalhadores que fizerem greve... Todas as elites portuguesas sonham com o tempo de Salazar; voltaremos ao fascismo totalitário?... Inglaterra está contra intenções abusivas de Merkel... Novo tratado trará a divisão da Europa... E se o Euro acabar?... Já há quem se prepare para uma III Guerra Mundial.Os maquinistas da CP vão fazer greve nos dias 23, 24 e 25 deste mês, no dia 1 de janeiro e nas horas extraordinárias até final do próximo mês, alegando que a administração está realizar processos disciplinares ilegais. Sindicato de Maquinistas declarou greve para os dias 23, 24, aos dias de feriado e ao trabalho extraordinário até 31 de janeiro, disse hoje o presidente António Medeiros em declarações à agência Lusa. O sindicato decidiu marcar esta greve porque a administração da CP "ao arrepio do acordo assinado, em que sanava todo o conflito e criava as condições para a paz social na empresa, desencadeou de forma absurda, sem justificação e de forma ilegal procedimentos disciplinares", disse hoje à Lusa o presidente do sindicato, António Medeiros. Estes processos disciplinares, que António Medeiros classificou como uma "ofensa e um confronto declarado aos maquinistas e ao sindicato nunca antes vistos", "ascendem a 620 dias". Os maquinistas estão a ser "perseguidos e alvo de processos disciplinares inventados e forjados", reforçou o responsável. O sindicato decidiu que a greve é a única forma de a empresa cumprir o que assinou em abril e em julho e "trazer de volta a paz social na empresa", acrescentou. A Lusa tentou contactar com a responsável pela comunicação da CP, mas até agora não foi possível resposta.
PIDE REGRESSA A LISBOA: CÂMARA VASCULHA LIXO PARA MULTAR MUNÍCIPES
Todas as elites portuguesas sonham com o tempo de Salazar; voltaremos ao fascismo totalitário? A Câmara de Lisboa anda a vasculhar lixo colocado fora dos contentores para descobrir o proprietário e multá-lo, uma medida que especialistas dizem poder ser ilegal por não fazer prova da infração e violar a esfera privada. Em menos de um ano foram instaurados em Lisboa 112 processos de contraordenação por colocação de lixo na via pública. Alguns dos multados pagam sem questionar, embora se sintam indignados e duvidem do método utilizado pela autarquia, mas há também quem conteste a decisão. No total, a autarquia já recebeu pelo menos 921,5 euros de multas que poderão ser ilegais.
A MÁFIA BILDERBERG EM PORTUGAL
A Sociedade Bilderberg, é um grupo americano que existe há longos anos, pouco ou nada se tem falado desta 'sociedade secreta', e muitos desconhecem a sua existência ou os seus objectivos. Este grupo sionista leva a cabo uma conspiração antidemocrática, um plano oculto de dominação mundial. Este grupo conta nas suas fileiras, Presidentes, Famílias Reais, ministros, industriais e executivos de sucesso, jornalistas, directores de estações de TV, jornais etc. Alguns Portugueses da Bilderberg A primeira conferência da Bilderberg realizou-se em Maio de 1954, desde então esta organização secreta realiza todos os anos em diversas cidades europeias e norte americanas, conferências. A Bilderberg todos os anos preocupa-se em convidar as figuras mais poderosas ou futuros aliados, na execução da estratégia de dominação, para as suas conferências. No início de Junho de 1999, realizou-se na Penha Longa, Sintra, uma conferência da Bilderberg. Entre os participantes desta 47ª conferência estavam dez portugueses, sendo Francisco Pinto Balsemão, Jorge Sampaio, Artur Santos Silva, Ricardo Salgado, Nicolau Santos, Murteira Nabo, Vasco de Melo, Marçal Grilo, João Cravinho e Joaquim Ferreira do Amaral. De acordo com algumas fontes, a Bilderberg pagou milhões de dólares ao governo Português para este disponibilizar forças militares, policiais e helicópteros para localizar intrusos, de modo a “protegerem o seu secretismo”, pois a segurança nos encontros da Bilderberg é algo que nunca falta. De acordo com o Jornal de Notícias havia ordens para abater qualquer “intruso” que fosse apanhado ou oferecesse resistência. A Bilderberg também exigiu que o hotel no qual se ia realizar a conferência fosse fechado 48 horas antes desta começar. De acordo com um jornalista do The News, que se encontrava nas imediações do hotel, foi-lhe dito que teria de abandonar o local, mas alguns minutos depois foi detido por dois polícias e esteve sob custódia durante 8 horas sendo tratado como um criminoso, o seu crime terá sido andar na via pública. António Guterres, que participou na conferência de 1994, na Finlândia, foi, curiosamente, eleito primeiro-ministro em 95. Guterres não constou na lista de convidados da 47ª Conferência e em nenhuma outra depois da de 94.
Veja todo o artigo em:
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/05/mafia-bilderberg-portugal-governo.html.
CHINA E RÚSSIA PREPARAM-SE PARA III GUERRA MUNDIAL CONTRA A NWO
A China já sabe que a única forma dos EUA arrasarem a economia chinesa será através de uma guerra. Um preocupante despacho do Ministério da Defesa chinês dirigido ao Primeiro-ministro Putin e ao Presidente Medvedev ontem, refere que o Presidente Hu da China considera colocar em curso de forma iminente uma acção directa militar contra a agressão do Ocidente, encabeçada pelos EUA. O líder chinês já terá ordenado as suas forças navais prepararem-se e tomarem posições estratégicas, na defesa do Irão, parceiro militar da China. Também o General russo Nikolai Makarov declarou na passada semana que não descarta a hipótese de alguns conflitos regionais desencadearem uma guerra mundial a grande escala, com recurso inclusivamente a armas nucleares, num resultado absolutamente imprevisível. O aumento das tensões globais cresceu depois do embaixador russo Vladimir Totorenko e dois dos seus secretários terem sido atacados violentamente quando regressavam da Síria. Foram socorridos pela CIA e pelo MI5 que os encaminharam ao Qatar, mas que ao mesmo tempo, tentaram abrir as suas pastas que continham documentos confidenciais. Esta violação da confidencialidade russa parece ter sido o objectivo principal desse ataque pessoal ao embaixador, numa missão secreta da NATO, o que desencadeou suspeitas junto dos Serviços Secretos russos. Nas malas haveria informação secreta sobre o facto dos EUA e da Inglaterra estarem a enviar soldados da Al-Qaeda para a Síria, repetindo assim a estratégia seguida na Líbia. Segundo esses documentos secretos, os EUA podem estar a prreparar uma "solução final" (ao estilo nazi) para acabarem com o conflito na Síria, usando armas biológicas de destruição massiva. Um especialista virulogista holandês Ron Fouchier, do Centro Médico Erasmus da Holanda, que chefia uma equipa de cientistas que descobriram 5 mutações do vírus da gripe das aves naquela zona do Oriente, mais facilmente dispersáveis pelo ar.
Mais informações em:
http://lahoradedespertar.wordpress.com/2011/12/08/china-se-une-a-rusia-ordena-al-ejercito-prepararse-para-la-tercera-guerra-mundial/
http://www.prisonplanet.com/why-world-war-iii-destroy-the-global-economy-create-a-greater-israel-and-establish-a-global-authoritarian-government.html
DIVISÃO DA EUROPA ESTÁ IMINENTE
O comissário não tem dúvidas: o novo tratado trará a divisão da Europa. O comissário europeu para a energia, Günther Oettinger, afirmou hoje que as decisões tomadas esta madrugada pelo Conselho Europeu, em Bruxelas, "encerram o risco de divisão da Europa", em declarações à emissora pública alemã Deutschlandfunk. "Seria melhor ter havido uma mudança dos tratados europeus com os 27 países, porque a recusa da Grã-Bretanha e de outros três países encerra o risco de os Estados se distanciarem em questões económicas e orçamentais", disse o político alemão. Na opinião de Oettinger, a decisão de avançar com 23 países para uma união orçamental, e celebrar um acordo separado que inclua um travão à dívida e sanções automáticas para quem não respeitar os critérios de estabilidade "foi a segunda melhor solução". Segundo defendeu, a chanceler alemã Angela Merkel falhou um "resultado muito, muito, importante" para a estabilidade da moeda única, com base nas propostas apresentadas por Berlim e Paris na cimeira europeia. Os títulos das edições electrónicas dos jornais alemães desta manhã, porém, falam num relativo fracasso das negociações, após a recusa de Londres em aderir ao novo tratado ou aceitar alterações ao Tratado de Lisboa, invocando os interesses financeiros britânicos. "Cameron Divide A União Europeia", afirma a edição on-line do semanário Focus. "Negociações sobre Tratado Falharam, Eurogrupo Torna-se União Fiscal", titula o Sueddeutsche Zeitung. O Die Welt afirma praticamente o mesmo na sua página da internet: "Mudanças no Tratado com os 27 Falharam", diz o matutino conservador. O Frankfurter Algemeine, por sua vez, titula "Merkel Impôs-se em quase Toda A Linha", e a página electrónica da televisão pública ARD afirma, no rescaldo da cimeira, que haverá "Mais Disciplina Nos Orçamentos sem Londres".
INGLATERRA RECUSA CONDIÇÕES IMPOSTAS PARA NOVO TRATADO EUROPEU
Inglaterra não aceita as condições abusivas de Merkel da perda de soberania dos países incumpridores. O primeiro-ministro britânico disse hoje, em Bruxelas, que a recusa da Grã-Bretanha em participar na revisão do tratado europeu para reforçar a disciplina orçamental da zona euro foi uma "decisão difícil mas boa", justificando-a com os interesses do seu país. "Se não podemos obter garantias no âmbito do tratado, o melhor é ficar de fora", disse o primeiro-ministro britânico, David Cameron, durante uma conferência de imprensa após o primeiro dia de trabalhos da cimeira em Bruxelas. Cameron reforçou: "O que foi definido não é do interesse da Grã-Bretanha, por isso não aceitei. (...) Eu não podia apresentar este novo tratado perante o nosso Parlamento". O primeiro-ministro indicou que "os interesses britânicos no seio da União Europeia, como a liberdade das trocas e abertura dos mercados deviam ser protegidos".
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, classificou hoje de "inaceitáveis" as condições pedidas pelo Reino Unido para integrar um novo tratado europeu para estancar a crise da dívida soberana. "Teríamos preferido um acordo a 27 [Estados-membros], mas não foi possível dada a posição dos nossos amigos britânicos", disse Sarkozy em Bruxelas, no final de um "jantar de trabalho" que assinalou, na quinta-feira à noite, o arranque do Conselho Europeu, e findou pelas 05:00 de sexta-feira (menos uma hora em Lisboa). Pelo menos 23 países irão fazer parte de um novo tratado intergovernamental para reforçar o euro, anunciou hoje o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy. No final do primeiro dia de trabalhos de uma cimeira considerada decisiva para o futuro do euro, vários líderes europeus deram conta de um acordo, ao cabo de nove horas de negociações, sobre as alterações aos tratados para reforçar a disciplina orçamental, que não colheu a unanimidade, mas abrangerá muito mais que os 17 membros da zona euro. Nicolas Sarkozy precisou que apenas o Reino Unido e Hungria ficarão de fora, enquanto a Suécia e República Checa terão de consultar os seus parlamentos. O novo acordou, indicou ainda o presidente francês, deve estar pronto em março de 2012.
MOODY'S BAIXA RATING DE 3 GRANDES BANCOS FRANCESES
Um dos alvos da Moody's foi o gigante Societé Générale. A agência americana de notação financeira Moody's baixou hoje a nota do BNP Paribas, Crédit Agricole e Societé Générale. A agência reduziu a nota da dívida a longo prazo do BNP Paribas e Crédit Agricole para o nível "Aa3", e a da Société Générale para "A1". A decisão da Moody's vem na sequência de um processo de revisão iniciado em junho, indicou a agência, que baseou a sua decisão nas condições de financiamento e nos indicadores macroeconómicos, no contexto do deteriorado cenário da zona euro. A Moody's alertou ainda para o risco "muito elevado" de o Estado ter de intervir para apoiar os três bancos, perante uma possível degradação dos activos nas entidades visadas. A redução da nota das três entidades financeiras acontece um dia depois da Associação da Banca Europeia (AEA) ter avançado que estes bancos e o BPCE necessitam de 7.300 milhões de euros adicionais de fundos próprios para satisfazer as novas exigências da União Europeia. Além da Moody's, a agência de notação financeira Standard & Poor's já tinha alertado que o Estado francês poderá ter de 'socorrer' o sector bancário gaulês caso se continuem a acentuar os problemas de financiamento.
WALL STREET EM QUEDA DEVIDO À CIMEIRA DO EURO
As incertezas do futuro do Euro acabarão por ser muito negativas nas bolsas mundiais. A Bolsa de Nova Iorque fechou em terreno negativo pressionado por mais um dia de notícias negativas que chegam da Europa. Os índices industriais Dow Jones e S&P 500 fecharam a perder 1,63% e 2,11%, respectivamente. Já o Nasdaq caiu 1,99%. As notícias vindas da Europa pressionaram as bolsas nos Estados Unidos, que negociram todo o dia em terreno negativo. Os investidores não gostaram de ouvir o governador do Banco Central Europeu a dizer que não está disponível para reforçar o programa de dívida soberana e a defender que o cenário de recessão na Europa é provável. O dados revelados hoje, pela Autoridade Bancária Europeia, que dão conta de que os bancos europeus precisam de 114,7 mil milhões de euros para responder à crise da dívida soberana na zona euro e a tensão em torno da cimeira europeia que começou esta noite e vai ditar o futuro da moeda única também penalizaram os mercados norte-americanos. Nem mesmo o facto de número de pedidos de desemprego nos EUA ter caído para o valor mais baixo desde Setembro de 2008, foi suficiente para animar os investidores. O Departamento de Trabalho norte-americano revelou hoje que na semana que terminou a 26 de Novembro, o número de pessoas que recebia subsídio caiu em 174 mil, situando-se em 3,58 milhões. Na Europa o dia também foi de perdas. A bolsa que registou mais perdas foi Milão que fechou a recuar 4,29%, seguida de Lisboa e Paris que cairam (2,57%) e Madrid (2,53%).
E SE O EURO ACABAR?
Para lá caminhamos, numa morte lenta mas inevitável... Imagine este cenário. Após extenuantes horas de discussão numa das 27 capitais europeias a reunião do Conselho Europeu chega, finalmente, ao fim. Os jornalistas que resistiram até à conferência de imprensa são surpreendidos pela entrada na sala dos primeiros ministros português e grego. Seguem-nos os presidentes do Eurogrupo, do BCE e da Comissão. São três da manhã de sexta para sábado, a maioria dos portugueses está a dormir. Quando acordarem, o euro já não será a moeda do seu país. Os levantamentos de dinheiro terão de ser feitos já em “novos-escudos” directamente nos balcões dos bancos. As fronteiras estarão temporariamente fechadas e as entradas e saídas de capital proibidas. É decretado o estado de emergência. Os bancos fechavam as portas, as fronteiras seriam controladas. Este seria o primeiro acto da saída do euro. A moeda desvalorizaria, disparava a inflação e o desemprego. E chegaria mais austeridade. As potenciais vantagens só viriam depois. (in, Jornal de Negócios).
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Hackers iniciam "revolta" contra o governo
HACKERS PROMETEM MEGA-ATAQUE A SITES DO GOVERNO PARA AMANHÃ
Estamos seriamente a caminhar para uma ditadura de extrema direita...
Ataques sucessivos dos hackers são mesmo reais ou os típicos "false flag" das forças secretas? Porque será que da Maçonaria só saem "iluminados" com instintos anti-povo e neo-nazis? Porque é que este Presidente se comporta como um pobre reformado, sem poderes para defender o povo? Aproveitando-se da confusão da crise, agentes fiscais ficam com parte dos bens recebidos ou apreendidos "legalmente", no País dos "bons costumes"!
A Procuradoria-Geral da República (PGR) está em alerta máximo e vai reforçar ainda mais o seu sistema de vigilância e políticas de segurança dos seus sistemas de informação para responder à ameaça de um mega-ataque informático a sites de várias instituições do Estado, já amanhã. Os parâmetros de segurança da PGR já tinham sido reforçados quando foram noticiadas as primeiras intrusões em portais de instituições e organismos públicos, mas a ameaça perpetrada na internet pelos grupos de hackers – que apelam a todos os anónimos com conhecimentos de informática para que se juntem num ataque em massa a redes e instituições do Estado na mesma data em que se vai realizar o Conselho Europeu – não está a ser ignorada: a PGR vai apertar ainda mais o cerco aos piratas informáticos. O site do Ministério da Economia foi o último alvo conhecido destes ataques, que começaram logo após a manifestação no dia da greve geral, em Novembro. O novo grupo LusitanianLeaks já reivindicou a autoria do ataque, no final do dia de terça-feira, deixou inacessível o portal do ministério. O grupo, que diz ter assim assinalado a sua estreia na onda de ataques, promete mais para sábado, um dia depois do que o grupo AntiSec ameaça ser uma sexta-feira negra para os sites do Estado. Os movimentos também reivindicaram num chat na internet, um ataque informático aos sites do grupo Controlinveste Media. Os portais do “JN”, “DN”, “TSF” e “Dinheiro Vivo” estiveram em baixo na terça-feira e na manhã de ontem.
O “JN” divulgou ontem a promessa dos hackers de concretizarem um mega-ataque amanhã. Segundo o jornal, um “exército” de hackers inexperientes, conhecidos por “script kiddies”, estarão a ajudar os movimentos de hackers que desde o final de Novembro entraram ou tentaram entrar nas páginas de instituições portuguesas. A Polícia Judiciária tem várias investigações a decorrer, mas o i sabe que as investigações são tão complexas que não é possível obter resultados imediatos. O coordenador do Vigilis, que avalia o nível de segurança da Internet portuguesa, entende que os ataques feitos até agora são “fáceis de ser executados”, mas fonte da PJ diz que os meios para investigar o cibercrime são escassos e que a tarefa se complica porque implica reconstituir um crime num panorama virtual, percorrendo todo o caminho que o programa fez desde a origem. O grupo Lulzsec Portugal inaugurou a onda de ataques com intrusões nas páginas de organismos do Estado, bancos e partidos políticos, situação que levou o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) a instaurar processos-crime. As intrusões já levaram à divulgação de dados confidenciais como uma lista com contactos de email e telefones de 107 efectivos da PSP, a partir de um ataque ao site do Sindicato Nacional da Carreira de Chefes da PSP. O grupo terá também tentado entrar no site da PSP, mas sem êxito. O AntiSec juntou-se a 1 de Dezembro e já pirateou o site do SIS, Banco de Portugal, Caixa Geral de Depósitos, BES, Ministério da Educação, da Economia e da Justiça.
HACKERS ENTRAM NOS PC'S DA PJ E REVELAM DADOS CONFIDENCIAIS DO CASO FREEPORT E SUBMARINOS
Revelações secretas podem comprometer Cândida Almeida do DCIAP... O Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) é o último alvo conhecido que foi atacado por um grupo de piratas informáticos intitulado LulzSec Portugal. No domingo foi divulgado um documento confidencial, assinado pela directora, Cândida Almeida, sob o título Mediatização de processos da competência do DCIAP. Neste documento dão-se conta dos passos dados pela investigação em processos como o Freeport ou os Submarinos. O documento que terá sido retirado do sistema informático da Procuradoria-Geral da República foi enviado para alguns órgãos de comunicação social na noite de domingo. Terá sido redigido por Cândida de Almeida e enviado, no último dia de Agosto do ano passado, para o procurador-geral Fernando Pinto Monteiro. No que se reporta ao processo Freeport são feitas algumas revelações surpreendentes. Diz Cândida Almeida que é "de registar que do processo constava um projecto de formação de equipa conjunta de polícias portuguesa e inglesa, com absoluto desconhecimento do Ministério Público". Outras passagens referem inúmeros outros passos da investigação, desde cartas rogatórias (para França, Mónaco, Grécia e Ilhas de Jersey, Mann, Caimão) até reuniões com o embaixador do Reino Unido em Lisboa. Diz-se que se realizou uma perícia financeira cujos resultados foram guardados num relatório com 262 volumes e um CD e que, após a inquirição e interrogatório de cerca de 90 pessoas, sete delas vieram a ser constituídas arguidas neste processo de corrupção onde, entre outros, era visado o então primeiro-ministro, José Sócrates.
Sobre o processo da aquisição à Alemanha de dois submarinos, Cândida Almeida dizia, em Agosto do ano passado, que ainda se investigava a eventual prática de crimes de corrupção activa e passiva, tráfico de influências e branqueamento de capitais. "Porém, no decurso daquela investigação foram recolhidos indícios da prática de crimes associados à celebração e execução do contrato de contrapartidas, nomeadamente de burla qualificada e de falsificação de documentos", refere ainda a propósito do caso onde aparece referenciado como um dos principais intervenientes o então ministro da Defesa Paulo Portas. Sobre este caso, Cândida Almeida diz que foram revelados pormenores, nomeadamente acerca da vida pessoal dos procuradores envolvidos, que visaram a "descredibilização da investigação, do carácter, honorabilidade e profissionalismo dos magistrados e departamentos que investigam o crime organizado". Os ataques informáticos aos sistemas de diversas instituições estatais e também particulares (PSP, SIS, Portal das Finanças, PS, PSD, CDS, Hospital da Cruz Vermelha, etc.) têm vindo a ser revelados desde a manifestação de 24 do mês passado, em frente ao Parlamento. Esse protesto ficou assinalado por algumas escaramuças entre a polícia e os manifestantes. Desde então, o SIS terá identificado duas pessoas que poderão estar por trás da divulgação de dados informáticos (crime que pode ser punido com pena até dez anos de prisão).
GOVERNO VAI EXTINGUIR UM TERÇO DE EMPRESAS MUNICIPAIS
Miguel Relvas, implacável no desmantelamento de "alguns" compadrios municipais. Sem avançar números concretos, secretário de Estado prevê um corte “substancial” no número de empregados nas empresas municipais. "Um terço das empresas apresentam indicadores financeiros insustentáveis." As contas são de Paulo Júlio, Secretário de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa, destacando que "31% [das empresas municipais] tem resultados negativos antes das amortizações, e em 25% o nível de endividamento é três vezes superior aos recursos próprios". Após a apresentação do Livro Branco do Sector Empresarial Local, a polémica instalou-se. O passivo revelado no sector aproxima-se dos 2,4 mil milhões de euros, ninguém sabe ao certo quantas empresas existem e o Governo prepara para o início do ano uma proposta de lei para regulamentar o sector. A extinção de empresas será, garante o secretário de estado, decidido pelas autarquias em consonância com a nova legislação, mas um ponto é claro. "Os municípios decidirão, mas não podem manter as estruturalmente deficitárias. Temos um terço das empresas a precisar de uma completa reestruturação", garante Paulo Júlio ao Económico.
Com 392 empresas contabilizadas - apenas 334 apresentaram as informações solicitadas pelo estudo - há exemplos para todos os gostos. Embora não identificadas, há pelo menos duas empresas com passivos superiores a 210 milhões de euros, num universo em que a média ronda os sete milhões de euros, mas em que o valor mais frequente é inferior a um milhão de euros (919 502,66). Há sectores com valores positivos - as empresas de fornecimento de água e saneamento básico têm um valor acrescentado bruto (VAB) de 187 milhões de euros - e outros deficitários - as empresas de âmbito cultural apresentam um VAB negativo de 34 milhões de euros - num conjunto que no final consegue um VAB positivo de 183 milhões. E foi pelo lado positivo que a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP) leu o relatório. Lembrando a passagem em que ao Sector Empresarial Local (SEL) é reconhecida a promoção do "desenvolvimento económico e a melhoria da qualidade dos serviços prestados e a eficiência da gestão", a ANMP argumenta que "em áreas de claríssimo pendor social, como o são os transportes escolares ou a alimentação das crianças, não se pode ter resultados económicos positivos". Em declarações à Lusa, Fernando Ruas (que o Económico tentou, sem sucesso, ouvir até à hora de fecho desta edição) mostrou-se disponível para "ver o que é necessário expurgar" no sector empresarial local. Mas através do comunicado enviado as redacções, o presidente da ANMP lembrou que o poder local só é responsável por 0.7% do défice nacional.
MAÇON-MINISTRO MIGUEL RELVAS ENTRA E SAI DO CONGRESSO DAS FREGUESIAS VAIADO FORTEMENTE
Porque será que da Maçonaria só saem "iluminados" com instintos anti-povo e neo-nazis? O ministro Miguel Relvas (maçon da Loja Universalis do GOL) foi fortemente contestado neste sábado, quando foi encerrar o congresso da Associação Nacional de Freguesias. Metade dos 1.600 congressistas abandonaram a sala onde decorreram os trabalhos, em Portimão. Uma forma de virar as costas à proposta de extinção de freguesias defendida pelo Governo. Interrompido diversas vezes por vaias e palavras de contestação, o ministro garantiu que a reforma administrativa do país irá para a frente. “Vamos ser claros. Esta reforma da Administração Local é uma exigência geracional e o Governo está determinado na sua concretização”.Este governo acobardou-se quando soube que teria de mexer nas autarquias, onde é o partido com mais Municípios e Freguesias e onde mantêm muita da sua força e satisfaz muita da sua clientela, interna e externa. O cartão do partido é garantia de empregos e "arranjinhos" e negócios para muitos empresários, empreiteiros e comerciantes. Resolveu por isso poupar os municípios, de onde sabiam vir muito maior contestação, e atacou os mais fracos - as freguesias.
Mas, as freguesias, até mais que as Câmaras Municipais, são a ligação mais próxima das populações ao Estado para a resolução dos problemas locais e, se nas grandes cidades isso não se faz sentir muito, nas pequenas aldeias isoladas do interior é uma necessidade. São também, para todos aqueles que desejam e exigem uma nova forma de democracia, mais participativa e que respeite a opinião dos cidadãos, o local indicado para conseguirem iniciarem a mudança. Movimentos de cidadãos podem concorrer às eleições para criarem uma relação muito mais próxima e directa com os fregueses, levando para as Assembleias de Freguesia as propostas decididas por Assembleias Populares convocadas para discutir os problemas e encontrar as melhores soluções. Fizeram por isso muito bem todos aqueles que o vaiaram e lhe viraram as costas. Agora é iniciar a luta para tentar travar mais este ataque do poder à qualidade de vida de todos nós. Apesar da contestação da maioria dos que ficaram na sala, o ministro revelou que o Governo está inflexível no compromisso de reduzir as 4.259 freguesias actuais, “para dar escala e valor adicional às novas entidades que resultarão do processo de aglomeração”, sustentando que elas terão reforçadas a sua actuação e competência. Reforçou a medida com o argumento: "há quase 1.600 juntas que recebem transferências do Estado inferiores a 25.000 euros" e, no entanto, só em senhas de presença do executivo "gastam 10.000" .
CP AMEAÇA NÃO PAGAR SALÁRIOS SE FUNCIONÁRIOS CONTINUAREM AS GREVES
Estamos seriamente a caminhar para uma ditadura de extrema-direita. As paralisações "estão a afectar de forma grave as receitas da empresa", garante a administração. Trabalhadores culpam o Estado. O pagamento de despesas correntes, como os salários, estão em risco na CP se as acções de protesto continuarem, advertiu a administração da ferroviária à comissão de trabalhadores. Os prejuízos na receita de bilheteira (que tem uma facturação média diária de 57.000 euros) estão a agravar-se devido às greves, e é esta receita que permite pagar os vencimentos. As últimas paralisações custaram à empresa 900.000 euros. A CP tem uma dívida acumulada de 3.300 milhões de euros, valor que corresponde a dez ou 11 vezes a sua receita anual. Em 2010, a empresa pagou em juros da dívida 147 milhões de euros, uma quantia superior aos 122 milhões que gasta em salários.
GOVERNO QUER FAZER APROVAR LEI QUE LIMITE GRAVEMENTE O DIREITO À MANIFESTAÇÃO EM PÚBLICO
Foi com medidas como esta que Hitler limitou a 100% a liberdade de expressão na Alemanha. Parecer da Comissão Nacional de Protecção Dados considera inconstitucional a nova lei proposta pelo Governo de Passos Coelho e afirma que Ministério da Administração Interna quer deliberadamente limitar o direito à manifestação. Esta lei pode ser o princípio do fim da liberdade do direito à manifestação conquistado no 25 de Abril. Por isso mesmo, é da maior importância que seja debatida publicamente esta grave proposta, pois o que o Governo PSD pode estar a querer é montar um sistema político blindado ao povo, ou seja um novo regime totalitário, em que a Federação Europeia é que dita as regras, sem oposição interna, o mesmo que Hitler pretendia fazer nos anos 30, a todos os países da Europa e do Mundo.
JOE BERARDO PEDE A RESIGNAÇÃO DE CAVACO POR NÃO DEFENDER A CONSTITUIÇÃO E OS PORTUGUESES
Porque é que este Presidente se comporta como um pobre reformado, sem poderes para defender o povo? O empresário Joe Berardo diz que o Presidente da República não tem conseguido manter o compromisso de «defender os portugueses», nem explicar o seu envolvimento em algumas situações polémicas, pelo que deve «pedir a resignação» do cargo. «O Presidente da Republica é um pouco responsável por muita coisa que aconteceu até agora», disse o comendador à Lusa, acrescentando: «Acho que o Presidente da República devia pedir a resignação». «O nosso Presidente da República, não sei por quanto tempo, vai ficar muito zangado, mas não estou preocupado com o PR, estou preocupado é com o que está a acontecer a Portugal, que não há maneira de dar a volta por cima», acrescentou Joe Berardo. O empresário justifica o pedido de resignação, dizendo que Cavaco Silva está «relacionado com o BPN, ganhou dinheiro, e isso nunca foi bem explicado aos portugueses», e tinha encontros com Oliveira e Costa (antigo responsável do BPN), um «amigo de longa data e homem do fisco do tempo» dos seus governos. «Vi o Presidente da República dizer publicamente que o Dias Loureiro (antigo ministro e responsável do BPN) era uma pessoa honesta, em quem tinha confiança, mas já saiu», referiu ainda o comendador. Segundo Joe Berardo, enquanto governante, Cavaco Silva, defendeu também medidas que prejudicaram o sector das pescas de Portugal e «agora diz que o Governo devia lançar-se pelo mar». Por isso, considera que Cavaco Silva é também responsável por «uma estratégia danosa para o futuro de Portugal, era tudo empréstimos e realmente pensava que não tínhamos que pagar esta dívida». «Se alguém é responsável pelas coisas com as quais os portugueses estão a ser penalizados, não tem outro caminho senão pedir a resignação», argumenta, realçando que «uma coisa é ser economista e outra é ser dirigente». E sustenta que Cavaco Silva, que garante que «defende os portugueses», podia começar por dar o exemplo, instando: «Senhor Presidente da República, vá ao país diga que não quer continuar aqui, arranje uma eleição, arranje alguém. Faça como a Itália, onde foram buscar profissionais para reger o país». O empresário critica ainda Cavaco Silva, sendo «uma pessoa culta», por nunca ter visitado o Museu Berardo, uma referência nacional e internacional.
JARDIM PREPARA "GUERRA CIVIL" CONTRA GOVERNO SE ACABAR A ZONA FRANCA DA MADEIRA
Se o Vice-Rei da Madeira contar tudo o que sabe sobre certos políticos, a República fecha para obras... O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, disse na noite de domingo que se a palavra do primeiro-ministro "não for honrada" relativamente à Zona Franca "será outra a atitude" da região. "A razão por que os deputados da Madeira votaram a favor do Orçamento [do Estado para 2012], embora com a declaração de voto que os senhores conhecem, é que antes da votação o primeiro-ministro lhes disse - aos deputados do PSD e ao deputado do CDS - que a Zona Franca ia para a frente", afirmou Alberto João Jardim. O chefe do Executivo regional, que falava aos jornalistas ao chegar ao aeroporto da Madeira, sublinhou que foi "perante este compromisso" que os deputados "tiveram aquele voto". "Têm a palavra do primeiro-ministro, agora compete ao primeiro-ministro cumprir a sua palavra. Da nossa parte, que estamos a negociar com a República, tivemos mais um gesto de boa vontade, acreditamos na palavra que nos deram", declarou o líder do Governo madeirense, advertindo: "A História não parou com este Orçamento do Estado. Se a palavra do primeiro-ministro não for honrada, obviamente que outra será a atitude da Madeira".
A semana passada, todos os partidos com assento parlamentar chumbaram a proposta dos deputados da maioria eleitos pelo círculo da Madeira para prolongar os benefícios fiscais da Zona Franca da região para além do corrente ano, situação que levou os parlamentares do PSD do arquipélago a admitirem não votar favoravelmente o Orçamento do Estado. Para o líder do Governo Regional, esta situação significa que "o regime está velho, está esclerosado e é curioso ver que tendo havido uma mudança geracional em quase todos os partidos portugueses, essa mudança geracional tenha servido para um conservadorismo de regime". À pergunta se está decepcionado com o actual Governo, de coligação PSD/CDS-PP, Alberto João Jardim disse: "Não, eu estou decepcionado é com a política portuguesa no seu global, vocês conhecem as minhas concessões sobre o país e não é isto que eu acredito para o país, conhecem as minhas concessões sobre a Europa, não é isto que eu acredito para a Europa". Segundo o presidente do Governo Regional, "se não houver profundas mudanças, [o país] não desaparece, porque os países não desaparecem, embora na História haja isso, mas vai para o fundo e muito para o fundo".
AGENTES DE EXECUÇÃO E PENHORAS BURLAM ESTADO E DEVEDORES EM MILHÕES DE EUROS
Aproveitando-se da confusão da crise, estes agentes ficam com parte dos bens recebidos ou apreendidos "legalmente". Em apenas um ano, as queixas apresentadas contra os agentes de execução quase quadruplicaram. Há dezenas de agentes de execuções suspeitos da prática de crimes. Os casos mais frequentes são de peculato e branqueamento de capitais: apropriam-se de dinheiro que recebem de devedores e, em vez de o entregarem aos credores, "lavam" as verbas obtidas e apagam os vestígios da burla. Vinte desses encontram-se suspensos e dois foram afastados daquela actividade. Ao Diário de Notícias, a presidente da Comissão para a Eficácia das Execuções, Paula Meira Lourenço, pede que lhe seja confiada uma equipa de investigação criminal para este casos. Este ano já houve mais de 1500 queixas contra agentes - no ano passado ficaram-se pelas 409, e em 2009 não foram além de 71. Em Portugal existem cerca de 900 agentes de execuções. Neste momento encontram-se pendentes 1,2 milhões de acções executivas.
ESTADO PAGOU MAIS DE 5 MILHÕES A ADVOGADOS POR AJUSTE DIRECTO
Advogados, um dos lobbies que mais serve a corrupção política... O Estado gastou mais de cinco milhões de euros, sem concurso público, com serviços contratados a escritórios de advogados. Empresas, Governo e outros organismos públicos contratam as maiores sociedades de advogados para pareceres e outros serviços jurídicos. Metade dos cinco milhões de euros gastos em ajustes directos em 2011 foram entregues a quatro escritórios. A Sérvulo Correia, que lidera a lista dos ajustes directos, recebeu no ano passado quase 800 mil euros. O bastonário da Ordem dos Advogado, Marinho e Pinto, defende que a norma seja o concurso público "com regras e cadernos de encargos transparentes" e estranha que o Estado nunca reclame dos honorários pagos às sociedades de advogados. A actual lei estabelece limites: o primeiro-ministro pode utilizar 7,5 milhões de euros num ajuste directo, um ministro pode gastar até 3,7 milhões, enquanto um director-geral pode ir até aos 750 mil euros.
TAXAS MODERADORAS DA SAÚDE VÃO AUMENTAR EM 2012 PARA MAIS DO DOBRO
Nada como anunciar mais austeridade agora também na Saúde, em plena crise e austeridade. A partir de Janeiro de 2012, as consultas nos centros de saúde passam de 2,25 euros para 5 euros euros, enquanto nas urgências hospitalares a taxa moderadora passa de 9,60 euros para 20 euros, disse Paulo Macedo no programa da RTP, Prós e Contras. Segundo o ministro, "as taxas moderadoras vão depender do facto de ser uma urgência ou de ser uma consulta de cuidados primários". "Estamos a falar de uma consulta poder passar para 5 euros e de uma urgência polivalente passar para 20 euros. Os valores ainda não foram publicados vão ter de ser objecto de uma portaria", indicou. Com esta medida, o Governo prevê arrecadar uma receita de cerca de cem milhões de euros. No final do mês passado, o secretário de Estado Adjunto do ministro da Saúde tinha dito no parlamento que menos portugueses vão pagar taxas moderadoras, devendo ficar de fora desta obrigação um milhão de portugueses.
SCUT'S PASSAM A SER PAGAS, EM PLENA CRISE DAS FAMÍLIAS LUSAS
Ditadura económica: tudo sobe de preço, e tudo somado torna-se incomportável para as famílias. Criadas há 14 anos, hoje é o dia em que as últimas SCUT deixaram de ser "Sem Custos para o Utilizador": Algarve (A22), da Beira Interior (A23), do Interior Norte (A24) e da Beira Litoral/Beira Alta (A25). Em outubro de 2010, começaram a ser cobradas as ex-SCUT Norte Litoral, Costa de Prata e Grande Porto. O Governo aprovou, a 13 de outubro, o decreto-lei que permite a cobrança de portagens nessas quatro vias e o Presidente da República promulgou o diploma a 25 de novembro, depois de ter pedido alguns esclarecimentos ao Executivo de Pedro Passos Coelho. De acordo com as taxas publicadas em Diário da República, um veículo de classe 1 vai pagar entre 11,60 a 19,30 euros em portagens para percorrer as antigas SCUT. O documento estabelece uma tarifa de referência de cerca de sete cêntimos (0,07324 euros) mais IVA, por quilómetro, para a classe 1.
EUROPA SEM RUMO DÁ CARTA BRANCA A MERKEL E SARKOZY PARA DECIDIREM O QUE QUISEREM
Já não existe paciência para tanta incompetência junta... A chanceler (ou nova Führer...?) alemã Angela Merkel e o presidente francês Nicolas Sarkozy encontram-se hoje em Paris, numa tentativa para afinarem posições, arrancando uma série de encontros que decorrem ao longo da semana, numa nova tentativa para estancar a crise da dívida na Europa. Depois de na semana passada, ambos os responsáveis terem acordado na necessidade de existir uma maior integração orçamental entre os países do euro, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy procuram hoje afinar as suas posições, para apresentarem uma proposta comum na reunião de líderes da União Europeia da próxima quinta-feira. Merkel e Sarkosy pretendem implementar medidas de disciplina orçamental mais coercivas, o que envolverá alterações aos tratados, porém os dois líderes mantêm algumas divergências, que vão procurar solucionar no encontro de hoje. Questões como o papel do Banco Central Europeu (BCE) na resolução da crise e os mecanismos de sanção para os países que não cumprirem as metas do défice são alguns dos pontos de desacordo, segundo avançou o “Le Jounal du Dimanche”, citado pela Bloomberg. A reunião de hoje em Paris, no formato de um jantar de trabalho, constituirá a oportunidade de Sarkozy e Merkel "afinarem" então as propostas, com vista a apresentá-las aos restantes 25 chefes de Estado ou de Governo da União Europeia, que se reunirão entre quinta e sexta-feira em Bruxelas, em mais uma cimeira considerada decisiva para a zona euro, sob forte pressão dos mercados. O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, tem mostrado abertura a uma eventual alteração aos tratados, tendo defendido na semana passada a ideia de que tal "pode ser uma contribuição que demonstre que o euro é irreversível, que todos os Estados-membros estão unidos no apoio à moeda única", mas tem defendido que tal não pode ser "desculpa para atrasar reformas" e decisões que "têm de ser tomadas agora" para estancar a crise económica e financeira.
CASAL DE IMPERADORES, MERKEL E SARKOZY JÁ TÊM "ORDENS" PARA RESTANTES SÚBDITOS
Foi um casal de imperadores, depois do jantar íntimo que decidiram o futuro de um bando de palermas europeus... Os líderes do novo Império germano-gálico, chegaram ontem a um acordo genérico para regras orçamentais mais duras e punitivas na União Europeia, que entendem ser um dos passos para a resposta global à crise na zona euro. Angela Merkel e Nicolas Sarkozy apresentarão este acordo para aprovação dos restantes países europeus na cimeira da próxima sexta--feira, considerada crítica para a sobrevivência da moeda única. Num sinal de pressão adicional sobre a zona euro, a Standard&Poor’s, a maior agência de notação financeira do mundo, avisou ontem os seis países mais sólidos da zona euro que passa a haver 50% de probabilidades para um corte do rating. Na cimeira os países do euro serão pressionados a aceitarem o acordo, de que a Alemanha não abdica para ceder a assistência temporária do Banco Central Europeu aos países em maiores dificuldades no mercado de dívida. Os restantes países do grupo dos 27 têm até sexta-feira para decidir se querem fazer parte do grupo com um Pacto de Estabilidade e Crescimento reforçado. “Veremos se será com 17 ou com 27”, afirmou ontem Nicolas Sarkozy, ao lado de Angela Merkel, na conferência de imprensa conjunta em Paris. “Mas vamos em frente a todo o vapor para reestabelecer a confiança no euro e na zona euro”, acrescentou.
Por outras palavras, membros como o Reino Unido e a Polónia podem bloquear as mudanças no universo a 27 – fora do euro –, mas os estados da zona euro não têm margem para fazê-lo, o que colocará problemas aos governos da Irlanda e da Holanda, que poderão ser forçados pela pressão política interna a realizar um referendo (de resultado incerto). Os países fora do euro que aceitarem o acordo são livres de o fazer. Ir “em frente a todo o vapor” significa alterar parte da arquitectura actual da zona euro, transferindo mais soberania para a Comissão Europeia e reforçando o carácter austeritário do antigo Pacto de Estabilidade e Crescimento. O acordo implica ampliar o poder de vigilância orçamental (retirando margem aos estados na política orçamental), instaurar um esquema de pesadas sanções automáticas para quem falhar os objectivos e pagar integralmente a dívida pública da região, sem partilha de riscos com os credores privados. Os líderes das duas maiores economias europeias assumiram que na actual situação de emergência para o euro a aliança franco-alemã tem “importância estratégica”. França acabou por ceder na questão da vigilância orçamental e das sanções automáticas (embora tenha conseguido que o Tribunal Europeu de Justiça não ganhe poderes para rejeitar orçamentos nacionais). Os franceses cederam, também, na questão da emissão conjunta de dívida, as chamadas eurobonds – França e Alemanha não darão qualquer sinal nesse sentido na próxima sexta-feira.
A posição alemã cedeu na questão da obrigatoriedade da imposição de perdas aos credores privados nos casos de futuros resgates financeiros a países do euro. Esta partilha de risco era visto como um dos factores que alimentou o receio e a desconfiança dos mercados. “A Grécia é e será a excepção”, afirmou Merkel. “A mensagem para os investidores em todo o mundo é de que na Europa nós pagamos as nossas dívidas”, juntou Sarkozy. As notícias da existência de um acordo e a aprovação no domingo de um pacote de austeridade em Itália (e de outro ontem na Irlanda) geraram ontem uma reacção positiva no mercado de dívida, com os juros de Itália a dez anos a caírem abaixo de 6%. A reacção positiva esmoreceu no final do dia, quando a S&P colocou a Alemanha, a França, a Holanda, a Áustria, a Finlândia e o Luxemburgo (os seis países do euro com nota máxima AAA) em vigilância negativa, citando como justificação o agravamento da crise na zona euro e a falta de previsibilidade e de progressos na sua resolução. Um corte dificultaria o financiamento de futuros pacotes de resgate europeus – afectando os juros suportados, por exemplo, por Portugal no empréstimo da troika.
DITADURA DO EURO: BCE ENVIA CARTA A ESPANHA A PEDIR QUE SALÁRIOS PRECÁRIOS SEJAM INFERIORES A 400€
BCE torna-se assim num instrumento da ditadura económica que a NWO está a implementar na Europa. O BCE enviou uma carta ao Governo espanhol a pedir uma "desvalorização competitiva" dos salários para continuar a comprar dívida do país. O Banco Central Europeu (BCE) propôs ao Governo espanhol a criação de uma nova categoria laboral com um salário máximo de 400 euros por mês para empregos de "baixa consideração", avançam vários jornais do país vizinho. A recomendação foi enviada por carta em Agosto ao Governo espanhol na altura liderado por Zapatero, contou Rajoy, o novo primeiro-ministro espanhol, aos parceiros sociais. Nesta nova categoria, abaixo do salário mínimo espanhol de 641 euros, o trabalhador não pagaria impostos e a contribuição para a Segurança Social seria feita de forma voluntária. O documento enviado ao Governo incluía ainda outras medidas, como a "desvalorização competitiva" dos salários e o combate ao desemprego entre os jovens, que o Executivo deveria seguir como moeda de troca para o BCE continuar a comprar dívida espanhola. A medida não é, porém, nova. A fórmula, conhecida como ‘minijobs' ou mini-empregos, foi inaugurada na Alemanha, em 2003, como medida para combater o desemprego e a economia paralela.
MÁRIO SOARES CRITICA MERKEL: "É IMPOSSÍVEL FICAR DO LADO DELA"
Ou o povo muda os políticos, ou poderá ficar refém de políticas ditatoriais! No Porto, durante a apresentação do seu livro "Um político Assume-se", Mário Soares disse ser necessário voltar aos "valores da política" porque se não se mudar de modelo social, económico e político, a Europa vai cair no abismo. "Todos dizem que estamos à beira do abismo, e é verdade. Mas caímos ou não caímos? Esta semana é crucial para isso", alertou. Para o histórico socialista "vai haver uma grande ruptura e uma grande mudança", estando "convencido" de que "os políticos actuais, que não são capazes de ver a realidade e só que só vêem a ideologia e o interesse, não vão longe". A justificar, argumentou: "Nem podem ir, porque não têm o apoio do povo. Estão a perder dia a dia o apoio do povo. Quem é que pode dizer à senhora Merkel que está ao lado dela quando ela só faz asneiras ou ao presidente Sarkozy? É qualquer coisa de impossível". Mário Soares recordou uma conferência em Paris na qual defendeu esta ideia, relatando o que aconteceu: "Na primeira vez que lá fui disse isso e eles não gostaram; da segunda vez já discutiram muito comigo; da terceira vez estavam de acordo a 100 por cento, porque foi a realidade que os obrigou. Para o caso até esteve presente o [ex-primeiro-ministro José] Sócrates".
A FECHAR : “HACKERS ESTÃO ALINHADOS À DOUTRINA CRISTÔ, AFIRMA VATICANO
Essa frase foi publicada por um recente comunicado diretamente do Vaticano, publicado na revista Civilta Catollica. Em primeiro lugar, é importante ressaltar que a capital mundial da igreja católica se refere a hackers “benéficos”, e não “crackers”, aqueles que usam a Internet para destruir e prejudicar instituições. Os hackers são aqueles que buscam soluções no mundo virtual. É justamente a habilidade em resolver problemas uma das principais virtudes dos hackers, louvadas pelos católicos, como explica o padre jesuíta Antonio Spadaro. “Sua vontade de propagar ideias e tendência a desenvolver coisas novas são uma forma de participação no trabalho da criação de Deus”, afirma o jesuíta, que define os hackers como “alinhados com os ensinamentos do cristianismo”. Apesar disso, o jesuíta concede que o ímpeto dos hackers em rejeitar qualquer forma de conhecimento “rígido” é uma forma de contradição à hierarquia da igreja católica. [BBC]
Estamos seriamente a caminhar para uma ditadura de extrema direita...
Ataques sucessivos dos hackers são mesmo reais ou os típicos "false flag" das forças secretas? Porque será que da Maçonaria só saem "iluminados" com instintos anti-povo e neo-nazis? Porque é que este Presidente se comporta como um pobre reformado, sem poderes para defender o povo? Aproveitando-se da confusão da crise, agentes fiscais ficam com parte dos bens recebidos ou apreendidos "legalmente", no País dos "bons costumes"!
A Procuradoria-Geral da República (PGR) está em alerta máximo e vai reforçar ainda mais o seu sistema de vigilância e políticas de segurança dos seus sistemas de informação para responder à ameaça de um mega-ataque informático a sites de várias instituições do Estado, já amanhã. Os parâmetros de segurança da PGR já tinham sido reforçados quando foram noticiadas as primeiras intrusões em portais de instituições e organismos públicos, mas a ameaça perpetrada na internet pelos grupos de hackers – que apelam a todos os anónimos com conhecimentos de informática para que se juntem num ataque em massa a redes e instituições do Estado na mesma data em que se vai realizar o Conselho Europeu – não está a ser ignorada: a PGR vai apertar ainda mais o cerco aos piratas informáticos. O site do Ministério da Economia foi o último alvo conhecido destes ataques, que começaram logo após a manifestação no dia da greve geral, em Novembro. O novo grupo LusitanianLeaks já reivindicou a autoria do ataque, no final do dia de terça-feira, deixou inacessível o portal do ministério. O grupo, que diz ter assim assinalado a sua estreia na onda de ataques, promete mais para sábado, um dia depois do que o grupo AntiSec ameaça ser uma sexta-feira negra para os sites do Estado. Os movimentos também reivindicaram num chat na internet, um ataque informático aos sites do grupo Controlinveste Media. Os portais do “JN”, “DN”, “TSF” e “Dinheiro Vivo” estiveram em baixo na terça-feira e na manhã de ontem.
O “JN” divulgou ontem a promessa dos hackers de concretizarem um mega-ataque amanhã. Segundo o jornal, um “exército” de hackers inexperientes, conhecidos por “script kiddies”, estarão a ajudar os movimentos de hackers que desde o final de Novembro entraram ou tentaram entrar nas páginas de instituições portuguesas. A Polícia Judiciária tem várias investigações a decorrer, mas o i sabe que as investigações são tão complexas que não é possível obter resultados imediatos. O coordenador do Vigilis, que avalia o nível de segurança da Internet portuguesa, entende que os ataques feitos até agora são “fáceis de ser executados”, mas fonte da PJ diz que os meios para investigar o cibercrime são escassos e que a tarefa se complica porque implica reconstituir um crime num panorama virtual, percorrendo todo o caminho que o programa fez desde a origem. O grupo Lulzsec Portugal inaugurou a onda de ataques com intrusões nas páginas de organismos do Estado, bancos e partidos políticos, situação que levou o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) a instaurar processos-crime. As intrusões já levaram à divulgação de dados confidenciais como uma lista com contactos de email e telefones de 107 efectivos da PSP, a partir de um ataque ao site do Sindicato Nacional da Carreira de Chefes da PSP. O grupo terá também tentado entrar no site da PSP, mas sem êxito. O AntiSec juntou-se a 1 de Dezembro e já pirateou o site do SIS, Banco de Portugal, Caixa Geral de Depósitos, BES, Ministério da Educação, da Economia e da Justiça.
HACKERS ENTRAM NOS PC'S DA PJ E REVELAM DADOS CONFIDENCIAIS DO CASO FREEPORT E SUBMARINOS
Revelações secretas podem comprometer Cândida Almeida do DCIAP... O Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) é o último alvo conhecido que foi atacado por um grupo de piratas informáticos intitulado LulzSec Portugal. No domingo foi divulgado um documento confidencial, assinado pela directora, Cândida Almeida, sob o título Mediatização de processos da competência do DCIAP. Neste documento dão-se conta dos passos dados pela investigação em processos como o Freeport ou os Submarinos. O documento que terá sido retirado do sistema informático da Procuradoria-Geral da República foi enviado para alguns órgãos de comunicação social na noite de domingo. Terá sido redigido por Cândida de Almeida e enviado, no último dia de Agosto do ano passado, para o procurador-geral Fernando Pinto Monteiro. No que se reporta ao processo Freeport são feitas algumas revelações surpreendentes. Diz Cândida Almeida que é "de registar que do processo constava um projecto de formação de equipa conjunta de polícias portuguesa e inglesa, com absoluto desconhecimento do Ministério Público". Outras passagens referem inúmeros outros passos da investigação, desde cartas rogatórias (para França, Mónaco, Grécia e Ilhas de Jersey, Mann, Caimão) até reuniões com o embaixador do Reino Unido em Lisboa. Diz-se que se realizou uma perícia financeira cujos resultados foram guardados num relatório com 262 volumes e um CD e que, após a inquirição e interrogatório de cerca de 90 pessoas, sete delas vieram a ser constituídas arguidas neste processo de corrupção onde, entre outros, era visado o então primeiro-ministro, José Sócrates.
Sobre o processo da aquisição à Alemanha de dois submarinos, Cândida Almeida dizia, em Agosto do ano passado, que ainda se investigava a eventual prática de crimes de corrupção activa e passiva, tráfico de influências e branqueamento de capitais. "Porém, no decurso daquela investigação foram recolhidos indícios da prática de crimes associados à celebração e execução do contrato de contrapartidas, nomeadamente de burla qualificada e de falsificação de documentos", refere ainda a propósito do caso onde aparece referenciado como um dos principais intervenientes o então ministro da Defesa Paulo Portas. Sobre este caso, Cândida Almeida diz que foram revelados pormenores, nomeadamente acerca da vida pessoal dos procuradores envolvidos, que visaram a "descredibilização da investigação, do carácter, honorabilidade e profissionalismo dos magistrados e departamentos que investigam o crime organizado". Os ataques informáticos aos sistemas de diversas instituições estatais e também particulares (PSP, SIS, Portal das Finanças, PS, PSD, CDS, Hospital da Cruz Vermelha, etc.) têm vindo a ser revelados desde a manifestação de 24 do mês passado, em frente ao Parlamento. Esse protesto ficou assinalado por algumas escaramuças entre a polícia e os manifestantes. Desde então, o SIS terá identificado duas pessoas que poderão estar por trás da divulgação de dados informáticos (crime que pode ser punido com pena até dez anos de prisão).
GOVERNO VAI EXTINGUIR UM TERÇO DE EMPRESAS MUNICIPAIS
Miguel Relvas, implacável no desmantelamento de "alguns" compadrios municipais. Sem avançar números concretos, secretário de Estado prevê um corte “substancial” no número de empregados nas empresas municipais. "Um terço das empresas apresentam indicadores financeiros insustentáveis." As contas são de Paulo Júlio, Secretário de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa, destacando que "31% [das empresas municipais] tem resultados negativos antes das amortizações, e em 25% o nível de endividamento é três vezes superior aos recursos próprios". Após a apresentação do Livro Branco do Sector Empresarial Local, a polémica instalou-se. O passivo revelado no sector aproxima-se dos 2,4 mil milhões de euros, ninguém sabe ao certo quantas empresas existem e o Governo prepara para o início do ano uma proposta de lei para regulamentar o sector. A extinção de empresas será, garante o secretário de estado, decidido pelas autarquias em consonância com a nova legislação, mas um ponto é claro. "Os municípios decidirão, mas não podem manter as estruturalmente deficitárias. Temos um terço das empresas a precisar de uma completa reestruturação", garante Paulo Júlio ao Económico.
Com 392 empresas contabilizadas - apenas 334 apresentaram as informações solicitadas pelo estudo - há exemplos para todos os gostos. Embora não identificadas, há pelo menos duas empresas com passivos superiores a 210 milhões de euros, num universo em que a média ronda os sete milhões de euros, mas em que o valor mais frequente é inferior a um milhão de euros (919 502,66). Há sectores com valores positivos - as empresas de fornecimento de água e saneamento básico têm um valor acrescentado bruto (VAB) de 187 milhões de euros - e outros deficitários - as empresas de âmbito cultural apresentam um VAB negativo de 34 milhões de euros - num conjunto que no final consegue um VAB positivo de 183 milhões. E foi pelo lado positivo que a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP) leu o relatório. Lembrando a passagem em que ao Sector Empresarial Local (SEL) é reconhecida a promoção do "desenvolvimento económico e a melhoria da qualidade dos serviços prestados e a eficiência da gestão", a ANMP argumenta que "em áreas de claríssimo pendor social, como o são os transportes escolares ou a alimentação das crianças, não se pode ter resultados económicos positivos". Em declarações à Lusa, Fernando Ruas (que o Económico tentou, sem sucesso, ouvir até à hora de fecho desta edição) mostrou-se disponível para "ver o que é necessário expurgar" no sector empresarial local. Mas através do comunicado enviado as redacções, o presidente da ANMP lembrou que o poder local só é responsável por 0.7% do défice nacional.
MAÇON-MINISTRO MIGUEL RELVAS ENTRA E SAI DO CONGRESSO DAS FREGUESIAS VAIADO FORTEMENTE
Porque será que da Maçonaria só saem "iluminados" com instintos anti-povo e neo-nazis? O ministro Miguel Relvas (maçon da Loja Universalis do GOL) foi fortemente contestado neste sábado, quando foi encerrar o congresso da Associação Nacional de Freguesias. Metade dos 1.600 congressistas abandonaram a sala onde decorreram os trabalhos, em Portimão. Uma forma de virar as costas à proposta de extinção de freguesias defendida pelo Governo. Interrompido diversas vezes por vaias e palavras de contestação, o ministro garantiu que a reforma administrativa do país irá para a frente. “Vamos ser claros. Esta reforma da Administração Local é uma exigência geracional e o Governo está determinado na sua concretização”.Este governo acobardou-se quando soube que teria de mexer nas autarquias, onde é o partido com mais Municípios e Freguesias e onde mantêm muita da sua força e satisfaz muita da sua clientela, interna e externa. O cartão do partido é garantia de empregos e "arranjinhos" e negócios para muitos empresários, empreiteiros e comerciantes. Resolveu por isso poupar os municípios, de onde sabiam vir muito maior contestação, e atacou os mais fracos - as freguesias.
Mas, as freguesias, até mais que as Câmaras Municipais, são a ligação mais próxima das populações ao Estado para a resolução dos problemas locais e, se nas grandes cidades isso não se faz sentir muito, nas pequenas aldeias isoladas do interior é uma necessidade. São também, para todos aqueles que desejam e exigem uma nova forma de democracia, mais participativa e que respeite a opinião dos cidadãos, o local indicado para conseguirem iniciarem a mudança. Movimentos de cidadãos podem concorrer às eleições para criarem uma relação muito mais próxima e directa com os fregueses, levando para as Assembleias de Freguesia as propostas decididas por Assembleias Populares convocadas para discutir os problemas e encontrar as melhores soluções. Fizeram por isso muito bem todos aqueles que o vaiaram e lhe viraram as costas. Agora é iniciar a luta para tentar travar mais este ataque do poder à qualidade de vida de todos nós. Apesar da contestação da maioria dos que ficaram na sala, o ministro revelou que o Governo está inflexível no compromisso de reduzir as 4.259 freguesias actuais, “para dar escala e valor adicional às novas entidades que resultarão do processo de aglomeração”, sustentando que elas terão reforçadas a sua actuação e competência. Reforçou a medida com o argumento: "há quase 1.600 juntas que recebem transferências do Estado inferiores a 25.000 euros" e, no entanto, só em senhas de presença do executivo "gastam 10.000" .
CP AMEAÇA NÃO PAGAR SALÁRIOS SE FUNCIONÁRIOS CONTINUAREM AS GREVES
Estamos seriamente a caminhar para uma ditadura de extrema-direita. As paralisações "estão a afectar de forma grave as receitas da empresa", garante a administração. Trabalhadores culpam o Estado. O pagamento de despesas correntes, como os salários, estão em risco na CP se as acções de protesto continuarem, advertiu a administração da ferroviária à comissão de trabalhadores. Os prejuízos na receita de bilheteira (que tem uma facturação média diária de 57.000 euros) estão a agravar-se devido às greves, e é esta receita que permite pagar os vencimentos. As últimas paralisações custaram à empresa 900.000 euros. A CP tem uma dívida acumulada de 3.300 milhões de euros, valor que corresponde a dez ou 11 vezes a sua receita anual. Em 2010, a empresa pagou em juros da dívida 147 milhões de euros, uma quantia superior aos 122 milhões que gasta em salários.
GOVERNO QUER FAZER APROVAR LEI QUE LIMITE GRAVEMENTE O DIREITO À MANIFESTAÇÃO EM PÚBLICO
Foi com medidas como esta que Hitler limitou a 100% a liberdade de expressão na Alemanha. Parecer da Comissão Nacional de Protecção Dados considera inconstitucional a nova lei proposta pelo Governo de Passos Coelho e afirma que Ministério da Administração Interna quer deliberadamente limitar o direito à manifestação. Esta lei pode ser o princípio do fim da liberdade do direito à manifestação conquistado no 25 de Abril. Por isso mesmo, é da maior importância que seja debatida publicamente esta grave proposta, pois o que o Governo PSD pode estar a querer é montar um sistema político blindado ao povo, ou seja um novo regime totalitário, em que a Federação Europeia é que dita as regras, sem oposição interna, o mesmo que Hitler pretendia fazer nos anos 30, a todos os países da Europa e do Mundo.
JOE BERARDO PEDE A RESIGNAÇÃO DE CAVACO POR NÃO DEFENDER A CONSTITUIÇÃO E OS PORTUGUESES
Porque é que este Presidente se comporta como um pobre reformado, sem poderes para defender o povo? O empresário Joe Berardo diz que o Presidente da República não tem conseguido manter o compromisso de «defender os portugueses», nem explicar o seu envolvimento em algumas situações polémicas, pelo que deve «pedir a resignação» do cargo. «O Presidente da Republica é um pouco responsável por muita coisa que aconteceu até agora», disse o comendador à Lusa, acrescentando: «Acho que o Presidente da República devia pedir a resignação». «O nosso Presidente da República, não sei por quanto tempo, vai ficar muito zangado, mas não estou preocupado com o PR, estou preocupado é com o que está a acontecer a Portugal, que não há maneira de dar a volta por cima», acrescentou Joe Berardo. O empresário justifica o pedido de resignação, dizendo que Cavaco Silva está «relacionado com o BPN, ganhou dinheiro, e isso nunca foi bem explicado aos portugueses», e tinha encontros com Oliveira e Costa (antigo responsável do BPN), um «amigo de longa data e homem do fisco do tempo» dos seus governos. «Vi o Presidente da República dizer publicamente que o Dias Loureiro (antigo ministro e responsável do BPN) era uma pessoa honesta, em quem tinha confiança, mas já saiu», referiu ainda o comendador. Segundo Joe Berardo, enquanto governante, Cavaco Silva, defendeu também medidas que prejudicaram o sector das pescas de Portugal e «agora diz que o Governo devia lançar-se pelo mar». Por isso, considera que Cavaco Silva é também responsável por «uma estratégia danosa para o futuro de Portugal, era tudo empréstimos e realmente pensava que não tínhamos que pagar esta dívida». «Se alguém é responsável pelas coisas com as quais os portugueses estão a ser penalizados, não tem outro caminho senão pedir a resignação», argumenta, realçando que «uma coisa é ser economista e outra é ser dirigente». E sustenta que Cavaco Silva, que garante que «defende os portugueses», podia começar por dar o exemplo, instando: «Senhor Presidente da República, vá ao país diga que não quer continuar aqui, arranje uma eleição, arranje alguém. Faça como a Itália, onde foram buscar profissionais para reger o país». O empresário critica ainda Cavaco Silva, sendo «uma pessoa culta», por nunca ter visitado o Museu Berardo, uma referência nacional e internacional.
JARDIM PREPARA "GUERRA CIVIL" CONTRA GOVERNO SE ACABAR A ZONA FRANCA DA MADEIRA
Se o Vice-Rei da Madeira contar tudo o que sabe sobre certos políticos, a República fecha para obras... O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, disse na noite de domingo que se a palavra do primeiro-ministro "não for honrada" relativamente à Zona Franca "será outra a atitude" da região. "A razão por que os deputados da Madeira votaram a favor do Orçamento [do Estado para 2012], embora com a declaração de voto que os senhores conhecem, é que antes da votação o primeiro-ministro lhes disse - aos deputados do PSD e ao deputado do CDS - que a Zona Franca ia para a frente", afirmou Alberto João Jardim. O chefe do Executivo regional, que falava aos jornalistas ao chegar ao aeroporto da Madeira, sublinhou que foi "perante este compromisso" que os deputados "tiveram aquele voto". "Têm a palavra do primeiro-ministro, agora compete ao primeiro-ministro cumprir a sua palavra. Da nossa parte, que estamos a negociar com a República, tivemos mais um gesto de boa vontade, acreditamos na palavra que nos deram", declarou o líder do Governo madeirense, advertindo: "A História não parou com este Orçamento do Estado. Se a palavra do primeiro-ministro não for honrada, obviamente que outra será a atitude da Madeira".
A semana passada, todos os partidos com assento parlamentar chumbaram a proposta dos deputados da maioria eleitos pelo círculo da Madeira para prolongar os benefícios fiscais da Zona Franca da região para além do corrente ano, situação que levou os parlamentares do PSD do arquipélago a admitirem não votar favoravelmente o Orçamento do Estado. Para o líder do Governo Regional, esta situação significa que "o regime está velho, está esclerosado e é curioso ver que tendo havido uma mudança geracional em quase todos os partidos portugueses, essa mudança geracional tenha servido para um conservadorismo de regime". À pergunta se está decepcionado com o actual Governo, de coligação PSD/CDS-PP, Alberto João Jardim disse: "Não, eu estou decepcionado é com a política portuguesa no seu global, vocês conhecem as minhas concessões sobre o país e não é isto que eu acredito para o país, conhecem as minhas concessões sobre a Europa, não é isto que eu acredito para a Europa". Segundo o presidente do Governo Regional, "se não houver profundas mudanças, [o país] não desaparece, porque os países não desaparecem, embora na História haja isso, mas vai para o fundo e muito para o fundo".
AGENTES DE EXECUÇÃO E PENHORAS BURLAM ESTADO E DEVEDORES EM MILHÕES DE EUROS
Aproveitando-se da confusão da crise, estes agentes ficam com parte dos bens recebidos ou apreendidos "legalmente". Em apenas um ano, as queixas apresentadas contra os agentes de execução quase quadruplicaram. Há dezenas de agentes de execuções suspeitos da prática de crimes. Os casos mais frequentes são de peculato e branqueamento de capitais: apropriam-se de dinheiro que recebem de devedores e, em vez de o entregarem aos credores, "lavam" as verbas obtidas e apagam os vestígios da burla. Vinte desses encontram-se suspensos e dois foram afastados daquela actividade. Ao Diário de Notícias, a presidente da Comissão para a Eficácia das Execuções, Paula Meira Lourenço, pede que lhe seja confiada uma equipa de investigação criminal para este casos. Este ano já houve mais de 1500 queixas contra agentes - no ano passado ficaram-se pelas 409, e em 2009 não foram além de 71. Em Portugal existem cerca de 900 agentes de execuções. Neste momento encontram-se pendentes 1,2 milhões de acções executivas.
ESTADO PAGOU MAIS DE 5 MILHÕES A ADVOGADOS POR AJUSTE DIRECTO
Advogados, um dos lobbies que mais serve a corrupção política... O Estado gastou mais de cinco milhões de euros, sem concurso público, com serviços contratados a escritórios de advogados. Empresas, Governo e outros organismos públicos contratam as maiores sociedades de advogados para pareceres e outros serviços jurídicos. Metade dos cinco milhões de euros gastos em ajustes directos em 2011 foram entregues a quatro escritórios. A Sérvulo Correia, que lidera a lista dos ajustes directos, recebeu no ano passado quase 800 mil euros. O bastonário da Ordem dos Advogado, Marinho e Pinto, defende que a norma seja o concurso público "com regras e cadernos de encargos transparentes" e estranha que o Estado nunca reclame dos honorários pagos às sociedades de advogados. A actual lei estabelece limites: o primeiro-ministro pode utilizar 7,5 milhões de euros num ajuste directo, um ministro pode gastar até 3,7 milhões, enquanto um director-geral pode ir até aos 750 mil euros.
TAXAS MODERADORAS DA SAÚDE VÃO AUMENTAR EM 2012 PARA MAIS DO DOBRO
Nada como anunciar mais austeridade agora também na Saúde, em plena crise e austeridade. A partir de Janeiro de 2012, as consultas nos centros de saúde passam de 2,25 euros para 5 euros euros, enquanto nas urgências hospitalares a taxa moderadora passa de 9,60 euros para 20 euros, disse Paulo Macedo no programa da RTP, Prós e Contras. Segundo o ministro, "as taxas moderadoras vão depender do facto de ser uma urgência ou de ser uma consulta de cuidados primários". "Estamos a falar de uma consulta poder passar para 5 euros e de uma urgência polivalente passar para 20 euros. Os valores ainda não foram publicados vão ter de ser objecto de uma portaria", indicou. Com esta medida, o Governo prevê arrecadar uma receita de cerca de cem milhões de euros. No final do mês passado, o secretário de Estado Adjunto do ministro da Saúde tinha dito no parlamento que menos portugueses vão pagar taxas moderadoras, devendo ficar de fora desta obrigação um milhão de portugueses.
SCUT'S PASSAM A SER PAGAS, EM PLENA CRISE DAS FAMÍLIAS LUSAS
Ditadura económica: tudo sobe de preço, e tudo somado torna-se incomportável para as famílias. Criadas há 14 anos, hoje é o dia em que as últimas SCUT deixaram de ser "Sem Custos para o Utilizador": Algarve (A22), da Beira Interior (A23), do Interior Norte (A24) e da Beira Litoral/Beira Alta (A25). Em outubro de 2010, começaram a ser cobradas as ex-SCUT Norte Litoral, Costa de Prata e Grande Porto. O Governo aprovou, a 13 de outubro, o decreto-lei que permite a cobrança de portagens nessas quatro vias e o Presidente da República promulgou o diploma a 25 de novembro, depois de ter pedido alguns esclarecimentos ao Executivo de Pedro Passos Coelho. De acordo com as taxas publicadas em Diário da República, um veículo de classe 1 vai pagar entre 11,60 a 19,30 euros em portagens para percorrer as antigas SCUT. O documento estabelece uma tarifa de referência de cerca de sete cêntimos (0,07324 euros) mais IVA, por quilómetro, para a classe 1.
EUROPA SEM RUMO DÁ CARTA BRANCA A MERKEL E SARKOZY PARA DECIDIREM O QUE QUISEREM
Já não existe paciência para tanta incompetência junta... A chanceler (ou nova Führer...?) alemã Angela Merkel e o presidente francês Nicolas Sarkozy encontram-se hoje em Paris, numa tentativa para afinarem posições, arrancando uma série de encontros que decorrem ao longo da semana, numa nova tentativa para estancar a crise da dívida na Europa. Depois de na semana passada, ambos os responsáveis terem acordado na necessidade de existir uma maior integração orçamental entre os países do euro, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy procuram hoje afinar as suas posições, para apresentarem uma proposta comum na reunião de líderes da União Europeia da próxima quinta-feira. Merkel e Sarkosy pretendem implementar medidas de disciplina orçamental mais coercivas, o que envolverá alterações aos tratados, porém os dois líderes mantêm algumas divergências, que vão procurar solucionar no encontro de hoje. Questões como o papel do Banco Central Europeu (BCE) na resolução da crise e os mecanismos de sanção para os países que não cumprirem as metas do défice são alguns dos pontos de desacordo, segundo avançou o “Le Jounal du Dimanche”, citado pela Bloomberg. A reunião de hoje em Paris, no formato de um jantar de trabalho, constituirá a oportunidade de Sarkozy e Merkel "afinarem" então as propostas, com vista a apresentá-las aos restantes 25 chefes de Estado ou de Governo da União Europeia, que se reunirão entre quinta e sexta-feira em Bruxelas, em mais uma cimeira considerada decisiva para a zona euro, sob forte pressão dos mercados. O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, tem mostrado abertura a uma eventual alteração aos tratados, tendo defendido na semana passada a ideia de que tal "pode ser uma contribuição que demonstre que o euro é irreversível, que todos os Estados-membros estão unidos no apoio à moeda única", mas tem defendido que tal não pode ser "desculpa para atrasar reformas" e decisões que "têm de ser tomadas agora" para estancar a crise económica e financeira.
CASAL DE IMPERADORES, MERKEL E SARKOZY JÁ TÊM "ORDENS" PARA RESTANTES SÚBDITOS
Foi um casal de imperadores, depois do jantar íntimo que decidiram o futuro de um bando de palermas europeus... Os líderes do novo Império germano-gálico, chegaram ontem a um acordo genérico para regras orçamentais mais duras e punitivas na União Europeia, que entendem ser um dos passos para a resposta global à crise na zona euro. Angela Merkel e Nicolas Sarkozy apresentarão este acordo para aprovação dos restantes países europeus na cimeira da próxima sexta--feira, considerada crítica para a sobrevivência da moeda única. Num sinal de pressão adicional sobre a zona euro, a Standard&Poor’s, a maior agência de notação financeira do mundo, avisou ontem os seis países mais sólidos da zona euro que passa a haver 50% de probabilidades para um corte do rating. Na cimeira os países do euro serão pressionados a aceitarem o acordo, de que a Alemanha não abdica para ceder a assistência temporária do Banco Central Europeu aos países em maiores dificuldades no mercado de dívida. Os restantes países do grupo dos 27 têm até sexta-feira para decidir se querem fazer parte do grupo com um Pacto de Estabilidade e Crescimento reforçado. “Veremos se será com 17 ou com 27”, afirmou ontem Nicolas Sarkozy, ao lado de Angela Merkel, na conferência de imprensa conjunta em Paris. “Mas vamos em frente a todo o vapor para reestabelecer a confiança no euro e na zona euro”, acrescentou.
Por outras palavras, membros como o Reino Unido e a Polónia podem bloquear as mudanças no universo a 27 – fora do euro –, mas os estados da zona euro não têm margem para fazê-lo, o que colocará problemas aos governos da Irlanda e da Holanda, que poderão ser forçados pela pressão política interna a realizar um referendo (de resultado incerto). Os países fora do euro que aceitarem o acordo são livres de o fazer. Ir “em frente a todo o vapor” significa alterar parte da arquitectura actual da zona euro, transferindo mais soberania para a Comissão Europeia e reforçando o carácter austeritário do antigo Pacto de Estabilidade e Crescimento. O acordo implica ampliar o poder de vigilância orçamental (retirando margem aos estados na política orçamental), instaurar um esquema de pesadas sanções automáticas para quem falhar os objectivos e pagar integralmente a dívida pública da região, sem partilha de riscos com os credores privados. Os líderes das duas maiores economias europeias assumiram que na actual situação de emergência para o euro a aliança franco-alemã tem “importância estratégica”. França acabou por ceder na questão da vigilância orçamental e das sanções automáticas (embora tenha conseguido que o Tribunal Europeu de Justiça não ganhe poderes para rejeitar orçamentos nacionais). Os franceses cederam, também, na questão da emissão conjunta de dívida, as chamadas eurobonds – França e Alemanha não darão qualquer sinal nesse sentido na próxima sexta-feira.
A posição alemã cedeu na questão da obrigatoriedade da imposição de perdas aos credores privados nos casos de futuros resgates financeiros a países do euro. Esta partilha de risco era visto como um dos factores que alimentou o receio e a desconfiança dos mercados. “A Grécia é e será a excepção”, afirmou Merkel. “A mensagem para os investidores em todo o mundo é de que na Europa nós pagamos as nossas dívidas”, juntou Sarkozy. As notícias da existência de um acordo e a aprovação no domingo de um pacote de austeridade em Itália (e de outro ontem na Irlanda) geraram ontem uma reacção positiva no mercado de dívida, com os juros de Itália a dez anos a caírem abaixo de 6%. A reacção positiva esmoreceu no final do dia, quando a S&P colocou a Alemanha, a França, a Holanda, a Áustria, a Finlândia e o Luxemburgo (os seis países do euro com nota máxima AAA) em vigilância negativa, citando como justificação o agravamento da crise na zona euro e a falta de previsibilidade e de progressos na sua resolução. Um corte dificultaria o financiamento de futuros pacotes de resgate europeus – afectando os juros suportados, por exemplo, por Portugal no empréstimo da troika.
DITADURA DO EURO: BCE ENVIA CARTA A ESPANHA A PEDIR QUE SALÁRIOS PRECÁRIOS SEJAM INFERIORES A 400€
BCE torna-se assim num instrumento da ditadura económica que a NWO está a implementar na Europa. O BCE enviou uma carta ao Governo espanhol a pedir uma "desvalorização competitiva" dos salários para continuar a comprar dívida do país. O Banco Central Europeu (BCE) propôs ao Governo espanhol a criação de uma nova categoria laboral com um salário máximo de 400 euros por mês para empregos de "baixa consideração", avançam vários jornais do país vizinho. A recomendação foi enviada por carta em Agosto ao Governo espanhol na altura liderado por Zapatero, contou Rajoy, o novo primeiro-ministro espanhol, aos parceiros sociais. Nesta nova categoria, abaixo do salário mínimo espanhol de 641 euros, o trabalhador não pagaria impostos e a contribuição para a Segurança Social seria feita de forma voluntária. O documento enviado ao Governo incluía ainda outras medidas, como a "desvalorização competitiva" dos salários e o combate ao desemprego entre os jovens, que o Executivo deveria seguir como moeda de troca para o BCE continuar a comprar dívida espanhola. A medida não é, porém, nova. A fórmula, conhecida como ‘minijobs' ou mini-empregos, foi inaugurada na Alemanha, em 2003, como medida para combater o desemprego e a economia paralela.
MÁRIO SOARES CRITICA MERKEL: "É IMPOSSÍVEL FICAR DO LADO DELA"
Ou o povo muda os políticos, ou poderá ficar refém de políticas ditatoriais! No Porto, durante a apresentação do seu livro "Um político Assume-se", Mário Soares disse ser necessário voltar aos "valores da política" porque se não se mudar de modelo social, económico e político, a Europa vai cair no abismo. "Todos dizem que estamos à beira do abismo, e é verdade. Mas caímos ou não caímos? Esta semana é crucial para isso", alertou. Para o histórico socialista "vai haver uma grande ruptura e uma grande mudança", estando "convencido" de que "os políticos actuais, que não são capazes de ver a realidade e só que só vêem a ideologia e o interesse, não vão longe". A justificar, argumentou: "Nem podem ir, porque não têm o apoio do povo. Estão a perder dia a dia o apoio do povo. Quem é que pode dizer à senhora Merkel que está ao lado dela quando ela só faz asneiras ou ao presidente Sarkozy? É qualquer coisa de impossível". Mário Soares recordou uma conferência em Paris na qual defendeu esta ideia, relatando o que aconteceu: "Na primeira vez que lá fui disse isso e eles não gostaram; da segunda vez já discutiram muito comigo; da terceira vez estavam de acordo a 100 por cento, porque foi a realidade que os obrigou. Para o caso até esteve presente o [ex-primeiro-ministro José] Sócrates".
A FECHAR : “HACKERS ESTÃO ALINHADOS À DOUTRINA CRISTÔ, AFIRMA VATICANO
Essa frase foi publicada por um recente comunicado diretamente do Vaticano, publicado na revista Civilta Catollica. Em primeiro lugar, é importante ressaltar que a capital mundial da igreja católica se refere a hackers “benéficos”, e não “crackers”, aqueles que usam a Internet para destruir e prejudicar instituições. Os hackers são aqueles que buscam soluções no mundo virtual. É justamente a habilidade em resolver problemas uma das principais virtudes dos hackers, louvadas pelos católicos, como explica o padre jesuíta Antonio Spadaro. “Sua vontade de propagar ideias e tendência a desenvolver coisas novas são uma forma de participação no trabalho da criação de Deus”, afirma o jesuíta, que define os hackers como “alinhados com os ensinamentos do cristianismo”. Apesar disso, o jesuíta concede que o ímpeto dos hackers em rejeitar qualquer forma de conhecimento “rígido” é uma forma de contradição à hierarquia da igreja católica. [BBC]
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