Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

GNR's Embriagados atropelam e fogem
                                                                                                                         
Os militares são praças e prestam serviço na GNR de Armação de Pêra. Um deles terá depois assumido que era ele o condutor. Foram submetidos a testes de alcoolemia e foi-lhes recolhido sangue.
                                                     
Dois militares da GNR embriagados atropelaram ontem de madrugada duas jovens em Albufeira. Os guardas, estavam fora de serviço, e só pararam a viatura a cerca de 100 metros do local, onde ainda tentaram colocar uma mulher ao volante do carro para escapar à culpa. A estes dois ninguém deu um tiro.
Este foi apenas um dos cerca de 800 acidentes ocorrido durante a Operação Ano Novo, que, de acordo com dados provisórios da GNR, provocaram 7 mortos e 11 feridos graves. Uma das últimas mortes aconteceu em Monte Gordo, no Algarve, ontem à tarde.
O acidente que envolveu os militares da GNR, em Albufeira, aconteceu por volta das 04h00. As vítimas caminhavam na berma da estrada, perto da rotunda das Três Palmeiras, na Oura, quando foram apanhadas pelo carro conduzido por um dos GNR.
Ana Filipa Brito, de 18 anos, sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o Hospital de Faro. A outra jovem, Bianca Pinto, 19 anos, escapou ilesa. “Senti uma pancada na perna, caí e quando me levantei vi a Ana estendida”, contou Bianca. “Os militares estavam perdidos de bêbedos. Ainda tentaram dizer que quem ia a conduzir era uma mulher brasileira, que ia com eles no carro, mas os militares que tomaram conta da ocorrência não acreditaram”, diz fonte da GNR. A um quilómetro decorria uma operação stop da GNR.
Os militares são praças e prestam serviço na GNR de Armação de Pêra. Um deles terá depois assumido que era ele o condutor. Foram submetidos a testes de alcoolemia e foi-lhes recolhido sangue. Maria de Lurdes Brito, mãe de Ana, diz que a filha foi hospitalizada com vários traumatismos. Estava consciente, mas com falhas na memória.


Processo sobre registo de interesses terminado sem qualquer incompatibilidade, diz Mendes Bota


O processo de entrega, apreciação e publicação das declarações de interesses dos deputados está "totalmente terminado", não tendo sido detetada qualquer incompatibilidade ou impedimento, garantiu hoje o presidente da comissão parlamentar de Ética, Mendes Bota. O relatório do Grupo de Trabalho com a missão de apreciar o registo de interesses dos deputados à Assembleia da República aprovado a 18 de outubro já indicava que todos os 230 parlamentares tinham entregue estas declarações. "Há uma semana existiam 40 processos relativos às declarações de interesses que se encontravam por concluir, sem que se conhecessem as razões para tal impasse. Contactei um a um todos os deputados. Com a ajuda dos serviços, tudo foi desbloqueado. E posso garantir que não existia nenhuma razão politicamente relevante, que justificasse o clima de suspeição e de criticismo exacerbado que se levantou em torno desta questão", afirma Mendes Bota (PSD) numa nota enviada à agência Lusa.
O deputado explica que "é sabido que o processamento das declarações de registo de interesses dos deputados à Assembleia da República tem suscitado alguma controvérsia junto da opinião pública motivada por frequentes notícias publicadas por diversos órgãos de comunicação social, tendendo a considerar (erradamente) que a não disponibilização das declarações de alguns parlamentares no sítio eletrónico do parlamento significaria que as não teriam entregues, o que não corresponde rigorosamente à verdade". Mendes Bota diz que "existe um prazo obrigatório para a apresentação das declarações de registos de interesses", mas "não existe um prazo definido para a sua apreciação ou publicitação", destacando que "o Grupo de Trabalho e a Comissão cumpriram na integralidade a missão que lhes está atribuída", tentando fazê-lo da forma mais rápida possível. O deputado insiste ainda, tal como já tinha feito aquando da aprovação do relatório do Grupo de Trabalho, em que "a aplicação informática criada para este processamento é demasiado rígida, e carece de afinação e melhoria no trânsito da informação com os deputados." "Além das sete propostas de alteração da aplicação informática assinaladas no relatório aprovado em 18/10/2011, e que já transmiti à senhora presidente da Assembleia da República, irei acrescentar mais algumas, suscitadas por esta ação final de desbloqueamento das situações referenciadas", acrescenta.
                                                                                                                
                                                                                                                   
                                                                                                                                                            

domingo, 2 de janeiro de 2011

Reveillon agitado

Número anormal de comas alcoólicos na noite de Fim do Ano
                                                                                                                  
Condutores em contra-mão e esfaqueamentos estiveram entre os outros registos da noite de Reveillon. Segundo fonte da PSP, os pedidos foram tantos que, a dada altura, não havia ambulâncias suficientes para o transporte das pessoas para os hospitais.
                                                                                                
Os comas alcoólicos foram o maior problema nesta noite de passagem de ano em Lisboa. As zonas do Cais do Sodré, Terreiro do Paço, 24 de Julho e Bairro Alto foram os que registaram uma maior concentração de casos. Segundo fonte da PSP, os pedidos foram tantos que, a dada altura, não havia ambulâncias suficientes para o transporte das pessoas para os hospitais. A PSP registou mais duas situações: um homem que entrou em contra-mão na Avenida Infante Santo, pouco passava das três da manhã, abalroando quatro viaturas. O indivíduo pôs-se em fuga, mas foi detido pela PSP momentos depois e levado para o hospital São Francisco Xavier por ter alguns ferimentos em resultado do acidente. Por volta das cinco da madrugada, dois indivíduos apareceram esfaqueados no parque da Gare do Oriente, na Zona da Expo e foram encaminhados para o hospital São José.
                                                                 
                                             

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Várias

Pobreza é preocupação desde o primeiro discurso, diz Cavaco
                                                                                                                                            
Cavaco Silva responde a José Sócrates, que criticou os políticos que se aproveitam da pobreza para fazer campanha. Antigo sem-abrigo convidou Cavaco para o seu casamento.
                                            
O Presidente da República, Cavaco Silva, sublinhou ontem que as desigualdades e a exclusão social são preocupações que o acompanham desde o primeiro mandato, afastando assim as críticas sobre a exploração da questão da pobreza para benefício político. "Uma preocupação que me acompanha desde o início do meu mandato e para a qual que eu chamei a atenção dos políticos portugueses, logo no primeiro discurso do 25 de Abril, é a das desigualdades sociais, da pobreza e da exclusão e lancei o roteiro da inclusão social para mobilizar os portugueses para causas que a todos dizem respeito", disse Cavaco Silva.
O secretário-geral do PS e primeiro-ministro, José Sócrates, condenou sábado quem explora "de forma descarada" a questão da pobreza para retirar dividendos políticos, dizendo que os verdadeiros combatentes contra a pobreza afastam-se do "exibicionismo". José Sócrates discursava no encerramento das Jornadas Parlamentares do PS referindo-se de forma implícita a um dos temas de polémica que tem marcado a pré-campanha das eleições presidenciais. No mesmo dia, o Presidente da República recusou comentar as declarações do secretário-geral socialista, José Sócrates, sobre os que exploram a questão da pobreza para benefício político, dizendo que o Presidente da República "não é um analista" político. Sobre a questão da pobreza, Cavaco Silva, que se recandidata ao cargo de Presidente da República, afirmou recentemente que os portugueses têm de se sentir "envergonhado" por existirem em Portugal pessoas com fome, um "flagelo" que se tem propagado pelos mais desfavorecidos de forma "envergonhada e silenciosa".
                                                                                                                                        
Convite para o casamento de ex-sem abrigo
                                                                                                                                       
A cerimónia vai decorrer na festa de Natal da Comunidade Vida e Paz, na Universidade de Lisboa. Um homem que já viveu na rua casou-se este domingo à tarde e convidou para o seu casamento o Presidente da República. A cerimónia teve lugar no último dia da festa de Natal dos sem-abrigo da Comunidade Vida e Paz, que está a decorrer desde sexta-feira na cantina da Universidade de Lisboa. Estamos a falar do casamento de Paulo Fernandes, um ex-sem-abrigo que conseguiu reconstruir a sua vida, com Filipa Cunha, que nunca vive na rua. O romance dura há quatro anos. Para a celebração de ontem, estava convidado o Presidente da República, Cavaco Silva.
                                                                                                                            
Mário Soares preocupado com a fome em Portuga
                                                                                                             
Ex-governante impressionado com o Banco Alimentar. Mais do que as eleições presidenciais de 2011, ao antigo Presidente da República interessa-lhe sobretudo o problema da fome. Mário Soares mostrou-se, esta noite, impressionado com a actual situação de dificuldade financeira pela qual muitos portugueses estão a passar e elogiou o trabalho feito, neste sentido, pelo Banco Alimentar. “Tenho sempre dito que as eleições presidenciais interessam-me relativamente pouco em relação à situação portuguesa. O que me interessa é saber o que se está a passar com aqueles que passam necessidade e que até passam fome. Impressiona-me muito isto do Banco Alimentar que apoiam pessoas que estão sem comer”, disse. Soares fez estas declarações, ontem à noite, em Lisboa.
                                                                                            
Caos no Aeroporto de Lisboa
                                                                                                                                         
TAP reforça medidas para fazer face ao cancelamento de voos. A queda de neve no Norte e Centro da Europa está a levar ao cancelamento de centenas de voos, obrigando muitos passageiros a passar os dias nos aeroportos. A TAP garantiu ontem que reforçou "todas as linhas de atendimento aos clientes" afectados pelos cancelamentos de voos na Europa e que está a fazer o possível para aumentar a capacidade dos voos que consegue fazer. Nos últimos dias, tem havido "um número inusitado" de contactos de clientes e a empresa "reforçou as equipas" das linhas de comunicação com os clientes, quer telefónicas quer através da Internet, no Facebook, refere o porta-voz da transportadora aérea portuguesa, André Soares.
"Temos a noção de que esse esforço não está a permitir respostas tão céleres como as pessoas queriam", admite, garantindo que a TAP está a tentar fazer o possível para diminuir os transtornos aos passageiros. Hoje, todos os voos da TAP para Londres foram cancelados, devido ao encerramento do principal aeroporto da capital, Heathrow, e dos condicionamentos ao de Gatwick. Para fazer face a estes limites, a TAP tem estado a tentar aumentar a capacidade dos voos que se conseguem fazer. Mas "a TAP não pode fazer voos extra quando quer", frisa o porta-voz, indicando que só os aeroportos podem autorizar as companhias a voar e, tal como a TAP, outras transportadoras têm que resolver os problemas dos seus passageiros.
                                                                                                                                                          
"A TAP lamenta e pede paciência aos passageiros"
                                                                                                                                             
Dezenas de portugueses retidos no aeroporto londrino de Heathrow. Dezenas de portugueses estão retidos no aeroporto de Heathrow, perto de Londres, sem saber quando terão avião para Portugal ou onde vão passar a noite. No terminal 1, donde parte a companhia aérea portuguesa, a entrada está a ser barrada pelos funcionários, que estão a aconselhar os passageiros a voltar para casa e a contactar a respectiva transportadora. Uma porta-voz da BAA, a empresa que gere este aeroporto londrino, disse à agência Lusa que hoje partiram apenas seis voos de longo curso e que todas as restantes ligações foram canceladas, não havendo previsão sobre a hora de reabertura das pistas. No terminal 3, um dos poucos que está a funcionar, há centenas de pessoas sentadas no chão ou em filas para os balcões das companhias. O pedido que está a ser feito nos transportes de acesso a Heathrow é que as pessoas não viagem para o aeroporto sem confirmar o estado do voo com as respectivas companhias de aviação.
                                                                                                                                    
Relato de um português retido em Londres pelo nevão
                                                                                                                                                      
Olivier Soares conta que o aeroporto de Heathrow está fechado e que não há ninguém nos balcões de atendimento, estando está retido desde ontem no aeroporto de Heathrow, em Londres, sem conseguir regressar a Portugal e com muitas dificuldades em obter informações. Em declarações efectuadas, este passageiro conta que “o aeroporto está fechado. As pessoas que chegam para os seus voos nem sequer podem entrar para embarcar, não deixam entrar no aeroporto”. “Depois, para irmos embora também está complicadíssimo, porque a grande maioria dos metros está com atraso ou foi cancelada e só conseguimos um táxi depois de esperarmos uma hora e meia. Não há ninguém a atender, não só da TAP mas da maioria das companhias aéreas, não está ninguém nos balcões”, refere Olivier Soares.
A TAP disse que está a reforçar a oferta de lugares através de aviões maiores e a reforçar os meios nos balcões, atendimento telefónico e Internet. Ainda assim, Olivier Soares, um entre dezenas de portugueses retidos em Londres, diz que não consegue obter respostas. “Nós encontrámos portugueses que estão a dormir no aeroporto desde sexta-feira, porque não têm informação nem lugar para ir, nem há sequer acesso à Internet no aeroporto”, sublinha. O Instituto de Meteorologia, em Lisboa, diz que o mau tempo no Norte e Centro da Europa vai continuar e que no Sul tem tendência para melhorar.
                                                                                                
Andar de transporte público vai ser mais caro
                                                                                                                                 
Ministro António Mendonça admite a possibilidade de haver uma redução de pessoal na CP. Andar de transportes públicos vai ser mais caro a partir de Janeiro, revelou o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações. Confrontado com as notícias de um aumento dos transportes em 2011, António Mendonça confirmou que haverá um "aumento de cerca de 3,5% para os passes sociais e de 4,5% para as tarifas, no seu conjunto". Em declarações aos jornalistas em Alcácer do Sal, onde inaugurou a variante ferroviária Alcácer-Grândola, o ministro adiantou que toda a informação será disponibilizada na próxima segunda ou terça-feira. António Mendonça, admitiu também a possibilidade de haver uma redução de pessoal na CP, privilegiando as rescisões por mútuo acordo. Os ajustamentos no plano laboral serão feitos através de concertação, garantiu. "A nossa preocupação é com a sustentabilidade das empresas.
As empresas de transportes, por várias razões (...), têm problemas de sustentabilidade económica e financeira. A nossa preocupação é criar as condições para essa sustentabilidade económica e financeira se realize. Isso é que garante os postos de trabalho, não tenhamos ilusões", disse. António Mendonça referiu que "entradas e saídas de trabalhadores nas empresas acontecem em todas as situações, seja nos momentos de expansão ou de recessão económica. São ajustamentos normais na vida das empresas". "Naturalmente que, num quadro de dificuldades económicas, as preocupações aumentam, mas a nossa preocupação fundamental, é uma preocupação de garantir condições de sustentabilidade e de viabilidade económica das empresas", acrescentou. António Mendonça assegurou, no entanto, que o governo está preocupado com a manutenção dos postos de trabalho e com o reforço das próprias condições de segurança dos postos de trabalho.
                                                                                                                                  
Rebentamento de caldeira faz 2 mortos em Oliveira de Azeméis
                                                                                                                         
Acidente aconteceu por volta das 15h00 numa residência do concelho de Oliveira de Azeméis. O rebentamento de uma caldeira a lenha usada para aquecimento de água provocou, esta tarde, a morte de duas mulheres, com cerca de 60 anos, e ferimentos ligeiros em outras duas pessoas que estavam junto à lareira. A explosão, de causas desconhecidas, deu-se pelas 15h00 numa vivenda em Nogueira do Cravo, no concelho de Oliveira de Azeméis. As vítimas mortais foram encontradas já sem sinais de vida pelos bombeiros de Fajões, projectadas na cozinha da habitação, que ficou totalmente destruída. Manuel Abreu, comandante dos bombeiros e Fajões, explica que a caldeira rebentou e que “a estrutura envolvente, em granito, foi toda projectada”. Os feridos, dois homens, sofreram apenas escoriações leves e foram encaminhados para o hospital S. Sebastião, em Santa Maria da Feira.
                                                                                                              
Doente com VIH terá sido curado após transplante de medula
                                                                                                                        
Tratamento durou cerca de três anos e equipa alemã diz agora que o homem ficou curado. Uma equipa médica alemã acredita ter curado um homem infectado com o vírus da SIDA, após um transplante de medula óssea para tratar uma leucemia de que sofria. "Os nossos resultados sugerem que o paciente se curou do VIH", indicam os autores do estudo publicado na edição de Dezembro da revista científica "Blood". Timothy Ray Brown, um americano de cerca de 40 anos também conhecido por "paciente de Berlim", foi submetido em 2007 a um complicado tratamento para combater uma leucemia mielóide aguda, um tipo de cancro que afecta o sistema imunitário. O tratamento incluiu um transplante de células estaminais de um doador portador de um gene hereditário pouco comum, associado à redução do risco de contrair o VIH. Os médicos, liderados por Kristina Allers e Gero Hutter do Hospital Médico Universitário de Berlim, seleccionaram células estaminais sem o receptor CCR5, necessário para que o vírus se propague no organismo.
Antes do transplante, Brown recebeu altas doses de quimioterapia e radioterapia e deixou de tomar os anti-retrovirais contra o VIH. Treze meses mais tarde, o doente teve uma recaída de leucemia e foi submetido a um novo transplante de medula com células do mesmo doador. O caso foi relatado pela primeira vez durante uma conferência em Boston, em 2008, pelos médicos que aplicaram o tratamento proposto pelo médico Gero Huetter. Em 2009, o "New England Journal of Medicine" noticiava que, após 20 meses sem tomar os anti-retrovirais, não havia sinais do VIH. O artigo agora publicado no "Blood" assegura que, três anos depois do transplante, "o seu sistema imunitário recuperou uma saúde normal". Os médicos continuam a observar a evolução do paciente, mas acreditam que este caso pode abrir o caminho para uma cura permanente do VIH através de células estaminais geneticamente modificadas.
                                                                                                                                             
Maioria dos jovens portugueses bebe “até cair para o lado”
                                                                                                                                       
Os jovens consomem cada vez mais álcool e cada vez mais cedo. Um estudo europeu revela que 56% dos jovens portugueses até aos 16 anos admitem beber até cair para o lado com frequência. A lei proíbe a venda de álcool a menores de 16 anos e a sua entrada em discotecas. A proposta do Instituto da Droga e da Toxicodependência para subir para os 18 anos esse limite legal mínimo aguarda regulamentação há dois anos. Mas há quem alerte que a medida só irá aumentar o consumo nas ruas, onde não há controlo e se bebe cada vez mais. Este consumo tão intensivo e prematuro aumenta em 50% o risco de dependência para o resto da vida.
Ainda assim, a sociedade portuguesa tem, de uma forma geral, uma atitude de grande tolerância para com o consumo do álcool. Os pais tendem a desvalorizar as consequências da bebida face a outras drogas e os bares e discotecas deixam-se enganar com a astúcia dos mais novos, porque é bom para o negócio. Preocupada com o problema, desde 2007 que a primeira divisão da PSP, em colaboração com a Comissão de Protecção de Menores de Lisboa Centro, faz intervenções surpresa na noite da capital, para sinalizar jovens em risco – em risco de consumo de álcool e de outras drogas. O “Espaço Aberto” acompanhou uma dessas acções, guiado por João Menezes, director da Educação e da Juventude da Câmara Municipal de Lisboa, entidade que está também associada à iniciativa.
                                                                                                                                       
Imigrantes recenseados não podem votar
                                                                                                                                                            
Lei só entra em vigor na próxima semana, mas os cadernos eleitorais estão fechados desde Novembro. Há imigrantes recenseados mas que não vão poder votar nas eleições presidenciais de Janeiro. Em causa está o direito de voto de cerca de 1100 eleitores imigrantes que se recensearam depois das últimas eleições em 2005. O problema é de calendário. A lei que lhes permite o voto só entra em vigor na próxima semana, mas como os cadernos eleitorais estão fechados desde Novembro, estes 1100 eleitores imigrantes ainda não é desta que votam
                                                                                                                      
                                                               

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Alcoolismo

Entidades juntam-se para travar consumo excessivo de álcool
                                                                                                                               
A redução de mortes na estrada e a redução do número de jovens que bebem mais de seis bebidas numa só noite são os principais objectivos das metas para 2012.
                                     
Dezenas de entidades públicas e privadas comprometem-se a reduzir o consumo excessivo de álcool, sobretudo, entre os jovens. A iniciativa é do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) e é assinada, entre outras, pela ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), a Direcção-Geral de Saúde e os produtores de bebidas alcoólicas. Entre os objectivos estão a diminuição das mortes na estrada associadas ao consumo excessivo do álcool e a redução do número de jovens que bebem mais de seis bebidas numa noite. "O caminho é reduzir a embriaguez abaixo dos 18 anos", diz o IDT. “Temos a noção de que é muito difícil, mas o que aqui é importante é o caminho que queremos que seja percorrido e o caminho é atingir valores muitíssimo mais baixos, quando estamos a falar, por exemplo, de embriaguez abaixo dos 18 anos”, afirma Manuel Cardoso, da direcção do IDT.
As metas para 2012 são apresentadas esta terça-feira em Loures. Ao contar com a colaboração de várias entidades, o IDT assume que o problema é grande demais para uma só instituição. Mas o caminho está em marcha e o Instituto da Droga e Toxicodependência tem pronta a rede de referenciação para os doentes de alcoologia. Aguarda apenas a aprovação da tutela do guia que permite traçar o percurso de quem precisa de ser tratado. porém o IDT tem pronta uma rede de referenciação para alcoólicos
“O normal será a primeira referência dos cuidados primários serem as estruturas do IDT. Depois, as unidades de alcoologia e, nós próprios, se tivermos dificuldades, nomeadamente, na área da patologia física, podemos enviar para outras especialidades da medicina hospitalar ou mesmo para a saúde mental. É uma rede e as coisas hão-de funcionar em todos os sentidos”, explica Manuel Cardoso.
Noutros tempos, uma das estratégias era lançar campanhas de informação à escala nacional, mas o responsável do IDT diz que, nesta altura, não deverá haver dinheiro para tanto. "Não haverá dinheiro para lançar todas as campanhas" desejáveis. “Era uma aposta, pelo menos, naquelas três mensagens fortes: «se tem menos de 18 anos não beba», «se está grávida não beba» e «se conduzir não beba». Mas temos muitas dúvidas de que haja recursos financeiros para avançar por aí”, afirma. Fica, assim, a campanha possível.
                                                                                                                                        
Estudo conclui que álcool é a droga mais nefasta
                                                                                                    
Investigação britânica teve em conta os danos ao indivíduo e avaliou também o impacto do consumo de drogas a nível social. O álcool está no topo da lista das drogas mais prejudiciais, mais perigoso até que a heroína ou o crack, segundo um estudo britânico hoje conhecido. A investigação publicado na revista médica "The Lancet" foi elaborada por antigos assessores do Governo britânico, que apelam a uma revisão da classificação internacional das drogas. A novidade é que além de ter em conta os danos ao indivíduo, o estudo avaliou também o impacto do consumo de drogas a nível social. Por cada droga estudada foi medido o impacto no consumidor e também nas pessoas que o rodeiam, com uma escala de zero a 100.
O álcool obteve 72 pontos, seguido da heroína com 55 e do crack – um derivado da heroína que se fuma – com 54 pontos. O tabaco surge em sexto lugar e a cannabis em oitavo. Em termos individuais, avaliou-se o risco de morte, a dependência, a perda de capacidades mentais ou a possibilidade de lesões. Quanto aos efeitos nos que rodeiam o consumidor, o estudo considerou impactos como o crime, conflitos familiares, custo económico ou danos ao conjunto da sociedade. Ao todo, foram medidos os danos provocados por cada droga, seguindo 16 critérios, e no final o álcool, apesar de ser legal, revelou-se a droga que mais estragos pode causar. Os autores do estudo recomendam uma revisão da classificação internacional das drogas, uma ideia que, não sendo nova, continua a ser polémica.
                                                                                                                                       
Seguranças defendem proibição do consumo de álcool a menores de 18
                                                                                                                   
“Choca-me ver crianças com 16 ou 17 anos em coma alcoólico à porta dos estabelecimentos de diversão nocturna”, diz o presidente da Associação de Agentes de Segurança Privada. A Associação de Agentes de Segurança Privada é favorável à proibição do consumo de álcool a menores de 16 anos, porque considera que só assim se pode diminuir o problema entre os jovens. A associação é uma das dezenas de entidades públicas e privadas que assinam hoje uma carta de compromisso para reduzir o consumo perigoso de álcool até 2012 (iniciativa do Instituto da Droga e Toxicodependência).
Os seguranças privados, que trabalham em bares e discotecas, estão na primeira linha de contacto com os excessos do consumo de álcool e afirma que fazem mais do que simplesmente zelar pela mera segurança dos estabelecimentos. “Sinalização de casos de risco de menores embriagados, situações de violência doméstica consequência do consumo excessivo de álcool… Há inúmeros factores a que um profissional tem que estar atento. [Tem de]ter uma atitude pedagógica, tem de estar formado e informado”, refere Ricardo Vieira, presidente da Associação de Agentes de Segurança Privada, que considera que é sobretudo na diversão nocturna que se encontram bons argumentos para defender a proibição do consumo de álcool a menores de 16 anos, algo que a actual legislação permite.
“Os lobbies instalados criam grandes obstáculos a que isso se torne uma realidade, mas temos que olhar para o problema como um problema social. Choca-me ver crianças com 16 ou 17 anos em coma alcoólico à porta dos estabelecimentos de diversão nocturna”, afirma Ricardo Vieira. Não há estudos, mas a experiência mostra que estes profissionais não são meros espectadores – também eles cruzam, muitas vezes, o risco do abuso do álcool. “Estamos a falar de 42 ou 43 mil profissionais que trabalham por turnos, com horários muito precários, com condições de trabalho muito precárias e acabam por encarar o álcool como um refúgio”, afirma Ricardo Vieira, considerando que “há falta de uma fiscalização efectiva”. A associação sugere a criação de um número Verde para os seguranças que precisem de defesa contra o álcool.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Droga e Dependência

Crise poderá agravar problema do alcoolismo
                                                                                                                              
Presidente do IDT, João Goulão, não tem números, mas diz que do terreno já começaram a surgir sinais. Investigação britânica conclui que álcool é a droga mais nefasta. O estudo teve em conta os danos ao indivíduo e avaliou também o impacto do consumo de drogas a nível social.
                                      
A crise económica pode agravar o problema do alcoolismo em Portugal, admite o presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT). João Goulão diz que os sinais começam a manifestar-se no terreno, apesar de não dispor de dados objectivos. “É propenso que haja um recrudescimento do consumo de substâncias psico-activas, sendo bem provável que o álcool seja o que tenha o aumento mais significativo”, afirmou o presidente do IDT, na abertura do Congresso Nacional de Alcoologia. Os casos mais graves estão sujeitos a listas de espera nas unidades regionais de alcoologia.
Em Lisboa, que cobre todo o sul do país, espera-se dois meses por uma consulta e outros tantos por um internamento. O Instituto da Droga passou este ano a acumular o tratamento do alcoolismo, mas, ao mesmo tempo, foi perdendo profissionais – uns por opção, outros por reforma. A Unidade de Alcoologia de Lisboa é um espelho desse efeito combinado. O director desta unidade, Alfredo Frade, explica que, como Portugal tem mais alcoólicos que toxicodependentes, sem reforço dos meios as listas de espera são inevitáveis.
O cenário vai agravar-se com a saída anunciada de 200 profissionais do IDT que estão contratados a prazo. Na Unidade de Alcoologia de Lisboa isso significa perder metade dos actuais oito médicos. O Ministério da Saúde recusa abrir mais excepções e continuam sem resposta os pedidos para permitir a contratação de pessoal no Instituto da Droga e Toxicodependência. Ana Jorge, a ministra da Saúde, esteve presente na abertura do Congresso Nacional de Alcoologia, ouviu os alertas, mas mantém que em tempo de austeridade é preciso fazer mais com os mesmos recursos. A única alternativa poderá estar na reorganização do IDT, com encerramento de alguns para que outros possam melhorar.
                                                                                                              
Metade do país espera dois meses por consulta de alcoologia
                                                                                                                 
A situação mais grave regista-se em Lisboa. Ainda assim, não é fácil chegar às unidades de alcoologia, pois os números de telefone mudaram, só estando disponíveis no site do Instituto da Droga e Toxicodependência. Quem procura tratamento no Centro de Alcoologia do Sul tem que esperar pelo menos dois meses para conseguir uma primeira consulta para tratar o alcoolismo. A lista de espera tem vindo a engrossar nesta unidade, que cobre praticamente metade do país. Os casos mais graves de alcoolismos são tratados nas unidades do Norte do Centro e Sul, mas basta olhar para as listas de espera e perceber que o problema é muito maior que a resposta.A Unidade da Alcoologia do Sul serve metade do país: além de Lisboa, cobre o Alentejo e o Algarve. Quem quiser uma primeira consulta terá de esperar pelo próximo ano, mas quem já a conseguiu e precisar de internamento esperará mais dois anos.
O presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT) considera “que esta é uma questão circunstancial". "Não é habitual termos uma lista de espera tão prolongada, mas tentaremos recuperar e diminui-la”, diz João Goulão. O presidente do IDT garante que a reestruturação em curso pretende reencaminhar os recursos para onde são mais necessários. Mas, ao que a Renascença apurou, a situação pode agravar-se, já que muitos dos técnicos que trabalham nesta unidade - incluindo quatro médicos - são contratados a prazo e estão em risco de ser dispensados.
Uma ajuda pode vir da futura Rede de Referenciação Regional, que pode encaminhar estes doentes para unidades de psiquiatria dos hospitais, mas ainda não existe. Na Unidade de Alcoologia do Centro, a lista de espera para consulta é de 16 dias e de um mês para internamento. Quanto ao Norte, não foi possível obter dados. Os problemas ligados ao álcool marcam o Congresso Nacional promovido, hoje e amanhã, em Lisboa, pelo IDT, responsável pelas três unidades que tratam os casos mais graves de alcoolismo.
                                                                                                            
Estudo conclui que álcool é a droga mais nefasta
                                                                                                           
O álcool está no topo da lista das drogas mais prejudiciais, mais perigoso até que a heroína ou o crack, segundo um estudo britânico tornado ontem conhecido. A investigação publicado na revista médica "The Lancet" foi elaborada por antigos assessores do Governo britânico, que apelam a uma revisão da classificação internacional das drogas. A novidade é que além de ter em conta os danos ao indivíduo, o estudo avaliou também o impacto do consumo de drogas a nível social. Por cada droga estudada foi medido o impacto no consumidor e também nas pessoas que o rodeiam, com uma escala de zero a 100.
O álcool obteve 72 pontos, seguido da heroína com 55 e do crack – um derivado da heroína que se fuma – com 54 pontos. O tabaco surge em sexto lugar e a cannabis em oitavo. Em termos individuais, avaliou-se o risco de morte, a dependência, a perda de capacidades mentais ou a possibilidade de lesões. Quanto aos efeitos nos que rodeiam o consumidor, o estudo considerou impactos como o crime, conflitos familiares, custo económico ou danos ao conjunto da sociedade. Ao todo, foram medidos os danos provocados por cada droga, seguindo 16 critérios, e no final o álcool, apesar de ser legal, revelou-se a droga que mais estragos pode causar. Os autores do estudo recomendam uma revisão da classificação internacional das drogas, uma ideia que, não sendo nova, continua a ser polémica.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Consumo de Álcool

Estatísticas são como “O algodão, não enganam”

Estudos apontam para, 7 em cada 10 dos portugueses bebem em saídas nocturnas.

Um estudo da Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE) revela que 70% dos portugueses que saem à noite consomem sempre (ou algumas vezes) bebidas alcoólicas, 13,3% diz que bebe poucas vezes e 12,2% refere que raramente consome álcool quando sai à noite.
Os portugueses revelam preferir a cerveja (49,4%), vodka (46,6%) e as bebidas pré-misturadas (43,6%) nas saídas nocturnas. Um consumo reduzido ou moderado (uma ou duas bebidas) é praticado por 63% dos portugueses que saem à noite, 57% afirma não conduzir e apenas 26% escolhe um condutor.
O estudo sobre os hábitos, atitudes e conhecimentos dos portugueses face ao álcool avalia ainda as razões que motivam o consumo. A maioria dos portugueses (89,9%) referiu que o consumo se deve ao facto de apreciarem a bebida. Apenas 25,9% justifica o consumo como factor de socialização e desinibição.
Num universo de 842 entrevistas, 80% considera que na noite se bebe demais, 70,5% revela que não gosta de ver pessoas embriagadas e 62,6% alega não precisar de bebidas para se divertir.
A ANEBE lançou, no final do ano passado, o site Beba com Cabeça que permite conhecer a quantidade de álcool ingerido em cada bebida. Desta forma é possível verificar se um determinado consumo de álcool é ou não responsável, em função do sexo do utilizador e das bebidas e quantidade consumidas

sexta-feira, 20 de março de 2009

Consumo de álcool entre jovens

Binge drinking é a nova moda

Problemas ligados ao Álcool em destaque no terceiro dia do 26.º Encontro de Nacional de Clínica Geral.

Em Portugal o binge drinking é cada vez mais frequente. O consumo esporádico excessivo tem maior prevalência entre os jovens. 48,3% dos jovens, entre 15 e 24 anos, bebeu de 4 a 6 ou mais bebidas numa só ocasião pelo menos uma vez, no último ano. Estes dados, que constam no Plano Nacional para Redução dos Problemas Ligados ao Álcool, estarão em análise, amanhã, no 26.º Encontro de Nacional de Clínica Geral.
“Os clínicos dos Cuidados de Saúde Primários, nomeadamente os médicos de família, têm um papel determinante na detecção, acompanhamento e encaminhamento dos problemas associados ao álcool. A proximidade destes profissionais com esta realidade permite uma melhor identificação das repercussões físicas, psicológicas e sociais ligadas ao consumo excessivo desde de uma idade precoce. Os médicos de família são também agentes privilegiados na prevenção através da divulgação e sensibilização para os consumos de risco e as suas consequências, tendo ao dispor a implementação de boas práticas e propondo soluções ajustadas para cada contexto”, esclarece Cristina Ribeiro, médica de família e assessora para os assuntos do álcool do Instituto da Droga e Toxicodependência.

O consumo de bebidas alcoólicas entre os jovens de 15 e os 17 anos aumentou para os 40% em 2007, face aos 30% de 2001. Os resultados dos estudos nacionais e europeus evidenciam que os padrões de consumo de risco e nocivo estão a aumentar entre as mulheres jovens na maioria dos Estados-Membros, nomeadamente, em Portugal. Cristina Ribeiro esclarece que “apesar da região centro e norte do país terem uma maior prevalência de consumo excessivo frequente, a nova tendência de binge drinking não se delimita a uma região mas antes a pólos estudantis, caso das escolas e universidades”.
Durante o segundo dia de trabalhos do 26.º Encontro de Nacional de Clínica Geral esteve em destaque a “Consulta vista por dentro”. Durante a sessão evidenciou-se a necessidade de criar uma relação de confiança, que permita ao médico reduzir a ansiedade e distanciamento entre si e o utente e aumentar a sua satisfação. Para o José Nunes, médico de família da USF de São Julião, “o utente deve ser recebido como um convidado. O êxito da consulta centra-se na recepção que deve banir barreiras para proporcionar um ambiente confortável e amigável”.
O 26º Encontro de Nacional de Clínica Geral decorre até ao próximo sábado, no Tivoli Marina Vilamoura, e conta com a participação de dois mil médicos de família de todo o país. Teve a participação de Manuel Pizarro, secretário de Estado da Saúde, o qual marcou presença na cerimónia de recepção de novos sócios internos da Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Plano Nacional contra o Álcool


Redução da taxa para novos condutores

A redução da taxa de alcoolemia para os novos condutores e a proibição da venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos são as principais propostas que integram o Plano Nacional para o Álcool.

O Plano Nacional para a Redução dos Problemas Ligados ao Álcool, que segunda-feira vai ser colocado em consulta pública para depois ser apresentado ao Ministério da Saúde, foi elaborado pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) e contou com contributos de uma série de parceiros, como os ministérios da Justiça, Saúde, Administração Interna e Solidariedade Social.
Em declarações à Agência Lusa, o presidente do IDT, João Goulão, disse que o plano, que fixa 25 objectivos para serem cumpridos até 2012, tem como missão «reduzir as consequências do consumo indevido do álcool».
Segundo João Goulão, o plano propõe que a idade legal mínima para o consumo de álcool passe dos 16 para os 18 anos. «O aumento da idade de venda de álcool aos jovens está muito em linha com o que acontece na maioria dos países europeus, onde o limite é os 18 anos», disse, adiantando que o documento também propõe uma maior fiscalização das vendas.