Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Crise entra no auge

"Empresas caem como castelos de cartas"
                                                                                                   
O patrão da Jerónimo Martins, Alexandre Soares dos Santos, diz que o seu grupo perdeu 19 fornecedores importantes no primeiro trimestre e instiga os portugueses a pedirem responsabilidades aos governantes.
                                          
O presidente da Jerónimo Martins garante que as empresas portuguesas estão a cair "como castelos de cartas" por falta de crédito bancário. Num encontro promovido ontem pela Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE), em Faro, um dos empresários mais bem-sucedidos do país pediu à sociedade civil que exigisse responsabilidades aos governantes. "Somos nós que lhes pagamos o ordenado", lembra Soares dos Santos
“O país tem que ser o resultado da nossa vontade. É isso que temos que dizer aos nossos governantes, porque eles estão lá para nos governar. Somos nós que lhes pagamos o ordenado. Eles têm que compreender isso - não têm o poder de destruir as nossas contribuições. É isto que a sociedade civil em Portugal tem que fazer”, defendeu Alexandre Soares Santos. E, entre confidências empresariais, o empresário revelou que o seu grupo está a financiar alguns produtores de vinhos, porque a banca cortou os empréstimos. “E como a banca cortou os empréstimos, as empresas estão a cair como castelos de cartas”, alertou. "As empresas estão a cair como castelos de cartas", alerta patrão da Jerónimo Martins. “Em fornecedores, no primeiro trimestre, o Pingo Doce perdeu 19 importantíssimos, todos por falta de fundo de maneio. E há produtores de vinho neste país a quem estamos a financiar as vindimas, porque não têm dinheiro”, sublinhou ainda, acrescentando que uma das situações que mais o ofende é ver e ouvir dizer que uma empresa fechou portas. A palestra organizada pela ACEGE decorreu ontem à noite e foi subordinada ao tema “Portugal tem futuro”.
                                                                                                  
Produtores de leite fecham portas devido à concorrência estrangeira
                                                                                                           
Nos últimos anos, encerraram mil explorações leiteiras. 90% do leite vendido pelas marcas brancas é importado. Está a aumentar o encerramento de explorações leiteiras no país. O alerta parte da Federação Nacional das Cooperativas de Produtores de Leite (FENELAC), cujo secretário-geral, Fernando Cardoso, explica que o problema é que “a grande distribuição enveredou por uma estratégia, nos últimos anos, de importação de produtos lácteos”, que chegam ao mercado português “a preços muito, muito baixos”. “Há pouco tempo, tivemos leite vendido nas grandes superfícies a 39 cêntimos por litro. Se o consumidor opta por essas importações, é evidente que há uma parte da produção nacional que não é comercializada ou é comercializada a um preço muito baixo”, acrescenta Fernando Cardoso. A produção nacional é suficiente para as necessidades do consumo interno, garante o secretário-geral da FENELAC. "O problema está nas importações, essencialmente promovidas pela grande distribuição para as suas marcas próprias e a preços muito baixos”. O futuro do sector está hoje em debate num seminário internacional em Santa Maria da Feira.
                                                                        
Presidente da CGD vai reunir com equipa da Moody’s
                                                                                                       
Apesar de criticar o recente comportamento das agências de “rating”, o banqueiro defende que a solução não passa por diabolizar estas empresas mas sim pela criação de uma agência de “rating” europeia. O presidente da Caixa Geral de Depósitos, Faria de Oliveira, vai reunir-se nos próximos dias com uma equipa da Moody’s, a agência de notação financeira que cortou esta semana o “rating” de Portugal para “lixo”. Faria de Oliveira diz que o encontro já estava agendado e adianta que sobre a mesa vai estar uma eventual descida do “rating” da banca portuguesa mas também os resultados dos testes de stress. O banqueiro considera que “não devemos entrar numa diabolização das agências de ‘rating’. Neste momento há de facto muitas interrogações que se colocam, mas as respostas devem ser dadas de uma maneira construtiva e pela positiva. A criação de uma agência de ‘rating’ europeia independente é uma excelente resposta às dúvidas que possa haver”. “A eventual utilização doutras agências de ‘rating’ de outras paragens e que são aceites em exigentes mercados financeiros” também pode ser uma solução, defende Faria de Oliveira. O presidente da CGD falava esta manhã à margem da apresentação de um estudo sobre a competitividade das cidades europeias. Já o comissário europeu para os assuntos económicos e monetários, Olli Rhen, veio dizer esta manhã que Bruxelas está efectivamente a trabalhar na criação de uma agência de “rating” europeia, uma tarefa que deverá estar concluída no Outono.
                                                                                                            
Presidente do BCE elogia medidas de austeridade em Portugal
                                                                                                     
“Também notei que 80 % do Parlamento aprovou os ajustes ao programa e isso é algo que considero ser importante”, acrescentou ainda Trichet. O presidente do Banco Central Europeu elogiou hoje as medidas tomadas pelo Governo português que vão além do acordado com a troika. “No caso do Governo português, constatei muito positivamente que algumas das decisões foram tomadas além daquilo que estava no programa [de ajuda externa]”, disse Jean Claude Trichet, que elogiou a extensão da lista de privatizações e o novo imposto extraordinário. “Também notei que 80 % do Parlamento aprovou os ajustes ao programa e isso é algo que considero ser importante”, acrescentou ainda Trichet. No final da reunião do conselho de governadores de hoje, em Frankfurt, o BCE decidiu subir a taxa de juro de referência em 25 pontos base para 1,5%. O BCE anunciou também hoje que decidiu abdicar da opinião das agências de “rating” sobre a dívida portuguesa e que vai continuar a aceitar dívida portuguesa como garantia nas operações de financiamento.
                                                                    
Standard and Poor’s mantém “rating” de Portugal
                                                                                            
A maior agência de “rating” mundial diverge da sua parceira Moody’s, que decidiu colocar Portugal no “lixo”. As críticas não têm parado e está já marcada uma concentração para amanhã, em Lisboa. A agência de notação Standard and Poor’s decidiu manter o “rating” da dívida portuguesa. No entender da maior agência mundial do sector, Portugal deve conseguir baixar o défice público até 3% do PIB em 2013. A Standard and Poor’s acredita que o país sairá da recessão com um crescimento de 1%, um cenário assumido em Maio. Portugal está, assim, fora do "lixo", mas a agência avisa que os perigos e as dificuldades mantêm-se: os salários devem cair e as famílias e empresas podem enfrentar graves problemas. A percepção da Standard and Poor’s sobre a evolução do país contraria e leitura da Moody's, que colocou Portugal na categoria “lixo”. As críticas não têm parado e, ontem, o presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, foi claro: "Esses senhores não entram mais aqui!". Para amanhã, está marcada uma concentração de protesto em Lisboa.
                                                                         
Instituto de Gestão da Tesouraria acusa Moody's de "arrogância"
                                                                                 
A posição foi manifestada através de um e-mail enviado a todos os colocadores de dívida pública portuguesa, nomeadamente, internacionais. O Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP) acusa a agência de notação financeira Moody’s de “arrogância” e de ter desvalorizado trabalho da “troika”. A posição foi manifestada através de um e-mail enviado a todos os colocadores de dívida pública portuguesa, nomeadamente, internacionais. De acordo com o “Jornal de Negócios”, o IGCP considera que "a análise da Moody’s é superficial baseada mais em opiniões do que em provas concretas, e mostra alguma arrogância em ignorar algumas das conclusões tiradas pela troika depois de um trabalho intensivo e contactos muito mais vastos". O Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público adianta que os responsáveis da agência de notação “nem sequer se encontram com qualquer membro do novo Governo antes de avaliar os riscos relativos à execução orçamental". "A Moody’s não deu o benefício da dúvida a um novo Governo eleito com um mandato claro de implementar um ajustamento orçamental ainda mais duro do que o acordado com a troika", sublinha o instituto liderado por Alberto Soares.
                                                                                
Câmara de Lisboa apela a concertação contra a Moody's
                                                                                             
Depois de ter ontem cortado o 'rating' a três dos principais bancos portufgueses, a agência de notação americana Moody's continua na sua "senda destruidora" contra Portugal, e anunciou hoje que baixou o 'rating' das cidades de Lisboa e Sintra, bem como das regiões autónomas dos Açores e Madeira, para "lixo". A Câmara de Lisboa considerou hoje "incompreensível" o corte do "rating" da cidade para "lixo", decidido pela agência de notação norte-americana Moody's. A autarquia apela a uma "actuação concertada" com os restantes visados pelo corte: Sintra, Açores e Madeira. "É incompreensível a actuação da Moody's pelo 'downgrading' [quebra na notação] atribuído à Câmara de Lisboa. E estranho o momento", disse a vereadora das finanças da Câmara de Lisboa, Maria João Mendes (PS). A vereadora lamentou ainda que "a Europa não saiba defender-se a si própria" e apelou a "uma actuação concertada de todos os visados". Já o presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara (PSD), disse à Lusa que considera a classificação "natural", dado que "segue as regras da Moody's na sequência da desclassificação da República portuguesa". Fernando Seara recusou prestar mais comentários. A agência justificou a quebra na notação dos quatro locais pela descida dos 'ratings' atribuídos a Portugal na terça-feira, o que teve "implicações para os 'ratings' dos governos locais e regionais dentro do país, dadas as suas estreitas ligações financeiras com o governo central". A agência de notação Moody's anunciou hoje que baixou o 'rating' das cidades de Lisboa e Sintra, bem como das regiões autónomas dos Açores e Madeira, para "lixo". A Moody's cortou o nível de Lisboa e Sintra em quatro degraus, de Baa1 para Ba2, com 'outlook' negativo, enquanto os Açores passaram de Baa2 para Ba3 e a Madeira de Baa3 para B1.
                                                                                                     
É oficial. Ponte 25 de Abril vai ter portagens em Agosto
                                                                                                               
A isenção de portagens em Agosto durou 15 anos e foi acordada no âmbito da renegociação do contrato de concessão entre o Estado e a Lusoponte. Este ano, as regras mudam. O Ministério da Economia confirma que, em Agosto, a ponte 25 de Abril vai ter portagens a pagamento. Num comunicado, o Ministério de Álvaro Santos Pereira justifica a decisão com as dificuldades financeiras que o país atravessa e os compromissos de redução de despesa pública assumidos pelo Estado Português. O Governo decidiu assim manter a medida já inscrita no orçamento para este ano e que vai permitir um ganho de 4,4 milhões de euros em 2011. Até 2019, a poupança será na ordem dos 48 milhões de euros.
                                                                                                          
Maior “jackpot” de sempre, hoje no Euromilhões
                                                                                                      
Sorteio de hoje vai ter um primeiro prémio no valor de 185 milhões de euros. Nenhum apostador voltou hoje a acertar na semana passada, pela sétima semana consecutiva, na chave completa do Euromilhões, pelo que haverá um “jackpot” de 185 milhões de euros, o maior de sempre, na sexta-feira, anunciou a Santa Casa Misericórdia de Lisboa. O segundo prémio, de 330.571,23 euros, foi atribuído a nove jogadores, um dos quais com aposta registada em Portugal. Já o terceiro prémio, no valor de 70.836,69 euros, coube a 14 apostadores, todos fora de Portugal, de acordo com os resultados do escrutínio divulgados pelo departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. A última vez que houve um totalista no Euromilhões foi a 20 de Maio. O primeiro prémio valia 27,6 milhões de euros. Superados os 185 milhões de euros, valor máximo do primeiro prémio, o remanescente de receitas associadas passa para o segundo prémio, o que poderá acontecer a partir de sexta-feira caso não volte a haver totalista. Em Fevereiro, um 'jackpot' de 183 milhões de euros, o maior até à data e acumulado durante quase três meses, foi distribuído por três apostadores, um dos quais português.
                                                                                     
Sabia que maioria dos vencedores perde tudo em dois anos?
                                                                                            
Um especialista em finanças pessoais deixa-lhe alguns conselhos para que tal não aconteça, no caso de ser um dos felizardos desta sexta-feira. Cinco números e duas estrelas podem mudar a vida a muita gente. Mas essa mudança pode não durar para sempre. Estudos desenvolvidos por economistas e neuro-economistas revelam que as pessoas que ganham elevados montantes de dinheiro de repente gastam tudo em dois anos.
Não embarque em investimentos ou negócios oferecidos, aconselha Susana Albuquerque. Uma maneira de evitar que tal aconteça é não emprestar dinheiro “para investimentos que nos são oferecidos”, refere Susana Albuquerque, especialista em finanças pessoais, alertando para as várias “propostas de negócios e investimentos” que surgem quando alguém é premiado. “O meu conselho é que sejam o mais conservadores possível, se querem garantir a manutenção da sua riqueza”, refere Susana Albuquerque, em declarações à imprensa. A especialista em finanças pessoais considera que a melhor maneira de manter - e também aumentar - a fortuna é investir uma larga fatia do prémio num dos produtos mais conservadores que existe: depósitos a prazo. Os depósitos a prazo são local seguro para guardar o seu dinheiro. “Primeiro, colocar a maior fatia, 90%, do dinheiro, em investimento seguro, de depósitos a prazo. Depois, os outros 10%, é ter bom aconselhamento profissional e compreender esse aconselhamento, pedindo que mostrem os resultados do seu trabalho nos últimos dois, três anos, ou seja, quanto dinheiro já deram a ganhar a outras pessoas”, aconselha Susana Albuquerque.
Hoje, há jackpot do Euromilhões. Os apostadores concorrem ao maior prémio de sempre deste concurso: estão em jogo 185 milhões de euros. É normal, por isso, que por estes dias os apostadores façam contas e sonhem com o que podiam fazer com tanto dinheiro. Antes do jogo desta sexta-feira, o maior valor – de 183 milhões de euros – foi sorteado em Fevereiro, com três apostadores portugueses a arrecadarem o prémio. Se o concurso de hoje voltar a não ter qualquer vencedor, os 185 milhões de euros vão manter-se como primeiro prémio, passando o remanescente para o segundo. O último sorteio em que o primeiro prémio foi atribuído já ocorreu há mais de um mês, a 20 de Maio, dia em que a chave vencedora rendeu 27,6 milhões de euros. Desde então, o primeiro prémio tem crescido todas as semanas.
                                                                                                            
Aí está mais uma rede social. E esta leva mesmo "mais" no nome
                                                                                                                                   
Para quem está insatisfeito (e não só) com a rede social mais popular do mundo - o Facebook -, a Google acaba de lançar uma alternativa. A Google não desiste das redes sociais e avança agora com o Google +. "Será um Facebook mais simples", com "potencialidades para poder ser uma alternativa interessante a quem não estiver satisfeito" com os serviços do Facebook e do Twitter, descreve Carlos Martins, autor do blogue "Aberto até de Madrugada". Depois dos fracassos do Orkut e do Buzz, "parece que finalmente a Google tem uma ferramenta que tem um potencial bastante interessante", salienta ainda Carlos Martins, em entrevista à Renascença. Além de ser de "compreensão mais simples", "mais versátil" e ter "uma interface mais bem pensada", Carlos Martins salienta que a maior vantagem desta nova rede social é mesmo o facto de estar integrada com os restantes serviços da Google. A nova rede social já é vista como uma ameaça "mais para o Facebook do que para o Twitter", na opinião de Pedro Anastácio, do blogue "Revolução Digital". "Se o serviço começar a pegar, a expansão poderá ser muito rápida", observa Pedro Anastácio. Ainda assim, o autor do "Revolução Digital" faz um alerta: "Uma rede social pode ser muito bem desenhada, mas não funciona se não tiver pessoas. Se não funcionar, a Google fica em maus lençóis, porque já é a terceira tentativa e a empresa poderá não ter muita margem de manobra para depois voltar a tentar", salienta Pedro Anastácio.
Mais uma ferramenta ao dispor dos media: - Uma nova rede social significa também mais um instrumento ao dispor dos órgãos de comunicação social. Pedro Anastácio considera que será uma mais-valia, sobretudo "se ganhar a dimensão que o Facebook tem". Por sua vez, Paulo Frias, docente e investigador de ciências da comunicação na Universidade do Porto, considera que ainda é cedo para prever o comportamento dos "media" nesta nova rede social. Relembra, aliás, que "o próprio Facebook começou por ser inicialmente uma rede de carácter muito conversacional" e hoje já apresenta uma forte componente informativa.
O que difere do Facebook: - Carlos Martins, do "Aberto até de Madrugada", já experimentou o Google +. Destaca os "google circles", que permitem agregar as pessoas por círculos de conhecimento. Por exemplo, o utilizador pode ter um círculo só de amigos e outro de colegas de trabalho - uma vez estabelecidos os "círculos", pode partilhar conteúdos exclusivamente com essas pessoas ou com todas ao mesmo tempo. Carlos Martins distingue também a função "stream", que permitir partilhar fotografias automaticamente, e a opção "hangouts", que possibilita fazer videoconferências entre um grupo de amigos. Considera, aliás, que esta é uma funcionalidade "muito interessante", dado que "podem estar vinte ou trinta pessoas ao mesmo tempo, cada uma em sua casa, mas estão todos juntos no computador a verem-se uns aos outros". Outra das novidades consiste num motor de recomendações, denominado "Sparks", que organiza conteúdos de acordo com interesses do utilizador, obtendo informação através do motor de busca da Google. Para já, o Google + ainda funciona a meio gás, sendo apenas possível aderir através de convite, o que, na opinião de Pedro Anastácio, acarreta alguns riscos. Se, por um lado, "pode levar a que as pessoas tenham vontade de experimentar e haver aquela noção de fruto proibido", por outro lado "também pode levar a que as pessoas possam olhar para aquilo e pensar 'não me posso registar' e depois não voltam lá", diz.
Redes sociais a mais? - "A Internet está repleta de redes sociais", constata Carlos Martins. "Entretanto, não sabemos bem onde é que havemos de publicar o quê", acrescenta Pedro Anastácio. Para ambos, a questão é saber qual das redes sociais será a mais aglutinadora dos milhões de pessoas, agregando todas as funcionalidades num só serviço. Já Paulo Frias discorda dos dois "bloggers". Para o investigador, o que acontece é que as redes se vão sucedendo umas às outras, num ciclo de vida muito peculiar. "Em determinados momentos, há determinadas formas de comunicar que perdem espaço, porque há outras propostas diferentes e que atraem mais pessoas", argumenta Paulo Frias. "Não podemos ver isto como um somatório de redes gigantescas, porque isso nunca vai acontecer", conclui.
                                                                                  
Uma em cada três crianças portuguesas tem peso a mais
                                                                                                                    
OMS considera que obesidade está a atingir níveis epidémicos: em todo o mundo, 45 milhões são afectadas por esta doença. Portugal apresenta dos piores indicadores na Europa. Um terço das crianças portuguesas tem excesso de peso e Portugal é um dos países da Europa com piores indicadores na obesidade infantil. Os dados são revelados por um estudo da Associação Internacional do Estudo da Obesidade (IASO), que vai ser apresentado esta semana numa conferência internacional, em Oeiras. A análise foi feita em 13 países europeus e Portugal é dos que tem maior prevalência de peso a mais em crianças, com a Itália a surgir em primeiro lugar. "Temos 14% de crianças com obesidade e 32% com excesso de peso", afirma a nutricionista Ana Rito, do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, à agência Lusa. Bulgária, Irlanda, Lituânia, Noruega, Portugal, Suécia, Bélgica, Chipre, República Checa, Itália, Malta, Eslovénia e Letónia foram os países considerados. Dentro de dois anos, o sistema de vigilância nutricional infantil da Europa, conduzido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), conta ter novos dados, já com países como Espanha e Grécia. Apesar do leque de países estudados ainda não ser muito extenso, Ana Rito considera "muito preocupantes" os dados relativos a Portugal. Em Portugal, o estudo envolveu as cinco Administrações Regionais de Saúde e as regiões autónomas da Madeira e Açores – neste arquipélago, verificou-se maior prevalência de excesso de peso e obesidade. O Algarve foi a região que obteve melhores resultados. Os peritos nacionais e internacionais vão debater, em Oeiras, a problemática da obesidade infantil. Trata-se da Conferência Internacional de Obesidade Infantil – CIOI 2011, que conta com o apoio institucional do Instituto Nacional da Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) e decorre no âmbito da Estratégia Internacional de Abordagem de Obesidade Infantil. Em todo o mundo, 45 milhões de crianças são afectadas por esta doença, que a OMS já considerou estar a atingir níveis epidémicos.
                                                                                                      
Crianças portuguesas comem pizzas e batatas fritas 4 vezes por semana
                                                                                                                       
Apenas 0,1% das crianças é que bebem água diariamente, segundo um estudo sobre obesidade infantil divulgado hoje. Mais de 90% das crianças portuguesas comem pizzas ou batatas fritas de pacote e bebem refrigerantes pelo menos quatro vezes por semana. Apenas 0,1% das crianças é que bebem água diariamente. Os resultados são de um inquérito feito a mais de três mil pais de crianças do 1º ciclo, apresentados hoje pela nutricionista Ana Rito, durante a conferência internacional sobre obesidade infantil, que decorre em Oeiras. Outros dados deste estudo, avançado pela agência Lusa, indicam que hambúrgueres e salsichas são consumidos por 93% das crianças pelos menos quatro vezes em cada sete dias. O mesmo acontece com rebuçados, gomas ou chocolates em 88% dos menores. Sabe-se ainda que apenas 2% é que comem fruta fresca diariamente e só 3,5% incluem os legumes nas refeições. O estudo revela que um terço das crianças portuguesas tem excesso de peso, sendo Portugal considerado um dos países da Europa com piores indicadores na obesidade infantil.
                                                                                              
                                                                                             
                                                                          

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Alimentação

Nutricionista aconselha bom senso no Natal
                                                                                                                                       
Havendo critério nas escolhas, beneficia-se de tudo, defende Madalena Muñoz. Todas estas regras são válidas para quem sofre de diabetes, obesidade ou outra doença que limite a ingestão de alimentos açucarados ou calóricos.
                                                 
Se prevê dificuldades em manter a sua dieta na época festiva que se aproxima, saiba que o principal é ter bom senso, sem se privar de nada. Para a nutricionista Madalena Muñoz, as dietas devem fazer-se entre o Natal de um ano e o Natal do outro, não durante as festas.
Convém comer com critério, aconselha Madalena Muñoz. O principal, sublinha a especialista, é ter bom senso: “Convém sempre termos algum critério na escolha do que vamos comer, para depois não sofrermos as consequências do peso na consciência e do peso nas ancas”. No Natal, a vida faz-se, em grande parte, à volta da mesa, com boa comida, bom vinho e as iguarias tradicionais. O segredo está em saber escolher, sendo certo que “vai haver excessos”.
                                                                  
Seja o último a servir-se
                                                                                                   
Servir-se pouco de cada vez, ser o último a servir-se e comer devagar são algumas das dicas deixadas por Madalena Muñoz. Isto, “para que, no final da sua refeição, a maior parte das pessoas já tenha terminado, porque muitas vezes temos a tendência de continuar a comer e a repetir porque os outros ainda estão a comer”. A nutricionista aconselha ainda a optar por “muitos hortícolas, comer o bacalhau, o grão e as couves, em detrimento dos pratos com natas ou mesmo o peru com muito molho e as batatas fritas”, nomeadamente “a batata palha”. Havendo critério nas escolhas, beneficia-se de tudo, sublinha.
                                                 
Doces, só às refeições
                                                                                                        
Madalena Muñoz salienta ainda que os doces se devem comer no âmbito da refeição e nunca entre elas ou em jejum. Todas estas regras são válidas para quem sofre de diabetes, obesidade ou outra doença que limite a ingestão de alimentos açucarados ou calóricos. Quem tem diabetes deve ter uma atenção redobrada aos açúcares.
“As pessoas que têm diabetes têm que seguir uma alimentação considerada racional e saudável – que era, no fundo, aquela que todos nós devíamos seguir – e têm que ter uma atenção redobrada aos açúcares que ingerem e como vão combinar esses açúcares, ou seja, comerem porções pequenas de doces e no âmbito da refeição”, indica.
                                                                            
Quanto às crianças, “o exemplo vem de cima”, salienta a nutricionista
                                                                                                                        
Se não quer que o seu filho coma, também não o faça, diz nutricionista. “Se os avós, se os tios, os pais e os irmãos estão todos a comer sobremesas, não seria justo nem desejável proibirem-se as crianças de comerem sobremesas e doces. Agora, enquanto crianças, têm que ser orientadas e os pais sabem que não é aconselhável as crianças comerem doces antes das refeições e a toda e qualquer hora. Há que manter as regras”, refere. “Se não querem que as crianças comam porque estão com excesso de peso, então que ninguém coma, porque será uma tortura e a criança vai-se sentir excluída. Acima de tudo, conta peso e medida e bom senso”, aconselha. Madalena Muñoz é também nutricionista do programa Rituais de Vida Saudável, da Faculdade de Motricidade Humana.
                                                                            
                                                 

terça-feira, 21 de julho de 2009

Excesso de zelo ou inconstitucionalidade?

Os exageros e as polémicas da ASAE

Ministro destaca papel da ASAE para assegurar a qualidade, higiene e segurança.

O ministro das Finanças e Economia, Teixeira dos Santos, recusa especular sobre a possível inconstitucionalidade da ASAE em relação ao facto de ter sido transformada numa polícia criminal. No entanto,Teixeira dos Santos considera o papel da ASAE fundamental para assegurar a qualidade, higiene e segurança.
Teixeira dos Santos disse, esta segunda-feira, que recusa especular sobre a possível inconstitucionalidade da ASAE em relação ao facto de ter sido transformada numa polícia criminal. No entanto, Teixeira dos Santos lembrou o papel desempenhado pela ASAE, sublinhando que se trata de uma instituição fundamental para assegurar as normas de qualidade, higiene e segurança.
Depois de uma queixa apresentada por um comerciante da Trafaria, no concelho de Almada, o Tribunal da Relação de Lisboa considerou inconstitucional a transformação da ASAE numa polícia criminal.
A Confederação do Comércio queixa-se de "exageros", quer exista inconstitucionalidade ou não. E diz que "a actuação, independentemente de ser ou não constitucional, em termos de aplicação da legislação tem exageros", disse à agência Lusa fonte oficial da CCP.
O exemplo avançado pela confederação é a aplicação do sistema HACCP (análise de perigos e controlo dos pontos críticos na restauração) cujas exigências, afirma a CCP, "são desproporcionadas face à dimensão de alguns estabelecimentos, o que não se justifica".

terça-feira, 19 de maio de 2009

1º Seminário Nacional “Exercício e Bem-Estar”

Melhor alimentação - Melhor qualidade de vida

O 1º Seminário Nacional “Exercício e Bem-estar” vai ter lugar no 22 de Maio no Auditório Municipal de Lagoa, numa organização conjunta entre os Municípios de Portimão e Lagoa .

O encontro visa aprofundar a problemática da obesidade, tendo como principal objectivo a formação dos diversos agentes de saúde na área do exercício físico, destinando-se a médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, profissionais de educação física e outros interessados.
Ao longo do dia, serão oradores o doutor João Breda, coordenador da Plataforma Contra a Obesidade da Direcção-Geral de Saúde, o doutor Veloso Gomes, director do Serviço de Cardiologia do Hospital de Faro, o professor doutor Jorge Mota, catedrático da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto e a professora doutora Isabel do Carmo, directora do Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo do Hospital Stª Maria, entre outros especialistas que focarão temas relacionados com a actividade física, os comportamentos sedentários, os hábitos alimentares e a obesidade.

De referir que, nesta matéria, a Câmara de Portimão aderiu a dois projectos, que estão a ser desenvolvidos nas escolas do município. O Programa de Combate à Obesidade Infantil na Região do Algarve inclui acções de formação com profissionais de saúde e de educação, visando melhorar a qualidade nutricional das refeições em todos os estabelecimentos de educação da rede pública, quer em termos qualitativos quer em termos quantitativos, bem como a detecção e acompanhamento multidisciplinar de casos de pré-obesidade e obesidade em crianças e adolescentes.
A outra acção é o Projecto “Escola Activa” e que envolve a participação da comunidade escolar, das famílias, dos profissionais de saúde e das autarquias, iniciado no ano lectivo 2008/2009 pela Direcção Regional de Educação do Algarve com vista a sensibilizar para a prática desportiva regular e uma alimentação saudável, que contrariem a tendência de aumento de excesso de peso da população infantil.
Ambos os programas serão focados neste seminário, que terá mais de meia centena de participantes e que conta com o apoio institucional do IDP - Instituto de Desporto de Portugal.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

“Vila de Amêijoas”

Olhão anima-se no fim-de-semana da Páscoa

Os bivalves da Ria Formosa voltam a ser protagonistas em Olhão, na tradicional “Vila de Amêijoas”, entre 9 e 12 de Abril.

O evento gastronómico, que se realiza pelo 12.º ano consecutivo, tem por palco o Jardim Pescador Olhanense, onde durante quatro dias, os visitantes vão poder apreciar, entre outras iguarias, a forma peculiar de confeccionar uma das espécies de bivalves da Ria Formosa mais famosa no mundo, a amêijoa.
Em época de Páscoa, recorda-se a tradição dos pescadores olhanenses que, em tempos idos, cozinhavam as amêijoas na pedra: dispostas com a boca para baixo numa chapa ou laje, que tem no centro uma pedra, as amêijoas são acamadas à volta dessa pedra, uma a uma, em circunferências de dentro para fora. São, depois, cobertas com caruma de pinheiros, que se deixa arder. Abrem então com o calor, saindo do interior a água que permite perceber que estão cozinhadas.
Esta forma original de os olhanenses cozinharem as amêijoas, lembrando os seus antepassados, é apenas uma das variadas sugestões gastronómicas apresentadas, sempre com produtos da Ria Formosa, nesta festa, organizada pela Formosa, Cooperativa de Viveiristas da Ria Formosa, com o apoio da Câmara Municipal de Olhão.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Portugal de olhos em bico

Cinco mil lojas chinesas estão em Portugal

O impacto da comunidade chinesa em Portugal pode medir-se pelo número de estabelecimentos: cerca de 300 restaurantes, quase 500 armazéns e entre 4.000 e 5.000 lojas, segundo contas do presidente da Liga dos Chineses em Portugal.

De acordo com Y Ping Chow, Portugal conta com cerca de 20.000 cidadãos de nacionalidade e de ascendência chinesa, a maioria dos quais dedicada a lojas.
«A maioria tem lojas, os restaurantes passaram a ser secundários. Começaram pelos restaurantes, mas agora apostam nas lojas, porque o investimento é menor e o negócio mais rentável», explicou Y Ping Chow à Lusa.
Em 1979, quando Portugal estabeleceu relações diplomáticas com a República Popular da China, «havia apenas algumas centenas de chineses no país, praticamente todos com passaporte de Taiwan», disse. A partir de 1990, «registou-se um aumento significativo com a ajuda da regularização extraordinária da lei de imigração portuguesa».
Segundo dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), o número de pessoas de nacionalidade chinesa a residir em Portugal quase quadruplicou entre 1999, ano da transferência de Macau para a China, e 2007, passando de 2.762 para 10.448.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Plano Nacional contra o Álcool


Redução da taxa para novos condutores

A redução da taxa de alcoolemia para os novos condutores e a proibição da venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos são as principais propostas que integram o Plano Nacional para o Álcool.

O Plano Nacional para a Redução dos Problemas Ligados ao Álcool, que segunda-feira vai ser colocado em consulta pública para depois ser apresentado ao Ministério da Saúde, foi elaborado pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) e contou com contributos de uma série de parceiros, como os ministérios da Justiça, Saúde, Administração Interna e Solidariedade Social.
Em declarações à Agência Lusa, o presidente do IDT, João Goulão, disse que o plano, que fixa 25 objectivos para serem cumpridos até 2012, tem como missão «reduzir as consequências do consumo indevido do álcool».
Segundo João Goulão, o plano propõe que a idade legal mínima para o consumo de álcool passe dos 16 para os 18 anos. «O aumento da idade de venda de álcool aos jovens está muito em linha com o que acontece na maioria dos países europeus, onde o limite é os 18 anos», disse, adiantando que o documento também propõe uma maior fiscalização das vendas.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Made In China


Toneladas de produtos alimentares chineses apreendidos

Leite ou preparações à base de leite, lactose, ovos, peixe seco e preparado, enchidos de carne de porco e partes de frango

A Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo (DGAIEC), através da Alfândega Marítima de Lisboa, apreendeu, na passada sexta-feira, uma grande quantidade de produtos alimentares (leite ou preparações à base de leite, lactose, ovos, peixe seco e preparado, enchidos de carne de porco, partes de frango), procedentes da República Popular da China, informou o Ministério das Finanças em comunicado
A mercadoria foi transportada até ao porto de Lisboa num contentor de 40 pés, sendo que, grande parte, não tinha sido declarada. Parte da mercadoria apreendida era de importação proibida, havendo outra em evidente mau estado de higiene, colocando assim em risco a saúde pública. Outra parte da mercadoria apresentava marcas contrafeitas.
Os produtos apreendidos encontravam-se dissimulados entre mercadorias de baixo grau de risco, demonstrando que o importador estava consciente da ilicitude praticada.
As mercadorias apreendidas pesavam cerca de 2,5 toneladas e tinham um valor de mercado na ordem dos 17 mil euros. Foram apresentadas na Alfândega Marítima de Lisboa, supostamente para serem transportadas para Espanha. Todavia foi feita declaração para livre prática e consumo em Portugal
Entre a mercadoria não declarada e proibida foram encontrados 11232 ovos pretos, de pato; 330 unidades de peixe seco, 120 unidades de tiras de peixe; mil unidades de patas de frango, 750 unidades com algas liofilizadas; 1200 unidades de salame de asas de frango; 600 unidades de enchidos de porco e 2100 unidades de asas de frango.
Na mercadoria declarada, mas proibida, estavam seis mil unidades com «milk tea»; 2400 unidades com «milk drink», 2448 unidades com produtos de lactose; 952 unidades com preparações à base de arroz e 750 unidades com algas liofilizadas.

sábado, 18 de outubro de 2008

A roda dos alimentos

É preciso criar hábitos de alimentação saudável

Mais de 300 litros de óleo alimentar usado foi recolhido no Mercado de Loulé

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Alimentação, que se assinalou ontem, a Câmara Municipal de Loulé levou a cabo uma campanha de recolha de óleos alimentares usados. O resultado foi bastante positivo já que mais de 300 litros de óleo foram recolhidos durante o período da manhã (das 8h30 às 13h00).
Como tal, os objectivos traçados para esta iniciativa, que passavam sobretudo pela sensibilização da população para a importância em reciclar os óleos usados na alimentação como forma de contribuir para uma melhoria do ambiente, foram alcançados já que muitos munícipes manifestaram bastante interesse nesta acção, desde particulares a responsáveis de restauração.
O óleo recolhido vai ser alvo de um tratamento por uma empresa especializada e, posteriormente, transformado em biodiesel, um produto que contribuirá também para a redução da produção de carbono na atmosfera. Recorde-se que este ano o tema lançado pela Organização das Nações Unidas no Dia da Alimentação versava sobre os desafios das alterações climáticas e a bioenergia, pelo que esta iniciativa enquadrou-se plenamente neste mote.
Mas neste Dia da Alimentação realizaram-se em Loulé outras acções dirigidas fundamentalmente aos alunos, dando a conhecer quais os princípios básicos de uma alimentação saudável. Assim, na área central do Mercado de Loulé, foi criada uma Roda dos Alimentos, com alimentos cedidos pelos vendedores. Ao longo da manhã, várias turmas dos estabelecimentos de ensino do Concelho passaram por aqui e receberam algumas dicas para uma alimentação completa, equilibrada e variada que passa, sobretudo, pelo consumo de cereais, fruta e produtos hortícolas, a escolha do peixe e das carnes brancas, a redução do açúcar e das gorduras, dando preferência ao azeite, e ainda por fazer 5 a 7 refeições diárias, sendo que o pequeno-almoço é de grande importância.
À tarde, na Escola Secundária de Loulé, teve lugar um seminário onde se debateram temas como o uso de biocombustíveis (biodiesel e bioetanol a partir de alfarroba), bem como o balanço energético dos produtos alimentares importados.