A voz que marcou o Natal, quando havia um verdadeiro significado de Família!
Liberdade e o Direito de Expressão
Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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sábado, 25 de dezembro de 2010
DIA DE NATAL
Famosos descrevem o seu dia de Natal
Peru, borrego, cabrito, bacalhau, roupa velha ou mesmo Bolo Rei, champagne e a luxuosa perdiz. De tudo um pouco se come no Dia de Natal. Come?... Sim, quem o tem para comer!
Tradição vem da Bélgica
Simone de Oliveira começa o dia com um pequeno-almoço tardio, pois os festejos da ceia de Natal assim o ditam. "Comemos um pão que eu faço, Kramiek, e bebemos o leite e o café a acompanhar. É um pão de passas que a minha mãe fazia, a minha avó fazia, o meu pai... Aliás foi a minha avó que trouxe essa tradição da Bélgica. E já minha filha faz e vai passando", explicou a actriz e cantora, que passa o Natal em Lisboa, na casa do filho. A família reúne-se apenas para jantar, e à mesa, logo mais, estará o tradicional bacalhau e o peru. Mas tudo do dia anterior. "Comemos os restos do dia 24. Isto não está para brincadeiras nem para desperdícios".
Há borrego, mas não há canções
Este ano, o Natal dos Anjos, Sérgio e Nelson, sofreu um revés. "Éramos para ir para o Alentejo, mas o meu avô de 92 anos sentiu-se mal e decidimos passar aqui em Lisboa, em casa dos meus pais", contou Nelson. No mínimo, os manos Rosado vão ter 25 pessoas à mesa, onde o borrego faz companhia ao tradicional peru. Os Anjos vão "aproveitar o dia para recordar histórias de família e momentos de outros natais". Já cantorias... não existem. "Curiosamente nunca fomos de cantar no Natal", concluiu.
Festa alentejana à mesa
Para Nicolau Breyner, as tradições já não são o que eram: O dia de Natal não passa de mais uma oportunidade para reunir a família e, claro está, perpetuar os costumes alentejanos. "De acordo com a tradição da minha terra, o importante é a noite de 24. Mas agora o dia de Natal também serve para nos reunirmos e, tal como acontece no jantar e na ceia da véspera, voltamos a comer bacalhau e peru", explicou o actor. Eu gostava de dar os presentes na manhã de dia 25, como quando era criança, mas se não dou na noite anterior os miúdos parece que morrem...", rematou.
Farófias feitas pela sogra não faltam
Apesar de ser de Faro, Andreia Vale só passou o Natal no Algarve até aos 18 anos. Este dia de Natal, a jornalista e Nuno Santos, director de programas da SIC, reúnem-se com a família e amigos, cerca de 15 pessoas, em casa dos tios de Andreia, em Torres Vedras. "O almoço é peru e roupa velha. Não temos nenhuma tradição especial, acho que os algarvios até são conhecidos por não terem nenhuma tradição especial. Temos o arroz doce e as farófias que a minha sogra faz", contou a jornalista. Hoje também é o dia em que Afonso, filho de Andreia, que passou a noite de ontem com o pai, se junta à família da mãe. "Nós abrimos os presentes ontem, mas os dele só serão abertos hoje".
Natal de luxo, sem ortodoxia... não é p'ra todos
Há quase 30 anos que o Natal de Herman José é passado em Azeitão, "na doce e verde descomplicação". À mesa, o humorista tem salada de frutos do mar, empada de perdiz, lampreia de ovos, frutos vermelhos, marrons glacés e champagne "estupidamente gelado". Nada de tradições natalícias, até porque o mais importante é a companhia. "Eu e a minha família gostamos do lado festivo do Natal, e do espírito da quadra, mas não temos uma visão ortodoxa de cerimónia alguma", explicou.
Os brinquedos e a Disney
À semelhança do que aconteceu sábado, Sónia Araújo volta a juntar "toda a família" na sua casa, em Vila Nova de Gaia."É exactamente como na consoada, com a animação própria da reunião familiar, com crianças pelo meio", partilhou a apresentadora. As prendas, essas, já foram abertas à meia-noite. Por isso, o dia 25 "é passado a experimentar os novos brinquedos" dos filhos, Carolina, de sete anos, e os gémeos Francisco e Tomás, de 20 meses. Nos dias que correm, a apresentadora adora "ver os filmes da Disney" apropriados à quadra e que são do agrado de miúdos e graúdos do seu lar.
Cáritas convida portugueses a acender uma vela
A Cáritas Portuguesa convida os portugueses a acenderem uma vela neste Dia de Natal, numa iniciativa inserida no âmbito da operação "10 Milhões de Estrelas - um gesto pela paz". O projecto consiste em angariar fundos através da venda de velas e, de acordo com o presidente da Cáritas, Eugénio da Fonseca, são chamados a participar “os cristãos e todas as pessoas de boa vontade, que acreditam e lutam por um mundo mais pacífico”. A vela acesa será “um sinal de esperança e de que podemos e devemos construir um mundo melhor”. Eugénio da Fonseca indica que “65% do valor recolhido em cada diocese” serão para ajuda a carenciados, enquanto o restante será entregue pela Cáritas Portuguesa “à diocese de São Tomé e Príncipe, para um projecto de apoio a crianças que vivem sob pobreza extrema”.
"Estejamos atentos ao nosso próximo"
Na sua mensagem de Natal, o Cardeal Patriarca de Lisboa apela à solidariedade em tempo de crise e destaca os valores que considera constitutivos dos portugueses. Consciente das dificuldades com que muitos portugueses vivem este ano o Natal, D. José Policarpo recordou, no entanto que a pobreza não impede a verdadeira alegria e lançou um apelo à solidariedade. "Estejamos atentos ao nosso próximo, que pode ser o nosso vizinho; façamos do seu sofrimento a nossa causa", defendeu o Cardeal Patriarca de Lisboa, na sua habitual mensagem de Natal.
D. José Policarpo deu o exemplo da sagrada família de Belém e das dificuldades que teve de enfrentar há dois mil anos. “Eu sei que, para muitos portugueses e para muitas famílias, este não será um Natal fácil, será tanto mais exigente quanto a alegria da festa esteja ligada ao bem estar material, mas também em Belém, há dois mil anos, a alegria daquele nascimento não foi impedido pela pobreza da gruta, último recurso de um casal deslocado para quem não havia lugar nas hospedarias da cidade”.
“Eles viveram e exprimiram aquilo que mais tarde seria a mensagem de Jesus. A pobreza não impede necessariamente a alegria”, sublinhou D. José Policarpo. Para o Cardeal Patriarca, a crise económico-financeira não se resolve apenas com soluções técnicas ou políticas. Em momentos de dificuldade como o que vivemos, é preciso ir mais a fundo. “Em momentos de especiais dificuldades como o que atravessamos, as crises não encontrarão verdadeira solução se não pusermos o acento no Portugal cultural, na verdadeira identidade espiritual do nosso povo, caldeada ao longo de séculos por valores que constituem a verdadeira alma de Portugal. É pois o momento de avançarmos com coragem e determinação esta nossa identidade espiritual e cultural, de modo a que nenhuma crise ou sofrimento as ponha em questão”, advoga D. José Policarpo.
Valores constitutivos da identidade e cultura portuguesas são, para o Patriarca de Lisboa, a solidariedade, a família e a tradicional devoção em rezar a Deus e a Nossa Senhora.
Peru, borrego, cabrito, bacalhau, roupa velha ou mesmo Bolo Rei, champagne e a luxuosa perdiz. De tudo um pouco se come no Dia de Natal. Come?... Sim, quem o tem para comer! No dia 25, a tradição varia consoante os gostos (as bolsas), e as personagens. De Norte a Sul do país, as famílias juntam-se para passar o dia de Natal no calor de quem mais amam. Simone de Oliveira, Andreia Vale, Sónia Araújo, Herman José, Nelson e Sérgio Rosado, e Nicolau Breyner não são excepção. Gostam desde dia, gostam dos festejos de Natal, mas gostam sobretudo do espírito a que a época apela: paz e união familiar. Depois da noite longa de sexta-feira, Simone de Oliveira vai passar o dia de sábado em Lisboa, em casa do filho, e junta, este ano, quatro pessoas à mesa. "A minha filha não está cá, por isso somos só quatro", revelou a actriz e cantora.
Já a jornalista Andreia Vale e o marido, Nuno Santos, director de Programas da SIC, escolheram Torres Vedras para abrir os presentes. "Os do Afonso (filho mais velho da jornalista) só se abrem sábado, ele passou o dia de ontem com o pai", disse Andreia garantindo que este ano reúnem-se à lareira da casa dos tios. Herman José procura a sofisticação, tem como tradição abrir uma garrafa de "champanhe estupidamente gelada". À mesa do humorista não vão faltar iguarias, mas a tradição em Azeitão... já não é o que era. Por seu lado, Sónia Araújo senta-se à frente da televisão a ver os filmes infantis com a filha Carolina. Os Anjos deixam de lado "as cantorias" para lembrar histórias em família enquanto comem borrego. E Nicolau Breyner sempre disse que não gosta do consumismo natalício, mas reúne-se com a família no Alentejo.Tradição vem da Bélgica
Simone de Oliveira começa o dia com um pequeno-almoço tardio, pois os festejos da ceia de Natal assim o ditam. "Comemos um pão que eu faço, Kramiek, e bebemos o leite e o café a acompanhar. É um pão de passas que a minha mãe fazia, a minha avó fazia, o meu pai... Aliás foi a minha avó que trouxe essa tradição da Bélgica. E já minha filha faz e vai passando", explicou a actriz e cantora, que passa o Natal em Lisboa, na casa do filho. A família reúne-se apenas para jantar, e à mesa, logo mais, estará o tradicional bacalhau e o peru. Mas tudo do dia anterior. "Comemos os restos do dia 24. Isto não está para brincadeiras nem para desperdícios".
Há borrego, mas não há canções
Este ano, o Natal dos Anjos, Sérgio e Nelson, sofreu um revés. "Éramos para ir para o Alentejo, mas o meu avô de 92 anos sentiu-se mal e decidimos passar aqui em Lisboa, em casa dos meus pais", contou Nelson. No mínimo, os manos Rosado vão ter 25 pessoas à mesa, onde o borrego faz companhia ao tradicional peru. Os Anjos vão "aproveitar o dia para recordar histórias de família e momentos de outros natais". Já cantorias... não existem. "Curiosamente nunca fomos de cantar no Natal", concluiu.
Festa alentejana à mesa
Para Nicolau Breyner, as tradições já não são o que eram: O dia de Natal não passa de mais uma oportunidade para reunir a família e, claro está, perpetuar os costumes alentejanos. "De acordo com a tradição da minha terra, o importante é a noite de 24. Mas agora o dia de Natal também serve para nos reunirmos e, tal como acontece no jantar e na ceia da véspera, voltamos a comer bacalhau e peru", explicou o actor. Eu gostava de dar os presentes na manhã de dia 25, como quando era criança, mas se não dou na noite anterior os miúdos parece que morrem...", rematou.
Farófias feitas pela sogra não faltam
Apesar de ser de Faro, Andreia Vale só passou o Natal no Algarve até aos 18 anos. Este dia de Natal, a jornalista e Nuno Santos, director de programas da SIC, reúnem-se com a família e amigos, cerca de 15 pessoas, em casa dos tios de Andreia, em Torres Vedras. "O almoço é peru e roupa velha. Não temos nenhuma tradição especial, acho que os algarvios até são conhecidos por não terem nenhuma tradição especial. Temos o arroz doce e as farófias que a minha sogra faz", contou a jornalista. Hoje também é o dia em que Afonso, filho de Andreia, que passou a noite de ontem com o pai, se junta à família da mãe. "Nós abrimos os presentes ontem, mas os dele só serão abertos hoje".
Natal de luxo, sem ortodoxia... não é p'ra todos
Há quase 30 anos que o Natal de Herman José é passado em Azeitão, "na doce e verde descomplicação". À mesa, o humorista tem salada de frutos do mar, empada de perdiz, lampreia de ovos, frutos vermelhos, marrons glacés e champagne "estupidamente gelado". Nada de tradições natalícias, até porque o mais importante é a companhia. "Eu e a minha família gostamos do lado festivo do Natal, e do espírito da quadra, mas não temos uma visão ortodoxa de cerimónia alguma", explicou.
Os brinquedos e a Disney
À semelhança do que aconteceu sábado, Sónia Araújo volta a juntar "toda a família" na sua casa, em Vila Nova de Gaia."É exactamente como na consoada, com a animação própria da reunião familiar, com crianças pelo meio", partilhou a apresentadora. As prendas, essas, já foram abertas à meia-noite. Por isso, o dia 25 "é passado a experimentar os novos brinquedos" dos filhos, Carolina, de sete anos, e os gémeos Francisco e Tomás, de 20 meses. Nos dias que correm, a apresentadora adora "ver os filmes da Disney" apropriados à quadra e que são do agrado de miúdos e graúdos do seu lar.
Cáritas convida portugueses a acender uma vela
A Cáritas Portuguesa convida os portugueses a acenderem uma vela neste Dia de Natal, numa iniciativa inserida no âmbito da operação "10 Milhões de Estrelas - um gesto pela paz". O projecto consiste em angariar fundos através da venda de velas e, de acordo com o presidente da Cáritas, Eugénio da Fonseca, são chamados a participar “os cristãos e todas as pessoas de boa vontade, que acreditam e lutam por um mundo mais pacífico”. A vela acesa será “um sinal de esperança e de que podemos e devemos construir um mundo melhor”. Eugénio da Fonseca indica que “65% do valor recolhido em cada diocese” serão para ajuda a carenciados, enquanto o restante será entregue pela Cáritas Portuguesa “à diocese de São Tomé e Príncipe, para um projecto de apoio a crianças que vivem sob pobreza extrema”.
"Estejamos atentos ao nosso próximo"
Na sua mensagem de Natal, o Cardeal Patriarca de Lisboa apela à solidariedade em tempo de crise e destaca os valores que considera constitutivos dos portugueses. Consciente das dificuldades com que muitos portugueses vivem este ano o Natal, D. José Policarpo recordou, no entanto que a pobreza não impede a verdadeira alegria e lançou um apelo à solidariedade. "Estejamos atentos ao nosso próximo, que pode ser o nosso vizinho; façamos do seu sofrimento a nossa causa", defendeu o Cardeal Patriarca de Lisboa, na sua habitual mensagem de Natal.
D. José Policarpo deu o exemplo da sagrada família de Belém e das dificuldades que teve de enfrentar há dois mil anos. “Eu sei que, para muitos portugueses e para muitas famílias, este não será um Natal fácil, será tanto mais exigente quanto a alegria da festa esteja ligada ao bem estar material, mas também em Belém, há dois mil anos, a alegria daquele nascimento não foi impedido pela pobreza da gruta, último recurso de um casal deslocado para quem não havia lugar nas hospedarias da cidade”.
“Eles viveram e exprimiram aquilo que mais tarde seria a mensagem de Jesus. A pobreza não impede necessariamente a alegria”, sublinhou D. José Policarpo. Para o Cardeal Patriarca, a crise económico-financeira não se resolve apenas com soluções técnicas ou políticas. Em momentos de dificuldade como o que vivemos, é preciso ir mais a fundo. “Em momentos de especiais dificuldades como o que atravessamos, as crises não encontrarão verdadeira solução se não pusermos o acento no Portugal cultural, na verdadeira identidade espiritual do nosso povo, caldeada ao longo de séculos por valores que constituem a verdadeira alma de Portugal. É pois o momento de avançarmos com coragem e determinação esta nossa identidade espiritual e cultural, de modo a que nenhuma crise ou sofrimento as ponha em questão”, advoga D. José Policarpo.
Valores constitutivos da identidade e cultura portuguesas são, para o Patriarca de Lisboa, a solidariedade, a família e a tradicional devoção em rezar a Deus e a Nossa Senhora.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Alimentação
Nutricionista aconselha bom senso no Natal
Seja o último a servir-se
Servir-se pouco de cada vez, ser o último a servir-se e comer devagar são algumas das dicas deixadas por Madalena Muñoz. Isto, “para que, no final da sua refeição, a maior parte das pessoas já tenha terminado, porque muitas vezes temos a tendência de continuar a comer e a repetir porque os outros ainda estão a comer”. A nutricionista aconselha ainda a optar por “muitos hortícolas, comer o bacalhau, o grão e as couves, em detrimento dos pratos com natas ou mesmo o peru com muito molho e as batatas fritas”, nomeadamente “a batata palha”. Havendo critério nas escolhas, beneficia-se de tudo, sublinha.
Doces, só às refeições
Madalena Muñoz salienta ainda que os doces se devem comer no âmbito da refeição e nunca entre elas ou em jejum. Todas estas regras são válidas para quem sofre de diabetes, obesidade ou outra doença que limite a ingestão de alimentos açucarados ou calóricos. Quem tem diabetes deve ter uma atenção redobrada aos açúcares.
“As pessoas que têm diabetes têm que seguir uma alimentação considerada racional e saudável – que era, no fundo, aquela que todos nós devíamos seguir – e têm que ter uma atenção redobrada aos açúcares que ingerem e como vão combinar esses açúcares, ou seja, comerem porções pequenas de doces e no âmbito da refeição”, indica.
Quanto às crianças, “o exemplo vem de cima”, salienta a nutricionista
Se não quer que o seu filho coma, também não o faça, diz nutricionista. “Se os avós, se os tios, os pais e os irmãos estão todos a comer sobremesas, não seria justo nem desejável proibirem-se as crianças de comerem sobremesas e doces. Agora, enquanto crianças, têm que ser orientadas e os pais sabem que não é aconselhável as crianças comerem doces antes das refeições e a toda e qualquer hora. Há que manter as regras”, refere. “Se não querem que as crianças comam porque estão com excesso de peso, então que ninguém coma, porque será uma tortura e a criança vai-se sentir excluída. Acima de tudo, conta peso e medida e bom senso”, aconselha. Madalena Muñoz é também nutricionista do programa Rituais de Vida Saudável, da Faculdade de Motricidade Humana.
Se prevê dificuldades em manter a sua dieta na época festiva que se aproxima, saiba que o principal é ter bom senso, sem se privar de nada. Para a nutricionista Madalena Muñoz, as dietas devem fazer-se entre o Natal de um ano e o Natal do outro, não durante as festas.
Convém comer com critério, aconselha Madalena Muñoz. O principal, sublinha a especialista, é ter bom senso: “Convém sempre termos algum critério na escolha do que vamos comer, para depois não sofrermos as consequências do peso na consciência e do peso nas ancas”. No Natal, a vida faz-se, em grande parte, à volta da mesa, com boa comida, bom vinho e as iguarias tradicionais. O segredo está em saber escolher, sendo certo que “vai haver excessos”. Seja o último a servir-se
Servir-se pouco de cada vez, ser o último a servir-se e comer devagar são algumas das dicas deixadas por Madalena Muñoz. Isto, “para que, no final da sua refeição, a maior parte das pessoas já tenha terminado, porque muitas vezes temos a tendência de continuar a comer e a repetir porque os outros ainda estão a comer”. A nutricionista aconselha ainda a optar por “muitos hortícolas, comer o bacalhau, o grão e as couves, em detrimento dos pratos com natas ou mesmo o peru com muito molho e as batatas fritas”, nomeadamente “a batata palha”. Havendo critério nas escolhas, beneficia-se de tudo, sublinha.
Doces, só às refeições
Madalena Muñoz salienta ainda que os doces se devem comer no âmbito da refeição e nunca entre elas ou em jejum. Todas estas regras são válidas para quem sofre de diabetes, obesidade ou outra doença que limite a ingestão de alimentos açucarados ou calóricos. Quem tem diabetes deve ter uma atenção redobrada aos açúcares.
“As pessoas que têm diabetes têm que seguir uma alimentação considerada racional e saudável – que era, no fundo, aquela que todos nós devíamos seguir – e têm que ter uma atenção redobrada aos açúcares que ingerem e como vão combinar esses açúcares, ou seja, comerem porções pequenas de doces e no âmbito da refeição”, indica.
Quanto às crianças, “o exemplo vem de cima”, salienta a nutricionista
Se não quer que o seu filho coma, também não o faça, diz nutricionista. “Se os avós, se os tios, os pais e os irmãos estão todos a comer sobremesas, não seria justo nem desejável proibirem-se as crianças de comerem sobremesas e doces. Agora, enquanto crianças, têm que ser orientadas e os pais sabem que não é aconselhável as crianças comerem doces antes das refeições e a toda e qualquer hora. Há que manter as regras”, refere. “Se não querem que as crianças comam porque estão com excesso de peso, então que ninguém coma, porque será uma tortura e a criança vai-se sentir excluída. Acima de tudo, conta peso e medida e bom senso”, aconselha. Madalena Muñoz é também nutricionista do programa Rituais de Vida Saudável, da Faculdade de Motricidade Humana.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Consumo
Vem aí o Natal mais pobres dos últimos anos
Portugueses preveem reduzir gastos em 6% no Natal face a 2009. Uma análise aos últimos cinco anos do estudo, incluindo anos de algum otimismo e anos de elevado pessimismo, mostra que "a banda de variação dos gastos nesta época em Portugal é reduzida".
Os consumidores portugueses preveem gastar 575 euros no próximo Natal, o que significa uma diminuição de seis por cento em relação ao ano passado, de acordo com um estudo da consultora Deloitte que será hoje apresentado. As dificuldades financeiras e medidas de austeridade adotadas pelo Governo levaram os portugueses a reduzir o orçamento dedicado às festas natalícias, mas essa redução é bastante inferior à média dos outros países europeus que também foram afetados por restrições orçamentais, nomeadamente a Grécia e a Irlanda. Nestes dois países e de acordo com o estudo Xmas Survey 2010, a diminuição das despesas com as festas de Natal é de 21 por cento na Grécia e 11 por cento na Irlanda. Segundo a Deloitte, a redução dos gastos em Portugal não é tão acentuada como noutros países, devido "à importância dada à quadra festiva no nosso país".
Apesar de Portugal ser "o país onde o pessimismo em relação à economia aumentou mais", o consumo nesta quadra festiva parece ter uma "maior emocionalidade ou uma menor racionalidade económica", explicou à Lusa Sérgio Oliveira, 'associate partner' da Deloitte. oscilando entre um valor mínimo de 550 euros e um máximo de 620 euros. Em Espanha, por exemplo, esta variação vai dos 650 aos 950 euros. Outra evidência da importância da quadra natalícia para os portugueses é que os gastos são bastante superiores aos que se verificam, por exemplo, na Alemanha (470 euros) ou na Holanda (410 euros), onde o nível de vida é superior. As consequências das medidas de austeridade económicas no consumo natalício serão notadas mais na forma de gastar do que no valor a gastar. Os consumidores nacionais pretendem, por exemplo, refrear o recurso ao crédito, tendo metade dos inquiridos referido que recorrerá menos ao crédito este ano, preferindo apostar em objetos mais baratos.Três em cada quatro portugueses mostram intenção de antecipar as compras de Natal para beneficiar de saldos e promoções, passando também a recorrer a produtos de "marca branca", sendo que quase metade dos inquiridos admitiu que pretende oferecer prendas compradas em grupo. Tal como em toda a Europa, os presentes que os consumidores portugueses preveem comprar (quatro em cada cinco) serão sobretudo utilitários, com destaque para os livros, os jogos educativos e o vestuário. Apenas um em cada 10 portugueses inquiridos admitiram que vão comprar presentes de Natal sem olhar para os preços, muito longe da fatia em Espanha: seis em cada 10. Mesmo depois de três anos de crise, os consumidores mantêm os hábitos de elevado consumo durante o Natal, embora tenham passado a focar-se nas prendas úteis e mais baratas, conclui a Deloitte.
Este ano, mais de metade dos europeus (63 por cento dos portugueses) estão mais determinados do que em 2009 a comprar presentes para menos pessoas e, assim, dedicar o seu orçamento de prendas para a família mais chegada, dando prioridade às crianças. O orçamento será canalizado mais para presentes do que para alimentação ou lazer, tendência que já era, aliás, seguida nos últimos anos. Em 2007, os portugueses destinavam metade do orçamento dedicado ao Natal, ou seja, 275 euros, para presentes, enquanto que este ano a percentagem sobe para dois terços, ou seja, 375 euros. O lazer diminui de 100 euros em 2007 para 50 este ano, penalizando sobretudo o setor da restauração. O estudo Xmas Survey é anual, tendo o de 2010 sido realizado em setembro através de questionários a cerca de 20 500 consumidores europeus.
Portugal "longe de atingir compromissos" de ajuda ao desenvolvimento - Gomes Cravinho
Portugal "está longe de atingir os compromissos de ajuda pública ao desenvolvimento", afirmou hoje o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação à Agência Lusa em Paris. João Gomes Cravinho participou durante o dia no exame à cooperação portuguesa feito no âmbito do Comité de Ajuda ao Desenvolvimento (CAD) da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE). "O resultado deste exame foi muito positivo mas claramente estamos longe de atingir os nossos compromissos de ajuda pública ao desenvolvimento", declarou João Gomes Cravinho no final do dia de questões e recomendações. O secretário de estado salientou que esse "ponto fraco" da cooperação portuguesa "tem de ser relativizado num exame onde Portugal passou muito bem".
Os 24 países que integram o CAD e os parceiros que examinaram Portugal, a Irlanda e a Finlândia, compreenderam que nos últimos dois anos a ajuda ao desenvolvimento não tenha aumentado, dado o cenário de crise e de contenção orçamental. "Em final de 2010, não estamos num contexto em que seja possível fazer grandes aumentos em ajuda ao desenvolvimento nem em qualquer outro setor do estado", explicou João Gomes Cravinho. "Já mais difícil de defender, na opinião dos examinadores, foi em 2007-08 não termos aumentado" o valor de ajuda pública ao desenvolvimento, referiu. Em resultado disso, o CAD deixou hoje uma recomendação "no sentido de que, logo que houver uma retoma económica, Portugal deve procurar aumentar a sua ajuda pública ao desenvolvimento, porque tem compromissos aos quais deve corresponder e a que outros estão a responder". João Gomes Cravinho explicou que "são compromissos comuns assumidos no âmbito das Nações Unidas e da União Europeia e têm a ver com a pertença de Portugal a essas instituições". O secretário de Estado referiu que, "no que toca à UE, há um calendário que foi estabelecido de 2006 a 2015 e Portugal apresenta um claro desvio em relação a esse calendário". Portugal "dedica neste momento 0,23 por cento de rendimento nacional integrado para a ajuda pública ao desenvolvimento, relativo a 2009. Ora, devíamos estar em 2010 nos 0,34 por cento. Não se prevê que em 2010 haja grande aumento".
O valor absoluto da ajuda portuguesa ao desenvolvimento é de cerca de 350 milhões de euros. "Para 2011, há outro problema que foi referido pelos examinadores. Temos um problema de montantes e problemas de orçamentação, da forma como o orçamento da cooperação é elaborado", acrescentou João Gomes Cravinho. "O orçamento da cooperação está dividido em várias fontes, afetado a vários ministérios, e ainda funciona de forma muito tradicional, com o resultado de que Portugal não tem demonstrado capacidade para planear a mais do que um ano de distância, porque não temos orçamentação plurianual nem mecanismos para defender um orçamento espartilhado por diferentes ministérios das vicissitudes que os afetam", afirmou o secretário de estado. Esse problema "já tinha sido identificado em 2006 mas a reforma do orçamento ultrapassa a cooperação, não pode ser feita sectorialmente", concluiu João Gomes Cravinho.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
BOAS FESTAS
Juntos, com todos os Amigos e leitores, do AR
A dividir, partilhar, participar, integrar
Caminhando lado a lado
Juntos na ousadia de sonhar
Que é possível um Mundo melhor
Transformando sonhos em realidades
Juntos, na certeza e na dúvida
No desafio do novo
Na arte de ensinar
Juntos, na vontade de aprender
Na coragem de recomeçar
Na certeza de que a vida se renova
Juntos ainda, apostando em projectos
Por um Mundo mais justo
Com iguais oportunidades para novos e velhos
Juntos, onde caiba a cada um o trabalho e o pão
Onde a alegria esteja no sorriso das crianças
E a Paz desarme todos os corações
Juntos na certeza de que sozinhos nada somos
E de que somente o amor e a amizade é capaz
E pode transformar a humanidade
Você, leitor - é o nosso presente
Por nos lêr e ajudar
A construir um futuro melhor.
Feliz Natal e um Novo Ano mais próspero !
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Acidente no Shopping em Faro
Tecto não aguenta enfeites de Natal
O desabamento de um tecto falso de pladur, constituído por uma estrutura sintética ligeira à qual estavam apensos ornamentos de Natal, pesando cerca de 30 a 40 quilos, segundo apurou o DN, provocou, ontem, pelas 13.45, um ferido e um ambiente de pânico no corredor entre o hipermercado Jumbo e lojas no Fórum Algarve, em Faro.
Um homem de 25 anos sofreu escoriações no ombro direito ao ser atingido pela derrocada, tendo sido o único ferido e em estado considerado ligeiro. Foi assistido no Hospital de Faro, onde esteve a ser submetido a exames radiológicos para verificar se existia alguma fractura. Ainda no local do acidente e devido a situação de ansiedade e emoção, duas mulheres, uma de 48 e outra de 30 anos, receberam apoio psicológico a cargo de uma especialista do Instituto Nacional de Emergência Médica.
"Estava a levantar-me para ir tomar café e ouvi um estrondo, logo seguido do barulho de pessoas que começaram a correr. Quando a estrutura ruiu, começou a fazer um barulho, o que possibilitou às pessoas que se encontravam no corredor correrem cada uma para o seu lado e aos gritos. Nem olharam para cima, para o tecto", contou Lídia Gomes, florista, incrédula com o sucedido.
Numa altura em que chegam a circular mais de 30 mil pessoas por dia no Centro Comercial Fórum Algarve, a área atingida pela derrocada foi, de imediato, isolada pela PSP para operações de socorro e remoção dos destroços.
A administradora daquele empreendimento comercial, Sandrine Pires, admitiu que o acidente poderá ter resultado do peso das decorações de Natal no tecto falso no corredor junto ao hipermercado. "Passou-se qualquer coisa na parte do tecto entre as lojas e o hipermercado", observou. O corredor onde ocorreu a derrocada já reabriu ao público. "Não há razão para alarme", referiu o presidente da Câmara Municipal de Faro, Macário Correia.
sábado, 3 de janeiro de 2009
SECRETO - Fim de semana
As cartas que “Eles” escreveram ao Pai Natal
Mão amiga vez chegar a este sítio matéria que se pode considerar secreta!São a revelação dos desejos mais íntimos de algumas das nossas figuras públicas. Foram as Cartas ao Pai Natal que alguns d'“eles” escreveram, onde revelaram os seus maiores anseios de simples mortais, e outros pedidos mais, que desejariam para o novo ano que agora começou.
Talvez conhecedor delas, o povo português os compreenda melhor...
E quem sabe, talvez o Pai Natal os tenha escutado, e tenhamos um ano mais feliz para quem teve a sorte de ser ouvido!
Mário SoaresPai Natal:
Acordei agora da sesta. Tive um sonho original. Conversei com a Maria, e achamos que não foi sonho, mas uma ideia genial!
Já fui ministro, primeiro-ministro, e duas vezes presidente deste país. Está na hora de mudar de ares, aceitar novos desafios, levar mais longe o nome de Portugal.
Ou o meu nome... Como sempre quis.
Como tu, tenho já uma certa idade, e no ventre a mesma proeminência.
Decidi que para o ano quero ser o Pai Natal.
Portanto... Olha pá, faz as malas. Desocupa a Lapónia. Vou ser eu o Pai Natal. Tem lá paciência
Assinado: Mário Soares
(Ex-deputado. Ex-Primeiro Ministro. Ex-Presidente da Republica. Ex-Deputado europeu. Futuro Pai Natal)
Jerónimo de SousaCamarada: Tu que és explorado pela entidade patronal durante a época do Natal, usado como símbolo do capitalismo, para fomentar o consumismo desenfreado, descontrolado, que enriquece a burguesia e empobrece o proletariado, junta-te a nós no combate contra a guerra no Iraque.
Oferece Che Guevara's, não ofereças Action Man's. Luta pela igualdade feminina. Não dês Barbies, mas sim Matrioshkas.
Educa as crianças de hoje, comunistas amanhã. Substitui o Harry Potter pelo livro "O Capital".
Camarada: Reivindica o teu direito a um transporte decente! Pára o trenó e as renas, que não é veículo de gente operária e trabalhadora, como tu oh pai natal! Unidos venceremos o imperialismo e os reaccionários.Viva o Natal dos oprimidos! Viva o Natal dos operários!
Assinado pelo candidato: Jerónimo de Sousa
(Carta aprovada por unanimidade e braço no ar pelo Comité Central do PCP)
Francisco LouçãIsto não é uma carta!
É um manifesto. Um protesto.
Uma petição, assinada por dezenas de milhares de intelectuais.
E outras pessoas que jamais se reviram numa festa.
Num bacanal.
Orgia de oferendas, dadas sem qualquer critério, e que perpetuam uma tradição: Caduca. Reaccionária. Clerical.
Que tu representas, oh pai do natal.
Com esta petição nós pretendemos que a data seja referendada!
Não imposta, decretada por um estado economicista e liberal.
E que seja celebrada quando um homem quiser.
Não à roda da mesa. Numa insípida consoada.
Mas num portuguesíssimo arraial.
Assina: Francisco Louçã
Manuel AlegrePai natal, quando voares nos céus da minha Pátria, quando aterrares as renas nas planícies do meu País, lembra-te desta carta, pedido singelo de um homem que só para a Pátria pede para si... Nada quis.
Se o nevoeiro que levou D. Sebastião te fizer perder o rumo, e baralhar o norte, segue o cheiro a verde pinho, ouve a minha trova no vento que passa. E chegarás às chaminés do meu país, Pátria desafortunada. Sem euros. Má sorte.
Numa das chaminés de Lisboa sentirás o odor e verás o fumo negro da traição!
Que o teu trenó sobre ela paire, e que sobre a chaminé de Soares a tua rena páre, e solte bosta.
Um imponente cagalhão.
Assinado: Manuel Alegre
(Poeta, ex-candidato à Presidência da República)
Aníbal Cavaco SilvaExcelentíssimo Senhor Doutor Pai Natal
Venho por esta via pedir para a minha Maria, o Kama Sutra, versão condensada. Não sei se a minha Maria teria, para a versão completa e ilustrada, suficiente pedalada. Eu para mim, por ora nada peço. E de momento nada digo. Não abdico do meu direito de manter o suspense, e de fazer tabu do meu posterior pedido. Mas.... E só isto adianto: Não preciso de Viagra, para acompanhar a minha Maria na leitura do acima citado livro. Que teso e hirto ando eu sempre, não precisando por isso de muleta, oude qualquer outro suplemento para manter o meu porte sobranceiro. Despeço-me atentamente economizando palavras, porque como vossa Excelência sabe: Os tempos são de crise... e tempo é dinheiro.
Assina: Professor Doutor Anibal Cavaco Silva
Presidente da República de Portugal
sábado, 27 de dezembro de 2008
“Nadar para sapatos”
Pais Natal foram ao banho
A solidariedade de veio de Silves, e vai repetir-se no Dia de Ano Novo, porque as “Gaivotas” de Albufeira
precisam de sapatos
No dia de Natal, mais de 200 participantes, nadaram e chapinharam na praia de Armação de Pera numa acção de solidariedade para ajudar a angariar verba para se comprar sapatos novos para as crianças do lar “A Gaivota”, em Albufeira, no Algarve.
A iniciativa partiu do Hotel Garbe e Hotel Carvoeiro Sol, que deste modo motivaram a participação de voluntários para um “banho frio”, que no dizer de alguns participantes “a água nem estava muito fria”.
O Pai Natal esteve bem representado - mais de cinquenta pessoas atenderam ao pedido e trajaram a rigor. Após terem cantado uma canção de Natal correram para o mar que os esperava. Foram distribuidos certificados a todos os participantes no final, durante um encontro no bar do Hotel Garbe, onde foi oferecido um "Mulled Wine" (vinho quente) a todos os que se aventuraram nesta obra de caridade.
Na espectativa de angariar mais fundos - porque a Câmara de Albufeira gastou o dinheiro todo em fogo de artifício..., a iniciativa vai repetir-se. No dia 1 de Janeiro pelas 11.00 horas, haverá outro "Nadar para Sapatos" uma boa forma de receber o ano de 2009 - a chapinhar ou a nadar no Oceano Atlantico, cuja finalidade tem a solidariedade por objectivo.
A solidariedade de veio de Silves, e vai repetir-se no Dia de Ano Novo, porque as “Gaivotas” de Albufeiraprecisam de sapatos
No dia de Natal, mais de 200 participantes, nadaram e chapinharam na praia de Armação de Pera numa acção de solidariedade para ajudar a angariar verba para se comprar sapatos novos para as crianças do lar “A Gaivota”, em Albufeira, no Algarve.
A iniciativa partiu do Hotel Garbe e Hotel Carvoeiro Sol, que deste modo motivaram a participação de voluntários para um “banho frio”, que no dizer de alguns participantes “a água nem estava muito fria”.
O Pai Natal esteve bem representado - mais de cinquenta pessoas atenderam ao pedido e trajaram a rigor. Após terem cantado uma canção de Natal correram para o mar que os esperava. Foram distribuidos certificados a todos os participantes no final, durante um encontro no bar do Hotel Garbe, onde foi oferecido um "Mulled Wine" (vinho quente) a todos os que se aventuraram nesta obra de caridade.
Na espectativa de angariar mais fundos - porque a Câmara de Albufeira gastou o dinheiro todo em fogo de artifício..., a iniciativa vai repetir-se. No dia 1 de Janeiro pelas 11.00 horas, haverá outro "Nadar para Sapatos" uma boa forma de receber o ano de 2009 - a chapinhar ou a nadar no Oceano Atlantico, cuja finalidade tem a solidariedade por objectivo.
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