Uma equipa de desactivação de explosivos da PSP esteve no local para fazer uma vistoria às bagagens e ao porão do avião, não tendo sido detectado qualquer engenho explosivo. O alerta de uma bomba que obrigou um avião da Portugália Airlines (PGA) a aterrar hoje de emergência no aeroporto de Lisboa era falso, informou o porta-voz da ANA. “Um Embraer da Portugália com 25 passageiros a bordo, que vinha de Marselha [França], pediu para aterrar de emergência em Lisboa devido a uma ameaça de bomba a bordo”, disse à agência Lusa o porta-voz da ANA – Aeroportos de Portugal, Rui Oliveira, esclarecendo que se tratou de um falso alarme. Uma equipa de desactivação de explosivos da PSP esteve no local para fazer uma vistoria às bagagens e ao porão do avião, não tendo sido detectado qualquer engenho explosivo, confirmou o subcomissário Alminhas. O alerta foi feito através de um telefonema para a torre de controlo do aeroporto de Marselha, às 19h25, quando a aeronave da PGA já se encontrava em aproximação ao aeroporto de Lisboa, adiantou à Lusa a porta-voz da TAP, Isabel Palma. Apesar da ameaça de bomba, a aterragem aconteceu à hora prevista, às 19h45, sem incidentes e o desembarque dos passageiros decorreu dentro da normalidade.
Avião da TAP retido na África do Sul devido a "questão técnica"
O voo foi reprogramado para quinta-feira, estando a partida marcada para as 7h30. Um avião da TAP ficou hoje retido em Joanesburgo, África do Sul, devido a uma questão técnica, tendo o voo sido reprogramado para amanhã. O voo TP 275, que fazia a ligação Lisboa-Joanesburgo-Maputo, ficou retido devido a "uma questão técnica", afirmou à Lusa fonte da companhia aérea, sem adiantar mais pormenores. O tempo necessário para a resolução desta questão técnica "levou a que fossem excedidos os tempos de trabalho da tripulação definidos na regulamentação internacional", explicou a fonte da companhia aérea. O voo foi reprogramado para quinta-feira, estando a partida marcada para as 7h30. A fonte da TAP disse ainda que serão assegurados a todos os passageiros "o melhor encaminhamento e protecção até à hora do voo".
Pessoal de terra da TAP vai fazer greve a 23 e 29
Protesto ameaça viagens aéreas no Natal e Ano Novo. É uma acção de solidariedade com os trabalhadores da Groundforce em Faro e uma forma de defesa dos restantes postos de trabalho. Os quatro sindicatos de terra da Transportadora Aérea Portuguesa (TAP) vão paralisar nos próximos dias 23 e 29 deste mês. André Teives, presidente do Sindicatos dos Técnicos de Handling de Aeroportos, um dos sindicatos a aderir à greve, explica que a paragem é em protesto contra a ausência de consequências em relação ao despedimento colectivo na Groundforce em Faro.
“Esta greve é decretada pelos sindicatos de terra do grupo TAP, tendo em conta aquilo que se tem passado com a questão dos colegas de Faro, como pela total ausência de intervenção e de consequência de todas as démarches que temos desenvolvido junto do Governo, das comissões parlamentares e dos partidos políticos”, explica André Teives. O sindicalista sublinha que “todos ouvem, todos, se assim se pode dizer, concordam connosco, mas daí não advém nenhuma consequência nem reversão em relação aos despedimentos colectivos”. O pré-aviso de greve foi comunicado esta terça-feira e os sindicatos garantem que os serviços mínimos serão assegurados. Além dos técnicos de Handling, fazem também greve os trabalhadores da aviação e aeroportos, da aviação civil e da indústria metalúrgica.
TAP admite atrasos em dia de greve mas não cancelamentos
Sindicatos esperam grande adesão à greve da Groundforce, mas a TAP diz que não vai alterar nada na operação prevista para os dias 24 e 29 de Dezembro, apesar de cinco sindicatos terem entregue o pré-aviso de greve. Os sindicatos - que estão ligados à Groundforce, a empresa de assistência aos aviões nos aeroportos portugueses - dizem que estão a prever uma grande adesão, mas tanto uma fonte da administração da Groundforce como outra da TAP afirmaram à Renascença que esperam cumprir com as suas operações reconhecendo, no entanto, que poderão existir alguns atrasos. A Groundforce deverá reforçar o número de trabalhadores - através dos colaboradores temporários - em horas específicas, ou seja, nas horas de ponta, para compensar as faltas dos grevistas. Em Faro é esperada uma grande adesão à greve, mas na verdade os reflexos serão poucos, já que, na prática, a Groundforce já não dispõe de clientes no aeroporto do Algarve. Na última paralisação destes sindicatos, no ano passado, não houve voos cancelados, apenas atrasos.