Liberdade e o Direito de Expressão
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Comentar neste espaço com regras
Se os comentadores atras apostos, que usam nomes diversos de pseudónimo (não é pseudónio que se escreve - isso é outra coisa, na gramática portuguesa)...
Repito, se os comentadores anónimos que usam o estilo de colocar nomes vários, como o menino e a menina usa o chupa-chupa-cada-cor-seu-paladar, querem ver os seus comentários difundidos no local onde os colocam, ou divulgados com destaque - seja comunista, fascista, andróide ou misógeno, deve em princípio usar de algumas normas de ética. E aprender:
1º. NÂO OFENDER (insultar) NOMES PESSOAIS OU DE INSTITUIÇÕES.
2º. NÂO USAR (apropriar-se de) NOMES PÚBLICOS POR DEMAIS CONHECIDOS E RESPEITADOS.
3º. IDENTIFICAR-SE PESSOALMENTE COM DOCUMENTAÇÃO PERANTE ALGUM DOS ADMINISTRADORES DESTE BLOGUE (que se responsabilize por seus escritos), COMO O FEZ A. RAMOS.
Neste país habituámo-nos ao "vale quase tudo". Mas ainda existe o quase.
E de gente "séria" e bem intencionada, que repete até à exaustão as suas boutades. Já que de boas intenções, está o inferno cheio...
Boas leituras!
Algarve Reporter
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Nota aos Leitores

Só mesmo por má fé ou mera ignorância - aproveitando-se do meu inabalável sentido democrático, é que alguém poderá escrever nos comentários, que só "olho para o meu umbigo" no que escrevo, ou escrevo "coisas que não domino".
domingo, 24 de maio de 2009
Bandeira verde à navegação
Hoje gostaria de me dirigir muito especialmente a todos aqueles que - em geral - passam os olhos por este site.Falhado que estava um projécto editorial escrito por asfixia económica, no boicote que lhe foi lançado por certa classe política (que tão bem conheço), através do não pagamento de facturação de publicidade que eram devidas à empresa jornalística onde trabalhava - e que somam alguns milhares de euros (por não saber-mos dobrar a espinha), só me restava trabalhar de borla sim, mas a meu gosto. Nasceu então o reporter freelancer que hoje existe, apoiado em now how pessoal de algumas décadas, agora num espaço sem interesses comerciais.
Se já antes não tinha medo de exprimir as minhas convicções e opiniões - livres e apartidárias, publicando textos em que a verdade flutuava como espuma branca ao vento, hoje o medo é palavra vã, porque não existem ordenados nem empresas a defender.
Não é por simples acaso que o Algarve Reporter ultrapassou ontem a barreira das 160.000 visitas em apenas 18 meses.
Mesmo assim, "estaremos no ar" diariamente, e vou continuar - atento, por aí...
terça-feira, 28 de abril de 2009
EM CIMA DA HORA
Depois da Censura... a Sabedoria

Dantes era o lápis azul. Hoje, aqui, a cor é o vermelho, simbolico.
Pela terceira vez em três anos, fui obrigado a “censurar” um poste, e um comentário colocado neste site. Porque mesmo em democracia, as palavras públicas têm de ser medidas, pensadas e reflectidas.
Todos nós, uns mais que outros, temos razões de queixa do meio em que vivemos. Da política aos costumes. Mas a nossa liberdade termina quando começa a dos outros. E uma crítica mal fundada pode ser uma acusação sem ancora na verdade.
Eu compreendo, e até posso comungar do estado de espírito de muitos dos leitores que escrevem textos denunciadores de uma certa forma de fazer política, assente na hipocrisia, na prepotencia e arrogancia, exercida com audácia por alguns políticos da nossa terra. Mas é necessária alguma inteligencia para conter a revolta e não lhes dar a razão que nunca tiveram.
A blogosfera - muitas vezes mal aproveitada sob a capa do anonimato, vem denunciando algumas verdades sobre o mar de lama em que se transformaram certas Autarquias neste País. Com essas denúncias podemos constatar que a maioria dos autarcas estão envolvidos em práticas incorrectas, e diversos actos que bem podem ser considerados de acções corruptíveis sobre os munícipes, pelo uso indevido do erário, por bonificarem ou legislarem em causa própria, ou por omissão e corporativismo.
E o que fazer?
Escrever sim, mas não á toa, sobre o calor da revolta, que pode levar à calúnia. Essa não é a solução. Tem de haver uma superior inteligência para fazer cair a máscara da perfídia.
Aplicar a lei também não funciona neste país, e os políticos demagogos sabem disso e consideram-se acima da lei, pois fazem das “suas”, enquanto estão no poder.
A única solução e a mais eficaz será apelar para quem vota.
Quem os lá colocou, que de lá os afaste.
Para isso é necessário ampliar o conhecimento dos eleitores mais incautos, alertando-os para essas façanhas anómalas, pseudo “democráticas” que à custa de parecerem actos de beneficência, mais não são do que campanhas em benefício próprio com o dinheiro do erário público.
O que é possível fazer, com a consciencialização do eleitorado que está a ser constantemente manipulado, enganado sordidamente, nesta pré-campanha eleitoral para as Eleições Autárquicas.
E alertá-lo para adoção do comportamento no “voto pleno”, que consiste em acrescentar ao direito de voto o direito de veto. Se o eleitor confia no candidato, dá-lhe um voto; se não confia nele, poderá confiar em outro no qual pense reunir as condições desejadas para operar a mudança que se impõe.
Com esse sistema de alerta do eleitor no passa-a-palavra na rua, na loja, no emprego, ou na associação, fica o cidadão com o direito de tirar o poder a quem o não merece ou não sabe exercer, o que estimularia as denúncias sobre a má conduta dos candidatos, facilitando a escolha do eleitor.
E como conseguir isso?
Só vislumbro um caminho - uma mobilização geral. Todos juntos, contando com o passa-palavra e a Internet usada com sabedoria, já que com os jornais locais não se pode contar, por a sua sobrevivência estar dependente do poder local instalado.
Se você concorda com essa ideia, associe-se a grupos de cidadãos que comunguem do seu ideal aproximado, exerça o seu direito de cidadania e repúdio pelas formas fraudulentas de fazer política demagógica, prepotente e manipuladora.
Passe adiante a palavra esclarecedora para os seus amigos. Escolha com inteligência e em unidade o candidato que possa dar corpo ao melhor projecto para o seu Concelho, e que ele seja o intérprete do seu desagrado.
E vote... Vote sempre!
sexta-feira, 10 de abril de 2009
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
O melhor (e o pior...) de 2008
Eis algumas das imagens mais marcantes de 2008 para que recorde mais facilmente o que foi notícia. Do charuto de António Nunes aos ataques à crise, fique com o melhor (e o pior...) deste ano.A 1 de Janeiro, entrou em vigor a nova lei do tabaco e, nas primeiras horas da madrugada, o responsável máximo da ASAE foi logo apanhado a fumar num casino.
Um vídeo caseiro que ficou famoso veio da escola Carolina Michaelis, retratando a crescente violência nas escolas. Do «dá-me o telemóvel já» para o «Alcochete jamais», coube a Mário Lino dar a confirmação oficial do novo aeroporto e da nova ponte Chelas-Barreiro, no «deserto» da margem sul...
Verão quente para os assaltantesA Norte, Rui Rio lutava pela transformação do Bolhão, mas o seu projecto de centro comercial teve de ser alterado.
Depois da demissão de Luís Filipe Menezes, o PSD viveu nova corrida pela liderança. Santana Lopes, Passos Coelho e Patinha Antão foram candidatos, mas foi Manuela Ferreira Leite a cortar a meta em primeiro lugar. Durante a campanha, trocaram-se palavras mais azedas, mas agora Santana até teve o aval da nova líder para a Câmara de Lisboa. O algarvio Patinha Antão ainda não foi “repescado”.
O Verão ficou marcado pelo tempo, que não foi tão quente como se previa, mas também pelo futebol e sobretudo pelo crime. As imagens do assalto do BES ainda hoje não parecem ter sido gravadas em Portugal. Mas foram.
Gonçalo Amaral lançou «Maddie: a verdade da mentira», mas a menina continua desaparecida. Já no Rio Douro foi possível encontrar vários aviões de mais uma prova do Red Bull Air Race.
Obama já mudou o mundo. Do 'Magalhães' espera-se...2008 foi um ano difícil para o primeiro-ministro, mas José Sócrates apareceu aos socialistas, em Guimarães, com um sorriso que não adivinhava a crise que aí vinha. Crise essa que foi combatida com «Magalhães», os computadores que escasseiam nas escolas, mas que deixaram Chávez satisfeito.
O preço dos combustíveis foi tema constante neste ano, e o casamento homossexual uma bandeira 'folclórica' para alguns partidos, assim como alguns mega-processos da justiça deram que falar. Fátima Felgueiras saiu-se bem, já Mário Machado vai ter mesmo de cumprir pena efectiva.
Com professores e estudantes insatisfeitos, a educação treme como nunca, mas Maria de Lurdes Rodrigues continua bem agarrada ao lugar.
Mas no mundo, a grande novidade chama-se Barack Obama, o primeiro presidente negro dos EUA. A mudança que ele promete também é uma esperança para todos os portugueses, que acabam o ano já com bastante receio do próximo...
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Pssst... Só um pouco de atenção!
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Sem comentários
«Seria irresponsável abrir uma suspeição pública europeia sobre o Presidente da Comissão Europeia, que foi primeiro-ministro de Portugal (…). Era feio!» .
Foi assim que Luis Amado justificou a não apresentação de uma queixa à PGR sobre o caso dos voos da CIA.
Consulte o artigo completo em:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=112257