Folha salarial da Fundação Cidade de Guimarães
Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:
- Jorge Sampaio - Presidente do Conselho de Administração:
14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião
- Carla Morais - Administradora Executiva
12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- João B. Serra - Administrador Executivo
12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo
2.000 € mensais + 300 € por reunião
Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se
destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 €.
Ora, isto não merece ser divulgado?
Porque na actual conjuntura é um escândalo !!
_______________________________________
A escaldar: Governo não comenta alegada "razia" nas secretas
Jorge Silva de Carvalho terá fornecido informações à OnGoing antes de ir trabalhar para lá
É mais uma acha para o “caso Ongoing”. O gabinete do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, não comenta as notícias hoje veiculadas pelo semanário “Expresso” e segundo as quais o Governo está a preparar uma "razia nas secretas". Segundo o jornal, Júlio Pereira, secretário-geral do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), colocou o lugar à disposição numa reunião com Passos Coelho e o chefe do Governo terá aceitado, estando agora a tratar da sua substituição. A notícia surge na sequência do chamado “caso Ongoing”, em que o ex-director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa, Jorge Silva Carvalho, terá passado informações à empresa, para onde foi trabalhar a seguir. Ontem, numa nota, o gabinete do primeiro-ministro negou que Silva Carvalho tenha fornecido informações secretas à Ongoing e garantiu que nem o antigo chefe de Governo, José Sócrates, nem o responsável das secretas autorizaram o fornecimento desses dados.
Passos diz que Sócrates não passou informações à Ongoing
Em causa está a alegada transferência de informações por parte do então director do SIED, Jorge Silva Carvalho, para a empresa Ongoing, onde trabalha actualmente, noticiada pelo Expresso na sua última edição. O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, revelou hoje que não houve ordens de José Sócrates e do secretário-geral do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) para o fornecimento de dados ao grupo Ongoing. Passos Coelho, em nota enviada à agência Lusa pelo seu gabinete, especifica ter solicitado hoje esclarecimentos “por escrito” ao secretário-geral do SIRP, depois de o jornal Público ter noticiado que o anterior director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), Jorge Silva Carvalho, “transmitiu informações ao grupo Ongoing, para o qual foi contratado após ter saído das ‘secretas’, com autorização do então primeiro-ministro”, José Sócrates. “Do esclarecimento prestado pelo secretário-geral do SIRP resulta que a notícia carece totalmente de fundamento, uma vez que nem da parte do primeiro-ministro, nem do secretário-geral do SIRP, houve quaisquer ordens ou orientações no sentido referido pela notícia em causa”, diz Passos Coelho. O ex-primeiro-ministro José Sócrates esclareceu também hoje, através de um porta-voz, que nunca teve relações directas com o antigo director do SIED, negando que alguma vez o tenha autorizado a passar dados à Ongoing. Em causa está a alegada transferência de informações por parte do então director do SIED para a empresa Ongoing, onde trabalha actualmente, noticiada pelo Expresso na sua última edição.
Segundo o jornal, o ex-diretor do SIED terá passado à Ongoing informações relacionadas com dois empresários russos e sobre metais estratégicos, antes de abandonar a chefia dos serviços, em novembro de 2010. Jorge Silva Carvalho já negou ter fornecido informações à Ongoing e pediu uma audiência à comissão parlamentar dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias para prestar esclarecimentos, que decidiu ouvir primeiro o presidente do Conselho de Fiscalização dos Serviços de Informação, Marques Júnior. Em entrevista publicada na quinta-feira pelo Diário de Notícias, o ex-diretor do SIED admitiu ter enviado correios eletrónicos [e-mails] de sua casa sobre matéria tratada pelo Expresso, mas garante que não violou o dever de sigilo ou segredo de Estado. Contactado pela agência Lusa, o director adjunto do Público, Miguel Gaspar, esclareceu que “na entrevista ao DN, [Jorge Silva Carvalho] diz que tinha de ter autorização da pessoa a quem o serviço responde” para passar informação, “ou seja, o primeiro-ministro”, e acrescenta que o jornal teve indicação “de que ele [José Sócrates] autorizou”. O Governo já anunciou a abertura de um inquérito aos Serviços de Informação da República na sequência destas notícias e dada a possibilidade de ter havido fugas de informação das ‘secretas’. Por outro lado, o Governo desmentiu “categoricamente” ter pedido às ‘secretas’ informações sobre Bernardo Bairrão, que foi convidado para fazer parte do Governo, mas acabou por não integrar o Executivo, como também escreveu o Expresso nas últimas semanas.
Liberdade e o Direito de Expressão
Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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sábado, 30 de julho de 2011
sábado, 9 de outubro de 2010
Guimarães Capital da Cultura
Tem custos calculados em 111 milhões de euros
Manuel Alegre ajuda a "enterrar" mais o País, e diz que Capital Europeia da Cultura 2012 "é uma causa nacional". Quantos portugueses vão saír da miséria com esse investimento cultural?
O candidato presidencial Manuel Alegre disse em Guimarães, que a Capital Europeia da Cultura 2012 "é uma causa nacional, e não apenas dos vimaranenses, e como tal deve ser entendida". O político socialista elogiou, em declarações aos jornalistas, "a perspetiva multifacetada e pluridisciplinar" do projeto da Fundação Cidade de Guimarães: "isto é visto não apenas como uma festa para durar oito dias, com muitos acontecimentos e foguetes mas que depois passa mas, vendo o que está para trás e pensando naquilo que ficará para a frente", sublinhou.
Manuel Alegre foi recebido de manhã no Centro Cultural Vila Flor onde se reuniu com o presidente da Câmara local, o socialista António Magalhães e com a presidente da Fundação Cidade de Guimarães, Cristina Azevedo, que coordena a preparação do evento Capital da Cultura 2012. Alegre, que ouviu as explicações dos dois responsáveis, salientou que a iniciativa "envolverá os vimaranenses e terá em conta a reabilitação urbana num quadro conducente a fixar casais jovens e artistas".
"Este é um processo semelhante a outros na Europa em que pequenas cidades se tornam referência em vários aspetos e Guimarães tem todas as condições para isso", acentuou. No seu entendimento, a CEC 2012 será um êxito, "não é só Guimarães ser o berço da nacionalidade mas porque já aqui foi feita uma grande obra de reabilitação urbana que agora vai ser ampliada".
"Acho que Guimarães vai ser uma grande cidade da Europa", vaticinou. A CEC 2012 tem custos calculados em 111 milhões de euros, dos quais 70 milhões para equipamentos - geridos diretamente pelo Município - e 41 para a programação cultural, que está a cargo da Fundação. A Fundação Cidade de Guimarães anuncia hoje os primeiros parceiros oficiais da Capital Europeia da Cultura
Os presidentes do Conselho Geral da Fundação Cidade de Guimarães, Jorge Sampaio, da Câmara Municipal de Guimarães, António Magalhães e da Fundação Cidade de Guimarães, Cristina de Azevedo, assinaram os primeiros protocolos de cooperação com parceiros oficiais de Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura. A cerimónia decorreu após a reunião do Conselho Geral da Fundação que se reúne hoje à tarde, na qual vai ser deliberado sobre o Plano Estratégico 2011-2013 da Fundação, bem como sobre o Plano de Actividades e Orçamento da Fundação para 2011.
Manuel Alegre ajuda a "enterrar" mais o País, e diz que Capital Europeia da Cultura 2012 "é uma causa nacional". Quantos portugueses vão saír da miséria com esse investimento cultural?
O candidato presidencial Manuel Alegre disse em Guimarães, que a Capital Europeia da Cultura 2012 "é uma causa nacional, e não apenas dos vimaranenses, e como tal deve ser entendida". O político socialista elogiou, em declarações aos jornalistas, "a perspetiva multifacetada e pluridisciplinar" do projeto da Fundação Cidade de Guimarães: "isto é visto não apenas como uma festa para durar oito dias, com muitos acontecimentos e foguetes mas que depois passa mas, vendo o que está para trás e pensando naquilo que ficará para a frente", sublinhou.
Manuel Alegre foi recebido de manhã no Centro Cultural Vila Flor onde se reuniu com o presidente da Câmara local, o socialista António Magalhães e com a presidente da Fundação Cidade de Guimarães, Cristina Azevedo, que coordena a preparação do evento Capital da Cultura 2012. Alegre, que ouviu as explicações dos dois responsáveis, salientou que a iniciativa "envolverá os vimaranenses e terá em conta a reabilitação urbana num quadro conducente a fixar casais jovens e artistas".
"Este é um processo semelhante a outros na Europa em que pequenas cidades se tornam referência em vários aspetos e Guimarães tem todas as condições para isso", acentuou. No seu entendimento, a CEC 2012 será um êxito, "não é só Guimarães ser o berço da nacionalidade mas porque já aqui foi feita uma grande obra de reabilitação urbana que agora vai ser ampliada".
"Acho que Guimarães vai ser uma grande cidade da Europa", vaticinou. A CEC 2012 tem custos calculados em 111 milhões de euros, dos quais 70 milhões para equipamentos - geridos diretamente pelo Município - e 41 para a programação cultural, que está a cargo da Fundação. A Fundação Cidade de Guimarães anuncia hoje os primeiros parceiros oficiais da Capital Europeia da Cultura
Os presidentes do Conselho Geral da Fundação Cidade de Guimarães, Jorge Sampaio, da Câmara Municipal de Guimarães, António Magalhães e da Fundação Cidade de Guimarães, Cristina de Azevedo, assinaram os primeiros protocolos de cooperação com parceiros oficiais de Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura. A cerimónia decorreu após a reunião do Conselho Geral da Fundação que se reúne hoje à tarde, na qual vai ser deliberado sobre o Plano Estratégico 2011-2013 da Fundação, bem como sobre o Plano de Actividades e Orçamento da Fundação para 2011.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Despesismo
200 milhões de euros por aviões em segunda mão
Portugal paga, e o Ministro defende investimento de mais de 1500 milhões de euros no programa de modernização da Força Aérea Portuguesa, para substituir a frota de seis P-3P com mais de 20 anos e 25 mil horas de voo.
Portugal pagou quase 200 milhões de euros à Marinha de Guerra Holandesa pela aquisição e modernização de cinco aviões que têm mais de 20 anos. Esta é uma pequena parte do investimento de mais de 1500 milhões de euros no programa de modernização de frotas da Força Aérea Portuguesa (FAP), que, segundo o ministro da Defesa, vai continuar, apesar das restrições orçamentais «muito fortes». O programa de modernização do equipamento militar da FAP, que começou em 2005 e deverá durar até 2015, «é um esforço muito importante e necessário» que «prosseguirá», disse Augusto Santos Silva.
«É um esforço que tem sido desenvolvido e vai ser continuado, procurando, em cada momento, essa subtil arte da combinação entre as necessidades e as possibilidades, entre as nossas finalidades e os nossos recursos», frisou. O governante falava na Base Aérea n.º 11 de Beja, na apresentação do P-3C CUP+, a primeira versão modernizada de cinco aviões P3-C que a FAP comprou em 2005 e está a modernizar até 2012. Questionado pelos jornalistas sobre se o programa vai ser repensado devido à necessidade de equilíbrio das contas públicas, o ministro lembrou que o Governo já suspendeu os novos programas de equipamento militar até 2013.
«Isso não significa que os programas em curso não devam ser concluídos dentro da calendarização que é necessário cumprir, procedendo aos ajustamentos temporais que as restrições recomendem», disse. Segundo o ministro, «não se gasta muito dinheiro» em equipamento militar, mas «faz-se o investimento estritamente necessário» e «em capacidades que são absolutamente essenciais» para a independência nacional e a segurança e o bem-estar das populações. Do investimento «de mais de 1500 milhões de euros «do programa de modernização do equipamento da FAP, para «capacitá-la para as principais missões que executa», precisou, «pouco mais de um terço» está «praticamente executado».
Através do programa e num investimento de quase 200 milhões de euros, o Estado, para substituir a frota de seis P-3P com mais de 20 anos e 25 mil horas de voo, comprou em 2005 à marinha de guerra holandesa cinco aviões Lockheed P3-C ORION, já desactualizados, com 20 anos, e que estão a ser modernizados. Trata-se de um investimento numa aeronave «muito importante» para cumprir um «alargado leque de missões», como a defesa militar de Portugal, os compromissos internacionais e as missões não militares de interesse público, como busca e salvamento de pessoas, frisou.
Segundo o ministro, os processos de aquisição e de modernização dos P-3C são «bons exemplos», porque o contrato de contrapartidas associado vai «garantir a participação da indústria nacional no processo», já que três dos cinco aviões serão modernizados em Portugal. O primeiro P-3C CUP+, foi apresentado esta quarta-feira, foi modernizado na fábrica da Lockheed Martin nos Estados Unidos da América, onde o segundo está a ser modernizado. Do programa de modernização do equipamento da FAP, além da compra e da modernização dos P3-C, Augusto Santos Silva destacou a modernização dos aviões F-16 e dos aviões de transporte C-130 e a compra de 12 aeronaves C-295, sete das quais já estão ao serviço, de 12 helicópteros EH-101.
Portugal paga, e o Ministro defende investimento de mais de 1500 milhões de euros no programa de modernização da Força Aérea Portuguesa, para substituir a frota de seis P-3P com mais de 20 anos e 25 mil horas de voo.
Portugal pagou quase 200 milhões de euros à Marinha de Guerra Holandesa pela aquisição e modernização de cinco aviões que têm mais de 20 anos. Esta é uma pequena parte do investimento de mais de 1500 milhões de euros no programa de modernização de frotas da Força Aérea Portuguesa (FAP), que, segundo o ministro da Defesa, vai continuar, apesar das restrições orçamentais «muito fortes». O programa de modernização do equipamento militar da FAP, que começou em 2005 e deverá durar até 2015, «é um esforço muito importante e necessário» que «prosseguirá», disse Augusto Santos Silva.
«É um esforço que tem sido desenvolvido e vai ser continuado, procurando, em cada momento, essa subtil arte da combinação entre as necessidades e as possibilidades, entre as nossas finalidades e os nossos recursos», frisou. O governante falava na Base Aérea n.º 11 de Beja, na apresentação do P-3C CUP+, a primeira versão modernizada de cinco aviões P3-C que a FAP comprou em 2005 e está a modernizar até 2012. Questionado pelos jornalistas sobre se o programa vai ser repensado devido à necessidade de equilíbrio das contas públicas, o ministro lembrou que o Governo já suspendeu os novos programas de equipamento militar até 2013.
«Isso não significa que os programas em curso não devam ser concluídos dentro da calendarização que é necessário cumprir, procedendo aos ajustamentos temporais que as restrições recomendem», disse. Segundo o ministro, «não se gasta muito dinheiro» em equipamento militar, mas «faz-se o investimento estritamente necessário» e «em capacidades que são absolutamente essenciais» para a independência nacional e a segurança e o bem-estar das populações. Do investimento «de mais de 1500 milhões de euros «do programa de modernização do equipamento da FAP, para «capacitá-la para as principais missões que executa», precisou, «pouco mais de um terço» está «praticamente executado».
Através do programa e num investimento de quase 200 milhões de euros, o Estado, para substituir a frota de seis P-3P com mais de 20 anos e 25 mil horas de voo, comprou em 2005 à marinha de guerra holandesa cinco aviões Lockheed P3-C ORION, já desactualizados, com 20 anos, e que estão a ser modernizados. Trata-se de um investimento numa aeronave «muito importante» para cumprir um «alargado leque de missões», como a defesa militar de Portugal, os compromissos internacionais e as missões não militares de interesse público, como busca e salvamento de pessoas, frisou.
Segundo o ministro, os processos de aquisição e de modernização dos P-3C são «bons exemplos», porque o contrato de contrapartidas associado vai «garantir a participação da indústria nacional no processo», já que três dos cinco aviões serão modernizados em Portugal. O primeiro P-3C CUP+, foi apresentado esta quarta-feira, foi modernizado na fábrica da Lockheed Martin nos Estados Unidos da América, onde o segundo está a ser modernizado. Do programa de modernização do equipamento da FAP, além da compra e da modernização dos P3-C, Augusto Santos Silva destacou a modernização dos aviões F-16 e dos aviões de transporte C-130 e a compra de 12 aeronaves C-295, sete das quais já estão ao serviço, de 12 helicópteros EH-101.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Iluminações de Natal
Albufeira transforma-se no império da luz... no Sul
Apesar da crise financeira, as principais autarquias do País encontram espaço no orçamento para as iluminações. Só Albufeira gasta 366 mil Euros!
A crise financeira está a afectar duramente a sociedade portuguesa e a provocar o fecho de muitas empresas mas as iluminações de Natal permanecem acesas, até porque são uma oportunidade para o comércio sair da estagnação em que se encontra, noticia a agência Lusa.
Na capital, as iluminações de Natal serão financiadas pela primeira vez inteiramente por privados, depois de um concurso lançado pela autarquia, através do qual os patrocinadores garantem um investimento entre dois e três milhões de euros, que sucede aos cerca de 400 mil euros do ano passado.
O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), sublinhou que «este novo modelo marca uma ruptura com um modelo desenvolvido durante anos», através de um protocolo com a União de Comerciantes que, segundo o autarca, se revelou «insustentável». As iluminações vão acender-se em 24 ruas e 15 praças, incluindo locais inéditos como a zona ribeirinha, sob o signo dos contos natalícios, em que o Rossio dedicado ao «Quebra-Nozes» será o núcleo principal.
No Algarve, a Câmara de Faro vai gastar 140 mil euros na iluminação de Natal, um valor que foi decidido em Junho e que a crise financeira global não chegou a afectar na decisão, disse o autarca José Apolinário. Mas o dispendio mais vultuoso a realizar por uma autarquia algarvia, e que rivaliza com o numero de famílias carenciadas do concelho, muitas delas a receber o rendimento mínimo, ocorre em Albufeira, onde a Câmara Municipal chefiada por Desiério Silva vai gastar 366 mil euros em jogos de luz a distribuir pelas ruas do Concelho, sem contudo se saber ainda qual o valor orçamentado para a festa da Passagem de Ano.
Apesar da crise financeira, as principais autarquias do País encontram espaço no orçamento para as iluminações. Só Albufeira gasta 366 mil Euros! A crise financeira está a afectar duramente a sociedade portuguesa e a provocar o fecho de muitas empresas mas as iluminações de Natal permanecem acesas, até porque são uma oportunidade para o comércio sair da estagnação em que se encontra, noticia a agência Lusa.
Na capital, as iluminações de Natal serão financiadas pela primeira vez inteiramente por privados, depois de um concurso lançado pela autarquia, através do qual os patrocinadores garantem um investimento entre dois e três milhões de euros, que sucede aos cerca de 400 mil euros do ano passado.
O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), sublinhou que «este novo modelo marca uma ruptura com um modelo desenvolvido durante anos», através de um protocolo com a União de Comerciantes que, segundo o autarca, se revelou «insustentável». As iluminações vão acender-se em 24 ruas e 15 praças, incluindo locais inéditos como a zona ribeirinha, sob o signo dos contos natalícios, em que o Rossio dedicado ao «Quebra-Nozes» será o núcleo principal.
No Algarve, a Câmara de Faro vai gastar 140 mil euros na iluminação de Natal, um valor que foi decidido em Junho e que a crise financeira global não chegou a afectar na decisão, disse o autarca José Apolinário. Mas o dispendio mais vultuoso a realizar por uma autarquia algarvia, e que rivaliza com o numero de famílias carenciadas do concelho, muitas delas a receber o rendimento mínimo, ocorre em Albufeira, onde a Câmara Municipal chefiada por Desiério Silva vai gastar 366 mil euros em jogos de luz a distribuir pelas ruas do Concelho, sem contudo se saber ainda qual o valor orçamentado para a festa da Passagem de Ano.
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