Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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sábado, 17 de outubro de 2009

Ideias do Levante

Promove Laboratório de Teatro

Associação Cultural de Lagoa, promove nos dias 24 e 25 de Outubro de 2009, um Laboratório de Teatro, dirigido por Rui Mimoso.

Esta formação é pensada para aqueles que já realizaram um curso de Iniciação de Teatro/alguma experiência em teatro e pretendam consolidar técnicas de interpretação teatral básicas na concepção do actor, a construção da personagem, e seleccionar eventuais interessados para um próximo projecto do grupo de Teatro Experimental Ideias do Levante a realizar no ano de 2010. Os temas propostos serão os pontos de irradiação, o corpo no espaço, o movimento como forma, a concentração/focalização da atenção, a procura do centro da personagem, o gesto psicológico, e os níveis de interpretação.
Rui Mimoso (Encenador) licenciou-se na Alemanha em Ciências de Educação- Área das Expressões Artísticas, e há uma década que tem tido encenações a seu cargo com grupos de teatro do Algarve, especialmente Lagoa, onde gosta de viver e inquietar o público com as suas ideias e adaptações de teatro. Tem um enorme respeito pelas correntes de teatro russo e, em termos de encenação é um admirador incondicional da coreógrafa alemã Pina Bausch e do encenador Inglês Peter Brook. Por isso mesmo, não gosta da palavra minimalista, mas não prescinde de um cenário limpo e integrante, dando maior importância ao à entrega do actor na transformação do texto.
Esta formação decorrerá na sede da associação em Lagoa e encontra-se aberta a um mínimo de 8 participantes e a um máximo de 16 participantes. A carga horária prevista totaliza as 10 horas distribuídas, pela manhã (10h-13h) e tarde (15h-19h) de Sábado, e pela manhã (10h-13h) de Domingo. O valor da inscrição é de 40 Euros para não sócios e 30 Euros para sócios. As inscrições poderão ser efectuadas através do site da associação em http://www.ideiasdolevante.net/ ou, em alternativa, através do número 282010080, das 18h00 às 20h00, de Segunda a Sexta-feira. Após a realização da formação, os formandos receberão um certificado de participação.
A Associação solicita-se, aos eventuais interessados (para além do gosto e fascínio pelo teatro), disponibilidade relacional e de tempo.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Arte Pública made by UAlg

Invasão do centro histórico de Faro “foi um sucesso”

Alunos e docentes da UAlg deram vida ao projecto Dialogue Boxes on Street Windows, criado no âmbito do Art Allgarve e dos 30 Anos da UAlg.

Na terceira edição do programa Art Allgarve, em 2009, foi pela primeira vez integrada uma componente regional, para a qual contribuíram docentes e alunos de Artes Visuais da UAlg – os primeiros enquanto curadores, os segundos enquanto artistas. O projecto Dialogue boxes on street Windows, composto por dez instalações produzidas por quatro artistas de renome e dez estudantes da UAlg, esteve nas ruas do centro histórico de Faro durante três meses, desde Junho até ao final de Setembro, e segundo os curadores e docentes de Artes Visuais da UAlg, Mirian Tavares e Alexandre Barata, foi “a exposição mais vista do Allgarve”.
O balanço final não podia ser mais positivo: os curadores do projecto Dialogue Boxes on Street Windows, Mirian Tavares e Alexandre Barata, estão muito satisfeitos com os resultados obtidos com a participação no programa Art Allgarve. Ambos consideram que esta “foi a exposição mais vista do Allgarve, já que as pessoas circulavam pelas ruas da baixa e do centro histórico de Faro e a arte estava ali, ao lado delas”, sublinhando que “projectos como este são importantes para que as pessoas tenham consciência de que nem tudo que está exposto na via pública é arte”.
Mirian Tavares e Alexandre Barata frisam que para criar esta exposição contaram com quatro grandes artistas – António Costa Pinheiro, Ana Vidigal, Susanne Themlitz e Manuel Baptista – que criaram projectos originais para a exposição. “Todos se envolveram bastante com o projecto, mesmo aqueles que nunca tinham experimentado arte pública, e gostaram do resultado, o que a nós, enquanto curadores, nos dá uma grande satisfação”, assinalam. Aliás, dado o sucesso do projecto, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Faro desde o primeiro momento, os curadores acreditam que “este poderia ser um trabalho mais continuado para que Faro, e outras cidades, pudessem sentir como a arte é capaz de transformar o espaço que a rodeia e criar novos itinerários dentro da mesma cidade.”
Este projecto proporcionou ainda um momento único de aprendizagem para os alunos da licenciatura em Artes Visuais da UAlg bem como para os recém-formados em Artes Visuais que participaram na exposição enquanto artistas, pois “aprenderam a trabalhar em condições complicadas, em superfícies inovadoras e a criar algo para uma exposição site specific, o que não é uma tarefa fácil”. E, dizem os curadores e docentes, “saíram-se todos muito bem”.

Jovens artistas/estudantes na UAlg marcam o coração de Faro

“Na raiz do projecto Dialogue boxes on street Windows reside o conceito de arte pública”, explica Mirian Tavares, sendo o objectivo, por um lado, “recuperar a ideia inicial da arte pública como um processo de invasão do espaço urbano, promovendo a sua reconfiguração” e, por outro lado, “aproximar a arte do público que, em geral, não está habituado a ir a locais de exposição convencionais como galerias, centros de arte e museus”.
Andreia Filipe, Alexandre Lima, Guilherme Gonçalves, Gustavo de Jesus, Joana Bárbara, Mara Barth, Paulo Quaresma, Tatiana Barreiros, Tiago Custódio e Úrsula Mestre são os dez jovens artistas e estudantes recém-licenciados do curso de Artes Visuais da UAlg que invadiram o centro histórico de Faro no dia 20 de Junho, interpelando os transeuntes com várias abordagens artísticas.
Segundo Alexandre Barata, “os trabalhos dos alunos da licenciatura em Artes Visuais seguem caminhos muito diversos, desde a utilização de uma linguagem de banda desenhada, onde as personagens espreitam das janelas das casas para a rua que as envolve, até à presença de noivas suicidas, enquadradas num espaço real que se converte em espaço cénico”.
As técnicas utilizadas são as mais variadas, “passando por pinturas realizadas directamente sobre a superfície das casas até ao trabalho realizado sobre materiais, como telas e madeiras, e posteriormente colocado nas fachadas”, continua o curador.
Além dos trabalhos, que estiveram visíveis nas fachadas de algumas casas do percurso, estiveram ainda expostas peças tridimensionais que ocuparão o passeio e os largos e que abrigaram, em muitos casos, performances dos alunos/artistas, que tiveram lugar ao longo do Verão, aos sábados à noite, dando assim uma dimensão ainda mais dinâmica e intensa à relação da arte com o espaço público.
Foi o caso, por exemplo, de Úrsula Mestre, com a instalação performativa “Saia que gritas”, que aborda as questões de género no Séc. XXI através de três peças, três saias das quais três mulheres se tentam libertar, e de Paulo Quaresma, que no contexto do projecto “O meu abrigo é o meu templo” instalou um abrigo e encarnou a personagem de um sem-abrigo nas ruas de Faro uma vez por semana durante três meses.

Proposta curatorial da UAlg integra obras de quatro artistas de renome

“Nestas intervenções a arte afirmar-se-á como um espaço de promoção do diálogo entre as pessoas, envolvendo-as e questionando-as. Será um convite ao olhar crítico, à participação activa no processo de construção de uma cidade de cultura e, obviamente, para a cultura”, sublinha Mirian Tavares. A exposição Dialogue boxes on street Windows reúne, além das contribuições de estudantes da UAlg, obras de quatro criadores convidados. São eles António Costa Pinheiro, Ana Vidigal, Susanne Themlitz e Manuel Baptista, todos, de alguma forma, relacionados com o contexto algarvio.
Para Dialogue boxes on street Windows, António Costa Pinheiro decidiu recuperar parte da sua obra realizada entre 1967 e 1975, Citymobil – Arte-Projecto, que está integrada na fase conceptual do artista. “Neste trabalho ele utilizou objectos que se organizam em narrativas dentro de uma cidade que é, permanentemente, transformada pelos seus habitantes, ideia que se encaixa perfeitamente na proposta curatorial deste projecto e que continua a ser inovadora e instigante, mesmo após tantos anos”, frisa Alexandre Barata.
Ana Vidigal decidiu explorar o espaço público através de um olhar, ao mesmo tempo, perverso e infantil, ao explorar as figuras que parecem saídas de ilustrações dos anos 50. “Os painéis da artista colocam o público na incómoda posição de voyeur, que participa, voluntariamente ou não, de uma série de jogos propostos por duas meninas, especulares, mas de tamanhos diferentes – o que marca uma relação de poder e submissão”, continua o curador. As janelas abrem-se de par em par e deixam que o público invada, completamente, o espaço privado, e sagrado, da inocência infantil.
Segundo Mirian Tavares, “neste projecto, Susanne Themlitz desenvolve um trabalho inquietante, onde um edifício deixa de ter fronteiras entre o espaço de fora e o espaço de dentro – ambos passam a conviver, lado a lado, numa superfície externa”. Não é preciso espreitar para dentro das janelas, a casa, como que esventrada, é exposta ao olhar de todos. Os elementos, que convivem na superfície do edifício, estão também eles fora do tempo e do espaço apropriados, remetendo-nos para o universo onírico da artista.
Já Manuel Baptista trabalha a dualidade entre as superfícies, a ideia de bidimensionalidade e de tridimensionalidade que se cruzam e se complementam, criando um efeito ornamental e decorativo, sem deixar de ser provocador. “Uma provocação que evoca a Pop Art, recheada de ironia e bom humor, tornando o espaço público atraente e vivo, buscando atrair também o olhar do público que passa e que já não vê o espaço que o circunda”, conclui a curadora.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Fitas no horizonte

“No Algarve existe talento à espera de ser revelado”

Para demonstrar como existe talento na região, o realizador Matt Cimber disponibilizou-se para dirigir uma longa-metragem onde toda a equipa seja local, incluindo actores, chefias, técnicos e músicos.

O guionista, realizador e produtor norte-americano Matt Cimber, considera que “no Algarve existe muito talento para fazer cinema, que só está à espera da oportunidade certa para ser revelado”. Matt Cimber falava, em Faro, durante um Workshop promovido pela Algarve Film Commission, no passado sábado, 15 de Agosto, que atraiu 80 participantes de toda a Região, Alentejo e Grande Lisboa.
Para além de dinamizar o Workshop, esteve três dias na Região tendo visitado várias localizações em Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, que poderão vir a ser cenários dos projectos que tem em preparação. Durante a iniciativa diria mesmo que “vi paisagens e localizações que facilmente parecem a Califórnia ou o Sul de França, permitindo realizar aqui filmes de vários tipos”.
Matt Cimber acrescentou que “além de paisagens que se podem parecer com outras partes do Mundo, têm tudo o que está ligado à vossa história e ao património e locais únicos, como Sagres, que só existem no Algarve”. O objectivo do Workshop promovido pela Algarve Film Commission foi familiarizar os participantes com o sistema de produção norte-americano, por forma a identificar as principais oportunidades que se colocam aos técnicos locais sempre que uma produção internacional seja rodada na região.
Matt Cimber começou a sua carreira nos anos 60, dirigindo teatro em Nova Iorque, tendo-se estreado como realizador de cinema em 1968. Desde então, assinou 20 longas-metragens e dezenas de documentários, tendo dirigido actores como Jayne Mansfield, Pia Zadora, Rex Harrison, Orson Welles, entre outros.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Arte Jovem

Workshop de Graffitis em Olhão

"Mais uma forma de comunicar com a comunidade surda".

Decorreu no passado Sábado, em Olhão, o Workshop de Graffiti, intitulado “Mais uma Forma de Comunicação com a Comunidade Surda”, uma actividade realizada pelo projecto “Graffitis d´ Olhão”, promovido pela MOJU – Associação Movimento Juvenil de Olhão e o projecto “Acontece… Comunicação” promovido pela ASA - Associação de Surdos do Algarve inserido.
Esta iniciativa “única”, objectivou passar diversas mensagens sobre os problemas Sociais designadamente, da delinquência juvenil, a exclusão de pessoas ou de grupos, os preconceitos, a marginalidade, a indiferença e a constatação de alguma pobreza mental.
Através do Graffiti - forma de expressão e arte urbana - procurámos promover a inclusão da comunidade surda numa sociedade de ouvintes e alertar toda a Sociedade para as formas possíveis de comunicar com a pessoa surda de modo a ser entendida, seja através de LGP (Língua Gestual Portuguesa), de expressão/mímica, e de alguma persistência por parte do ouvinte para compreender o interlocutor surdo.
Este Workshop que abraçou jovens surdos, oriundos de vários Concelhos do Algarve nomeadamente de Olhão, Faro, Lagos, e outros, permitiu, por um lado, auscultar a sua visão sobre esta forma de arte, e por outro, promover a expressão individual dos jovens abrangido na iniciativa.

quinta-feira, 19 de março de 2009

“CAPa” com projectos culturais

Objectivos para fomentar Arte e Cultura

O repto lançado com o “Projecto 5’55 - corra o risco de se (nos) surpreender” foi totalmente conseguido.

No final da noite e após a apresentação de 11 das 12 propostas seleccionadas a surpresa e o entusiasmo dominavam não só os participantes, mas também o público que esgotou o CAPa.
Da dança ao teatro, passando pela música e pelo vídeo, das 11 propostas apresentadas, 5 constituem objecto com potencialidades que merecem ser acompanhados e até apoiados no seu possível desenvolvimento futuro.
Cruzaram-se ideias e, espontaneamente, há já a intenção de se fundirem projectos. “Nas mudanças entre cada apresentação houve espaço para um diálogo informal, que contribuiu para que todos saíssemos com a convicção de que é urgente estimular o aparecimento de novas estruturas de criação através do apoio à formação”.
Deste modo, a “CAPa” estará a incrementar/sustentar algumas vontades, contrariando ideias feitas e pouco sustentadas, de quem não conhece o terreno, e sobretudo a posição do Estado que persistentemente tem vindo a desinvestir no Algarve. E acrescenta que “não faz sentido que o próprio M/Cultura, através da DGArtes, se refugie no facto de não existirem 'dinâmicas artísticas', para retirar uma parte substancial dos apoios financeiros a atribuir a esta região, em sede de concurso de Apoios Directos às Artes. Tendo em conta esta realidade parece-nos mais do que urgente todos investirmos no sentido de alterarmos a breve prazo esta situação. Da nossa parte, e se o M/C assim o permitir, poderão contar com um projecto de formação em rede que envolverá 5 cidades desta região e um conjunto muito significativo de formadores/criadores de diferentes áreas, do teatro à dança, passando pelo jornalismo e indo até à produção. 5'55'' foi o arranque desse projecto maior e mais ambicioso na àrea da formação. Se dúvidas existissem esta aventura comprovou que estamos no caminho certo”.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Teatro para jovens

Atribuidos Diplomas para Artes Cénicas

Cãmara de Silves entregou Diplomas aos finalistas do Workshop de Teatro efectuado na cidade.

Foram entregues os diplomas aos jovens que concluíram o Workshop de Teatro, organizado pela Câmara Municipal de Silves (Sector de Juventude – Divisão de Desporto, Juventude e Acção Social), que decorreu no Espaço Jovem.
Esta actividade teve lugar às quartas-feiras, entre os meses de Novembro de 2008 e Fevereiro de 2009, tendo tido 10 sessões e contou com a participação de 15 jovens.
A Monitora responsável pela orientação dos formandos foi Meire Gomes, que procurou promover, junto deste grupo de jovens, os seus primeiros contactos com a arte da representação e o seu desenvolvimento cultural e intelectual.
Este mesmo Workshop irá repetir-se em breve (oportunamente será indicada a data de início), mas desta vez na Freguesia de S. Bartolomeu de Messines.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Artes Performativas


Em causa dois subsistemas de ensino superior

Centro de Investigação em Artes e Comunicação da UAlg recebe carimbo de excelência da FCT numa avaliação efectuada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)

“Sentimos esta decisão da FCT, que avaliou o CIAC como um centro de investigação Excelente, como uma enorme responsabilidade, uma vez que para nós significa o reconhecimento do valor das propostas do CIAC e igualmente um inquestionável voto de confiança na nossa capacidade de colocar as nossas ideias em prática”, explica o Prof. António Branco, coordenador do CIAC e docente e investigador da UAlg.
O CIAC resulta da fusão de dois centros de investigação não financiados, o Centro de Investigação em Ciências da Comunicação e Artes (CICOMA) da UAlg, e o Centro de Investigação em Teatro e Cinema (CITECI) da Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC), em Lisboa. Ao todo esta unidade de investigação integra 15 doutores, sete da UAlg e os restantes da ESTC e de outras instituições de ensino superior, estando a coordenação dos trabalhos a cargo do docente da Ualg, António Branco, e a vice-coordenação ao cuidado do Prof. João Maria Mendes, da ESTC.

Segundo o coordenador do CIAC, o facto de o centro reunir especialistas de dois subsistemas de ensino superior, universitário e politécnico, foi seguramente encarado como uma mais-valia pelo painel internacional de avaliadores da FCT. “Consideramos que a nossa é uma estratégia ganhadora, ao reunir no mesmo centro investigadores do ensino politécnico e universitário. Para nós este encontro só tem vantagens, até porque o que está em causa, no que toca à actividade de investigação, é a qualidade das pessoas envolvidas e do seu trabalho, pelo que este diálogo entre dois subsistemas de ensino superior se traduz, para nós, num horizonte de possibilidades mais alargado para o CIAC”, frisa António Branco.
Embora se divida entre o Algarve e Lisboa, António Branco defende que “a coesão entre os investigadores e os respectivos projectos é muito grande e acreditamos que essa sintonia foi outro dos factores que pesou a nosso favor aquando da avaliação da FCT”.
Efectivamente, muitos projectos de investigação são comuns às duas grandes linhas orientadoras da unidade de I&D - Estudos Fílmicos, Artes Visuais e Comunicação, por um lado, e Teatro e Artes Performativas, por outro lado –, o que atesta igualmente o grau de integração entre os dois pólos do centro. Aliás, para que a transparência e coordenação sejam totais, existe mesmo um projecto em curso cujo único objectivo é assegurar a articulação entre todas as linhas de investigação.