Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Novo Shopping em Tavira

Inauguração com Concerto dos Fingertips

A abertura do Tavira Grand Plaza, reforça presença da Sonae no Algarve e cria 273 novos postos de trabalho.

Dinamizar a economia, prosseguir o crescimento orgânico e continuar a oferecer ao cliente a melhor proposta de valor, mas sempre em sintonia com o mercado. São estes os vectores do plano de expansão em curso na Sonae, comprovados por mais esta abertura no sotavento algarvio. Com um investimento de 15 milhões de euros, a Sonae cria 273 empregos directos no Tavira Gran-Plaza, propriedade da Martifer e gerido pela Sonae.
A empresa continua atenta às oportunidades que o mercado vai proporcionando, analisando com acuidade todos os projectos com potencial para gerar valor. Apesar da actual conjuntura, marcada por uma continuada retracção da economia, o Algarve é uma região do país onde a Sonae tem uma grande implantação, com 65 lojas, representando um total de 2200 postos de trabalho.
Com estas novas unidades, aumentamos a proximidade às famílias algarvias e a todos os turistas que, ano após ano, procuram a região e a quem continuaremos a assegurar a melhor proposta de valor, caracterizada pela variedade e qualidade dos produtos, disponibilizados aos mais baixos
preços do mercado. Ao criar 273 novos postos de trabalho no Tavira Gran-Plaza, a Sonae vai contribuir para uma maior dinamização da economia local.
A festa de Inauguração ocorreu ontem, com um concerto pelos Fingertips, e a abertura ao público decorre hoje, dia 5 de Junho, sexta-feira. O complexo Tavira Gran-Plaza, que vai servir Tavira, Vila Real de Santo António, São Brás de Alportel e Olhão, e dispõe de 1045 lugares de estacionamento.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Ria Shopping inaugurado em Olhão

A crise não impede romaria de visitantes

Espaço permite o contacto visual com a cidade e exibe elementos temáticos da Ria Formosa.

O Ria Shopping foi ontem inaugurado, e logo no primeiro dia de abertura ao público recebeu cerca de 45 mil visitantes. Em pleno centro de Olhão, o novo complexo assume um conceito de proximidade e de sedução, afirmando-se como forte impulsionador económico e “socio-cultural” da região, já que será o novo-entretem dos domingos para a população.
Com 80 lojas e 1.100 lugares de estacionamento, o primeiro investimento em Portugal da Sans Frontieres, de 30 milhões de euros, envolve uma área de influência com cerca de 200 mil pessoas, variando com a sazonalidade algarvia.
Do ponto de vista arquitectónico, destacam-se dois elementos no Ria Shopping, desenhado pelo gabinete de arquitectura Broadway Malyan: a enorme cobertura em tela tensionada com cerca de 2.700 metros quadrados, que permite um contacto visual com a cidade, a partir do último piso, bem como uma maior eficiência energética (elimina a necessidade de iluminação artificial durante o dia e diminui os gastos em arrefecimento no Verão) e a praça urbana, conseguida através de uma imponente pala de madeira que surge na entrada principal.

De referir uma sumptuosa parede em vidro que serve a cascata de água com mais de 15 metros de altura. Salienta-se ainda os pormenores do terraço ao ar livre, as ruas interiores feitas de calçada portuguesa que permitem o atravessamento do quarteirão passando pela decoração com elementos temáticos da Ria Formosa.
As âncoras deste novo espaço comercial de Olhão são: três salas de cinema Algarcine, Pão de Açúcar, Box, Sportzone, Book it, Zippy, Worten Mobile, Sapataria Loop, Page One, Lanidor Loft, Multiópticas, Vodafone, TMN, Burger Ranch, além de vários espaços de lazer, restauração e serviços. De referir que as componentes de restauração e de lazer são particularmente importantes – o 'food court' é imponente e inclui um terraço ao ar livre, equipado com zonas de entretenimento.
Construído pela empresa “Casais” no tempo recorde de 15 meses, o Ria Shopping apresenta-se como a aposta no potencial de uma cidade que ainda não tinha qualquer espaço de lazer e de entretenimento desta natureza; a primeira da Sans Frontieres . empresa de Centros Comerciais, criada em 2006 pelo Schiltz Investment Group e pelo Grupo Casais.

terça-feira, 14 de abril de 2009

O maior Centro Comercial do Barlavento Algarvio

Ségécé Portugal comercializa Aqua Shopping Center

A Ségécé Portugal é hoje a 3.ª maior empresa de gestão de equipamentos comerciais a operar em Portugal, agora também em Portimão.

A Ségécé Portugal será a empresa responsável pela comercialização do centro comercial Aqua Portimão, o maior espaço comercial de todo o Barlavento Algarvio, ficando igualmente a seu cargo a gestão do espaço após a sua inauguração.
Com abertura prevista para o início de 2011, este centro comercial, com uma área de cerca de 35.500m2, terá 132 lojas, 7 lojas âncora e mais de 20 restaurantes, distribuídos por três pisos. O Aqua Portimão contará também com um hipermercado Jumbo com cerca de 11.750m2 de área total e disponibilizará 1.800 lugares de estacionamento em três pisos abaixo do solo.
Localizado na segunda maior cidade algarvia, o Aqua Portimão situar-se-à na confluência de uma rede de modernas acessibilidades, que estabelecem o acesso à cidade de Portimão. O futuro centro comercial conta com mais de 188 mil residentes numa área de influência até 30 minutos, sendo estimada a quadruplicação destes números no Verão.
O Aqua Portimão será um centro comercial contemporâneo e moderno, que antecipará futuras tendências do mercado, respondendo, simultaneamente, às necessidades e desejos dos consumidores. Para tal, irá apresentar uma oferta muito diversificada, marcada pela máxima qualidade, disponibilizando todos os serviços essenciais e o acesso a marcas de elevada reputação. Projectado pelo atelier Sua Kay Arquitectos, este novo centro comercial é propriedade conjunta da Klépierre e da Generali Immobiliaire, estando a sua construção a cargo da Bouygues Imobiliária.
A Ségécé Portugal foi constituída em 2003 tendo a seu cargo a gestão e promoção de mais de 312 000 m2 de área bruta locável (ABL), destacando-se o Centro Comercial Parque Nascente em Gondomar, o TorreShopping em Torres Novas, o Minho Center em Braga, e os Centros Comerciais Continente de Loures, Telheiras e Gaia, alem de vários retails parks.

domingo, 11 de janeiro de 2009

A invasão dos ‘shoppings’

O centro das cidades fica para as moscas

Vem aí uma “enchurrada” de novas megas-superfícies. Os comerciantes e empresários do comércio tradicional bem podem mudar de vida

Sessenta lojas, doze unidades de restauração, hipermercado, quatro salas de cinema, mil lugares de estacionamento grátis. Vai ser assim o novo shopping de Tavira, junto à porta Este da cidade, para fazer concorrência ao “La Plaza” de Ayamonte.
Em Olhão é o “Ria Park” que desafia o “Fórum Algarve”. Na Guia vai ser o novo “Gran Plaza” a concorrer com o “Algarve Shopping”. Em Portimão é o mega “Portimão Shopping” contra o “Modelo”.
Também Lagos terá, em breve, o seu “Lagos Shopping” ou “Fórum Lagos”... ou coisa parecida, uma vez que ainda não foi divulgada a designação.
Argumenta-se que os novos centros comerciais “modernizam as cidades e o comércio, criam mais empregos, oferecem contrapartidas importantes”. E que, “com maior concorrência, os produtos baixam de preço”. Argumentos até agora por provar, bem pelo contrário. As autoridades dizem também que “não há razões para alarme entre os comerciantes locais”. Com razão, porque essas mesmas “autoridades” já não pertencem ao grupo dos pequenos comerciantes locais.
A realidade é que cada shopping elimina quatro empregos no comércio local por cada emprego (de baixa remuneração) que cria. A verdade é que centenas de pequenas empresas vão continuar a fechar, muitas delas de base familiar. Mas, “não há razões para alarme”...
Os shoppings viram as cidades do avesso. Onde hoje é o centro amanhã será um deserto. Onde hoje é a periferia amanhã haverá um shopping igual ao de outras cidades moribundas. Mas, “não há razões para alarme”...
O futuro das principais cidades algarvias não é difícil de prever. Por este caminho, aumentarão as ‘cidades-fantasma’. E crescerá o desemprego, a criminalidade e as desigualdades sociais.
Entretanto, no meio desta guerra de shoppings, e ao contrário do que seria de supor, as entidades oficiais (CCDR & Cia.) reguladoras dos espaços comerciais, continuam a ignorar as petições das associações comerciais, e prosseguem fazendo cedencias – sabe-se lá porquê? – aos grandes grupos do capital. Sem antes porém, fazerem estudos de viabilização económica dos espaços já existentes nas cidades.