Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
Mostrar mensagens com a etiqueta Morte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Morte. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 9 de março de 2012

Parece que o plano de exterminação está a resultar!

Ai que frio que está !!!
                                                                                                             
23.000 idosos vivem completamente sós ou isolados; a morte chega silenciosa...
                                                                                                                                                                                               
                                                                                                   
Está a correr bem. 3000 idosos mortos em 5 dias..., é obra que se veja.
Foi o frio, dizem.
Não tem nada a ver com os baixos rendimentos destes idosos, nada a ver com o custos da energia com a qual se deveriam aquecer, nada a ver com a crescente inacessibilidade aos cuidados médicos, nada a ver com o alto custo dos medicamentos.
Foi o frio.
Matam-se 10 manhosos nas estradas por via de manobras perigosas e excessos de velocidade, saem as televisões em direto e os jornais em diferido a dar conta de tamanha catástrofe. Legisla-se a favor dos vendedores de pneus, aumentam-se as coimas, investe-se em viaturas e radares para as polícias.
Os portugueses são hoje um povo perseguido por "gatunos" oficializados, desde as finanças às multas.
Morrem 3000 portugueses vítimas das condições terceiro-mundistas em que viviam, abusados por garotagem sem escrúpulos que os roubou de tudo o que tinham..., e nem um pio.
Foi o frio !...
                                                                                     
Mais duas idosas encontradas mortas em casa
                                                                                       
23.000 idosos vivem completamente sós ou isolados; a morte chega silenciosa... Duas mulheres, de 80 e 70 anos, foram encontradas mortas em casa pelos bombeiros, em Lisboa, na terça-feria à tarde. Uma mulher de 80 anos foi encontrada já cadáver pelo Regimento de Sapadores Bombeiros (RSB) em Lisboa numa habitação na Rua S. João da Praça. Fonte do RSB disse que o corpo foi descoberto pelas 14.30 horas de ontem. Duas horas mais tarde, o regimento foi chamado à Travessa do Barbosa, onde encontrou outro cadáver, também de uma mulher, com 70 anos.
                                                                                                                            

Quase metade dos idosos portugueses sem meios para manter a casa quente!
                                                                                                                                    
Um estudo revela que quase metade dos idosos portugueses não consegue manter a casa quente. Segundo os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgados pela TSF, Portugal é o país da Europa Ocidental onde as famílias têm mais dificuldades financeiras no aquecimento da habitação.De acordo com a OMS, 44% das famílias portuguesas com pelo menos um idoso em casa são as que mais sentem dificuldades no aquecimento da habitação. Os resultados em Portugal só são superados, na Europa de Leste, pelos da Bulgária, onde quase 80% dos idosos não consegue manter a casa a uma temperatura adequada.
                                                                                          
                                                                                               
                                                                                                                 

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Actualidade

Morreu o jornalista Carlos Pinto Coelho
                                                                                                           
O antigo jornalista da RTP morreu esta noite, aos 66 anos, vítima de ataque cardíaco. Carlos Pinto Coelho nasceu em 1944 e iniciou a actividade de jornalista em Moçambique.
                                         
O jornalista Carlos Pinto Coelho morreu esta noite aos 66 anos vítima de ataque cardíaco, segundo a notícia avançada pela RTP. O jornalista e antigo apresentador do programa "Acontece" foi ontem à tarde transportado para o Hospital de Santa Marta e operado de urgência depois de ter sofrido uma ruptura na artéria aorta.
Carlos Pinto Coelho sentiu-se mal durante uma entrevista que conduzia no comando geral da GNR, no Largo do Rato, em Lisboa, tendo sido assistido pelo INEM.
Ao final da tarde de hoje, o estado de saúde do jornalista era considerado estável. Carlos Pinto Coelho nasceu em 1944 e iniciou a actividade de jornalista em Moçambique.
                                                                                                 
Queda de aeronave faz um morto e um ferido
                                                                                                            
As vítimas deste acidente são ambas do sexo masculino. O ferido foi transportado ao hospital. A queda de uma aeronave na praia da Aguda, no concelho de Sintra, provocou a morte de uma pessoa e ferimentos graves noutra. O aparelho despenhou-se por volta das 15h30, cerca de meia hora depois de ter levantado voo do aeródromo de Tires.
“Esta aeronave levantou, cerca das 15h00, do aeródromo de Cascais. Deste acidente temos a registar, neste momento, um morto e um ferido grave”, explicou à Renascença Elísio Oliveira, comandante da Protecção Civil no distrito de Lisboa.
O ferido já se encontra a ser assistido no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, para onde foi transportado por um helicóptero do INEM. As autoridades não conhecem ainda as causas do acidente. A aeronave pertence à empresa Aeroclube de Portugal e estava a ser usada numa aula de pilotagem.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Cadáver foi encontrado no Ludo

Mulher decapitada e desmembrada

O cadáver apareceu num pinhal do Ludo (Almancil), e a PJ está a investigar se foi homicídio

A PJ está a investigar as circunstâncias da morte de uma mulher, cujo cadáver foi encontrado este domingo num pinhal em Almancil, Loulé, disse fonte da judiciária. O corpo, em avançado estado de decomposição, foi encontrado por populares. Tinha a roupa rasgada estava decapitado e desmembrado. Contudo, a mesma fonte da PJ afirma que ainda «não há indícios de que se tenha tratado de um crime», já que o desmembramento poderá ter sido causado, por exemplo, por animais, ou ter resultado da exposição aos elementos.
Segundo a edição desta segunda-feira do JN, «no pulso a mulher tinha um relógio que ainda funcionava e assinalava uma hora a mais, o que indicia que poderá ter morrido há mais de duas semanas, altura em que o horário de Inverno entrou em vigor».
O jornal adianta ainda que a vítima tinha «antecedentes criminais. Tinha cadastro por furto de veículos e ter estado em prisão preventiva em 2003». A autópsia poderá dar mais indicações sobre se foi um homicídio, acidente ou morte natural.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

As falésias da morte


Corpo de pescador desportivo aparece na praia

Homem que tinha desaparecido na passada terça-feira nas falésias da Costa Vicentina, deu à costa. Mas ainda não será o último acidente do género!

Apesar de toda a prevenção feita pelas autoridades, e os dramáticos exemplos de acidentes ocorridos desde sempre na pesca lúdica efectuada a partir das falésias algarvias, este foi mais um caso para lamentar. O corpo do pescador desportivo que havia desaparecido terça-feira nas águas do Algarve apareceu este sábado no areal na praia da Barriga, concelho algarvio de Vila do Bispo, disse fonte oficial.
Em declarações à agência Lusa, o comandante Marques Pereira adiantou que o alerta do aparecimento do corpo foi feito entre as 08:00 e as 09:00 da manhã de hoje. O homem de 42 anos tinha desaparecido terça-feira numa altura em que estaria a praticar pesca lúdica na Praia do Moriador da Escada, entre Vila do Bispo e Aljezur. As buscas no mar e terra desencadearam-se desde terça-feira à noite, mas só hoje o corpo foi recuperado. De acordo com o testemunho de familiares da vítima, era habitual o homem, natural de Lagos mas residente em Vila do Bispo, visitar o pesqueiro todas as terças-feiras.
Na mesma altura em que o corpo estava a ser recuperado, a Polícia Marítima recebia um novo pedido de auxílio para a Praia da Arrifana, no concelho de Aljezur, onde três mariscadores lúdicos estavam com problemas nas falésias. Um dos três mariscadores teve de ser evacuado num helicóptero da Protecção Civil devido a ferimentos num dos braços e foi transportado para o Hospital Central do Barlavento Algarvio, adiantou a mesma fonte policial.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Mais uma estrela brilha no céu


Milú, a actriz portuguesa que recusou Hollywood

Aquela que foi a maior vedeta do cinema português, que fez suspirar milhares de fãs, morreu só esquecida por todos: público e o seu país

A actriz Milú, que ficou popularizada no cinema como a Luisinha de "O Costa do Castelo", morreu hoje em Cascais aos 82 anos na sequência de uma infecção respiratória, disse à agência Lusa fonte familiar.
Milú, nome artístico de Maria de Lurdes de Almeida Lemos, participou em alguns dos mais populares filmes portugueses dos anos 1940 e 1950 e foi presença assídua na rádio portuguesa e no teatro de revista.
Nascida em Lisboa em 1926, estreou-se no cinema aos 12 anos em "Aldeia da Roupa Branca" em 1939, mas foi em "O Costa do Castelo" que se notabilizou no grande ecrã.
Ainda na década de 50, "O Leão da Estrela", "Os três da vida airada" e "O grande Elias" são outros filmes onde entrou. Na década de 60 protagoniza ao lado de Virgílio Teixeira o filme “Dois dias no Paraíso”, filme de Arthur Duarte que lança no écram a então jovem actriz Carmem Mendes, que mais tarde viria a casar com o realizador Augusto Fraga. obtendo estrondoso sucesso, a que se juntam a "Kilas, o mau da fita", a sua última aparição no cinema.
Popularizou as canções "A minha casinha" e "Cantiga da rua".
Em 2007 foi condecorada pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
O corpo de Milú vai estar em câmara ardente hoje à tarde na igreja de São João do Estoril e funeral realiza-se quinta-feira às 16:00 para o cemitério daquele localidade.

Elegância, beleza e popularidade se limites

Extremamente bonita e elegante, Milú era a vedeta de cinema por excelência. Casou pela primeira vez, em Dezembro de 1943, aos dezassete anos. Lisboa despovoou-se para ir ver a “noiva de Portugal” à igreja de São Sebastião da Pedreira. Interrompeu a sua carreira artística, mas os fãs obrigaram-na a regressar. A popularidade das canções que interpretava nos filmes andavam de boca em boca nas décadas de 40, 50 e 60, uma das mais criativas do cinema português.
A canção "A minha Casinha", popularizada pela actriz Milú, é ainda hoje um dos grandes sucessos dos Xutos & Pontapés, um tema que o vocalista Tim adaptou para o grupo quando lhes faltou repertório ao vivo. Numa reacção à morte de Milú, hoje aos 82 anos, Tim recordou à agência Lusa que os Xutos & Pontapés começaram a tocar uma versão rock dessa canção quando actuavam no Rock Rendez Vous, no início dos anos 1980.
"Lembro-me de que a minha avó me cantava essa música e, na altura em que tocávamos muito no Rock Rendez-Vous, usámos a canção para fechar os concertos, porque nos faltava repertório, mas também para nos divertirmos", disse Tim. Como sabiam que funcionou bem ao vivo, os Xutos & Pontapés gravaram "A minha casinha" em 1987, editado no disco "7 Single", que vendeu cerca de 100 mil cópias.
Desde então, "A minha casinha" é o tema que fecha praticamente todos os concertos dos Xutos & Pontapés em jeito de celebração. Tim recordou ainda o momento em que Milú assistiu a um dos recentes concertos dos Xutos & Pontapés no coliseu de Lisboa e que foi ovacionada pelo público.

A única actriz do cinema português reconhecida em Hollywood

Milú foi a primeira vedeta do cinema português que Hollywood convidou mas a protagonista de "O Costa do Castelo" recusou por medo. O convite repetiu-se por três vezes, mas Milú sempre recusou "por medo de não corresponder às expectativas", afirmou numa das muitas entrevistas que deu. Em 1982, numa entrevista ao jornalista Neves de Sousa, confessaria ter-se arrependido. Forrester, da Universal Pictures, apresentou-lhe um contrato em branco e o projecto de dois filmes, contou.
Nascida em 24 de Abril de 1926, baptizada Maria de Lourdes Almeida Lemos, tomou o nome artístico de Milú que chama logo a atenção na Emissora Nacional, integrando um quarteto feminino ou cantando a solo. Todavia, desde menina que já actuava em emissões radiofónicas, tendo-se estreado aos 12 anos, simultaneamente, no teatro e no cinema. No Éden Teatro integra a peça infantil "O preto mazalipatão" e consegue um pequeno papel na "Aldeia da roupa branca" de Chianca Garcia, protagonizado por Beatriz Costa.
A sua popularidade na Emissora leva o realizador Arthur Duarte convidá-la, em 1943, para protagonizar "O Costa do Castelo" que se transformou num êxito, designadamente a canção "Cantiga da rua", que interpretava ao lado de "A minha casinha". Seguiu-se outro sucesso popular com o filme "O Leão da Estrela" (na foto) ao lado de António Silva. Milú torna-se um caso sério de popularidade, partindo nesse ano para Espanha onde filma "Doce lunas de miel" de Ladislao Vajda, ao lado de María Brú, Ana María Campoy e Raúl Cancio. Referindo-se ao realizador que a descobriu afirmou anos mais tarde: "Havia nesses tempos de cinema, horários e disciplina imposta por essa pessoa fabulosa que é o Arthur Duarte".

Casa-se em Dezembro desse ano e logo correu a notícia que se afastava da cena para "grande tristeza dos seus fãs", como escreveu a imprensa da época. Porém, regressa ao cinema três anos mais tarde em "O Leão da Estrela" em que volta a contracenar com António Silva.
Até à década de 1950 trabalha ininterruptamente no cinema, em filmes como "A volta do José Telhado", "O grande Elias" ou "Os três da vida airada". Em 1952 estreia-se na revista "Ó rosa arredonda a saia" no Teatro Avenida; passando a primeira figura dos palcos portugueses até à década de 1960. Em 1960 é vedeta em Barcelona na revista "Ven y ven" e surgem os primeiros rumores de que foi convidada para Hollywood.
Volta a casar-se, no mesmo ano, e a afastar-se da cena artística até 1968. Durante este período viveu no Brasil onde esporadicamente fez umas aparições nas televisões e gravou alguns discos. Regressa a Portugal em 1968 para estrelar o filme "Dois dias no Paraíso", e ainda como protagonista com António Calvário do filme "Afinal o diabo era outro", de Constantino Esteves, voltando depois aos palcos em peças como "A casa das cabras" (1970) ou "Quarenta quilates" (1971) e em revistas como "Lisboa acordou" (1975), tendo-se despedido em 1978 na revista "Meninos, vamos ao vira".
O realizador Fonseca e Costa convida-a para uma participação especial em "Kilas, o mau da fita", que é exibido em 1980. Numa entrevista, afirmaria que gostou sempre de cinema e que tinha "sido sempre, essencialmente, uma actriz de cinema".
A sua última aparição em público foi no ano passado, numa gala de homenagem, no Teatro S. Luiz, em Lisboa, no mesmo ano em que filmou o documentário "Milú, a menina da rádio" de António-Pedro Vasconcelos. Em declarações à imprensa afirmou: "Fiz um nome à minha custa, com muito trabalho", sublinhando "acho que valeu a pena".

Milú foi "um sopro de vida", mas esquecida pelo país, diz António-Pedro Vasconcelos

A actriz Milú foi "um sopro de vida no cinema", uma "figura solar" esquecida pelo país, disse hoje à agência Lusa o realizador António-Pedro Vasconcelos. O realizador, que fez em 2007 o documentário "Milú, a menina da rádio", referiu-se à actriz como "a primeira grande vedeta do cinema", um caso único e insólito "num ambiente salazarista. Nós não temos noção da popularidade dela na época, tinha imenso talento e foi com Amália um dos rostos da música, mas ela era o rosto da alegria, era solar", sublinhou António-Pedro Vasconcelos, que lhe prestou homenagem com o documentário feito em 2007.
O cineasta lamenta que "o país seja ingrato com as pessoas que foram importantes" e destacou a homenagem que lhe foi prestada em 2007 no Teatro São Luiz (na foto acima) como "um momento comovente num final de vida solitário". Fez carreira no cinema, no teatro de revista e na rádio e é dela a interpretação das famosas canções "A minha casinha" e "Cantiga da rua", interpretadas no filme "O Costa do Castelo" e mais tarde interpretadas por outros cantores igualmente famosos.
Milú, nome artístico da actriz de Maria de Lurdes de Almeida Lemos, nasceu em Lisboa em 1926 e morreu a 05 de Novembro de 2008, em Cascais, aos 82 anos de idade.


Inesquecível, ela merece a nossa significante homenagem.