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Liberdade e o Direito de Expressão
Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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sábado, 18 de setembro de 2010
sábado, 17 de outubro de 2009
Ideias do Levante
Promove Laboratório de Teatro
Associação Cultural de Lagoa, promove nos dias 24 e 25 de Outubro de 2009, um Laboratório de Teatro, dirigido por Rui Mimoso.
Esta formação é pensada para aqueles que já realizaram um curso de Iniciação de Teatro/alguma experiência em teatro e pretendam consolidar técnicas de interpretação teatral básicas na concepção do actor, a construção da personagem, e seleccionar eventuais interessados para um próximo projecto do grupo de Teatro Experimental Ideias do Levante a realizar no ano de 2010. Os temas propostos serão os pontos de irradiação, o corpo no espaço, o movimento como forma, a concentração/focalização da atenção, a procura do centro da personagem, o gesto psicológico, e os níveis de interpretação.
Rui Mimoso (Encenador) licenciou-se na Alemanha em Ciências de Educação- Área das Expressões Artísticas, e há uma década que tem tido encenações a seu cargo com grupos de teatro do Algarve, especialmente Lagoa, onde gosta de viver e inquietar o público com as suas ideias e adaptações de teatro. Tem um enorme respeito pelas correntes de teatro russo e, em termos de encenação é um admirador incondicional da coreógrafa alemã Pina Bausch e do encenador Inglês Peter Brook. Por isso mesmo, não gosta da palavra minimalista, mas não prescinde de um cenário limpo e integrante, dando maior importância ao à entrega do actor na transformação do texto.
Esta formação decorrerá na sede da associação em Lagoa e encontra-se aberta a um mínimo de 8 participantes e a um máximo de 16 participantes. A carga horária prevista totaliza as 10 horas distribuídas, pela manhã (10h-13h) e tarde (15h-19h) de Sábado, e pela manhã (10h-13h) de Domingo. O valor da inscrição é de 40 Euros para não sócios e 30 Euros para sócios. As inscrições poderão ser efectuadas através do site da associação em http://www.ideiasdolevante.net/ ou, em alternativa, através do número 282010080, das 18h00 às 20h00, de Segunda a Sexta-feira. Após a realização da formação, os formandos receberão um certificado de participação.
A Associação solicita-se, aos eventuais interessados (para além do gosto e fascínio pelo teatro), disponibilidade relacional e de tempo.
Associação Cultural de Lagoa, promove nos dias 24 e 25 de Outubro de 2009, um Laboratório de Teatro, dirigido por Rui Mimoso.Esta formação é pensada para aqueles que já realizaram um curso de Iniciação de Teatro/alguma experiência em teatro e pretendam consolidar técnicas de interpretação teatral básicas na concepção do actor, a construção da personagem, e seleccionar eventuais interessados para um próximo projecto do grupo de Teatro Experimental Ideias do Levante a realizar no ano de 2010. Os temas propostos serão os pontos de irradiação, o corpo no espaço, o movimento como forma, a concentração/focalização da atenção, a procura do centro da personagem, o gesto psicológico, e os níveis de interpretação.
Rui Mimoso (Encenador) licenciou-se na Alemanha em Ciências de Educação- Área das Expressões Artísticas, e há uma década que tem tido encenações a seu cargo com grupos de teatro do Algarve, especialmente Lagoa, onde gosta de viver e inquietar o público com as suas ideias e adaptações de teatro. Tem um enorme respeito pelas correntes de teatro russo e, em termos de encenação é um admirador incondicional da coreógrafa alemã Pina Bausch e do encenador Inglês Peter Brook. Por isso mesmo, não gosta da palavra minimalista, mas não prescinde de um cenário limpo e integrante, dando maior importância ao à entrega do actor na transformação do texto.
Esta formação decorrerá na sede da associação em Lagoa e encontra-se aberta a um mínimo de 8 participantes e a um máximo de 16 participantes. A carga horária prevista totaliza as 10 horas distribuídas, pela manhã (10h-13h) e tarde (15h-19h) de Sábado, e pela manhã (10h-13h) de Domingo. O valor da inscrição é de 40 Euros para não sócios e 30 Euros para sócios. As inscrições poderão ser efectuadas através do site da associação em http://www.ideiasdolevante.net/ ou, em alternativa, através do número 282010080, das 18h00 às 20h00, de Segunda a Sexta-feira. Após a realização da formação, os formandos receberão um certificado de participação.
A Associação solicita-se, aos eventuais interessados (para além do gosto e fascínio pelo teatro), disponibilidade relacional e de tempo.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
“Figuração Especial”
Uma peça de teatro sobre a vida real
Estreia nacional no Convento de S. José, em Lagoa, no dia 9 de Julho pelas 22:00h, e terá repetição nos dias 10, 11 e 12, no Auditório Municipal.
Esta é a história de Hilário Costa, 38 anos, desempregado, que um dia, barricado na sede de uma empresa espanhola de seguros na Avenida da Liberdade em Lisboa, com uma série de explosivos amarrados ao corpo, ameaça matar todos os que se encontram lá dentro. Isto se a empresa, que entretanto faliu, devido a crise financeira que vivemos, não lhe devolver todo o dinheiro que investiu numa apólice de vida.
Alexandre, um negociador dos GOE (Grupo de Operações Especiais da PSP) vai tentar demover Hilário dos seus intentos. Á medida que o dialogo se estabelece entre os dois, percebemos que, afinal, Hilário não tem nenhuns explosivos e não fez nenhuma apólice.
A verdadeira razão que o levou a realizar este acto insano, é apenas um desejo incontrolável de fama. Sim, ele que fez, sem sucesso, castings para reality shows e telenovelas está farto de ser apenas mais um figurante nos programas da manhã ou nos concursos da noite. Ele não quer mais bater palmas aos outros. Hilário quer palmas para ele, nem que para isso tenha que se matar. Será o que vai acontecer no fim? Esta é uma peça actual, cuja narrativa dramática irá desenrolar-se num estilo cinematográfico.
O elenco composto pelos actores Marcantonio Del Carlo e João Didelet, tem ainda a colaboração do jornalista da TV, Henrique Garcia, que irá ser a graça deste espectáculo. Eles, que são famosos, irão colocar a nu as vicissitudes de quem ambiciona sê-lo. Não sendo um texto moralista, mas devido a sua contemporaneidade, pretende reflectir com cada um dos espectadores o mundo em que vivemos. A pertinência da temática, que vai ser encenada sem apontar o dedo a ninguém, pretende seduzir um público que cada vez mais, procura nas artes em geral e no teatro em particular, as respostas que não são de todo cor de rosa.
Estreia nacional no Convento de S. José, em Lagoa, no dia 9 de Julho pelas 22:00h, e terá repetição nos dias 10, 11 e 12, no Auditório Municipal.Esta é a história de Hilário Costa, 38 anos, desempregado, que um dia, barricado na sede de uma empresa espanhola de seguros na Avenida da Liberdade em Lisboa, com uma série de explosivos amarrados ao corpo, ameaça matar todos os que se encontram lá dentro. Isto se a empresa, que entretanto faliu, devido a crise financeira que vivemos, não lhe devolver todo o dinheiro que investiu numa apólice de vida.
Alexandre, um negociador dos GOE (Grupo de Operações Especiais da PSP) vai tentar demover Hilário dos seus intentos. Á medida que o dialogo se estabelece entre os dois, percebemos que, afinal, Hilário não tem nenhuns explosivos e não fez nenhuma apólice.
A verdadeira razão que o levou a realizar este acto insano, é apenas um desejo incontrolável de fama. Sim, ele que fez, sem sucesso, castings para reality shows e telenovelas está farto de ser apenas mais um figurante nos programas da manhã ou nos concursos da noite. Ele não quer mais bater palmas aos outros. Hilário quer palmas para ele, nem que para isso tenha que se matar. Será o que vai acontecer no fim? Esta é uma peça actual, cuja narrativa dramática irá desenrolar-se num estilo cinematográfico.
O elenco composto pelos actores Marcantonio Del Carlo e João Didelet, tem ainda a colaboração do jornalista da TV, Henrique Garcia, que irá ser a graça deste espectáculo. Eles, que são famosos, irão colocar a nu as vicissitudes de quem ambiciona sê-lo. Não sendo um texto moralista, mas devido a sua contemporaneidade, pretende reflectir com cada um dos espectadores o mundo em que vivemos. A pertinência da temática, que vai ser encenada sem apontar o dedo a ninguém, pretende seduzir um público que cada vez mais, procura nas artes em geral e no teatro em particular, as respostas que não são de todo cor de rosa.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
No Casino de Vilamoura
"Os Produtores", regressam ao Algarve
Rita Pereira, Manuel Marques e Miguel Dias fazem parte do grande elenco que sobe ao palco do Salão Miralago nos dias 10 e 11 de Junho.
Depois de terem feito a sua estreia nacional no Portimão Arena, o musical “Os Produtores” regressam ao Algarve, e são uma aposta do Casino de Vilamoura para o início das noites quentes de 2009.
Na história, “Os Produtores” são Max (Miguel Dias) e Leo (Manuel Marques). Max, um produtor da Brodway falhado e Leo, um contabilista neurótico, juntam-se num esquema para produzir o pior musical de sempre e arrecadarem o dinheiro dos patrocinadores. Assim, os dois encontram a pior peça, do pior encenador e contratam os piores actores, de onde se destaca a bela Ulla (Rita Pereira). No entanto, público e crítica confundem este pretenso desastre com uma genial sátira que acaba por se tornar um enorme sucesso.
Com produção de Pedro Costa e Gonçalo Castel-Branco e encenação de Cláudio Hochman, o espectáculo tem direcção musical de Nuno Feist, com direcção de vozes de Sara Bello, e coreografia de Marco de Camillis. Da autoria de Mel Brooks e traduzido para mais de 30 países, o musical mais premiado da história do teatro, chega agora a Vilamoura, num jantar espectáculo que não deve querer perder!
Rita Pereira, Manuel Marques e Miguel Dias fazem parte do grande elenco que sobe ao palco do Salão Miralago nos dias 10 e 11 de Junho.Depois de terem feito a sua estreia nacional no Portimão Arena, o musical “Os Produtores” regressam ao Algarve, e são uma aposta do Casino de Vilamoura para o início das noites quentes de 2009.
Na história, “Os Produtores” são Max (Miguel Dias) e Leo (Manuel Marques). Max, um produtor da Brodway falhado e Leo, um contabilista neurótico, juntam-se num esquema para produzir o pior musical de sempre e arrecadarem o dinheiro dos patrocinadores. Assim, os dois encontram a pior peça, do pior encenador e contratam os piores actores, de onde se destaca a bela Ulla (Rita Pereira). No entanto, público e crítica confundem este pretenso desastre com uma genial sátira que acaba por se tornar um enorme sucesso.
Com produção de Pedro Costa e Gonçalo Castel-Branco e encenação de Cláudio Hochman, o espectáculo tem direcção musical de Nuno Feist, com direcção de vozes de Sara Bello, e coreografia de Marco de Camillis. Da autoria de Mel Brooks e traduzido para mais de 30 países, o musical mais premiado da história do teatro, chega agora a Vilamoura, num jantar espectáculo que não deve querer perder!
Teatro Municipal de Portimão
“Tambores da Noite” de Bertolt Brecht
Uma produção do Teatro Nacional de São João, do Porto.
No dia 30 de Maio, às 21h30, o Teatro Municipal de Portimão apresenta “Tambores da Noite”, uma peça escrita pelo dramaturgo Bertolt Brecht, numa produção do Teatro Nacional de São João que tem encenação e cenografia de Nuno Carinhas.
Afrontando o sentimentalismo, os ideais políticos e as boas intenções filantrópicas, a peça exibe – contra o pano de fundo da Revolução Espartaquista na Alemanha do início do século XX – o esplendor de um herói disfuncional, ou humano, demasiado humano, chamado Andreas Kragler: este proletário, no regresso da frente de combate e do cativeiro em África, hesita entre a rua e a casa, a bandeira e a cama, a revolução e a noiva.
A encenação de “Tambores na Noite” dá livre curso à força criativa da escrita do jovem Brecht, explorando os diferentes ritmos e os registos contraditórios de uma obra que subverte os modelos teatrais da época, ao ponto de o próprio autor ter equacionado, numa fase tardia da sua vida, se haveria de incluir este trabalho nas suas “Obras Completas”. Interpretam este clássico brechtiano os actores Emília Silvestre, Fernando Moreira, Joana Manuel, João Castro, Jorge Mota, José Eduardo Silva, Luís Araújo, Marta Freitas, Paulo Freixinho, Pedro Almendra, Pedro Frias, Sara Carinhas e Pedro Jorge Ribeiro.
Uma produção do Teatro Nacional de São João, do Porto.No dia 30 de Maio, às 21h30, o Teatro Municipal de Portimão apresenta “Tambores da Noite”, uma peça escrita pelo dramaturgo Bertolt Brecht, numa produção do Teatro Nacional de São João que tem encenação e cenografia de Nuno Carinhas.
Afrontando o sentimentalismo, os ideais políticos e as boas intenções filantrópicas, a peça exibe – contra o pano de fundo da Revolução Espartaquista na Alemanha do início do século XX – o esplendor de um herói disfuncional, ou humano, demasiado humano, chamado Andreas Kragler: este proletário, no regresso da frente de combate e do cativeiro em África, hesita entre a rua e a casa, a bandeira e a cama, a revolução e a noiva.
A encenação de “Tambores na Noite” dá livre curso à força criativa da escrita do jovem Brecht, explorando os diferentes ritmos e os registos contraditórios de uma obra que subverte os modelos teatrais da época, ao ponto de o próprio autor ter equacionado, numa fase tardia da sua vida, se haveria de incluir este trabalho nas suas “Obras Completas”. Interpretam este clássico brechtiano os actores Emília Silvestre, Fernando Moreira, Joana Manuel, João Castro, Jorge Mota, José Eduardo Silva, Luís Araújo, Marta Freitas, Paulo Freixinho, Pedro Almendra, Pedro Frias, Sara Carinhas e Pedro Jorge Ribeiro.
Os bilhetes, ao preço unitário de 10 euros, podem ser adquiridos no teatro entre as 14h00 e as 19h00 desta sexta-feira e no dia do espectáculo, das 14h00 às 21h30. Titulares do Passaporte Sénior, do Cartão Jovem Municipal e do Cartão de Pessoa Portadora de Deficiência beneficiam de 50% de desconto. As reservas podem ser feitas para os números 282 402 475 e 961 579 917
terça-feira, 19 de maio de 2009
Teatro infantil
Bica Teatro em Silves
Um projecto de teatralização de histórias tradicionais portuguesas recolhidas e transformadas.
O grupo Bica Teatro e a Animoforma estarão no Algarve entre os dias 20 e 24 de Maio com animações e peças de teatro. Em Silves, durante o 9º Fórum de Educação e Desporto, no Pavilhão da FisSul, com a peça Ler, Ouvir e Contar de António Torrado.
Esta peça está incluida no projecto de teatralização de histórias tradicionais portuguesas recolhidas e transformadas por António Torrado, num livro com o mesmo nome.
Um espectáculo de promoção do livro e incentivo à leitura, integrado no Plano Nacional de Leitura, onde o Bica Teatro reconta as histórias de forma simples, repleta de teatralidade, magia e humor, e recuperando a tradição oral do contador de histórias.
Pinto Pintão, Rapaz Fino e Ladino e Corre, Corre Cabacinha são histórias que prendem a atenção e libertam a imaginação.O textos, são de António Torrado e representado pelo Grupo Bica Teatro, com encenação de Paulo Patraquim, Adereços e Figurinos de Clara Gonçalves e interpretação de Marlon Fortes, Paulo Patraquim e Ulisses Ceia.
O grupo Bica Teatro e a Animoforma estarão no Algarve entre os dias 20 e 24 de Maio com animações e peças de teatro. Em Silves, durante o 9º Fórum de Educação e Desporto, no Pavilhão da FisSul, com a peça Ler, Ouvir e Contar de António Torrado.
Esta peça está incluida no projecto de teatralização de histórias tradicionais portuguesas recolhidas e transformadas por António Torrado, num livro com o mesmo nome.
Um espectáculo de promoção do livro e incentivo à leitura, integrado no Plano Nacional de Leitura, onde o Bica Teatro reconta as histórias de forma simples, repleta de teatralidade, magia e humor, e recuperando a tradição oral do contador de histórias.
Pinto Pintão, Rapaz Fino e Ladino e Corre, Corre Cabacinha são histórias que prendem a atenção e libertam a imaginação.O textos, são de António Torrado e representado pelo Grupo Bica Teatro, com encenação de Paulo Patraquim, Adereços e Figurinos de Clara Gonçalves e interpretação de Marlon Fortes, Paulo Patraquim e Ulisses Ceia.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Teatro para Idosos
“Auto da Índia”
Um clássico da literatura dramática portuguesa em exibição especial no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Loulé.A ACTA, A Companhia de Teatro do Algarve sobe ao palco no próximo sábado, 16 de Maio, pelas 21h30, no Lar da Santa Casa da Misericórdia, em Loulé, com a peça “Auto da Índia”.
O “Auto da Índia”, de Gil Vicente, é um clássico da literatura dramática portuguesa anteriormente apresentado numa feição didáctica e pedagógica de forma a servir os objectivos escolares (portanto, valorizando recursos afectos ao ensino do texto dramático como tratando-se de uma "aula dramatizada").
Surge agora em reposição tendo como destinatário o público em geral, portanto, unicamente centrado nos recursos da elaboração cénica.
Com encenação de Luís Vicente e cenografia de Tó Quintas, conta com a interpretação de Bruno Martins, Elisabete Martins, Mário Spencer e Tânia Silva.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Teatro com “Efeito Imediato”
Um espectáculo de cariz humorístico
A ACTA apresenta dias 4, 5 e 6 de Junho, às 21h30 e no dia 7 de Junho, às 16h00, no Teatro Lethes, em Faro a ópera “Efeito Imediato” com encenação de José Lourenço.
A peça conta a história de Guiomar Bravo, dona de um bar situado em local ermo, onde trabalha e vive sozinha. Bino Mota, ex-imediato na marinha de guerra e cliente habitual, está interessado em casar-se com Guiomar Bravo e, juntando o útil ao agradável, tornar-se o patrão do bar. No entanto, nenhuma manobra de sedução surte efeito junto da proprietária. Farto de estar “encalhado”, Bino urde um plano que, afirma, terá como "efeito imediato" despoletar o coração de Guinar Bravo: encenar um assalto!
Um ex-soldado desempregado - Edmund Tavares - aceita mediante remuneração desempenhar o papel de "ladrão". Quanto ao dramaturgo e encenador desta invulgar operação, reserva para si próprio o papel do "herói" que, aparecendo sem medo na "cena do crime", salvará Guiomar Bravo e conquistará os seus favores. A operação procura, em suma, que Guiomar Bravo confunda ilusão com realidade. Não será a única vítima: no palco e fora dele, vida e teatro confundem-se.
Trata-se de um espectáculo de cariz humorístico, adaptado do original "The Boatswain's Mate" de Ethel Smyth, uma compositora operática e activista feminina que lutou pelo direito de voto para as mulheres na Inglaterra do princípio do século XX. Teatro, música e humor são algumas das armas às quais Ethel Smyth recorreu. De acordo com o encenador, trata-se de uma adaptação contemporânea, desta obra em que se optou por substituir o pub inglês do século XIX, e colocar em cena uma caravana de campismo que delimita muito bem o espaço público dos homens e o espaço privado da mulher. Os diálogos surgem em português, inglês e alemão e toda a acção é acompanhada ao vivo pela pianista Joana Barata.
A ACTA apresenta dias 4, 5 e 6 de Junho, às 21h30 e no dia 7 de Junho, às 16h00, no Teatro Lethes, em Faro a ópera “Efeito Imediato” com encenação de José Lourenço.A peça conta a história de Guiomar Bravo, dona de um bar situado em local ermo, onde trabalha e vive sozinha. Bino Mota, ex-imediato na marinha de guerra e cliente habitual, está interessado em casar-se com Guiomar Bravo e, juntando o útil ao agradável, tornar-se o patrão do bar. No entanto, nenhuma manobra de sedução surte efeito junto da proprietária. Farto de estar “encalhado”, Bino urde um plano que, afirma, terá como "efeito imediato" despoletar o coração de Guinar Bravo: encenar um assalto!
Um ex-soldado desempregado - Edmund Tavares - aceita mediante remuneração desempenhar o papel de "ladrão". Quanto ao dramaturgo e encenador desta invulgar operação, reserva para si próprio o papel do "herói" que, aparecendo sem medo na "cena do crime", salvará Guiomar Bravo e conquistará os seus favores. A operação procura, em suma, que Guiomar Bravo confunda ilusão com realidade. Não será a única vítima: no palco e fora dele, vida e teatro confundem-se.
Trata-se de um espectáculo de cariz humorístico, adaptado do original "The Boatswain's Mate" de Ethel Smyth, uma compositora operática e activista feminina que lutou pelo direito de voto para as mulheres na Inglaterra do princípio do século XX. Teatro, música e humor são algumas das armas às quais Ethel Smyth recorreu. De acordo com o encenador, trata-se de uma adaptação contemporânea, desta obra em que se optou por substituir o pub inglês do século XIX, e colocar em cena uma caravana de campismo que delimita muito bem o espaço público dos homens e o espaço privado da mulher. Os diálogos surgem em português, inglês e alemão e toda a acção é acompanhada ao vivo pela pianista Joana Barata.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Ideias do Levante
Laboratório de Teatro em Lagoa
Associação promove nos dias 6 e 13 de Junho de 2009 um Laboratório de Teatro dirigido por Vasile Bodrug.Esta formação baseia-se na Psicotécnica do Actor de Teatro Dramático de K.S. Stanislavski.
Associação promove nos dias 6 e 13 de Junho de 2009 um Laboratório de Teatro dirigido por Vasile Bodrug.Esta formação baseia-se na Psicotécnica do Actor de Teatro Dramático de K.S. Stanislavski. Alguns dos objectivos desta formação passam por desenvolver exercícios práticos dando ênfase à psicotécnica do actor e reactivar a experiência vivenciada pelo jogo combinado da "memória afectiva" e da imaginação.
Vasile Bodrug, nasceu na Moldávia no ano 1954. Em 1976, concluiu o curso no Instituto G. Muzicescu da Moldávia com especialização em Actor de Teatro Dramático e de Cinema. Actualmente, reside em Portugal e aqui concebeu duas peças de teatro para crianças. Ambas as peças foram baseadas nos planos da UNICEF para a educação das crianças no Terceiro Milénio.
A formação decorrerá na sede da associação em Lagoa e encontra-se aberta a um mínimo de 6 participantes e a um máximo de 14 participantes, com idade superior a 16 anos. A carga horária prevista totaliza as 10 horas distribuídas, por dois dias, das 10h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00. O valor da inscrição é de 30 Euros para não sócios e 20 Euros para sócios.
A formação decorrerá na sede da associação em Lagoa e encontra-se aberta a um mínimo de 6 participantes e a um máximo de 14 participantes, com idade superior a 16 anos. A carga horária prevista totaliza as 10 horas distribuídas, por dois dias, das 10h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00. O valor da inscrição é de 30 Euros para não sócios e 20 Euros para sócios.
As inscrições poderão ser efectuadas através do site da associação em http://www.ideiasdolevante.net/ ou, em alternativa, através do número 282010080, das 18h00 às 20h00, de Segunda a Sexta-feira. Após a realização da formação, os formandos receberão um certificado de participação.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Olhão com Teatro
“Saia Curta e Consequência”
Depois da TV, Cláudia Vieira estreia-se em palco no Auditório Municipal de Olhão.
O Auditório Municipal de Olhão vai acolher a estreia absoluta da peça “Saia Curta e Consequência”, com Cláudia Vieira a apresentar-se em palco pela primeira vez. A peça pode ser vista a 17 e 18 de Abril, às 21h30, e a 19 de Abril, às 16h00.
Encenada por Paulo Matos e com figurinos de José António Tenente, esta peça é co-produzida pela Câmara Municipal de Olhão e pela Décima Colina, com o apoio do Teatro da Trindade.
Cláudia Vieira, bem conhecida da televisão e das passarelas, tendo já feito cinema, estreia-se aqui em palco a contracenar com Luís Gaspar e Paulo Matos.
Inaugurado recentemente pelo ministro da Cultura, o Auditório Municipal de Olhão, com 420 lugares, é um equipamento que dispõe de condições técnicas para receber qualquer tipo de espectáculo.
Além da sala de auditório, o espaço inclui um café-concerto e uma magnífica esplanada.
O Auditório Municipal de Olhão vai acolher a estreia absoluta da peça “Saia Curta e Consequência”, com Cláudia Vieira a apresentar-se em palco pela primeira vez. A peça pode ser vista a 17 e 18 de Abril, às 21h30, e a 19 de Abril, às 16h00.
Encenada por Paulo Matos e com figurinos de José António Tenente, esta peça é co-produzida pela Câmara Municipal de Olhão e pela Décima Colina, com o apoio do Teatro da Trindade.
Cláudia Vieira, bem conhecida da televisão e das passarelas, tendo já feito cinema, estreia-se aqui em palco a contracenar com Luís Gaspar e Paulo Matos.
Inaugurado recentemente pelo ministro da Cultura, o Auditório Municipal de Olhão, com 420 lugares, é um equipamento que dispõe de condições técnicas para receber qualquer tipo de espectáculo.
Além da sala de auditório, o espaço inclui um café-concerto e uma magnífica esplanada.
terça-feira, 24 de março de 2009
Dia Mundial do Teatro
Teatro infantil: Quando os animais falavam...
Teatro das Figuras apresenta peça de Chico Buarque “Os Saltimbancos”, que mostra a incrível actualidade de tocar no tema do culto às falsas celebridades.
O Teatro das Figuras celebra o Dia Mundial do Teatro com uma nova versão da peça "Os Saltimbancos", de Chico Buarque e Sérgio Bardotti. Numa produção da companhia de teatro portuense Seiva Trupe, “Os Saltimbancos” tem encenação de Gabriel Villela, um dos mais importantes encenadores, cenógrafos e figurinistas brasileiros.
A conhecida história do quarteto de animais (jumento, galinha, gata e cachorro) que sai do campo, cansado de sofrer maus-tratos dos seus donos e vai tentar realizar os seus sonhos musicais na “cidade grande”, ganha, na visão apurada do encenador brasileiro Gabriel Villela, uma rica leitura de integração entre as culturas portuguesa e brasileira.
"Villela é um realizador que nos interessa muito, porque não abre mão da detalhista estética brasileira, que nos fascina, e, ao mesmo tempo, consegue uma universalidade cénica e uma actualidade que encantam os portugueses e os europeus, de um modo geral", confirmou o veterano actor português Júlio Cardoso, fundador da "Seiva Trupe".
"Esta peça é infantil, mas tem metáforas inteligentes para todas as idades, e não subestima a criança", declarou Gabriel Villela. "Na bela história dos Saltimbancos, há um forte pano de fundo das ditaduras pelas quais os dois países já passaram, sem falar na incrível actualidade de tocar no tema do culto às falsas celebridades."
Esta peça, destinada a maiores de 4 anos, estará em cena no Teatro das Figuras de 4ª feira (25/03) a Sábado (28/03). Serão apresentadas 7 sessões, 5 das quais especialmente dedicadas ao público escolar.
Teatro das Figuras apresenta peça de Chico Buarque “Os Saltimbancos”, que mostra a incrível actualidade de tocar no tema do culto às falsas celebridades.O Teatro das Figuras celebra o Dia Mundial do Teatro com uma nova versão da peça "Os Saltimbancos", de Chico Buarque e Sérgio Bardotti. Numa produção da companhia de teatro portuense Seiva Trupe, “Os Saltimbancos” tem encenação de Gabriel Villela, um dos mais importantes encenadores, cenógrafos e figurinistas brasileiros.
A conhecida história do quarteto de animais (jumento, galinha, gata e cachorro) que sai do campo, cansado de sofrer maus-tratos dos seus donos e vai tentar realizar os seus sonhos musicais na “cidade grande”, ganha, na visão apurada do encenador brasileiro Gabriel Villela, uma rica leitura de integração entre as culturas portuguesa e brasileira.
"Villela é um realizador que nos interessa muito, porque não abre mão da detalhista estética brasileira, que nos fascina, e, ao mesmo tempo, consegue uma universalidade cénica e uma actualidade que encantam os portugueses e os europeus, de um modo geral", confirmou o veterano actor português Júlio Cardoso, fundador da "Seiva Trupe".
"Esta peça é infantil, mas tem metáforas inteligentes para todas as idades, e não subestima a criança", declarou Gabriel Villela. "Na bela história dos Saltimbancos, há um forte pano de fundo das ditaduras pelas quais os dois países já passaram, sem falar na incrível actualidade de tocar no tema do culto às falsas celebridades."
Esta peça, destinada a maiores de 4 anos, estará em cena no Teatro das Figuras de 4ª feira (25/03) a Sábado (28/03). Serão apresentadas 7 sessões, 5 das quais especialmente dedicadas ao público escolar.
quinta-feira, 19 de março de 2009
“CAPa” com projectos culturais
Objectivos para fomentar Arte e Cultura
O repto lançado com o “Projecto 5’55 - corra o risco de se (nos) surpreender” foi totalmente conseguido.
No final da noite e após a apresentação de 11 das 12 propostas seleccionadas a surpresa e o entusiasmo dominavam não só os participantes, mas também o público que esgotou o CAPa.
Da dança ao teatro, passando pela música e pelo vídeo, das 11 propostas apresentadas, 5 constituem objecto com potencialidades que merecem ser acompanhados e até apoiados no seu possível desenvolvimento futuro.
Cruzaram-se ideias e, espontaneamente, há já a intenção de se fundirem projectos. “Nas mudanças entre cada apresentação houve espaço para um diálogo informal, que contribuiu para que todos saíssemos com a convicção de que é urgente estimular o aparecimento de novas estruturas de criação através do apoio à formação”.
Deste modo, a “CAPa” estará a incrementar/sustentar algumas vontades, contrariando ideias feitas e pouco sustentadas, de quem não conhece o terreno, e sobretudo a posição do Estado que persistentemente tem vindo a desinvestir no Algarve. E acrescenta que “não faz sentido que o próprio M/Cultura, através da DGArtes, se refugie no facto de não existirem 'dinâmicas artísticas', para retirar uma parte substancial dos apoios financeiros a atribuir a esta região, em sede de concurso de Apoios Directos às Artes. Tendo em conta esta realidade parece-nos mais do que urgente todos investirmos no sentido de alterarmos a breve prazo esta situação. Da nossa parte, e se o M/C assim o permitir, poderão contar com um projecto de formação em rede que envolverá 5 cidades desta região e um conjunto muito significativo de formadores/criadores de diferentes áreas, do teatro à dança, passando pelo jornalismo e indo até à produção. 5'55'' foi o arranque desse projecto maior e mais ambicioso na àrea da formação. Se dúvidas existissem esta aventura comprovou que estamos no caminho certo”.
No final da noite e após a apresentação de 11 das 12 propostas seleccionadas a surpresa e o entusiasmo dominavam não só os participantes, mas também o público que esgotou o CAPa.
Da dança ao teatro, passando pela música e pelo vídeo, das 11 propostas apresentadas, 5 constituem objecto com potencialidades que merecem ser acompanhados e até apoiados no seu possível desenvolvimento futuro.
Cruzaram-se ideias e, espontaneamente, há já a intenção de se fundirem projectos. “Nas mudanças entre cada apresentação houve espaço para um diálogo informal, que contribuiu para que todos saíssemos com a convicção de que é urgente estimular o aparecimento de novas estruturas de criação através do apoio à formação”.
Deste modo, a “CAPa” estará a incrementar/sustentar algumas vontades, contrariando ideias feitas e pouco sustentadas, de quem não conhece o terreno, e sobretudo a posição do Estado que persistentemente tem vindo a desinvestir no Algarve. E acrescenta que “não faz sentido que o próprio M/Cultura, através da DGArtes, se refugie no facto de não existirem 'dinâmicas artísticas', para retirar uma parte substancial dos apoios financeiros a atribuir a esta região, em sede de concurso de Apoios Directos às Artes. Tendo em conta esta realidade parece-nos mais do que urgente todos investirmos no sentido de alterarmos a breve prazo esta situação. Da nossa parte, e se o M/C assim o permitir, poderão contar com um projecto de formação em rede que envolverá 5 cidades desta região e um conjunto muito significativo de formadores/criadores de diferentes áreas, do teatro à dança, passando pelo jornalismo e indo até à produção. 5'55'' foi o arranque desse projecto maior e mais ambicioso na àrea da formação. Se dúvidas existissem esta aventura comprovou que estamos no caminho certo”.
segunda-feira, 9 de março de 2009
“Cenários 2009”
“A Gargalhada de Yorick” em Loulé
O Convento de Santo António recebe dia 13 de Março a companhia de Teatro Instável, no âmbito da programação do “CENÁRIOS 2009”.
Este espectáculo. a peça “A Gargalhada de Yorick”, é uma versão tragicómica do Hamlet de William Shakespeare para dois actores. É certo que no texto de Shakespeare os elementos cómico e trágico já se encontram presentes, mas numa versão para dois actores, em que um deles tem de representar nada menos que oito personagens, incluindo a de Ofélia, o elemento cómico é naturalmente reforçado. Sem recorrer à farsa, antes procurando o absurdo e o subtil, o espectáculo constitui uma reflexão em torno da peça original, descascando-a e pondo a nu a sua estrutura. A presença da personagem Hamlet impõe também, ao longo do espectáculo, uma certa tensão dramática, oferecendo ao público português a oportunidade (rara) de escutar os famosos solilóquios, como “Ser ou não Ser”, seguramente o mais famoso, mas não o único, que aqui é dado ouvir.
A peça tem encenação de André Gago e é dirigida a um público de maiores de 12 anos. O Teatro Instável, Produções Teatrais, Unipessoal Lda., criado em Maio de 2004, é uma empresa privada cujo objecto é a produção, a investigação e a formação teatral. O Teatro Instável absorve por um lado a experiência e o património acumulados por iniciativas artísticas anteriores de André Gago e dos seus cúmplices mais próximos.
Por outro lado, o Teatro Instável nasce da necessidade de dar uma dimensão mais estruturada a novos projectos, alargando a sua base de colaboradores e fazendo reverter, para iniciativas futuras, a capacidade de organização e a aposta no mercado da formação e da oferta teatral já experimentadas em anteriores produções e actividades. O espectáculo tem um custo de 5 euros.
O Convento de Santo António recebe dia 13 de Março a companhia de Teatro Instável, no âmbito da programação do “CENÁRIOS 2009”.Este espectáculo. a peça “A Gargalhada de Yorick”, é uma versão tragicómica do Hamlet de William Shakespeare para dois actores. É certo que no texto de Shakespeare os elementos cómico e trágico já se encontram presentes, mas numa versão para dois actores, em que um deles tem de representar nada menos que oito personagens, incluindo a de Ofélia, o elemento cómico é naturalmente reforçado. Sem recorrer à farsa, antes procurando o absurdo e o subtil, o espectáculo constitui uma reflexão em torno da peça original, descascando-a e pondo a nu a sua estrutura. A presença da personagem Hamlet impõe também, ao longo do espectáculo, uma certa tensão dramática, oferecendo ao público português a oportunidade (rara) de escutar os famosos solilóquios, como “Ser ou não Ser”, seguramente o mais famoso, mas não o único, que aqui é dado ouvir.
A peça tem encenação de André Gago e é dirigida a um público de maiores de 12 anos. O Teatro Instável, Produções Teatrais, Unipessoal Lda., criado em Maio de 2004, é uma empresa privada cujo objecto é a produção, a investigação e a formação teatral. O Teatro Instável absorve por um lado a experiência e o património acumulados por iniciativas artísticas anteriores de André Gago e dos seus cúmplices mais próximos.
Por outro lado, o Teatro Instável nasce da necessidade de dar uma dimensão mais estruturada a novos projectos, alargando a sua base de colaboradores e fazendo reverter, para iniciativas futuras, a capacidade de organização e a aposta no mercado da formação e da oferta teatral já experimentadas em anteriores produções e actividades. O espectáculo tem um custo de 5 euros.
terça-feira, 3 de março de 2009
“Cenários 2009”
Primeiros Sintomas apresenta “Lindos Dias”
Na próxima sexta-feira, dia 6 de Março, às 21h30, sobe ao palco do Convento de Santo António, em Loulé, a companhia de teatro Primeiros Sintomas, com a peça “Lindos Dias”, um espectáculo integrado na IV Mostra de Teatro de Loulé.
«Enterrada, primeiro pela cintura, depois pelo pescoço, no montículo de um descampado de erva queimada, debaixo do sol a iluminar um dia sem começo nem fim, Winnie fala no deserto, por meio de um jogo solitário, preenchido por pequenas rotinas (acções quotidianas), evocando histórias antigas – restos, bocados do que se adivinha ter sido o seu passado – num discurso imperfeito, pautado pelas imprecisões da linguagem e da memória e pontuado de vez em quando pela presença de Willie, o marido, que mal se adivinha por detrás do montículo».
Depois de “Endgame” (Globo de Ouro melhor espectáculo de teatro 2005) – estreado em Abril de 2004, no espaço Karnart, em parceria com o Teatro Meridional, – os Primeiros Sintomas voltam a Samuel Beckett, com a peça “Lindos Dias” (Happy Days), de novo com encenação de Bruno Bravo. A tradução, original, a partir da versão inglesa, é de João Paulo Esteves da Silva com a colaboração Miguel Castro Caldas. Winnie é interpretada por Raquel Dias (Nell em “Endgame”) e Willie por Gonçalo Amorim (Negg em “Endgame”).
A relevância desta peça e a natureza do espectáculo – com um número reduzido de actores e uma concepção plástica pouco pesada – inspira uma itinerância pelo país. Os Primeiros Sintomas têm como director artístico Bruno Bravo que é o principal encenador do grupo e como directora de produção Paula Fernandes, principal responsável de gestão e produção. O preço dos ingressos para este espectáculo é de 5 euros.
«Enterrada, primeiro pela cintura, depois pelo pescoço, no montículo de um descampado de erva queimada, debaixo do sol a iluminar um dia sem começo nem fim, Winnie fala no deserto, por meio de um jogo solitário, preenchido por pequenas rotinas (acções quotidianas), evocando histórias antigas – restos, bocados do que se adivinha ter sido o seu passado – num discurso imperfeito, pautado pelas imprecisões da linguagem e da memória e pontuado de vez em quando pela presença de Willie, o marido, que mal se adivinha por detrás do montículo».
Depois de “Endgame” (Globo de Ouro melhor espectáculo de teatro 2005) – estreado em Abril de 2004, no espaço Karnart, em parceria com o Teatro Meridional, – os Primeiros Sintomas voltam a Samuel Beckett, com a peça “Lindos Dias” (Happy Days), de novo com encenação de Bruno Bravo. A tradução, original, a partir da versão inglesa, é de João Paulo Esteves da Silva com a colaboração Miguel Castro Caldas. Winnie é interpretada por Raquel Dias (Nell em “Endgame”) e Willie por Gonçalo Amorim (Negg em “Endgame”).
A relevância desta peça e a natureza do espectáculo – com um número reduzido de actores e uma concepção plástica pouco pesada – inspira uma itinerância pelo país. Os Primeiros Sintomas têm como director artístico Bruno Bravo que é o principal encenador do grupo e como directora de produção Paula Fernandes, principal responsável de gestão e produção. O preço dos ingressos para este espectáculo é de 5 euros.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
“Cenários”
IV Mostra de Teatro
Freguesias do concelho de Loulé recebem espectáculo de teatro
Entre 1 de Março e 5 de Abril, o Concelho de Loulé recebe a iniciativa “CENÁRIOS - IV Mostra de Teatro”, um evento que irá levar o teatro às várias freguesias do Concelho, através de 18 apresentação de peças de grupos amadores do Concelho e também de grupos profissionais, para além de ateliers de teatro dirigidos a vários públicos.
As companhias profissionais do país que fazem parte deste evento vão fazer as suas apresentações no Convento de Stº António, em Loulé, em sessões agendadas para as 21h30.
TZM Tozé Martinho Produções vai estar na abertura desta Mostra de Teatro, a 1 de Março, com a apresentação da peça “As Calcinhas Amarelas”. No dia 6, é a vez do grupo Primeiros Sintomas levar a cena “Lindos Dias”. Para 13 de Março está prevista a realização do espectáculo “A Gargalhada de Yorick”, pelo Teatro Instável.
No que respeita a estas actuações de companhias de âmbito nacional, há ainda a destacar a encenação do Teatro do Montemuro, com “Da Minha Ponto de Vista” (20 Março), do CENDREV, com “Memórias de Branca Dias” (27 de Março – Dia Mundial do Teatro) e da ACTA, com “Efeito Imediato” (3 de Abril).
Relativamente aos grupos do Concelho de Loulé, sobem ao palco as quatro companhias que foram distinguidas com a Bolsa de Apoio ao Teatro: Teatro Análise de Loulé, Grupo de Teatro Arte de Viver, Grupo de Teatro 100 Palavras e Teatro Amador de Quarteira.
Entre 1 de Março e 5 de Abril, o Concelho de Loulé recebe a iniciativa “CENÁRIOS - IV Mostra de Teatro”, um evento que irá levar o teatro às várias freguesias do Concelho, através de 18 apresentação de peças de grupos amadores do Concelho e também de grupos profissionais, para além de ateliers de teatro dirigidos a vários públicos.
As companhias profissionais do país que fazem parte deste evento vão fazer as suas apresentações no Convento de Stº António, em Loulé, em sessões agendadas para as 21h30.
TZM Tozé Martinho Produções vai estar na abertura desta Mostra de Teatro, a 1 de Março, com a apresentação da peça “As Calcinhas Amarelas”. No dia 6, é a vez do grupo Primeiros Sintomas levar a cena “Lindos Dias”. Para 13 de Março está prevista a realização do espectáculo “A Gargalhada de Yorick”, pelo Teatro Instável.
No que respeita a estas actuações de companhias de âmbito nacional, há ainda a destacar a encenação do Teatro do Montemuro, com “Da Minha Ponto de Vista” (20 Março), do CENDREV, com “Memórias de Branca Dias” (27 de Março – Dia Mundial do Teatro) e da ACTA, com “Efeito Imediato” (3 de Abril).
Relativamente aos grupos do Concelho de Loulé, sobem ao palco as quatro companhias que foram distinguidas com a Bolsa de Apoio ao Teatro: Teatro Análise de Loulé, Grupo de Teatro Arte de Viver, Grupo de Teatro 100 Palavras e Teatro Amador de Quarteira.
sábado, 13 de dezembro de 2008
“O Presidente” vem aí
Em teatro premiado
O espectáculo “O Presidente”, uma co-produção entre a ACTA e a Companhia de Teatro de Almada, conta com a cenografia de João Carrilho da Graça, vencedor do Prémio Pessoa 2008
Esta foi a estreia, em teatro, do premiado arquitecto que respondeu ao desafio de Joaquim Benite a conceber o espaço cénico em que se apresenta esta nova produção. A partir do texto de Thomas Bernhard, foi criado este espectáculo que conta com a encenação de Joaquim Benite e a interpretação de Alberto Quaresma, Carlos Santos, Luís Ramos, Luís Vicente, Neuza Teixeira, Teresa Gafeira, Teresa Mónica.
A peça desenrola-se vinte anos após o início da carreira do presidente. Já nada funciona no país. Os dignitários deixam-se matar pelos “anarquistas”, entre os quais se encontra sem dúvida o filho do casal presidencial, fugido numa certa noite sem dizer água vai. O presidente, que se encontra em viagem por Portugal com a sua amante: uma actriz de segunda categoria em quem ele vê “o génio da arte dramática”. O palco e o teatro político são, para o presidente, a mesma coisa. Mas tanto no seu caso como no da sua mulher, a logorreia esconde uma angústia: a da provável traição do seu filho.
Este espectáculo pode ser visto em Janeiro, onde será apresentado no Teatro Lethes, em Faro, nos dias 16 e 17 e de 20 a 24, às 21h30.
Esta foi a estreia, em teatro, do premiado arquitecto que respondeu ao desafio de Joaquim Benite a conceber o espaço cénico em que se apresenta esta nova produção. A partir do texto de Thomas Bernhard, foi criado este espectáculo que conta com a encenação de Joaquim Benite e a interpretação de Alberto Quaresma, Carlos Santos, Luís Ramos, Luís Vicente, Neuza Teixeira, Teresa Gafeira, Teresa Mónica.
A peça desenrola-se vinte anos após o início da carreira do presidente. Já nada funciona no país. Os dignitários deixam-se matar pelos “anarquistas”, entre os quais se encontra sem dúvida o filho do casal presidencial, fugido numa certa noite sem dizer água vai. O presidente, que se encontra em viagem por Portugal com a sua amante: uma actriz de segunda categoria em quem ele vê “o génio da arte dramática”. O palco e o teatro político são, para o presidente, a mesma coisa. Mas tanto no seu caso como no da sua mulher, a logorreia esconde uma angústia: a da provável traição do seu filho.
Este espectáculo pode ser visto em Janeiro, onde será apresentado no Teatro Lethes, em Faro, nos dias 16 e 17 e de 20 a 24, às 21h30.
domingo, 16 de novembro de 2008
Cultura
“GANESH” passa por LagosA Associação Teatro Experimental de Lagos apresento no Auditório do Centro Cultural, a peça “Ganesh”, de Nelda Magalhães, um espectáculo de teatro, dança e música, envolto na magia mística indiana.
O elenco é composto maioritariamente por estudantes de dança de duas escolas de Lagos, e a qual contou com a participação do Grupo de Percussão da Sociedade Filarmónica Lacobrigense 1º de Maio, com coordenação musical de Vasco Ramalho. “Ganesh” é um espectáculo multidisciplinar, uma viagem à Índia antiga, trazendo à comunidade portuguesa um nicho da cultura religiosa e tradicional indiana.
Numa sociedade onde o intercâmbio cultural é uma constante, procura-se com este espectáculo promover a interculturalidade e a sensibilização sobre a cultura indiana, a qual está intrinsecamente mesclada com a nossa, nos hábitos de vestir, comer, na estética, na música.
A concepção de máscaras para o espectáculo “Ganesh” coube a Yvonne Slough, caracterizadora inglesa de televisão e teatro, que habita temporariamente em Portugal, e teve ainda a colaboração especial de Mukesh Kumar, que elucidou a equipa sobre a cultura hindú na Índia e sobre a língua indiana.
Na India, cerca de 2000 a.C. do antigo panteão de deuses védicos emerge uma nova religião: o hinduísmo. Preside-a a trindade de deuses Bhrama, Vishnú e Shiva. Este último salva os deuses dos demónios Assuras e dedica-se à prática do Ioga. A sua esposa Parvoti cria um belo rapaz a partir das impurezas do banho, o seu adorado filho Ganesh. Shiva não o conhece, lutam e corta-lhe a cabeça. Na tentativa de reabilitar a vida de Ganesh, Shiva substitui-a por uma cabeça de elefante.
Ganesh é, hoje, um deus muito popular no Sul da Índia. Deus demolidor de obstáculos e padroeiro dos estudantes, é visto como um deus sábio e amistoso.
A concepção de máscaras para o espectáculo “Ganesh” coube a Yvonne Slough, caracterizadora inglesa de televisão e teatro, que habita temporariamente em Portugal, e teve ainda a colaboração especial de Mukesh Kumar, que elucidou a equipa sobre a cultura hindú na Índia e sobre a língua indiana.
Na India, cerca de 2000 a.C. do antigo panteão de deuses védicos emerge uma nova religião: o hinduísmo. Preside-a a trindade de deuses Bhrama, Vishnú e Shiva. Este último salva os deuses dos demónios Assuras e dedica-se à prática do Ioga. A sua esposa Parvoti cria um belo rapaz a partir das impurezas do banho, o seu adorado filho Ganesh. Shiva não o conhece, lutam e corta-lhe a cabeça. Na tentativa de reabilitar a vida de Ganesh, Shiva substitui-a por uma cabeça de elefante.
Ganesh é, hoje, um deus muito popular no Sul da Índia. Deus demolidor de obstáculos e padroeiro dos estudantes, é visto como um deus sábio e amistoso.
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