Cimeira da NATO será um "quebra-cabeças".
Amado acredita que Obama vem a Portugal. Ministro admite que cimeira da NATO será muito complicada do ponto de vista da logística.O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) admitiu, esta quarta-feira, no Porto, que a cimeira da NATO em Lisboa será «um quebra-cabeças» do ponto de vista logístico e vai «envolver um grande aparato em termos de segurança», escreve a Lusa.
«[A cimeira] será, sem dúvida, do ponto de vista logístico, um quebra-cabeças», afirmou esta noite Luís Amado, à margem de uma das Conferências do Palácio, que terminaram esta quarta-feira e que foram realizadas pela Associação Comercial do Porto, no Palácio da Bolsa.
O ministro explicou que «a principal preocupação é organizar bem uma cimeira muito difícil e exigente, [que] vai envolver um grande aparato em termos de segurança dada a presença de muitas delegações em Lisboa». Em causa, acrescentou, está a «presença dos chefes de Estado de todos os Estados-membros da Aliança», com destaque para «as delegações dos EUA e, eventualmente, da Rússia».
«Acreditamos que sim, que o presidente [Barack] Obama estará na cimeira», disse Luís Amado, salientando que «seguramente a sua presença valorizará muito a cimeira. Naturalmente que esperamos que o novo conceito estratégico da NATO seja aprovado na cimeira de Lisboa, o que constituirá, por si, um elemento de referência para a importância da cimeira», afiançou.
A cimeira da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em Portugal está marcada para Novembro e durante a mesma deverá ser aprovado o novo conceito estratégico da Aliança. O presidente dos Estados Unidos estará em Portugal, em Novembro, tendo paralelamente encontros com o Presidente da República e com o primeiro-ministro. «Durante a sua presença no país, o presidente dos Estados Unidos reunir-se-á com as autoridades oficiais portuguesas», disse à agência Lusa fonte diplomática.
«[A cimeira] será, sem dúvida, do ponto de vista logístico, um quebra-cabeças», afirmou esta noite Luís Amado, à margem de uma das Conferências do Palácio, que terminaram esta quarta-feira e que foram realizadas pela Associação Comercial do Porto, no Palácio da Bolsa.
O ministro explicou que «a principal preocupação é organizar bem uma cimeira muito difícil e exigente, [que] vai envolver um grande aparato em termos de segurança dada a presença de muitas delegações em Lisboa». Em causa, acrescentou, está a «presença dos chefes de Estado de todos os Estados-membros da Aliança», com destaque para «as delegações dos EUA e, eventualmente, da Rússia».
«Acreditamos que sim, que o presidente [Barack] Obama estará na cimeira», disse Luís Amado, salientando que «seguramente a sua presença valorizará muito a cimeira. Naturalmente que esperamos que o novo conceito estratégico da NATO seja aprovado na cimeira de Lisboa, o que constituirá, por si, um elemento de referência para a importância da cimeira», afiançou.
A cimeira da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em Portugal está marcada para Novembro e durante a mesma deverá ser aprovado o novo conceito estratégico da Aliança. O presidente dos Estados Unidos estará em Portugal, em Novembro, tendo paralelamente encontros com o Presidente da República e com o primeiro-ministro. «Durante a sua presença no país, o presidente dos Estados Unidos reunir-se-á com as autoridades oficiais portuguesas», disse à agência Lusa fonte diplomática.
Objectivo ainda é capturar Bin Laden vivo
O comandante-chefe norte-americano no Afeganistão disse esta quarta-feira que o objectivo das tropas dos EUA continua a ser o de capturar Osama bin Laden vivo e «levá-lo à Justiça», o que presupõe que o comandante-chefe dos EUA ainda acredita que é possível apanhar e julgar o líder da Al-Qaeda.
O comentário do general Stanley McChrystal aos jornalistas contrasta com o do procurador-geral, Eric Holder, feito na véspera. Este disse no Congresso que as hipóteses de capturar Bin Laden vivo eram «infinitesimais», porque provavelmente seria morto pelas forças norte-americanas ou por um dos seus combatentes.
O comentário do general Stanley McChrystal aos jornalistas contrasta com o do procurador-geral, Eric Holder, feito na véspera. Este disse no Congresso que as hipóteses de capturar Bin Laden vivo eram «infinitesimais», porque provavelmente seria morto pelas forças norte-americanas ou por um dos seus combatentes.





