Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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quinta-feira, 18 de março de 2010

Obama virá a Portugal?

Cimeira da NATO será um "quebra-cabeças".

Amado acredita que Obama vem a Portugal. Ministro admite que cimeira da NATO será muito complicada do ponto de vista da logística.

O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) admitiu, esta quarta-feira, no Porto, que a cimeira da NATO em Lisboa será «um quebra-cabeças» do ponto de vista logístico e vai «envolver um grande aparato em termos de segurança», escreve a Lusa.
«[A cimeira] será, sem dúvida, do ponto de vista logístico, um quebra-cabeças», afirmou esta noite Luís Amado, à margem de uma das Conferências do Palácio, que terminaram esta quarta-feira e que foram realizadas pela Associação Comercial do Porto, no Palácio da Bolsa.
O ministro explicou que «a principal preocupação é organizar bem uma cimeira muito difícil e exigente, [que] vai envolver um grande aparato em termos de segurança dada a presença de muitas delegações em Lisboa». Em causa, acrescentou, está a «presença dos chefes de Estado de todos os Estados-membros da Aliança», com destaque para «as delegações dos EUA e, eventualmente, da Rússia».
«Acreditamos que sim, que o presidente [Barack] Obama estará na cimeira», disse Luís Amado, salientando que «seguramente a sua presença valorizará muito a cimeira. Naturalmente que esperamos que o novo conceito estratégico da NATO seja aprovado na cimeira de Lisboa, o que constituirá, por si, um elemento de referência para a importância da cimeira», afiançou.
A cimeira da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em Portugal está marcada para Novembro e durante a mesma deverá ser aprovado o novo conceito estratégico da Aliança. O presidente dos Estados Unidos estará em Portugal, em Novembro, tendo paralelamente encontros com o Presidente da República e com o primeiro-ministro. «Durante a sua presença no país, o presidente dos Estados Unidos reunir-se-á com as autoridades oficiais portuguesas», disse à agência Lusa fonte diplomática.

Objectivo ainda é capturar Bin Laden vivo

O comandante-chefe norte-americano no Afeganistão disse esta quarta-feira que o objectivo das tropas dos EUA continua a ser o de capturar Osama bin Laden vivo e «levá-lo à Justiça», o que presupõe que o comandante-chefe dos EUA ainda acredita que é possível apanhar e julgar o líder da Al-Qaeda.
O comentário do general Stanley McChrystal aos jornalistas contrasta com o do procurador-geral, Eric Holder, feito na véspera. Este disse no Congresso que as hipóteses de capturar Bin Laden vivo eram «infinitesimais», porque provavelmente seria morto pelas forças norte-americanas ou por um dos seus combatentes.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Depois do cão...

Obama tenta «roubar» Mundial-2018 a Portugal

Presidente dos EUA diz que jogou futebol «em Jacarta»... e as filhas jogam em Chicago.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, escreveu uma carta ao presidente da FIFA, Joseph Blatter, a apoiar a candidatura norte-americana à organização do Mundial de 2018 ou de 2022. Ou seja, o político apoia uma proposta «concorrente» à portuguesa, uma vez que Portugal também pretende organizar a prova em 2018, com a Espanha.
A Federação dos EUA divulgou alguns excertos, onde Obama explica por que gostaria que o evento se realizasse no país que governa, como revela a AP: «Em criança joguei futebol numa rua de Jacarta e o jogo juntava as crianças da vizinhança. Como pai vi esse espírito de união nos campos e fora das quatro linhas nos jogos em que as minhas filhas participaram em Chicago. Futebol é, de facto, um desporto mundial e o campeonato promove a camaradagem e a competição saudável. Por isso é que esta proposta envolve mais do que um jogo. São os EUA a convidarem o mundo a juntar-se por todo o nosso grande país, numa celebração das esperanças e sonhos.»
Recorde-se que se candidataram: Portugal/Espanha, Inglaterra, Austrália, Indonésia, Japão, México, Rússia e Holanda/Bélgica. O Comité executivo da FIFA anunciará o país organizador em Dezembro de 2010.
Depois da atracção pelo cão d'água português, mas nascido no Texas, decididamente, Obama é fã de Portugal.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O mundo pouco tranquilo

Cão de Obama descende de portugueses, mas nasceu no... Texas

Será «apresentado» ao mundo na próxima terça-feira com «pompa e circunstância».

Cão de água luso-americano vai mesmo viver na Casa Branca. A família do presidente dos EUA escolheu ter um cão de água de raça portuguesa, noticia o Washington Post.
O animal tem seis meses, é preto e branco e foi oferecido pelo senador Ted Kennedy, ele próprio um amante do cão de água português. O cão de origem portuguesa vai chamar-se Bo, nome escolhido por Malia e Sasha, as filhas de Michelle e Barack Obama.
Recordamos que a Entidade Regional de Turismo do Algarve fez tudo para que a Casa Branca aceitasse a oferta de um exemplar natural do algarve. A ERTA estava disponível para dar um exemplar de um cão d'água da Ria Formosa, nascido no Algarve, ao presidente eleito dos EUA, caso este optasse pela raça portuguesa. A opção foi feita, mas as boas intenções não atravessaram o Atlântico.
Na altura, o presidente do Turismo do Algarve, António Pina, explicou que, depois de tomar conhecimento dos desejos do presidente Barack Obama, tomou providências para que pudesse ser entregue um exemplar da raça portuguesa na Casa Branca, caso a escolha do canídeo recaísse sobre a raça cão d'água.
A embaixada dos EUA foi contactada pelo Turismo do Algarve e o embaixador reagiu de forma entusiasta à oferta, tendo prometido fazer todas as diligências em Washington para obter uma resposta positiva da família Obama. Mas as diligências diplomáticas não obtiveram sucesso, pois parece que até os cães têm de ser naturais dos EUA, embora de raças não apuradas estrangeiras...
Porque o cão d'água português com verdadeiro "pedigree" é totalmente de pelo negro!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

O presidente da nova era

Barack Obama pede nova era de responsabilidade

O presidente dos Estados Unidos, Barack H. Obama, pediu ontem «uma nova era de responsabilidade» dos norte-americanos nas suas vidas e para o seu país no mundo, como força de cooperação e diálogo.

A fasquia de expectativa nos destinos do mundo com este homem é demasiado alta. Por isso mesmo, no seu discurso após o juramento como presidente dos Estados Unidos, Obama apelou aos valores fundamentais do seu país para começar um novo capítulo na sua história. «A nossa economia está enfraquecida, como consequência da avidez e da irresponsabilidade por parte de alguns, mas também pelo fracasso colectivo em tomar as decisões difíceis e preparar a nação para uma nova era», disse Obama.
Perante esses erros, Obama instou os norte-americanos a retomar o que fez dos Estados Unidos a nação que é: o trabalho duro, a honestidade, a coragem, a justiça, a tolerância e o patriotismo. «O que nos é pedido agora é uma nova era de responsabilidade, o reconhecimento, por parte de cada norte-americano de que temos obrigações face a nós próprios, à nossa nação e ao mundo», disse.

No plano internacional, o novo presidente quis assinalar uma mudança em relação à administração anterior, apesar de ter agradecido seu antecessor pelo «seu serviço» aos Estados Unidos. «A todos os povos e governos que nos vêem hoje, desde as maiores capitais à pequena localidade onde nasceu o meu pai: saibam que os Estados Unidos são um amigo de cada nação e de cada homem, mulher e criança que procura um futuro de paz e dignidade e que estamos prontos para liderar uma vez mais», afimou Barack Obama.
Recordou que os Estados Unidos derrotaram o fascismo e o comunismo com alianças sólidas e convicções fortes. «O nosso poder só não nos pode proteger, nem nos dá direito a fazer o que nos apetece», disse. Obama assinalou que os desafios actuais requerem que os Estados Unidos façam um esforço maior para promover a cooperação e o entendimento entre as nações, perante a ameaça nuclear e o aquecimento global.
O presidente norte-americano ofereceu «um novo caminho em direcção ao futuro» ao mundo muçulmano. «Aos líderes que procuram semear o conflito ou responsabilizam o Ocidente pelos problemas nas suas sociedades - saibam que o vosso povo vos julgará pelo que conseguirem construir e não pelo que destroem. Aos que se agarram ao poder através da corrupção e do engano e silenciando a dissenção, saibam que estão do lado errado da história, mas que estenderemos a mão se estiverem dispostos a abrir o punho», declarou.
Obama faz percurso a pé

Após a Tomada de Posse, o novo presidente dos Estados Unidos da América e esposa saíram da limusina presidencial a meio da Avenida Pensilvânia e percorreram a pé parte do trajecto entre o Congresso e a Casa Branca, aclamados pela multidão. Barack Obama e Michelle saíram alguns minutos para saudar a multidão que os ovacionava de ambos os lados da Avenida da Pensilvânia, caminhando de mão dada, numa explosão de gritos de alegria. O vice-presidente Joe Biden e a mulher fizeram o mesmo.
Os agentes dos Serviços Secretos que os escoltam a pé e as centenas de milhares de outros agentes estrategicamente colocados durante o percurso redobraram de vigilância durante esses minutos. Mais de 43.000 agentes, entre polícias e membros de agências de segurança, garantem hoje a tranquilidade de Washington.
Desde Thomas Jefferson, há mais de 200 anos que a maioria dos Presidentes percorre a pé pelo menos uma parte do percurso para a Casa Branca no dia da sua investidura. Obama, que levava um atraso de uma hora sobre o horário previsto, ao chegar à Casa Branca passou revista às tropas com Joe Biden. Segundo responsáveis da cidade de Washington, cerca de 350.000 pessoas assistiam ao desfile e mais de dois milhões espalhadas pelo Mall testemunharam a prestação de juramento do novo Presidente norte-americano.
A tomada de posse de Barack Obama como presidente dos EUA não foi celebrada apenas no seu país. Em todos os continentes, milhões de pessoas seguiram atentamente as cerimónias de Washington e acolheram com festejos a chegada do primeiro afro-americano à Casa Branca.
Desde a África do Sul ao Reino Unido, da Indonésia ao Paquistão, os festejos aconteceram um pouco por todo o planeta.

Sócrates dá... "total disponibilidade"

O primeiro-ministro português felicitou Barack Obama pela sua posse como Presidente dos Estados Unidos, expressando vontade de ambos se encontrarem e a «total» disponibilidade do Governo português para trabalhar com a nova Administração de Washington.
«Hoje, é verdadeiramente um dia memorável na história do seu magnífico país. Permita-me que o saúde calorosamente em meu nome e em nome do povo português pela sua tomada de posse como 44º Presidente dos Estados Unidos da América», escreve Sócrates na sua mensagem.
José Sócrates desejou «todos os sucessos» e sublinhou que Barack Obama poderá contar «com uma cooperação total» do Governo português.
«Da parte do meu Governo pode contar com uma firme vontade de trabalhar em conjunto com os Estados Unidos da América e enfrentar os desafios com que hoje estamos confrontados», acrescenta o primeiro-ministro português. José Sócrates expressou ainda o seu desejo de se encontrar em breve com o novo Chefe de Estado norte-americano.