Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Autarca do Ano pagou almoço da Assorgal

Sabem, por acaso, o que é o «Correio Meridional»?

Resumidamente, é um jornalzinho que, esporadicamente se publica no Algarve e que se destina, particularmente, a divulgar auto-retratos do seu presidente-director-fotógrafo-redactor-e-assistente de redacção único, um sujeito vivaço e bon-vivant, de nome António Marques, bem falante, afável e de olho vivo, cujo bigode farfalhudo parece viver navegando por entre uma determinada paspalheira algarvia, por acaso constituída por uma «plêiade» de saloios, cuja vacuidade lhes não permite mais que olhar para o próprio umbigo e que, depois de o perguntarem ao seu próprio espelho, ficam com a convicção de que «no mundo não há ninguém melhor nem mais belo do que eu».

Leia mais aqui: http://calcadaodequarteira.blogspot.com/2008/04/o-autarca-do-ano.html

CRÓNICA DE: Lourenço Anes - calcadao@clix.pt

quinta-feira, 19 de março de 2009

Observatório do Algarve

Observatório a caminho do futuro

Nova imagem e mais enfoque nos conteúdos multimedia... logo que possível. O Observatório do Algarve está a tentar mudar, mas o caminho não é sem espinhos, e há problemas técnicos. O provider Inesting garante que será breve.

Click em:
www.observatoriodoalgarve.com/

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Imprensa Regional

A violência juvenil

Assiste-se cada vez mais à indisciplina e à violência nas escolas. Repetem-se os casos de alunos que desobedecem ou agridem os professores. A violência juvenil alastra nas escolas e na sociedade. Sinais dos tempos? Má educação? Degradação do ensino? Qual o papel dos pais e dos educadores no meio deste cenário de desobediência e má criação?

Ler notícia completa em:
http://www.jornalavezinha.com/noticia.asp?idEdicao=164&id=7471&idSeccao=1467&Action=noticia

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Jornais do Norte visitam o Sul

Turismo do Algarve quer “educar” jornalistas

Profissionais da Imprensa Regional do norte descem ao Algarve, numa visita educacional que começa dia 12, quinta-feira.

Promover o Algarve no Algarve e junto de onze jornalistas do Norte do país é o desafio da press trip que começa já quinta-feira (12). Os profissionais de comunicação social vão viver o destino em três dias de comida típica, caminhadas, passeios de barco e visitas a unidades hoteleiras e a um parque temático, em mais uma iniciativa do Turismo do Algarve.
O grupo de jornalistas do Diário de Aveiro, Jornal Alto Minho, Jornal Aurora do Lima, Jornal Falcão do Minho, Revista Bigger, Revista Sim, Revista Viva!Porto e Tv Viana começa com um programa surpresa na sexta-feira, da responsabilidade do CS São Rafael Suite Hotel. À tarde segue-se uma passagem por Albufeira, Vilamoura, Vale do Lobo e Quinta do Lago. E o dia termina na zona de diversão nocturna de Albufeira.
O início de sábado está reservado a Tavira. Depois do passeio pelo centro histórico, da breve travessia de barco pela Ria Formosa e da visita à câmara obscura, tempo para almoçar. De Tavira parte-se para Faro e, à hora de jantar, para Vale do Lobo. O último dia, domingo, fica marcado pela animação do Zoomarine, onde os jornalistas irão conhecer os bastidores do parque temático e assistir a dois espectáculos de aves de rapina e de focas e leões-marinhos.
«Esta é primeira press trip que organizamos em 2009 para o mercado interno. À luz das concretizadas no ano passado, podemos afirmar que este é um modelo de sucesso por permitir a aproximação do destino a pessoas que ajudam a divulgá-lo, neste caso, os jornalistas não residentes», diz o presidente Turismo do Algarve, António Pina.
A visita educacional tem o alto patrocínio da CP, Comboios de Portugal, do grupo CS Hotels, Golf & Resorts, do Grande Real Santa Eulália Resort & Hotel Spa, Zoomarine e da Associação do Sotavento Algarvio.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Imprensa em queda

2009 será ano negro para a jornais e revistas

A crise estende tentáculos, e nem os jornais escapam. Aposta na Internet não será rentável para todas as publicações.

A crise que a imprensa escrita tem sentido nos últimos anos vai acentuar-se este ano. E o clima de recessão global não vai ajudar a alterar a tendência: segundo as estimativas da Deloitte para 2009 no sector de media, o ano vai ficar marcado pela emergência de novos modelos de negócio. «Tendo em conta este contexto, cerca de um em cada dez publicações impressas podem ser obrigadas a reduzir a periodicidade da impressão, terminá-la ou, em alguns casos, encerrar totalmente em 2009», refere a Deloitte na sua nota introdutória.
A consultora explica que a necessidade de inovar no modelo de negócio já contou com mecanismos de resposta da parte dos anunciantes, mas não ainda de forma suficiente. Além disso, a crise financeira precipitou a quebra das margens de publicidade e o declínio da circulação, principalmente ao nível da imprensa local. Segundo a Deloitte, a indústria de imprensa tem vindo a criar uma presença online para equilibrar a quebra nas receitas de impressão. Mas só poucos portais de jornais e revistas trabalharam para conseguir obter lucros suficientes.
O sector da televisão encontra-se numa posição mais confortável, mas tem de estar atento. Nesta área, a consultora considera ser uma boa altura para os empresários do meio «ganharem vantagem» em relação aos outros meios de comunicação: «Esta pode ser uma boa altura para os players mais fortes investirem em conteúdos, contratos e em melhores infra-estruturas».
Ao nível da televisão móvel, 2009 não será o ano da grande mudança, enquanto a rádio tenderá a ser ouvida cada vez mais na Internet. Já no cinema, esperam-se mais mudanças, principalmente ao nível da proliferação de filmes a 3 D, apesar de muitas salas ainda não estarem preparadas para os receber.

Imprensa regional afectada pela crise com situações graves

O presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), Azeredo Lopes, disse esta semana, temer os efeitos da crise na imprensa regional, admitindo que a liberdade de imprensa possa sofrer com esta situação. «Naturalmente que temo», disse à agência Lusa Azeredo Lopes, à margem do primeiro encontro que o conselho regulador da ERC está a promover com a imprensa regional.
O responsável lembrou que a crise é «geral» e que «aquilo que se vai sentindo em alguns grupos de comunicação social, sobretudo com alguns despedimentos mais mediatizados, inevitavelmente poderá vir a repercutir-se na imprensa regional». Embora reconhecendo que os jornais regionais são estruturas «mais ágeis», o presidente da ERC admitiu, contudo, que «qualquer restrição ou qualquer dificuldade económica poderá até ter efeitos mais graves».
Azeredo Lopes exemplificou com a redução do mercado publicitário. «Se a crise afecta e vai repercutir-se, por exemplo, no mercado publicitário, é provável e, infelizmente, é provável que também possa atingir este domínio da imprensa», declarou.
Para o presidente da ERC, «se isso acontecer, de alguma maneira a liberdade de imprensa sofre e isso é algo que preocupa o conselho regulador» da ERC. A reunião que o conselho regulador da ERC promove em Leiria é a primeira de um ciclo de encontros com a imprensa regional de todos os distritos do País.

Imprensa com menos leitores e quebras generalizadas

Os valores de audiência média da imprensa relativos ao último trimestre de 2008, ontem divulgados pela Marktest através do estudo Bareme Imprensa, apontam para quebras generalizadas na grande maioria dos órgão da imprensa em Portugal. Segundo a revista «Briefing», o «Correio da Manhã», passou de 12,8 por cento para 12 por cento, o «Jornal de Notícias» de 12,8 por cento para 11,8 por cento, o «Público» de 4,7 por cento para 4,5 por cento, e o «Diário de Notícias» de 4 por cento para 3,4 por cento. Semelhante foi a performance dos semanários. O «Expresso», que nos meses de Setembro a Dezembro de 2007 registou uma audiência média de 8,1 por cento, em igual período de 2008 ficou pelos 7,8 por cento. Já o «Sol» passou de 3 por cento para uma audiência média de 2,6 por cento no final de 2008.
Positivo foi o desempenho da «Sábado» no grupo as revistas semanais de informação geral, ao alcançar uma audiência média de 4,3 por cento (contra os 3,4 por cento de 2007). Quer a Visão, com 7,1 por cento, quer a Focus, 1,4 por cento desceram os valores de audiência. Ainda sobre a «Briefing», e no caso dos económicos, o movimento foi semelhante. Quebra para o «Semanário Económico» e para o «Jornal de Negócios». Subida para o «Diário Económico».
No segmento das revistas femininas mensais, os desempenhos positivos foram protagonizados pela «Happy Woman», que passou de uma audiência média de 0,9% (de Setembro a Dezembro de 2007), para 1,8% em igual trimestre de 2008; e da «Vogue» que passou de 1,3% para 1,4%. Mantiveram-se com os mesmos valores alcançados em 2007, a Activa, com 2,5%, a Cosmopolitan, 1,9%, e a Elle, com 1,1%. Desceram os valores de audiência média, a Máxima (que passou de 2,8% para 2,2%) e a LuxWoman ( passou de 2,6 % para 1,7%). No segmento das femininas semanais, os valores registados voltam a revelar quebra de audiências. Maria, Ana e Mulher Moderna viram as suas audiências descer, enquanto a Telenovelas foi a única a subir, passando de 2,7% para 3,1%.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Imprensa algarvia

Um jornal para O Algarve

No Dia Nacional da Imprensa a regiãpo algarvia tem novo semanário regional nas bancas: “O Algarve” é relançado quando faz 100 anos

O semanário O Algarve regressa às bancas no próximo dia 11 de Dezembro, Dia Nacional da Imprensa, como uma marca de informação regional que assume a sua missão de serviço público com um contributo activo no processo de desenvolvimento regional do Algarve. Assumindo como data regular de saída a quinta-feira, este jornal apresenta-se ao cabo de 100 anos de publicação com o objectivo de merecer o reconhecimento de leitores e anunciantes. Como parceiro privilegiado que olha o Algarve como um todo, como uma Região em fortalecimento de identidade, este semanário será um agente activo, sempre com a marca de exigência, independência e rigor editoriais dos jornais da Sojormedia, ramo da sub-holding Lena Comunicação, do Grupo Lena.
O Algarve privilegiará um jornalismo de proximidade, estimulando, em simultâneo, o jornalismo do cidadão. Para alcançar este objectivo, conta com uma equipa rejuvenescida e alargada, num total de dez profissionais a tempo inteiro a trabalhar a partir da sede, em Faro, e uma ampla rede de correspondentes, nomeadamente em Vila Real de Santo António, Portimão, Lagoa e Lagos.
A tiragem média será de 8000 exemplares por edição, auditada pela APCT – Associação Portuguesa para o Controlo de Circulação e Tiragem. Cada edição terá em média 48 páginas, sendo este semanário distribuído em 200 pontos de venda, em todos os concelhos do Algarve. O semanário O Algarve será dirigido pelo jornalista Pedro Costa, director geral e administrador da Sojormedia, e até agora director-executivo do semanário Região de Leiria, com um percurso profissional iniciado em 1989. Na última década desenvolveu a sua actividade na imprensa regional, participando no relançamento de vários jornais regionais da Sojormedia.