Liberdade e o Direito de Expressão

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Email's dos Leitores

POR FAVOR MOSTREM A VOSSA INDIGNAÇÃO POR ESTE ENERGUMNO!
                                                                                                                                                  
No meio de tanta estupidez, a par com um sacrifício enorme, mas com dignidade, que o povo Português está a aceitar, todas e mais algumas medidas de austeridade.
Depois do Primeiro Ministro nos ter mandado emigrar, depois de dizer que somos piegas, agora vem este MONTE DE MERDA, saído da JUVENTUDE do CDS, que é o porta-voz do CDS-PP, João Almeida, dizer que, os funcionários que não estiverem satisfeitos, têm a “porta da rua, como serventia da casa”. Ou seja, quem não estiver bem e não aceitar mais estas medidas, nomeadamente esta Mobilidade que se quer selvagem, segundo este GRANDE PEDAÇO DE MERDA, que se despeça.
Eu não gosto de ser rude, usar de palavras feias e mal-educado, mas que me perdoem, e não falo como militante de um partido, falo como cidadão, como é que um miúdo, um betinho  proveta, vem a público dizer coisas como as que disse. Será que doem, ultimamente mais, estas farpas ao povo, do que a própria austeridade?
Sou contra a violência, acho deplorável o que os manifestantes estão a fazer na Grécia, mas começo a pensar, não estaremos a ser brandos demais? Não sei! O que sei, é que vamos ouvindo e calando, amanhã já ninguém se lembra. Tenho de desabafar: se há povo que tem o “olho do cú” bem aberto, e vai continuar a deixar que o abram mais, são os portugueses, incluindo eu, mas hoje, ao escrever isto, resolvi aperta-lo um bocadinho.
Tenho as certezas que são muitos, a maioria, dos apoiantes do CDS, que não se revêem nestas afirmações.
Aqui deixo uma foto do ex-jotinhas, actual deputado da Nação. Para mim, apenas e só, depois das suas afirmações, um MONTE DE MERDA (dos grandes).
                                                                     
João Ramos
                                                                                 
                                                                                                                       
Bloqueados 100 milhões de USA dólares ao Presidente Angolano
                                                                                               
A bomba aí está. O que fazer? Reflectir e repassar para conhecimento público, pois parece que o poder do dinheiro também cai... "Suíça ameaça cleptocracia mundial". bloqueando 100 milhões de dólares do Presidente Angolano.
"Há dez anos que os tribunais suíços iniciaram um longo processo para bloquear os fundos depositados nos seus bancos por ditadores e políticos corruptos de todo o mundo, cujas fortunas, por vezes colossais, foram obtidas através da espoliação de bens públicos pertencentes aos povos que governam, usando para tal os mais diversos expedientes de branqueamento de capitais.
O processo começou em 1986 com a devolução às Filipinas de 683 milhões de dólares roubados por Ferdinando Marcos, bem como a retenção dos restantes 356 milhões que constavam das suas contas bancárias naquele país. Prosseguiu depois com o bloqueamento das contas de Mobutu e Benazir Bhutto. Mais tarde, em 1995, viria a devolução de 1236 milhões de euros aos herdeiros das vítimas judias do nazismo.
Com a melhoria dos instrumentos legais de luta contra o branqueamento de capitais, conseguida em 2003 (também em nome da luta contra o terrorismo), os processos têm vindo a acelerar-se, com resultados evidentes: 700 milhões de dólares roubados pelo ex-ditador Sani Abacha são entregues à Nigéria em 2005; dos 107 milhões de dólares depositados em contas suíças pelo chefe da polícia secreta de Fujimori, Vladimiro Montesinos, 77 milhões já regressaram ao Peru e 30 milhões estão bloqueados; os 7,7 milhões de dólares que Mobutu depositara em bancos suíços estão a caminho do Zaire; mais recentemente, foram bloqueadas as contas do presidente angolano José Eduardo dos Santos, no montante de 100 milhões de dólares.
É caso para dizer que os cleptocratas deste mundo vão começar a ter que pensar duas vezes antes de espoliarem os respectivos povos. É certo que há mais paraísos fiscais no planeta, mas também é provável que o exemplo suíço contagie pelo menos a totalidade dos off-shores sediados em território da União Europeia, diminuindo assim drasticamente o espaço de manobra destas pandilhas de malfeitores governamentais.
No caso que suscitou este texto, o bloqueamento de 100 milhões de dólares depositados em contas de José Eduardo dos Santos, presidente de Angola há 27 anos, pergunta-se: que fez ele para se tornar o 10º homem mais rico do planeta (segundo a revista Forbes)? Trabalhou em quê para reunir uma fortuna calculada em 19,6 mil milhões de dólares?
Usou-se o poder para espoliar as riquezas do povo que governa, deixando-o a viver com menos de dois dólares diários, que devem fazer os países democráticos perante tamanho crime de lesa humanidade?
Olhar para o outro lado, em nome do apetite energético?
Que autoridade terá, se o fizerem, para condenar as demais ditaduras e estados falhados?
Olhar para o outro lado, neste caso, não significa colaborar objectivamente com a sobre-exploração indigna do povo angolano e a manutenção de um status quo anti-democrático e corrupto que apenas serve para submeter a esmagadora maioria dos angolanos a uma espécie de domínio tribal não declarado?
                                                                                                           
Na Wikipedia lê-se:
"Os habitantes de Angola são, em sua maioria, negros (90%), que vivem ao lado de 10% de brancos e mestiços. A maior parte da população negra é de origem banta, destacando-se os quimbundos, os bakongos e os chokwe-lundas, porém o grupo mais importante é o dos ovimbundos. No Sudoeste existem diversas tribos de box imanes e hotentotes. A densidade demográfica é baixa (8 habitantes por Km quadrado) e o índice de urbanização não vai além de 12%.
Os principais centros urbanos, além da capital, são Huambo (antiga Nova Lisboa), Lobito, Benguela, e Lubango (antiga Sá da Bandeira). Angola possui a maior taxa de fecundidade (número de filhos por mulher) e de mortalidade infantil do mundo.
Apesar da riqueza do país, a sua população vive em condições de extrema pobreza, com menos de 2 dólares americanos por dia." O recente entusiasmo que acometeu as autoridades governamentais e os poderes fácticos portugueses relativamente ao "milagre angolano" (crescimento na ordem dos 21% ao ano) merece assim maior reflexão e, sobretudo, alguma ética de pensamento.
Os fundos comunitários europeus aproximam-se do fim.
Os portugueses, entretanto, não foram capazes de preparar o país para o futuro difícil que se aproxima. São muito pouco competitivos no contexto europeu. As suas elites políticas, empresariais e científicas são demasiadamente fracas e dependentes do estado clientelar que as alimenta e cuja irracionalidade por sua vez perpetuam irresponsavelmente, para delas se poder esperar qualquer reviravolta estratégica.
Quem sabe fazer alguma coisa e não pertence ao bloco endogâmico do poder vai saindo do país para o resto de uma Europa que se alarga, suprindo necessidades crescentes de profissionais nos países mais desenvolvidos (que por sua vez começam a limitar drasticamente as imigrações ideologicamente problemáticas): Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Noruega...
No país chamado Portugal vão assim ficando os velhos, os incompetentes e preguiçosos, os indecisos, os mais fracos, os ricos, os funcionários e uma massa amorfa de infelizes agarrados ao futebol e às telenovelas, que mal imaginam a má sorte que os espera à medida que o petróleo for subindo dos 60 para 100 dólares por barril, e destes para os 150, 200 e por aí a fora...
A recente subida em flecha do petróleo e do gás natural (mas também do ouro, dos diamantes e do ferro) trouxe muitíssimo dinheiro à antiga colónia portuguesa.
Seria interessante saber que efeitos esta subida teve na conta bancária do Sr. José Eduardo dos Santos.
E que efeitos teve, por outro lado, nas estratégias de desenvolvimento do país. O aumento da actividade de construção já se sente no deprimido sector de obras e engenharia português. As empresas, os engenheiros e os arquitectos voam como aves sedentas de Lisboa para Luanda. É natural que o Governo português, desesperado com a dívida... e com a sombra cada vez mais pesada dos espanhóis pairando sobre os seus sectores económicos estratégicos, se agarre a qualquer aparente tábua de salvação.
E os princípios?
E a legalidade?
Se a saída do ditador angolano estiver para breve, ainda se poderá dizer que a estratégia portuguesa é, no fundo, uma estratégia para além de José Eduardo dos Santos. Mas se não for assim, e pelo contrário viermos a descobrir uma teia de relações perigosas ligando a fortuna ilegítima de José Eduardo dos Santos a interesses e instituições sediados em Lisboa (1), onde fica a coerência de Portugal?
Micheline Calmy-Rey, Ministra suíça dos Negócios Estrangeiros, veio lembrar a todos os europeus que tanto é ladrão o que rouba como o que fica à espreita ou cobra comissões das operações criminosas."
Leitor identificado
                                                                                                                 
                                                                                     
                                                                                                                               

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Opinião do Leitor

As grandes famílias que governam o mundo...‏
                                                                                                                    
Algumas pessoas já começaram a perceber que são os grandes grupos financeiros que dominam o mundo. Esqueçam as intrigas políticas, os conflitos, as revoluções e as guerras. Não é puro acaso. Tudo está planeado de longa data.
Alguns chamam-lhe "teorias da conspiração" ou Nova Ordem Mundial. Seja como for, a chave para compreender os acontecimentos políticos e económicos actuais, está num restrito núcleo de famílias que têm vindo a acumular cada vez mais riqueza e poder.
Fala-se em 6, 8 ou talvez 12 as famílias que dominam verdadeiramente o mundo. Saber quais são é um mistério difícil de desvendar.
Não estaremos muito longe da verdade ao citar os Goldman Sachs, Rockefellers, Lehmans e Kuh Loebs de Nova Iorque, os Rothschild de Paris e Londres, os Warburg de Hamburgo, os Lazards de Paris e os Israel Moses Seifs de Roma.
Muita gente já ouviu falar no Clube de Bilderberg, da Trilateral ou dos Illuminatis. Mas, quais são nomes das famílias que dirigem o mundo acima dos Estados e controlam os organismos internacionais como a ONU, a NATO ou o FMI?
Para tentar responder a essa pergunta, podemos começar pelo mais fácil: recensear os maiores bancos mundiais e verificar quem são os accionistas, os que decidem.
As maiores empresas mundiais são actualmente: Bank of America, JP Morgan, Citigroup, Wells Fargo, Goldman Sachs e Morgan Stanley.
                                                
Vejamos agora quem são os seus accionistas.
                                                                       
Bank of America:
State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock, FMR (Fidelity), Paulson, JP Morgan, T. Rowe, Capital World Investor, AXA e Bank of NY Mellon.
                                                
JP Morgan:
State Street Corp., Vanguard Group, FMR, BlackRock, T. Rowe, AXA, Capital World Investor, Capital Research Global Investor, Northern Trust Corp. e Bank of Mellon.
                                                                    
Citigroup:
State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock, Paulson, FMR, Capital World Investor, JP Morgan, Northern Trust Corporation, Fairhome Capital Mgmt e Bank of NY Mellon.
                                                                                              
Well Fargo:
Berkshire Hathaway, FMR, State Street, Vanguard Group, Capital World Investors, BlackRock, Wellington Mgmt, AXA, T. Rowe e Davis Selected Advisers.
                                                                                       
Podemos desde já constatar que aparece um núcleo presente em todas as entidades bancárias: State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock e FMR (Fidelity).
Para não as repetir vamos chama-los, daqui para frente os "quatro grandes"
                                                                 
Goldman Sachs:
"os quatro grandes", Wellington, Capital World Investors, AXA, Massachusetts Financial Service e T. Rowe.
                                                                                           
Morgan Stanley:
"os quatro grandes", Mitsubishi UFJ, Franklin Resources, AXA, T. Rowe, Bank of NY Mellon e Jennison Associates.
                                                                                        
Como acabamos de verificar são praticamente sempre os nomes dos accionistas principais. Para ir mais longe, podemos agora tentar saber quais são os accionistas destas empresas accionistas desses maiores bancos mundiais.
                                                                        
Bank of NY Mellon:
Davis Selected, Massachusetts Financial Services, Capital Research Global Investor, Dodge, Cox, Southeatern Asset Mgmt e ... "os quatro grandes".
                                                                                           
State Street Corporation (um dos "quatro grandes"):
Massachusetts Financial services, Capital Research Global Investor, Barrow Hanley, GE, Putnam Investment e ... "os quatro grandes" (accionistas deles próprios!).
                                                                                              
BlackRock (outro dos "quatro grandes"):
PNC, Barclays e CIC.
                                                       
Quem é que está por trás de PNC? FMR (fidelity), BlackRock, State Street, etc
E por trás de Barclays? BlackRock
                                                                                                    
E podíamos continuar durante horas, passando pelos paraísos fiscais nas Ilhas Caimão, domiciliações jurídicas no Mónaco ou sociedades fictícias no Liechtenstein. Uma rede onde aparecem sempre as mesmas sociedades, mas nunca um nome de uma família.
Resumindo: as 8 maiores empresas financeiras dos Estados Unidos (JP Morgan, Wells Fargo, Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs, US Bancorp, Bank of New York Mellon e Morgan Stanley) são controladas a 100% por dez accionistas e temos quatros empresas sempre presentes em todas as decisões: BlackRock, State Street, Vanguard e Fidelity.
Além disso, a Reserva Federal é formada por 12 instituições bancárias, representadas por um conselho de administração de 7 pessoas, do qual fazem parte os representantes dos "quatro grandes", que por sua vez estão presentes em todas as outras entidades.
Resumindo: a Reserva Federal está controlada por quatro grandes empresas privadas: BlackRock, State Street, Vanguard e Fidelity. Estas empresas controlam assim a políticas monetária americana (e mundial) sem qualquer controlo ou eleição "democrática". Estas empresas desencadearam e participaram na crise económica mundial actual e graça a ela enriqueceram ainda mais.
                                                                                                          
Para acabar, uma vista de olhos para algumas das empresas controladas por este grupo dos "quatro grandes":
                                                
Alcoa Inc.,
Altria Group Inc.,
American International Group Inc.,
AT&T Inc.,
Boeing Co.,
Caterpillar Inc.,
Coca-Cola Co.,
EI DuPont de Nemours & Co.,
Exxon Mobil Corp.,
General Electric Co.,
General Motors Corporation,
Hewlett-Packard Co.,
Home Depot Inc.,
Honeywell International Inc.,
Intel Corp.,
International Business Machines Corp.,
Johnson & Johnson,
JP Morgan Chase & Co.,
McDonald's Corp.,
Merck & Co. Inc.,
Microsoft Corp.,
3M Co.,
Pfizer Inc.,
Procter & Gamble Co.,
United Technologies Corp.,
Verizon Communications Inc.,
Wal-Mart Stores Inc.
Time Warner,
Walt Disney,
Viacom,
Rupert Murdoch's News Corp.,
CBS Corporation,
NBC Universal,
... / ...
                                                                                                                               
O mesmo se passa na Europa. Os "quatro grandes" controlam a grande maioria das empresas europeias contadas em bolsa.
Além disso, todos os homens que dirigem os grandes organismos financeiros, seja o FMI, o Banco Central Europeu ou o Banco Mundial, foram "formados" e permanecem os "empregados" dos "quatro grandes" que os formaram.
Quando aos nomes das famílias que controlam os "quatro grandes", esses nomes nunca aparecem...
                                                                                      
                                                                                  
                                                                   

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Opinião do Leitor

Pedro Passos Coelho perdeu a vergonha
                                                                                                     
Depois de prometer aos portugueses, durante a campanha eleitoral, a despartidarização nas nomeações para os mais diversos lugares e cargos, Pedro Passos Coelho não pára de nos surpreender.
Primeiro foi o escândalo da Caixa Geral de Depósitos, onde o seu amigo António Nogueira Leite, entre outros, viu recompensado o apoio que lhe deu no combate a José Sócrates.
Seguiu-se a pouca vergonha de colocar na EDP o homem de negociou com a Troika, em nome do PSD, precisamente a privatização daquela empresa.
Por último as escandalosas nomeações de autarcas do PSD/CDS para a administração da empresa Águas de Portugal. Um dos nomeados é precisamente o presidente da Câmara Municipal do Fundão que tem um litígio judicial com a empresa Águas de Portugal, no qual esta empresa reclama à Câmara do Fundão uma dívida de 7,5 milhões de euros mas o autarca rejeita a dívida e diz que a empresa é que deve à autarquia 40 milhões. Ou seja, está-se mesmo a ver que o Tribunal que tem este assunto em mãos, vai 'meter a viola no saco'.
Pedro Passos Coelho perdeu completamente a vergonha!
                                                                                                                              
                                                                                               
                                                                                                                 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Opinião do Leitor - Mas que Reforma!

OUTRA DESGRAÇADINHA A VIVER DA POLÍTICA
                                                                                                                                
É que neste pobre país não existia mais ninguém com capacidade e competência para ocupar a respectiva cadeira então lembraram-se da tadinha, que está pré-aposentada por cansaço de nunca nada fazer… Alguém percebe ?
                                                              
Se ela continua a trabalhar, está a receber reforma por quê? Expliquem-me porque eu "sou loira"... Ela também é loira, mas de burra não tem nada... Sempre a pedirem-nos sacrifícios e eles a receberem reformas, salários e subvenções vitalícias?
Como é que isto algum dia irá para a frente, se eles quando fazem as leis é para zelarem pelos seus interesses. O cidadão normal tem de trabalhar 40 anos (ou mais) e só tem direito a uma pequena reforma, porque é que eles ao fim de oito anos de serviço já têm direito a reformas gordas. É aqui que o governo tem de começar a cortar as gorduras... mas corta é nos nossos subsídios e eles continuam a fazer as suas vidinhas de nababos.
Divulgem! Basta de nos tratarem como atrasados mentais... passem ao maior número de pessoas que possam. Foi assim que conseguimos que três ministros abdicassem dos seus subsídios de deslocação, quando (vergonha das vergonhas) têm Casa em Lisboa.
                                                                                   
Assunção Esteves - PSD, a actual Presidente da Assembleia da República reformou-se ao 42 anos, com a pensão mensal (14 vezes ano) de € 2.315,51. Fica o Diário da República de 30/07/1998 para vossa informação. Para que saibam ainda, a Senhora Assunção Esteves recebe ainda de vencimento mensal (14 vezes ano) € 5.799,05 e de ajudas de custas mensal (14 vezes ano) € 2.370,07. Aufere, portanto, a quantia annual de € 146.784,82. Ou seja, recebe do erário público, a remuneração média mensal de € 12.232,07 (Doze mil, duzentos e trinta e dois euros, sete cêntimos).
Relembramos que também tem direito a uma viatura oficial BMW a tempo inteiro
E vem este idiota do Passos Coelho sacar subsidios e pedir sacrificios aos funcionários públicos e pensionistas...é preciso ter lata...
                                                                                                         
PARTILHEM!... P/F, REPASSEM AOS V/ AMIGOS - A net tem muita força e já que este é o n/ meio, vamos repassar milhentas vezes!!!!
B.G.
                                                                                                 
                                                                                   
                                                                                           

Opinião - De um professor universitário e investigador

Vá bardamerda senhor Governador!


Sabiam que o Banco de Portugal comparticipa a ( Eu diria, paga ) 100% as despesas de saúde dos seus funcionários? Quem paga isso? Somos nós os contribuintes, enquanto que a ADSE paga só aquilo que nós sabemos. Eu não sei. Só sei que o meu sistema de saúde é o SNS . Discordo completamente, que haja vários sistemas de saúde. É por isso que funcionários do Banco de Portugal fazem implantes dentários e os "outros implantes" que estão agora na moda às funcionárias e às mulheres dos funcionários. Como é isto possível? E nós que somos os pagantes, ficamos calados???...
                                                  
Neste país há investigadores universitários que estudam todos os dias até altas horas da noite, que trabalham continuamente sem limites de horários, sem fins-de-semana e sem feriados. Há professores universitários que dão o seu melhor, que prepararam cuidadosamente as suas aulas pensando no futuro dos seus alunos, que dão o melhor e sem limites pelas suas universidades. Há policias que ganham miseravelmente, que não recebem horas extraordinárias, que pagam as fardas do seu bolso e para sobreviverem têm de prestar os serviços remunerados.
Toda esta gente e muita mais que poderia ser referida foi eleita como a culpada da crise, denunciada como gorduras do Estado, tratada como inutilidade social, acusada de ganhar mais do que a média, desprezada por supostamente não ser necessária para a direita se manter no poder. Mas há uns senhores neste país que ganham muito mais do que a média dos funcionários públicos, que têm subsídios extras para tudo e mais alguma coisa, que cumprem com incompetência as suas funções, que recebem pensões chorudas, que vivem do dinheiro dos contribuintes como todo o Estado, mas que não foram alvo de nenhuma das medidas de austeridade que até hoje foram aplicadas aos funcionários públicos. São os meninos e meninas do BdP.
Ainda as pessoas mal estavam refeitas do anúncio da pilhagem aos seus rendimentos e há um tal Costa, governador do Banco de Portugal, vinha defender que as medidas deste OE deveriam prolongar-se para além de 2014. Isto é, o senhor defende que os cortes se tornem definitivos. No mesmo dia a comunicação social informava que as medidas de austeridade aplicadas aos funcionários públicos não seriam aplicadas aos funcionários do banco de Portugal, o argumento para tal situação era o da independência do banco.
Mas se o Governo não pode nem deve interferir na gestão do BdP e o senhor Costa se comporta como um cruzamento entre a ave agoirenta e o Medina Carreira o mínimo que se espera é que ele dê o exemplo pois nada o impede de aplicar aos seus (incluindo os pensionistas do BdP) a austeridade que exige aos outros. No caso do BdP o senhor Costa não só estaria a adaptar as mordomias dos funcionários públicos e pensionistas do BdP à realidade do país como estaria a dar um duplo exemplo, um exemplo porque aplica aos seus a austeridade que exige aos outros e um exemplo porque chama os seus a responder pela incompetência demonstrada enquanto entidade reguladora de bancos como o BPN ou o BPP.
Porque razão um professor catedrático de finanças ganha menos do que um quadro do BdP, não recebe subsídio para livros como este e na hora da austeridade perde parte do vencimento e os subsídios enquanto o funcionário público do BdP não corta nada e muito provavelmente ainda recebe um aumento?
E já que falamos no BdP que tanto se bate pela transparência das contas públicas e do Estado enquanto o seu governador anda por aí armado em santinha das finanças, porque razão os vencimentos e mordomias do BdP não aparecem no seu site de forma a que sejam conhecidas pelos contribuintes que as pagam? Todas as colocações, subidas de categoria e remunerações dos funcionários públicos são divulgadas no Diário da República mas o que se passa no BDP é segredo, muito provavelmente para que o povo não saiba e assim manterem o esquema.
Ainda a propósito de transparência seria interessante saber porque razão os fundos de pensões da banca vão ser transferidos para o Estado e o do Banco de Portugal fica de fora. O argumento da independência não pega, o que nos faz recear que o fundo de pensões seja abastecido de formas pouco aceitáveis para os portugueses. Seria interessante, por exemplo, saber a que preço e em que condições uma boa parte do imobiliário que o banco detinha por todo o país foi transferido para o fundo de pensões dos seus dirigentes e funcionários.
É por estas e por outras o senhor Costa não tem autoridade moral para propor o mais pequeno sacrifício seja a quem for e deveria abster-se de parecer em público, este senhor só merece a resposta que lhe daria o saudoso Almirante Pinheiro de Azevedo: «vá bardamerda, snr. governador»!...
                                                                                       
                                                                                     
                                                                                                                              

domingo, 1 de janeiro de 2012

Opinião do Leitor

Ano Novo, Vida Velha...
                                                                                                          
Fiscalização preventiva do Orçamento de Estado: claro que não, porque o Presidente ainda se chama Cavaco Silva.
                                        
A previsibilidade de Cavaco no que toca à forma como exerce – ou não exerce – os seus poderes é caso para estudo. Temos um PR que, tendo à sua disposição o veto político de diplomas e o seu envio, em fiscalização preventiva, para o TC, actua com espectacular consistência em desvio de poder. O veto político tem um significado, tal como o pedido de fiscalização tem o seu. Cavaco não quer saber da lógica do sistema, nunca quis, toda a gente se lembra desse uso qual arma de guerra que o senhor faz de cada faculdade que a CRP lhe confere. Seria normal que Cavaco suscitasse a fiscalização preventiva do Orçamento de Estado (OE) depois de se ter pronunciado publicamente sobre a sua inconstitucionalidade, por exemplo afirmando que as medidas previstas para os funcionários públicos e para os pensionistas “violam claramente o princípio da equidade fiscal”? Não, não seria normal, seria um dever, um poder/dever.
Saberá também Cavaco, pelas vozes que o aconselham, que há outras normas a merecerem um juízo antecipado, como as que violam os princípios constitucionais das autonomias regional, autárquica e universitária. Saberá também Cavaco que o TC está muito menos condicionado para se pronunciar sobre a inconstitucionalidade de normas orçamentais que ainda não estão em vigor, ainda não foram objecto do fatídico anúncio nacional e internacional da respectiva entrada em vigor, com a consequente animação dos “mercados” e com as expectativas da TROIKA consolidadas. Saberá por isso Cavaco que passou a bola para os Deputados, que só podem requerer a fiscalização sucessiva, de um OE já em execução, com muito menos hipóteses de um juízo totalmente descomprometido por parte do TC.
Alguém esperava outra coisa? Eu não. O Presidente-Rei Cavaco Silva usou mensagens políticas de ataque ao Governo anterior abaixo do ridículo em vez de dar voz ao TC; o Presidente-Rei Cavaco Silva em vez de vetar politicamente certos diplomas promulgou-os, mas com menagens apoplécticas às 20h explicando o seu espanto por o diploma y não ter sido aprovado por unanimidade – essa coisa estranha da democracia; o Presidente-Rei Cavaco Silva antes de receber diplomas, para tomar uma decisão, estando os mesmos em plena discussão na AR, escolheu esse momento para receber associações representativas de interesses em causa nos ditos diplomas. Cavaco conhece os seus poderes?
Conhece, pois. Por isso mesmo os distorce, por isso mesmo, nesta nova fase de governo de direita sem o líder que ele escolheria, dá recados à porta de qualquer evento, diz mesmo que o OE é inconstitucional, mas encontra o equilíbrio na sua inconsequência, garantido que na Rua do Século juiz algum ratificará, ou não, preventivamente, os recados de inquilino de Belém. Perde o país, coisa que (não) lhe ocorre.
A. Gomes
                                                                                       
                                                                                
                                                               

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Opinião do Leitor

A bem do interesse nacional


Vendemos a alma ao diabo para entrar no euro, porque seria impensável não entrar... Afinal, foi um erro colossal, e agora perdemos tudo o que resta para sair. E responsáveis por este descalabro, não há? 


Creio que ainda não chegou o Dia de Finados da Europa. Muitos já lhe tiram as medidas funerárias, mas não parece que já tenha entrado em cuidados terminais. Realmente, a Europa tinha dois problemas após a guerra-fria: impedir definitivamente o renascimento da "questão alemã" e defender-se da ameaça soviética comunista. A ideia dos fundadores era boa. Mas os seguidores, contrariamente aos seus conselhos, cometeram dois erros graves: aceleraram vertiginosamente o processo de adesão e esqueceram-se de que a Europa tinha povos muito diferentes. Hoje, verificam que a "questão" está a bater fortemente à porta e os povos não são Europeus. E, afinal, a ameaça é outra. É a da sobrevivência. A paz não é mortal, mas à democracia com fome pode acontecer.
Já agora, uma vez que se quer seguir o exemplo alemão, convinha que o mesmo exemplo fosse seguido NA TOTALIDADE e não parcialmente, implementando só aquilo que lhes interessa. Os direitos e os deveres são de todos e não só de alguns. Na Alemanha é assim que as coisas funcionam. Cheio de demagogía barata, está o povo. Já agora, se não lhes derem muito incómodo, vejam o exemplo Suíço, tanto os deveres como os direitos que tanto patrões como empregados cumprem. Talvez esse fosse o melhor exemplo a ser TOTALMENTE implementado em Portugal. Mas lembrem-se que, se os impostos são um pouco mais baixos, os salários são muito mais elevados. O salário mínimo é cerca de €2.500 e muito pouca gente o ganha por ser o mínimo.
Este Passos Coelho só demonstra que desconhece o que é ser português, governa um povo e desconhece comportamento desse mesmo povo! Desde que entrou para o governo não dorme a pensar nos tumultos! Que venda os submarinos aos Angolanos ou ao Chineses, que não corte mais subsídios, pois a venda já tapa os buracos colossais, em vez de andar a fazer ensaios para tumultos! Isto não é Grécia - tal como ele já o disse, é Portugal! Passos não é o 1º ministro Grego! Que venda os submarinos e prenda a malta do BPN! Que confisque as contas desses meninos do PSD que já foram conselheiros de Estado, deputados, etc! Em vez de ensaios para bater no seu povo, que Passos Coelho faça o que deve fazer! Que recupere o dinheiro que é NOSSO e que nos foi roubado por políticos se escrúpulos, gatunos, vigaristas e traidores ao bem comum nacional.
E por fim, apurar as responsabilidades de quem nos meteu neste buraco negro! Não será esse o seu dever? Vendemos a alma ao diabo para entrar no euro, porque seria impensável não entrar... Afinal, foi um erro colossal, e agora perdemos tudo o que resta para sair. E responsáveis por este descalabro, não há? Antes que a história os julgue, devemos nós o direito de os julgar!
António J. Guerreiro

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Opinião

DUAS RAZÕES DE VEEMENTE PROTESTO
                                                                                           
Conhecidos que foram os resultados das eleições na Madeira, e dadas as circunstâncias, houve quem pensasse que a partir dali tudo seria diferente, que se estava perante o fim de um ciclo, que o senhor Alberto João Jardim iria finalmente baixar a bolinha (como se isso fosse possível), que provavelmente nem terminaria o mandato. Obviamente, estavam enganados. Após um período de descanso, Alberto João Jardim tira as dúvidas a todos, informa que vai manter-se no cargo até ao fim do mandato e que a austeridade na Madeira não será diferente da do resto do País. Mas para que não restem quaisquer dúvidas acerca de quem manda na Madeira, ainda se dá ao luxo de dar tolerância de ponto aos funcionários públicos para que possam assistir à sua tomada de posse. Ele bem avisou, durante a campanha, que tudo correria melhor aos madeirenses com um Governo PSD no continente. Como provocação não está mal. Só falta, no discurso de tomada de posse, perguntar ao Governo de Passos Coelho, ao ministro Álvaro, por exemplo, que gosta tanto de pontes e feriados, se já sabe quanto custará ao País a cerimónia que teve lugar hoje às cinco da tarde.
A rebaldaria continua!
                                                     
AFINAL, EM QUE FICAMOS?
                                                                                 
08 Nov 2011
                                                         
“Mais do que nunca, nós precisamos de manter um espírito de unidade e de abertura ao compromisso. É fundamental que haja um consenso na área política e um consenso na área social para que Portugal consiga vencer os problemas que tem à sua frente com custos que não sejam demasiado elevados”, defendeu o Presidente da República, que falava aos jornalistas à margem de uma deslocação ao concelho de Sintra.
                                                               
“Eu espero bem que os países nossos parceiros na União Europeia, mas também o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu, a Comissão, entendam que é da maior importância ajudar um país que está a fazer um esforço imenso para cumprir os compromissos que assumiu, honrar a sua palavra, que não quer a redução da sua dívida externa, porque isso seria de facto dramático para Portugal, e quer honrar os compromissos que assumiu no passado para com os credores”, afirmou.
                                                  
3 de Novembro
                                                                     
«Considero da maior importância que a propósito do Orçamento do Estado ocorra na Assembleia da República um diálogo frutuoso, construtivo, que permita alcançar entendimentos de modo a melhorar a proposta apresentada pelo Governo», considerou.
                                                                               
Cavaco Silva adiantou ainda que esta premissa é importante para «criar um ambiente social menos negativo e para que possamos ultrapassar todos os problemas que temos, em particular o desiquilíbrio nas contas públicas, mas também o excesso de endividamento externo sem custos insuportáveis para alguma parte da nossa população».
                                                                 
6 de Novembro
                                                                             
“Não sei se há alguém em Portugal que goste deste Orçamento”. A frase é de Cavaco Silva, para o qual “não vale a pena virmos insultar os banqueiros internacionais, o FMI, que não nos ligam nada. Porque somos nós que precisamos de pedir emprestado a eles e são eles que decidem”. 
                                        
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Cavaco está nas suas sete quintas. Domina agora a cena sem qualquer rival, até pode aparecer como o líder da oposição que junta os aflitos da direita e da esquerda, o grande pastor do Povo agitando o cajado contra os lobos. E das ovelhas que vão sendo devoradas em quantidades crescentes acena que muita culpa terão, que são ovelhas tresmalhadas. Como é que chegámos aqui? Portugal foi obrigado a pedir um empréstimo de emergência sob condições economicamente radicais e altamente penalizadoras da qualidade de vida da população porque toda a oposição e o Presidente da República consideraram que um Governo com apenas 3 meses de execução do seu Orçamento não devia continuar a executá-lo nem a adaptá-lo aos acontecimentos externos. Esse Orçamento tinha sido acordado com o PSD, que o tornou ainda mais austero, e obteve a promulgação de Belém. Estávamos nas vésperas das eleições presidenciais aquando da sua negociação e o plano era só um: garantida a reeleição de Cavaco, Sócrates seria derrubado na primeira oportunidade. Política da terra queimada, o frágil País perdido na tempestade económica e financeira internacional que se amanhasse...
                                                                            
Mas este aqui onde estamos é exactamente o lugar que a direita oligárquica apontava como o nosso destino desejavelmente fatal. Desde 2008 que os cavaquistas clamavam pela vinda do FMI para fazer a desinfecção ao Estado, infestado como estava por seres que insistiam em distribuir os recursos pelo maior número de cidadãos e em continuar a requalificar a economia através de investimentos em sectores de futuro garantido e da simplificação de regras para os empreendedores. Ao mesmo tempo, sugeriam que o Parlamento devia ser substituído pela Casa Civil – só Cavaco, e um Governo de sua iniciativa, poderia conduzir a Grei de volta aos bons costumes da gente séria. Estes vectores, através de uma comunicação social que a direita dominava sem restrições nem contraditório, foram levados ao seu extremo de promoção de um estado permanente de alarme social em que as principais instituições da República eram atacadas na sua própria legitimidade. Sugeria-se a toda a hora que o Governo eram composto por bandidos envolvidos nos crimes de corrupção mais sórdidos e mais tontos. Difamavam-se os agentes de Justiça sempre que as suas decisões não iam no sentido de criminalizar governantes e socialistas. Manipulavam-se a ignorância e angústias de largas fatias da população já alienadas da cidadania e onde a iliteracia política e económica é causa de devastação moral. Tudo isto culminou nas escutas de Aveiro e nas escutas de Belém, umas e outras ao serviço de iguais propósitos e protagonistas.
                                                                                           
O Presidente da República deu posse, em 2009, a um Governo que era constituído pelos mesmos que se tinha esforçado por afastar do poder, inclusive durante o período da campanha eleitoral. Mais do que isso, esse Presidente dizia e mandava dizer que aquelas pessoas escondiam a verdade aos portugueses e que elas estavam a levar o País na direcção do abismo. Para culminar, a posse foi dada a um Governo minoritário, o qual não teria força para continuar as reformas ou para proteger o débil crescimento e estava ainda sujeito a cair a qualquer momento, o que só agravaria a já dificílima situação nacional. Então, como pôde o Presidente da República ser cúmplice de tamanho atentado contra a Pátria? Alguém se lembra de qualquer iniciativa presidencial para permitir a formação de um Governo com suporte parlamentar para lidar com os desafios que no final de 2009 eram tremendos e que estavam prestes, com a crise da Grécia e da Irlanda, a se tornarem monstruosos? Alguém se lembra de ouvir do Presidente da República um aviso, solene ou a entrar num automóvel, para não nos entregarmos na mão de tão ruim gente? Não só Cavaco deu aval à pior solução governativa para o interesse nacional como se aproveitou dela para continuar a desgastar Sócrates e o PS com o estrito fito de chegar às vésperas das eleições presidenciais e poder cuspir o que a vitória do PSD em Junho se encarregou de provar ser mais uma das extraordinárias pulhices da política.
                                                                       
Álvaro Fernandes
                                                                                              
                                                                                           
                                                           

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Todos falam, todos sabem, mas fazer...

Marques Mendes diz como «cortar nas gorduras» do Estado
                                                                                                                           
Social-democrata mostra lista de institutos e serviços a extinguir
                                            
Comentários Marques Mendes defendeu esta quinta-feira no TVI24 que o Governo pode cortar vários serviços, organismos e institutos do Estado reduzindo assim a despesa. Segundo o social-democrata, estes cortes podem ser feitos «sem prejuízo para as pessoas, a não ser para aqueles que lá estão administradores e directores». O comentador da TVI começou por salientar que o primeiro-ministro prometeu acabar com os «serviços inúteis», mas «cortar nas gorduras do Estado, zero». Marques Mendes deu alguns exemplos, por ministério.
                                        
Ministério das Obras Públicas: Instituto Nacional de Infra-estruturas Rodoviárias, Gabinete de Investigação e Segurança de Acidentes Ferroviários, Instituto para Estudar e Conceber o Novo Aeroporto de Lisboa, Fundação das Comunicações Móveis.
                                         
Ministério da Agricultura: Gabinete de Planeamento do PRODER ou IFAP, Fundação Alter Real, EDIA e GestAlqueva.
                         
Ministério do Trabalho e da Segurança Social: Conselho Nacional da Formação Profissional, Conselho Nacional da Higiene e Segurança no Trabalho, Conselho Nacional de Segurança Social, Conselho Nacional do Rendimento Social de Inserção, Conselho Nacional para a Reabilitação, Conselho Consultivo das Famílias, Comissão de Protecção das Políticas das Famílias. Instituto de Informática e o Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu. Instituto da Segurança Social e o Instituto Nacional para a Reabilitação.
                                           
Ministério da Saúde: Alto Comissário para a Saúde, Conselho Nacional de Saúde, Instituto da Droga e da Toxicodependência.
                                               
Ministério do Ambiente: ICN, INAG e Conselho Nacional da Água. Administração de Recursos Hídricos.
                                                      
Ministério da Administração Interna: Governos Civis, Empresa dos Meios Aéreos
                                                     
Ministério da Educação: Gabinete de Avaliação Educacional, Gabinete de Estudos e Planeamento e Gabinete Coordenador do Sistema Informático.
                                                
Assembleia da República: Comissão Nacional de Eleições, Comissão Nacional de Acesso aos Documentos Administrativos
                                                            
Comentário de Luís Ventura:
                                                                       
No seu habitual comentário no programa Política Mesmo da TVI 24, o antigo presidente do PSD, recuou até 2010, o ano em foi decido colocar portagens nas Scut, lembrando que houve um acordo entre o Governo de Sócrates e o grupo Mota para a introdução de portagens nas auto-estradas Costa de Prata, Grande Porto e Beira Litoral.
O antigo presidente do PSD, lembrou que os prejuízos “quase davam para pagar o subsídio de férias e de Natal que vai ser cortado aos funcionários públicos e pensionistas” (cerca dois mil milhões em termos líquidos) e falou na possibilidade de se estar perante “um caso de polícia”.
O papel a que se presta Marques Mendes, alguém que muito provavelmente terá amigos e conhecidos na administração da Mota-Engil, expõe a matéria moralmente putrefacta que enche as entranhas desta actual direita partidária que nos calhou em desgraça. O que ele diz publicamente será apenas uma pequeníssima parte, e sem o vernáculo, do que a oligarquia vocifera contra Sócrates em restaurantes, jantares, casamentos, jogatanas de golfe e idas aos saldos a Londres. Estamos a falar de marmanjos que celebram compulsivamente a riqueza pela riqueza, desbundando desde o berço com as historietas das negociatas deste e daquele que se encheram à grande e à portuguesa. Estamos a falar de passarões que estão juridicamente blindados pelos melhores escritórios de advogados e têm acesso directo à protecção dos mais poderosos que servem ou poderão vir a servir. Estamos a falar da pândega, bolorenta, elite nacional.
Eis o que Mendes se permite despejar na rua: tivemos um Governo embrulhado em duas crises internacionais, um bocadinho para lá de colossais, que aproveitou a necessidade de reduzir as despesas do Estado para entregar dois mil milhões de euros a uns senhores que os pediram apenas porque o seu papel na sociedade é sacar o nosso papel. Que devemos pensar de gente assim? De acordo com este ex-presidente do PSD, insigne cavaquista, devemos louvar o sucesso do Grupo Mota na tramóia e devemos gritar à janela que os tais ex-governantes envolvidos na coisa são criminosos da pior espécie, tão ruins, tão ruins, tão ruins que o actual Governo, um Governo de e da gente séria, não teria de cortar os subsídios de Natal e de férias aos funcionários do Estado e aos pensionistas não fora este gamanço a pedir polícia e tribunal. Muito bem, até aqui estou com o Mendes, acho que ele é um bravo, um exemplo para a mocidade portuguesa com a sua excitação na denúncia da malandragem. A chatice é que o Mendes não informou a respeito dos passos seguintes, nomeadamente da sua ida à Procuradoria para entregar provas ou indícios, o que me faz pensar na alta probabilidade de estarmos perante mais uma escabrosa pulhice com sabor a laranja.
Perante estas declarações, vindas de quem vêm, o silêncio dos visados na calúnia pode significar que assumem a culpa, restando-lhes esperar pela bófia, mas também pode significar que não querem perder tempo com velhacos que atiçam os piores instintos dos mais ignorantes e doentes, muito menos com dançarinos para quem o Estado de direito é apenas música na grande festança dos privilegiados.
LV
                                                                                       
                                                                                       
                                                                               

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Opinião do Leitor

ESTIVE NOUTRO PLANETA


Tive a felicidade de estar 7 dias longe desta esquisofrenia chamada Portugal e não foi necessário fazer mais do que 1km em estrada para dar conta que estava noutro planeta...só o facto de ver toda gente a guiar à direita bastou.


Passados 7 dias a esquisofrenia continua, fiquei a saber que bastam 10 euros a menos no salário minimo para que as empresas passem de afogadas para rejubilantes, modernas e hipercompetitivas, só posso ter ouvido mal.... sinceramente se 10 euros fazem tanta diferença, então não são empresas são chafaricas quem nem sequer deviam existir....


Vir de fora uma troika de kamomes espertos, e a única solução que dão, é que com 10 euros a menos que vamos bater a China aos pontos e que a redução do deficit vem com outras tantas medidas imbecis, para isto podem ir embora e deixem-nos morrer à fome, ao menos morrermos orgulhosamente sós... e limpinhos, (quase como o PM dizia, não precisamos de ajuda de ninguém... que grande aldrabão...). Realmente estes espertos não conhecem nada Portugal, os portugueses e os patrões portugueses, e prova que só a ver números não se vê o cenário todo.


Li também que o PM considera esta crise como a pior dos últimos 100 anos, pois podera, ele governou este país nos últimos 6 anos!... o homem devia abster-se de fazer comentários deste calibre... É triste que só um homem em Portugal viu o que se estava a aproximar, os outros que tinham a palavra sempre andaram a passo com a situação, por medo, cobardia, coagidos, cumplices ou mesmo por pura burrice. Por tudo isto resta como a única hipotese a muito português, pôr a trocha às costas e emigrar. Parece que voltamos 50 anos atrás.


Reitero que é absolutamente necessário fazer greve à democracia nas próximas eleições, mas uma greve verdadeira e não à portuguesa ficando na praia, há que ir lá e pôr a gaita do voto em branco na urna (olha que coincidência!), senão damos azo a mais criticas dos nossos "queridos amigos" europeus como os filandeses, que dizem que nem para votar servimos... Pode ser que, com isto, estes Srs. que nos querem governar tomem vergonha na cara e arregassem as mangas e trabalhem em prol de todos os habitantes deste país, e verão que se assim for o povo também os acompanhará.
A não esquecer!!!


Leonel Jorge

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Opinião

Powerline - Mais uma desgraça para a humanidade!
                                                                                                         
POWERLINE é um novo sistema de distribuição de Internet e telefone digital, através da rede eléctrica. Em Portugal a ONI está a desenvolver este sistema em algumas zonas de Lisboa, mas ainda em fase experimental.
O POWERLINE funciona da seguinte maneira: Nos postos de transformação da EDP são instalados os servidores de Internet e telefone digital, estes servidores transmitem o sinal em altas-frequências (HF) com potência suficiente para percorrer a rede eléctrica até chegar às casas dos consumidores. Nas casas dos consumidores são instalados modems próprios para POWERLINE, estes modems são ligados a uma tomada de electricidade para emitirem também para a rede da EDP sinais de altas-frequências (HF) com potência suficiente para conseguirem chegar aos servidores instalados nos postos de transformação da EDP.
Portanto os sinais de POWERLINE passam a circular pelos cabos da EDP, cabos esses que não têm qualquer blindagem (não são cabos coaxiais), então os sinais de alta-frequência saem dos cabos e são irradiados para o ar passando a estar presentes em toda a parte. Estes sinais são em altas-frequências em banda larga, entre os 8000 KHz e os 30000 KHz. Diz-se que os cabos eléctricos que transportam electricidade a 50 Hz já fazem mal à nossa saúde, há quem proteste por ter as suas casas debaixo de cabos de alta tensão que mais uma vez chamo à vossa atenção, são cabos que
transportam 50 Hz, agora imaginem com o POWERLINE passam a circular altas-frequências de 8000 KHz aos 30000 KHz por toda a parte, porque estas frequências por serem muito elevadas saem dos cabos e vão para o ar atingindo-nos a todos nós !!! Este sistema é altamente perigoso para os humanos, assim como para todos os outros animais, ou seja este sistema provoca o CÂNCRO. A leucemia tornar-se-á uma doença muito comum em grande parte da população das grandes cidades onde o POWERLINE estará em funcionamento!
Mas não ficamos por aqui, além de ser muitíssimo perigoso para a nossa saúde, também trará muitos outros problemas, como interferências nas nossas televisões, mesmo para quem tem TV Cabo, interferências enormes nos nossos receptores de rádio, telefones, intercomunicadores, walkie-talkies, etc...
Estas interferências poderão mesmo acabar com a escuta de rádio por completo. Para os cibernautas: não queiram a Internet por este sistema, além de ter todas as desvantagens que já mencionei, é um serviço de Internet péssimo, cheio de falhas e muito instável, devido às muitas interferências que circulam por toda a rede eléctrica, interferências de electrodomésticos, lâmpadas fluorescentes, todo o tipo de motores, fábricas, etc... Se querem Internet com qualidade, usem os serviços de ADSL que são os melhores em todos os aspectos.
O POWERLINE foi proibido na Alemanha, Itália, Japão e outros
países.
Perante tal ameaça, vamos ficar de braços cruzados à espera que a ONI e EDP, com o consentimento da ANACOM, avancem com este projecto monstruoso e absurdo, para que a ONI e a EDP enriqueçam ainda mais à custa da nossa desgraça?
NÃO, TEMOS QUE PROTESTAR
Mandem e-mails para a ANACOM, para o governo, para a assembleia da república, etc... E NÃO QUEIRAM O POWERLINE NAS VOSSAS CASAS.
                                                
DIGA NÃO AO POWERLINE!!
Eng. Augusto Albuquerque
Divulguem este texto o mais possível.
_____________________________
                                              
A SER VERDADE (E PARECE QUE O É), SERÁ MAIS UM ATENTADO À
SAÚDE DE TODOS NÓS!!!
(Penso que isto deverá ser objecto de estudo dos especialistas na
matéria...)
                                                      
O Prof. Augusto Albuquerque que eu conheço e que assina o texto acima, foi meu professor de Telecomunicações no IST e é uma pessoa de grande idoneidade e de muito conhecimento na matéria, está na União Europeia já lá vão muitos anos, sendo Director do IST na Área de Projectos para a Sociedade de Informação.
[ ] s.../ Ricardo Vidigal da Silva