Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Consumo

Vem aí o Natal mais pobres dos últimos anos
                                                                                                                                          
Portugueses preveem reduzir gastos em 6% no Natal face a 2009. Uma análise aos últimos cinco anos do estudo, incluindo anos de algum otimismo e anos de elevado pessimismo, mostra que "a banda de variação dos gastos nesta época em Portugal é reduzida".
                                         
Os consumidores portugueses preveem gastar 575 euros no próximo Natal, o que significa uma diminuição de seis por cento em relação ao ano passado, de acordo com um estudo da consultora Deloitte que será hoje apresentado. As dificuldades financeiras e medidas de austeridade adotadas pelo Governo levaram os portugueses a reduzir o orçamento dedicado às festas natalícias, mas essa redução é bastante inferior à média dos outros países europeus que também foram afetados por restrições orçamentais, nomeadamente a Grécia e a Irlanda. Nestes dois países e de acordo com o estudo Xmas Survey 2010, a diminuição das despesas com as festas de Natal é de 21 por cento na Grécia e 11 por cento na Irlanda. Segundo a Deloitte, a redução dos gastos em Portugal não é tão acentuada como noutros países, devido "à importância dada à quadra festiva no nosso país".
Apesar de Portugal ser "o país onde o pessimismo em relação à economia aumentou mais", o consumo nesta quadra festiva parece ter uma "maior emocionalidade ou uma menor racionalidade económica", explicou à Lusa Sérgio Oliveira, 'associate partner' da Deloitte. oscilando entre um valor mínimo de 550 euros e um máximo de 620 euros. Em Espanha, por exemplo, esta variação vai dos 650 aos 950 euros. Outra evidência da importância da quadra natalícia para os portugueses é que os gastos são bastante superiores aos que se verificam, por exemplo, na Alemanha (470 euros) ou na Holanda (410 euros), onde o nível de vida é superior. As consequências das medidas de austeridade económicas no consumo natalício serão notadas mais na forma de gastar do que no valor a gastar. Os consumidores nacionais pretendem, por exemplo, refrear o recurso ao crédito, tendo metade dos inquiridos referido que recorrerá menos ao crédito este ano, preferindo apostar em objetos mais baratos.
Três em cada quatro portugueses mostram intenção de antecipar as compras de Natal para beneficiar de saldos e promoções, passando também a recorrer a produtos de "marca branca", sendo que quase metade dos inquiridos admitiu que pretende oferecer prendas compradas em grupo. Tal como em toda a Europa, os presentes que os consumidores portugueses preveem comprar (quatro em cada cinco) serão sobretudo utilitários, com destaque para os livros, os jogos educativos e o vestuário. Apenas um em cada 10 portugueses inquiridos admitiram que vão comprar presentes de Natal sem olhar para os preços, muito longe da fatia em Espanha: seis em cada 10. Mesmo depois de três anos de crise, os consumidores mantêm os hábitos de elevado consumo durante o Natal, embora tenham passado a focar-se nas prendas úteis e mais baratas, conclui a Deloitte.
Este ano, mais de metade dos europeus (63 por cento dos portugueses) estão mais determinados do que em 2009 a comprar presentes para menos pessoas e, assim, dedicar o seu orçamento de prendas para a família mais chegada, dando prioridade às crianças. O orçamento será canalizado mais para presentes do que para alimentação ou lazer, tendência que já era, aliás, seguida nos últimos anos. Em 2007, os portugueses destinavam metade do orçamento dedicado ao Natal, ou seja, 275 euros, para presentes, enquanto que este ano a percentagem sobe para dois terços, ou seja, 375 euros. O lazer diminui de 100 euros em 2007 para 50 este ano, penalizando sobretudo o setor da restauração. O estudo Xmas Survey é anual, tendo o de 2010 sido realizado em setembro através de questionários a cerca de 20 500 consumidores europeus.
                                                                                                                                                     
Portugal "longe de atingir compromissos" de ajuda ao desenvolvimento - Gomes Cravinho
                                                                                                                                              
Portugal "está longe de atingir os compromissos de ajuda pública ao desenvolvimento", afirmou hoje o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação à Agência Lusa em Paris. João Gomes Cravinho participou durante o dia no exame à cooperação portuguesa feito no âmbito do Comité de Ajuda ao Desenvolvimento (CAD) da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE). "O resultado deste exame foi muito positivo mas claramente estamos longe de atingir os nossos compromissos de ajuda pública ao desenvolvimento", declarou João Gomes Cravinho no final do dia de questões e recomendações. O secretário de estado salientou que esse "ponto fraco" da cooperação portuguesa "tem de ser relativizado num exame onde Portugal passou muito bem".
Os 24 países que integram o CAD e os parceiros que examinaram Portugal, a Irlanda e a Finlândia, compreenderam que nos últimos dois anos a ajuda ao desenvolvimento não tenha aumentado, dado o cenário de crise e de contenção orçamental. "Em final de 2010, não estamos num contexto em que seja possível fazer grandes aumentos em ajuda ao desenvolvimento nem em qualquer outro setor do estado", explicou João Gomes Cravinho. "Já mais difícil de defender, na opinião dos examinadores, foi em 2007-08 não termos aumentado" o valor de ajuda pública ao desenvolvimento, referiu. Em resultado disso, o CAD deixou hoje uma recomendação "no sentido de que, logo que houver uma retoma económica, Portugal deve procurar aumentar a sua ajuda pública ao desenvolvimento, porque tem compromissos aos quais deve corresponder e a que outros estão a responder". João Gomes Cravinho explicou que "são compromissos comuns assumidos no âmbito das Nações Unidas e da União Europeia e têm a ver com a pertença de Portugal a essas instituições". O secretário de Estado referiu que, "no que toca à UE, há um calendário que foi estabelecido de 2006 a 2015 e Portugal apresenta um claro desvio em relação a esse calendário". Portugal "dedica neste momento 0,23 por cento de rendimento nacional integrado para a ajuda pública ao desenvolvimento, relativo a 2009. Ora, devíamos estar em 2010 nos 0,34 por cento. Não se prevê que em 2010 haja grande aumento".
O valor absoluto da ajuda portuguesa ao desenvolvimento é de cerca de 350 milhões de euros. "Para 2011, há outro problema que foi referido pelos examinadores. Temos um problema de montantes e problemas de orçamentação, da forma como o orçamento da cooperação é elaborado", acrescentou João Gomes Cravinho. "O orçamento da cooperação está dividido em várias fontes, afetado a vários ministérios, e ainda funciona de forma muito tradicional, com o resultado de que Portugal não tem demonstrado capacidade para planear a mais do que um ano de distância, porque não temos orçamentação plurianual nem mecanismos para defender um orçamento espartilhado por diferentes ministérios das vicissitudes que os afetam", afirmou o secretário de estado. Esse problema "já tinha sido identificado em 2006 mas a reforma do orçamento ultrapassa a cooperação, não pode ser feita sectorialmente", concluiu João Gomes Cravinho.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Desenvolvimento

Chegar aos ambiciosos objetivos do Milénio

Secretário de Estado da Cooperação afirma que "temos já de começar a pensar naquilo que devem ser as metas pós-2015, porque não estamos a atingir, em diversos domínios, os objetivos que tinham sido estabelecidos e que eram possíveis".

As metas traçadas pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio não serão todas alcançadas no prazo fixado, daqui a cinco anos, e impõe-se agora "começar a pensar no que devem ser as metas pós-2015", defende o secretário de Estado da Cooperação. Em entrevista à Lusa, antes de partir para Nova Iorque, onde participará na cimeira da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), João Gomes Cravinho reconhece que o balanço da concertação de esforços para atingir os oito objetivos fixados na Declaração do Milénio, em 2000, "tem aspetos positivos e negativos".
Os oito ODM são erradicar a pobreza extrema e a fome; alcançar a educação primária universal; promover a igualdade do género; reduzir a mortalidade infantil; melhorar a saúde materna; combater o HIV/sida, a malária e outras doenças; assegurar a sustentabilidade ambiental; e, como chapéu sobre os anteriores, desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento. "Não estamos a atingir, em diversos domínios, os objetivos que tinham sido estabelecidos e que eram possíveis", reconhece João Gomes Cravinho, sublinhando, porém, que "houve uma evolução muito notável em alguns dos indicadores nestes dez anos". Uma evolução que "não deve ser escamoteada, deve ser sublinhada como algo que não teria acontecido se não tivesse havido, em 2000, esta concentração de esforços e energias em torno dos ODM", frisa.
Recordando que a Cimeira dos ODM, a realizar entre 20 e 22 de setembro, fará uma análise "a dois terços do percurso", o secretário de Estado atribui já responsabilidades conjuntas pelo insucesso: aos "doadores, que era suposto darem, até 2015, 0,7 por cento do seu rendimento nacional bruto" e aos "recipientes, os países menos desenvolvidos", que se submeteriam a um escrutínio muito mais sistemático das suas políticas. "Falhámos um pouco todos, mas também houve avanços feitos por todos", vinca. "No que toca aos doadores, não tem sido possível gerar os montantes da ajuda pública ao desenvolvimento desejáveis", admite, realçando que "a maior parte dos doadores teve constrangimentos orçamentais que não lhes permitiram chegar a esse ponto".
Mas este não foi o único fator. "As políticas nem sempre têm os resultados desejados" e, nalguns casos, "não foram adotadas as políticas necessárias", porque se "sobrepuseram interesses pessoais ou de determinados grupos, em relação ao interesse global", acrescenta. Perante um cenário mais do que certo de insucesso em determinadas metas fixadas pelos ODM, João Gomes Cravinho sublinha que "o mundo não acaba em 2015. Vamos chegar a 2015 e constatar que as metas específicas não foram atingidas na sua plenitude. Ou melhor, foram atingidas de forma mista, nalgumas partes do mundo sim, noutras não, sendo particularmente preocupante a situação da África subsariana", antecipa. "Temos já de começar a pensar naquilo que devem ser as metas pós-2015", alerta.
Defendendo que a metodologia dos ODM "foi a correta", o secretário de Estado refutou as reivindicações de alguma sociedade civil pela inclusão da defesa e promoção dos direitos humanos, no seu conjunto, particularmente dos relacionados com a boa governação e a corrupção, na lista dos Objetivos. "As questões relacionadas com os direitos humanos estão presentes implícita e transversalmente", considera. "Qualquer pessoa conhecedora da área do desenvolvimento poderia inventar a sua lista. [Esta] pode não ser a declaração ideal, mas a ideal é aquela que cada um de nós tem dentro das nas nossas cabeças e que, se calhar, só nós assinaríamos. É muito mais importante ter toda a gente junta num processo comum", conclui.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Dinamizar o interior algarvio

Uma oportunidade para o Algarve Rural

Estão abertas candidaturas para financiamento de projectos de Dinamização das Zonas Rurais no interior do Algarve Central.

Com a estratégia, apresentada pela parceria do grupo de acção local (GAL) Interior Algarve Central, aprovada pelo Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, entrámos no período de concursos. Estão neste momento abertas até 23 de Outubro de 2009, candidaturas para o 1º concurso, que podem possibilitar aos promotores de projectos, candidatarem-se a apoios financeiros.
As freguesias abrangidas neste território que podem ter projectos apoiados são: Paderne, no concelho de Albufeira; Estói e Santa Barbara de Nexe, no concelho de Faro; Alte, Ameixial, Benafim, Boliqueime, Querença, Salir, São Clemente, São Sebastião e Tôr, no concelho de Loulé; São Brás de Alportel, no concelho de São Brás de Alportel; São Bartolomeu e São Marcos da Serra, no concelho de Silves; Cachopo e Santa Catarina da Fonte do Bispo, no concelho de Tavira.
As acções previstas são: Acção 3.1.1 Diversificação de Actividades na Exploração Agrícola. Esta acção visa o apoio à criação ou desenvolvimento na exploração agrícola, de actividades económicas de natureza não agrícola. Destinada aos agricultores e ao seu agregado familiar.
Acção 3.1.2 Criação e Desenvolvimento de Microempresas. Esta acção apoia a criação e desenvolvimento de microempresas cujo ramo de actividade poderá ser alvo de delimitação no âmbito dos Planos de Desenvolvimento Local (PDL), em coerência com as necessidades dos territórios locais e com a estratégia definida. Destinada a microempresas.

Acção 3.1.3 Desenvolvimento de Actividades Turísticas e de Lazer. Apoio a actividades turísticas e de lazer, nas seguintes componentes: criação ou desenvolvimento de produtos turísticos, nomeadamente ecoturismo, enoturismo, turismo associado a actividades de caça e pesca, turismo equestre, religioso, de saúde, cultural; alojamento turístico de pequena escala nas seguintes modalidades de hospedagem: Turismo em Espaço Rural (TER) e turismo de natureza; infra-estruturas de pequena escala, tais como, centros de observação da natureza/paisagem, rotas/percursos, animação turística. Destina-se a qualquer pessoa singular ou colectiva de direito privado.
Acção 3.2.1 Conservação e Valorização do Património Rural. Apoio a projectos de preservação do património rural construído (excepto o património histórico e monumental classificado), por exemplo, moinhos ou espigueiros; Refuncionalização de edifícios de traça tradicional para actividades associadas à preservação e valorização da cultura local; Preservação e recuperação de práticas e tradições culturais (espólio documental e material, artes e ofícios, folclore, música, trajes, receituário gastronómico). Destina-se esta acção a pessoas singulares e colectivas de direito privado e a Autarquias locais;
Acção 3.2.2 Serviços Básicos para a População Rural. Serviços de apoio à infância; Acompanhamento domiciliário a idosos e deficientes e serviços itinerantes de apoio social; Serviços de animação cultural e recreativa de base local; Serviços de apoio a novos residentes; Estes serviços serão priorizados quando integrados em centros multiserviços nos locais em que esses centros sejam promovidos. Esta acção destina-se a parcerias publico - privadas, IPSS ou ONG.
O incentivo financeiro varia conforme o tipo de acção, a criação de postos de trabalhos e o investimento realizado, podendo ir de 40% a 75%. Para mais informações consulte o site http://www.in-loco.pt/ ou http://www.proder.pt/

quarta-feira, 29 de abril de 2009

VII Semana da Faculdade de Economia

Debate questões “quentes”

Crise económica, regionalização e mercado de trabalho para recém-licenciados em análise na Ualg.

Entre 27 e 29 de Abril de 2009 está a decorrer a sétima edição da Semana da Faculdade de Economia (FE), evento que consiste na realização de uma conferência dedicada a três grandes temas da actualidade: crise, regionalização e mercado de trabalho para recém-licenciados. Entre os oradores convidados está o Dr. Emanuel Augusto Santos, secretário de Estado adjunto e do Orçamento, que no dia 29 de Abril, às 10h00, vai falar na UAlg sobre o impacto da crise no orçamento de Estado.
Crise financeira e seu impacto no orçamento de Estado, regionalização, liderança e boas práticas empresariais, política de recrutamento nas empresas, estágios profissionais, tecnologias de informação no sector automóvel e inovação no contexto do novo modelo industrial são os temas que estarão em análise no âmbito da VII Semana da FE, iniciativa que está a decorrer até ao dia 29 de Abril no auditório da FE, situada no Campus de Gambelas da UAlg.
O evento teve início ontem, às 14h00, com uma análise da actual crise financeira apresentada pelo Prof. João Duque, docente do Instituto Superior de Economia e Gestão, seguida de um debate dedicado à regionalização. Hoje e amanhã estarão em debate outros temas da actualidade, com destaque para a intervenção do Dr. Emanuel Augusto Santos, secretário de Estado adjunto e do Orçamento, sobre os efeitos da crise financeira no orçamento de Estado.
A Semana da FE é um evento organizado anualmente que compreende um conjunto de palestras, dirigidas à comunidade académica e não académica, com o objectivo de promover uma discussão alargada sobre os temas que marcam a actualidade económica, empresarial e social do País e, em particular, da região algarvia. A festa de encerramento da VII Semana da FE vai decorrer no átrio da FE/FERN, a partir das 22h30 do dia 29 de Abril, com um desfile de moda e música para dançar.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Recorte de Imprensa

A ponte que se arrasta

Nova ponte sobre o Guadiana não serve o Algarve

Está a pouco mais de 15 quilómetros de Algarve, em linha recta, mas a distância por estrada excede a meia centena. Autarca de Alcoutim diz que Nordeste «não beneficia» com obra e continua a defender segunda travessia em solo regional.
O presidente da Câmara de Alcoutim Francisco Amaral entende que a nova ponte sobre o rio Guadiana, que ligará o concelho vizinho de Mértola (Pomarão) a El Granado (Huelva), em nada vai beneficiar o seu município.


Ler notícia completa em: http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=30340

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Desenvolvimento rural

Pequenas e médias cidades como lugares de conhecimento

Conferência internacional organizada pelo Centro de Investigação sobre o Espaço e as Organizações tem lugar no Campus de Gambelas da UAlg

Nos dias 4 e 5 de Dezembro, a UAlg promove a Conferência Internacional sobre o Conhecimento nas Pequenas e Médias Cidades. O evento terá lugar no auditório vermelho da Faculdade de Economia da UAlg, situada no Campus de Gambelas, e conta com a presença de vários especialistas de renome, nacionais e internacionais. A entrada é gratuita para os alunos da UAlg.
A Conferência Internacional sobre o Conhecimento nas Pequenas e Médias Cidades tem como objectivo analisar a contribuição das cidades para o desenvolvimento rural, enquanto locais de criação e de disseminação de conhecimento, “de modo a evitar o declínio das zonas rurais e promover um desenvolvimento sustentável e geograficamente equilibrado nestas zonas”, explica a Prof.ª Teresa Noronha Vaz, coordenadora do Centro de Investigação sobre o Espaço e as Organizações (CIEO) da UAlg, entidade organizadora da conferência. A especialista refere ainda que uma das questões mais importantes no debate é “saber de que modo se pode aproveitar os potenciais das cidades e das zonas rurais, cruzando-os para o aumento da competitividade no curto prazo e da sustentabilidade”.
Entre outros assuntos, ao longo dos dois dias de evento, vão discutir-se questões como os desafios que se colocam quanto à difusão do conhecimento a formas de aprendizagem nas zonas rurais e urbanas, às parcerias público-privadas como parcerias duradouras, ao empreendedorismo local no contexto da globalização, ao desenvolvimento tecnológico e inovação nos locais de menor dimensão, à interdependência entre o mundo urbano e o mundo rural, até nos modelos de cidadania e governação. Para abordar os temas em debate marcarão presença na Conferência Internacional sobre o Conhecimento nas Pequenas e Médias Cidades vários especialistas europeus de renome internacional.