Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Salvamento a 700 metros do subsolo

Chile: Primeiro mineiro chegou à superfície
                                                                                                                                                                
O mais arrojado e difícil plano de salvamento de 33 pessoas soterradas, está a ser um sucesso.
                                          
Florencio Avalos foi o primeiro mineiro a ser resgatado da mina no Chile, depois de 69 dias em cativeiro, chegando à superfície cerca das 04:10 (de Lisboa). A bordo da cápsulo "Fénix 2", o mineiro demorou menos de 20 minutos a fazer a viagem de 622 metros até à superfície. Florencio Avalos, de 31 anos, foi recebido pelo presidente do Chile, Sebastián Piñera, dezenas de jornalistas e o seus familiares.
                                   
Resgate dos mineiros no Chile teve início à meia-noite de hoje, quarta-feira
                                            
As equipas de resgate começaram o salvamento dos 33 mineiros presos numa mina no norte do Chile, desde agosto último, "a partir da meia-noite de quarta-feira" (hora local), anunciou hoje o ministro das Minas chileno. "Esperamos começar o processo de resgate a partir da meia-noite de quarta-feira (04:00 em Lisboa)", declarou Laurence Golborne, em declarações à comunicação social nas imediações da mina de San José.
O ministro chileno referiu que os testes realizados, no domingo, à cápsula que irá transportar um a um os mineiros até à superfície foram um sucesso, referindo que o engenho conseguiu atingir os 610 metros de profundidade.
Os resultados das simulações foram "muito promissores, muito encorajadores". A operação de resgate é delicada e poderá durar até dois dias, segundo as autoridades chilenas, que explicaram que o salvamento de cada mineiro poderá durar mais de uma hora.
As primeiras previsões apontavam que o resgate só seria possível em dezembro, perto do Natal. Os 33 homens, 32 chilenos e um boliviano, estão retidos há 64 dias a cerca de 700 metros de profundidade na mina localizada na região de Atacama (norte).

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Tragédia na Madeira

Dois anos chegam para reconstruir a Madeira?

Alberto João Jardim fala em prejuízos superiores a mil milhões de euros. Mas as feridas são bem mais profundas. Por toda a zona sul da ilha há retratos de dor que serão difíceis de sarar. Mas o presidente do Governo Regional da Madeira confessa que nas relações entre o Funchal e Lisboa «foi enterrado o machado de guerra»

A destruição não atingiu só a Baixa do Funchal, as zonas altas da cidade ou a Ribeira Brava. Em vários pontos do sul da Madeira existem derrocadas, deslizamento de terras, vidas perdidas, negócios estragados, estradas desaparecidas e casas despedaçadas. Alberto João Jardim já definiu um prazo («recuperar a ilha em dois anos»), mas será possível?
Maria da Conceição nunca viu nada assim. A habitante do Jardim da Serra, no Estreito de Câmara de Lobos, foi umas das muitas centenas de pessoas que escaparam por um triz, não sendo arrastada para a morte no último sábado. Viu a terra passar-lhe à frente dos olhos, fazendo desaparecer a estrada: «Sempre vivi aqui, nunca tinha visto nada assim. Já houve derrocadas e muita chuva, mas nada assim». Tem mais de setenta anos de vida e anda sempre a pé, por veredas e caminhos esconsos. Agora nem isso existe.
Um pouco mais acima, a destruição total. Precipícios imensos, carros em cima das árvores, estradas esburacadas, desniveladas, como se pertencessem a um cenário de terramoto. O esforço das autoridades concentra-se no desimpedimento das vias rodoviárias, para evitar o isolamento das populações. Em muitos locais só se pode circular num sentido, mas os autocarros não passam.
Em Boca da Corrida, mais uma história trágica. Maria Lídia Jesus, 40 anos, tinha ido buscar pão para a mãe. Já não regressou. Foi arrastada pela lama e faleceu. É um dos 41 corpos recolhidos pelo Instituto de Medicina Legal. A mãe tentou salvá-la, mas não conseguiu e foi parar ao hospital. «Ainda não sabe que a filha morreu», confessam os vizinhos.


Caminhos quase impossíveis

Alberto João Jardim, em entrevista à RTP, apontou os dois anos como prazo para recuperar a ilha. Um ano e meio que lhe resta do mandato e algo mais, que será concluído por quem lhe suceder. Os prejuízos totais ascendem a «cerca de mil milhões e meio. É mais um orçamento anual».
Convencido de que a tragédia foi causada apenas pela existência de «um fenómeno meteorológico sem precedentes», defende a sua obra. «Quero construir de novo o que era do tempo anterior à autonomia, porque o que foi feito por mim está tudo em pé», confessou, aproveitando para defender as estruturas que canalizam as ribeiras. «Nada do tempo da autonomia foi abaixo e só o que era do tempo de Salazar e do rei D. Carlos foi abaixo. É isso que vai ser feito de novo, à minha maneira», assegurou o Presidente do Governo Regional.
Um dos maiores sinais da fiabilidade as estruturas de Jardim são os túneis. Nenhum cedeu e todos estão operacionais. A caminho do Curral das Freiras, a estrada está agora minimamente transitável, mas tem trajectos quase impossíveis. Bocados foram levados montanha abaixo e muitas pedras vão surgindo pelo caminho (para já não falar das que ameaçam cair).
O Curral é, apesar de tudo, um local tranquilo. Excluindo os problemas nas acessibilidades, quase tudo está normalizado. Os cafés e restaurantes reabriram, os primeiros turistas começaram a chegar e até o jornal já pode ser lido. «Aqui, estamos habituados a derrocadas e quedas de terra. Não é um problema de hoje», revela António, proprietário de um dos supermercados da localidade.
Lá no interior da ilha, onde ninguém conseguiu comunicar com o mundo durante mais de um dia, ainda não reabriram as escolas. Os meninos aguardam, vão brincando nas estradas, fazendo de conta que ajudam na recuperação da ilha. Na Seara Velha, depois de Curral das Freiras, a unidade de ensino especial escapou ilesa à fúrias das águas da ribeira, que passam a escassos metros. Na segunda-feira, as aulas devem regressar.
Ainda assim, o Sindicato dos Professores vai avisando: «O valor do regresso às rotinas, logo após uma catástrofe incomum, não deve sobrepor-se ao valor primeiro da segurança». Ritmos de recuperação que continuarão a marcar a vida de olha por muitos e muitos meses.

Jardim elogia: «Sócrates é uma surpresa para mim»

A tragédia serviu para enterrar o machado de guerra. A Madeira já não se queixa do continente e Alberto João Jardim tornou-se próximo de José Sócrates. A união de esforços para recuperar a ilha parece ter também colocado um marco na cronologia de relações entre os Governos da República e da região.
No programa «Grande Entrevista», da RTP, o presidente do Governo Regional da Madeira assumiu esse novo tempo. «Ainda hoje estive a conversar com ele. Sócrates é uma boa surpresa para mim, depois do que eu pensava dele. Temo-nos entendido muito bem», frisou. Centrado na necessidade de recuperação da ilha, Jardim fala em apoios, diz que entende as dificuldades existentes em Portugal, na União Europeia e no mundo inteiro, mas está na altura de reclamar apoios: «Há mecanismos financeiros até para em 20 anos se pagar esta reconstrução» disse, considerando que «o machado de guerra entre Lisboa e o Funchal está enterrado».
«Há momentos na vida em que todos temos de ir ao encontro uns dos outros e às vezes há males que vêm por bem. Se perante uma situação de emergência como esta é possível enterrar o diferendo que havia entre Funchal e Lisboa, penso que este país pode enterrar uma série de machados que não têm importância e em que andamos a gastar as nossas energias», acrescentou. Nesta entrevista, o líder madeirense, que também é o presidente do PSD-Madeira, falou do seu partido, apelando a um entendimento entre Paulo Rangel e José Pedro Aguiar-Branco. Quanto a Passos Coelho, nem vê-lo, pois considera que o traiu no passado. Recorda que há dois anos e meio o seu projecto foi recusado pelos sociais-democratas, por isso espera apenas que haja «juízo». Para já, não diz em quem vai votar, mas vai avisando que não se calará se o impasse continuar. Na semana que anteceder o congresso vai reunir com as estruturas locais e informar o seu sentido de voto. Aí, poderá fazer a diferença.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Tragédia na Madeira

Governo decreta três dias de luto nacional

Executivo vai reunir-se hoje, segunda-feira de manhã, num Conselho de Ministros extraordinário. O Primeiro-ministro prometeu «ajuda» e visitou as zonas mais afectadas. Balanço actual: 42 mortos, 68 feridos.


O Governo vai reunir segunda-feira de manhã num Conselho de Ministros extraordinário, no qual irá decretar três dias luto nacional devido ao mau tempo na Madeira e analisar novas medidas de apoio, disse à Lusa fonte oficial do Executivo.
«O Conselho de Ministros vai reunir de forma extraordinária amanhã às 09:30 para aprovação de três dias de luto nacional pelas calamidades e intempéries ocorridas na Madeira e para analisar novas medidas de apoio» à região, revelou à Lusa uma fonte oficial da Presidência do Conselho de Ministros.
A tradicional conferência de imprensa será feita pela hora de almoço, acrescentou a mesma fonte.


Sócrates reuniu-se com Jardim

O primeiro-ministro, José Sócrates, e o ministro da Administração Interna foram recebidos pelo presidente do Governo regional, Alberto João Jardim, e pelo representante da República, Monteiro Diniz, visitando em seguida as zonas mais afectadas pelo mau tempo. À chegada ao aeroporto do Funchal, o chefe do Governo manifestou toda a solidariedade do Executivo da República e admitiu «recorrer a todos os meios que sejam necessárias para ajudar a Madeira».
Uma das primeiras visitas que Sócrates fez foi à rotunda do Dolce Vita, que ruiu devido à força das águas da ribeira de São João. O primeiro ministro José Sócrates reuniu-se depois com o governo regional da Madeira e a Protecção Civil, escreve a Lusa.
«Temos diferentes serviços em prontidão disponíveis para ajudar. Vamos primeiro ver o que é necessário em função da avaliação que o Governo Regional faz e a Protecção Civil regional faz para depois mobilizarmos os meios nacionais do Governo da República», sublinhou.
José Sócrates manifestou ainda solidariedade com «o povo da Madeira» e com o Governo Regional da Madeira e deixou «uma palavra de conforto e coragem» àqueles que perderam familiares. «Este é o momento para trabalharmos em conjunto e eu vim assegurar-me de que tudo está a ser feito por parte do Governo da República para ajudar o Governo Regional a responder a esta situação de emergência», referiu.
Questionado sobre verbas a disponibilizar pelo governo para auxiliar o Governo regional da Madeira, José Sócrates respondeu que «este não é momento para falarmos, mesquinhamente, de verbas». O primeiro-ministro regressou ainda no sábado à noite a Lisboa, indicou à Lusa fonte oficial do gabinete de José Sócrates.

Tragédia chegou à Madeira

Morte e destruição arrasou Funchal


Ainda existem locais de onde não há imagens nem informação. Armazém da Câmara de Santa Cruz ruiu e há muitas derrocadas, cassas e estradas, e carros que foram arrastados para o mar. Sites de jornais e televisões acompanham a evolução da situação.

A tempestade mortal que se abateu sobre a ilha da Madeira este sábado fez, segundo o último balanço oficial, 42 mortos, mais de 70 feridos e muitos, muitos desaparecidos. Centenas de pessoas ficaram incontactáveis e isoladas, nomeadamente, no Curral das Freiras, onde cerca de quatro mil cidadãos estiveram à sua sorte, mais de 24 horas depois das enxurradas, sem ajuda das autoridades e sem que o mundo soubesse o caos em que água os mergulhara.
A dimensão da catástrofe só pode ser calculada, por quem não a sentiu na pele, pelas fotografias e vídeos que chegam da ilha, não só dos repórteres de imagens, mas também dos sobreviventes que incansavelmente enviam às redacções os retratos do que para muitos parece ainda inacreditável.

Carros foram arrastados para o mar


Parte do armazém do município de Santa Cruz (Madeira) ruiu e duas viaturas da autarquia foram arrastadas para o mar devido ao mau tempo que se faz sentir na ilha, revelou o presidente da Câmara local.
O presidente do município de Santa Cruz disse à Lusa que «o próprio armazém da Câmara, que fica junto a uma ribeira, sofreu danos irreparáveis, já que parte do edifício ruiu». O armazém «sofreu uma derrocada. Houve uma parte que ruiu», afirmou José Alberto Gonçalves, explicando que o espaço era utilizado para guardar materiais e viaturas do município.
De acordo com o autarca, duas viaturas propriedade da autarquia, um autotanque e um ligeiro, «foram arrastadas por uma ribeira e estão neste momento no mar», sendo que outros veículos da Câmara Municipal tiveram que ser colocados em local seguro.
José Alberto Gonçalves indicou ainda que o concelho de Santa Cruz regista, «sobretudo, problemas ao nível das estradas e também derrocadas em algumas casas desabitadas».
«Há muitas estradas intransitáveis, havendo zonas onde o alcatrão está praticamente todo levantado», contou, referido que não tem conhecimento de danos pessoais no seu concelho.


Media internacionais destacam tragédia


A atenção sobre a tragédia na Madeira ultrapassou fronteiras. À medida que o número de vítimas da intempérie vai sendo actualizado são cada vez mais os meios de comunicação internacionais que destacam o tema. De forma especial na Internet.
As grandes cadeias televisivas internacionais, como a CNN, a Sky News, a BBC News ou a Al Jazeera, têm feito eco do temporal que lançou o caos no Funchal. Este último canal, sedeado no Qatar, realizou mesmo um contacto telefónico em directo com uma jornalista local.
Os sites dos principais jornais espanhóis estão a dar destaque a este tema, que tem subido no alinhamento das edições electrónicas das publicações, como é o caso do «El País», do «El Mundo» ou do «ABC».
Na França, os sites dos jornais «Le Monde» e Le Figaro assim com o da revista «Paris Match» também noticiam a tragédia.
Já em Itália, o tema surge na edição digital do «Corriere della Sera» e na página da estação pública de televisão, a RAI.
A Madeira aparece ainda em destaque no Brasil, onde é uma das notícias em destaque no site G1, da Globo, que tem acompanhado a actualização do número de vítimas do temporal.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O desastre da praia Maria Luisa

O Peneco já foi abaixo

Parte do rochedo que sobrou da derrocada foi deitado abaixo, na presença de muitos curiosos e de alguns técnicos (sem capacete...), e ainda do Ministro do Ambiente que esteve no local.

Ontem às zero horas começaram as obras de demolição na praia Maria Luísa, em Albufeira, onde na passada sexta-feira uma derrocada matou cinco pessoas. Foram utilizadas três máquinas distintas, a primeira com um braço muito grande para iniciar desbaste do leixão do topo para a base, garantindo a segurança do maquinista, explicou no local Valentina Calixto, presidente da Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve que se encontrava a acompanhar os trabalhos dessa noite.
Depois foram utilizadas mais duas máquinas até ser atingido o objectivo da operação, quando o leixão passou a ter uma altura que não provoque risco para os utentes da praia. Os materiais soltos foram depois aglomerados junto à base da arriba principal para evitar a erosão da arriba provocada pela água do mar.
No local estiveram vários técnicos, por sinal sem o devido uso de capacete (ver foto), e igualmente o ministro do Ambiente, Nunes Correia, que quando questionado pelos repórteres da TVI sobre a posição do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, que defende a abertura de um inquérito crime, Nunes Correia disse que não tem conhecimento de nenhum inquérito aberto, mas, caso venha a existir, terá todo o apoio do Governo.

Minuto de silêncio

Ontem, durante a manhã, os banhistas e funcionários da concessão e apoios da praia Maria Luísa, em Albufeira, cumpriram um minuto de silêncio em homenagem às cinco pessoas que morreram na derrocada.
O início da homenagem, prestada à mesma hora do acidente, pouco antes das 12:00, foi assinalado pelo apito do nadador salvador, altura a partir da qual as pessoas permaneceram imóveis e em silêncio durante um minuto. Três dias depois da tragédia a praia vai retomando a normalidade e a esplanada do restaurante que serviu de posto de comando das operações enche-se de pessoas, algumas aparentemente indiferentes, outras ainda consternadas.
Pouco resta agora do rochedo pertencente à arriba que desmoronou e que foi na madrugada alvo de um processo de demolição parcial e controlada, efectuado pela Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve para dar segurança à estrutura.
A demolição foi feita durante poucas horas por três máquinas, procedendo-se ontem pela manhã à remoção de detritos acumulados no local, trabalho feito por técnicos da autarquia, com a ajuda de alguns banhistas.
Durante a manhã de hoje, peritos da ARH/Algarve estiveram a inspeccionar o local no sentido de ver o resultado dos trabalhos de domingo e os possíveis efeitos da maré-cheia, disse à Lusa fonte do organismo.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Dois acidentes num mês

Morte nas falésias de Sagres

Pescador teve uma queda mortal numa escarpa de 50 metros, perto da Fortaleza de Sagres

Um pescador lúdico de 38 anos morreu na sequência de uma queda de cerca de 50 metros de uma falésia na Fortaleza de Sagres, Algarve, tendo o corpo sido resgatado do mar por uma embarcação salva-vidas, disse uma fonte policial em declarações à agência Lusa.
O comandante Marques Pereira informou que a vítima, que vivia em Almansil (Loulé), estava na companhia de um amigo em cima de um pesqueiro denominado Lage das Covas, na Fortaleza de Sagres, quando caiu em cima de uma das lages e depois foi arrastado para o mar.
O homem, casado e com um filho, caiu de uma altura de cerca de 50 metros na laje, depois foi arrastado para o mar e terá tido «morte imediata», acrescentou fonte policial.
O alerta foi dado cerca das 17 h e uma embarcação salva-vidas da Autoridade Marítima com quatro elementos a bordo procedeu ao resgate do corpo 20 minutos depois do pedido de ajuda ter chegada à Polícia Marítima. Com esta morte eleva-se para duas as mortes este mês, enquanto praticavam pesca desportiva na zona do Barlavento algarvio.
A 4 de Novembro, um homem de 42 anos desapareceu numa altura em que estaria a praticar pesca lúdica na Praia do Moriador da Escada, entre Vila do Bispo e Aljezur e o corpo apareceu passados alguns dias no areal na praia da Barriga, em Vila do Bispo.