Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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domingo, 12 de junho de 2011

Óh Noite de Stº. António... !

"Festas dos Santos Populares entre as melhores da Europa
                                                                                                                                      
Manjericos e balões, festões e marchas populares, sardinhada e sangria, musica e arraial... hoje é Noite de Santo António.
                                                         
As Festas dos Santos Populares de Lisboa foram seleccionadas entre as 20 melhores festividades locais da Europa por uma organização holandesa que observa e promove este tipo de eventos.
Alegria, originalidade e inovação são os critérios fundamentais em que se baseia a selecção dos eventos que têm de ser abertos a todo o público, realizarem-se anualmente e no mesmo local.
A selecção considera ainda a competência da organização e a qualidade da comunicação com o público.
A LocalFestivities.com, responsável pela selecção, assinala a natureza de celebração em honra de três santos populares das Festas de Lisboa, referindo o desfile das marchas, concertos musicais, exposições, competições desportivas e as “sardinhadas”. "
Português de nascimento, Fernando de Bulhões de seu nome de baptismo,
Santo António nasceu em Lisboa em 1195, andou por Marrocos, naufragou, e em Itália colaborou com São Francisco de Assis.
Hoje é um dos santos mais populares e famosos, em particular em Portugal (onde nasceu) e em Itália (onde morreu em 1231, com 36 anos).
                                                                                                    
                                                                                          
                                                                                                        

sábado, 11 de junho de 2011

"Rebiber a Tradição..." (com b)

Foi Dia de Portugal

Presidente da República sublinha gravidade da situação do País
                                                                                                                         
Portugal não pode falhar porque custos seriam "incalculáveis", avisou Cavaco Silva: "É Portugal inteiro que tem de se reerguer nesta hora decisiva".
                                         
O Presidente da República alertou ontem que Portugal não pode falhar, pois os custos seriam "incalculáveis", sublinhando a importância de honrar os compromissos assumidos com o exterior. Numa intervenção em que começou logo por 'avisar' que "Portugal é mais do que a vida dos partidos e o ruído dos noticiários" e que uma das principais funções do chefe de Estado "consiste, precisamente, em ver mais além do que a política do dia a dia", Cavaco Silva deixou apenas uma nota sobre a atualidade, frisando que não se pode falhar. "Não podemos falhar. Os custos seriam incalculáveis. Assumimos compromissos perante o exterior e honramo-nos de não faltar à palavra dada", sublinhou, notando que "é Portugal inteiro que tem de se erguer nesta hora decisiva", um tempo de sacrifícios, de grandes responsabilidades". Insistindo que "é nestas alturas que se vê a alma de um povo", Cavaco Silva repetiu: "não podemos falhar".
                                                                                       
António Barreto quer "apuramento de responsabilidades na crise"
                                                                                              
António Barreto defende apuramento de responsabilidades pela crise. O presidente da Comissão Organizadora do 10 de Junho, António Barreto, defendeu ontem "o apuramento de responsabilidades" pela crise, resultado da "imprevidência das autoridades", referiu. António Barreto discursava na sessão solene do Dia de Portugal, hoje, em Castelo Branco, em que defendeu ainda uma revisão constitucional. Apesar de não a considerar "solução para a maior parte das dificuldades" defende a revisão "para pôr termo à permanente ameaça de governo minoritários e de palamentos instáveis". egundo referiu, "uma constituição renovada implica um novo sistema eleitoral, com o qual se estabeleçam condições de confiança, lealdade e de responsabilidade, hoje pouco frequentes na nossa vida política".
O discurso de cinco páginas teve como base a crise financeira, mas aborda a crise política e social, apelando a que os portugueses sejam tratados "não apenas como contribuintes inesgotáveis ou eleitores resignados", mas como "cidadãos livres". Barreto apontou o dedo a "alguns políticos" por "não terem dado o exemplo do sacrifício que se impõem aos cidadãos". Disse mesmo que "a indisponibilidade [dos políticos] para falarem uns com os outros (...) contrasta com a facilidade e o oportunismo com que pedem aos cidadãos esforços excecionais". Agora, e numa alusão às Eleições Legislativas, sublinhou que "o povo falou, fez a sua parte, aos políticos cabe agora fazer a sua". Para aquele responsável, Portugal está "num desses raros momentos históricos de aflição e de ansiedade coletiva em que é preciso estabelecer uma relação especial entre cidadãos e governantes".
                                                                       
Paulo Portas destaca discurso "extremamente corajoso" de Barreto
                                                                                      
O líder do CDS-PP considerou ontem o discurso de António Barreto "extremamente corajoso", sublinhando o apelo feito para "mais cultura de compromisso e diálogo", e acompanhou as palavras de Cavaco Silva de que Portugal não pode "falhar". "Portugal não pode falhar, nem tem margem para errar, acho que todos temos consciência disso", afirmou o líder do CDS-PP, Paulo Portas, em declarações aos jornalistas à saída da sessão solene do 10 de Junho, que se realizou em Castelo Branco e onde o Presidente da República sublinhou que Portugal não pode falhar. Relativamente ao discurso do presidente das comemorações do Dia de Portugal, António Barreto, o líder democrata-cristão disse ter-se tratado de um "discurso muito corajoso", salientando os apelos para que haja "mais cultura de compromisso, de diálogo e de consenso entre forças, instituições e políticos, num momento de extrema dificuldade", e para que exista um acordo social entre empregadores e trabalhadores. "Acho essas duas ideias essenciais, tal como acho o pedido que ele fez de uma revisão constitucional que permita, por exemplo, tratar adequadamente da situação dos sistema de justiça em Portugal", acrescentou, insistindo ter-se tratado de uma intervenção "extremamente corajosa".
Ainda sobre a intervenção do Presidente da República, o líder democrata-cristão desvalorizou o facto de Cavaco Silva se ter apenas centrado num tema concreto - a interioridade - sem falar da atualidade. "O chefe de Estado tem uma posição constitucional que eu acho que ele respeita integralmente e se a decisão dele foi fazer um discurso mais sobre uma questão essencial que está pouco na agenda e que tem de ser lembrada, acho que isso é o cumprimento da função constitucional dele", afirmou, sublinhando a diferença entre "aquilo que é o urgente e aquilo que é o essencial". O chefe de Estado, acrescentou, quis dedicar o seu discurso "a uma questão essencial", ou seja, o facto de o "país do interior estar a desaparecer". Da intervenção de Cavaco Silva, Paulo Portas destacou ainda o enfoque colocado na necessidade de proteger a agricultura, o mundo rural, o empreendedorismo agrícola, turístico e industrial nas zonas do interior, "sem nostalgias e sem réplicas do Portugal urbano, valorizando o interior e a ruralidade por si próprias no século XXI". Interrogado sobre a formação do novo Governo com o PSD, Paulo Portas lembrou os seus pedidos de "contenção e recato", dizendo apenas que há que "esperar mais alguns dias". "Se eu pedi contenção e recato, serei o primeiro a cumprir com a contenção e o recato. Têm de esperar mais alguns dias", declarou.
                                                                   
António José Seguro promete alargar liberdade de voto aos deputados do PS
                                                                                                         
O candidato à liderança do PS António José Seguro prometeu hoje alargar a liberdade de voto dos deputados socialistas e estabeleceu como primeira meta que o seu partido volte a ser o maior nacional ao nível autárquico. Estes foram dois dos projetos programáticos apresentados por António José Seguro na apresentação da sua candidatura à liderança do PS. "Reafirmo aqui a autonomia do Grupo Parlamentar, retomo propostas que fiz no passado e que visam libertar os deputados da disciplina partidária em questões que não têm a ver com a matriz do PS, com a governabilidade e com os seus compromissos eleitorais", declarou António José Seguro, que se tem batido por esta reforma enquanto membro da bancada socialista.
Neste ponto, António José Seguro ainda acrescentou: "Não defendo correias de transmissão e constrangimentos à liberdade de quem representa os cidadãos que os elegeu. Também aqui pretendo iniciar um novo ciclo, porque é preciso enobrecer o trabalho do Parlamento dos deputados", antes de propor uma revisão dos sistema eleitoral para a Assembleia da República. "Sei que no momento difícil em que vivemos não é uma prioridade e que temos outras emergências, mas essa reforma é inadiável. Consta do nosso programa eleitoral e vamos cumpri-lo, quero uma melhor relação entre os deputados eleitos e os eleitores. O PSD, se for coerente com o que prometeu, não pode inviabilizar esta nossa iniciativa", sustentou. Em relação às eleições autárquicas de 2013, António José Seguro estabeleceu como fasquia a meta do PS "voltar a ser o principal partido nas autarquias portuguesas". António José Seguro também deixou uma palavra sobre as "dificuldades" que terão os socialistas madeirenses nas regionais de outubro. "Estaremos convosco", disse, prometendo "empenhamento" nesse desafio eleitoral
                                                                                                                   
"Mais do mesmo" com Assis...
                                                                                                                       
Figuras da maçonaria ao lado de Francisco Assis para líder do PS. A eurodeputada Edite Estrela, a presidente das Mulheres Socialistas, Catarina Marcelino, e o presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, apoiam Francisco Assis para líder do PS, transmitiu à Lusa fonte oficial desta candidatura. Na lista enviada pela candidatura de Francisco Assis constam 19 presidentes de Câmara socialista, o grão mestre cessante do Grande Oriente Lusitano (GOL), António Reis, e também o seu antecessor nesta obediência maçónica, António Arnaut, fundador do PS e ex-ministro dos Assuntos Sociais de Mário Soares. Dos autarcas, a candidatura de Francisco Assis reivindica o apoio de António Costa (Lisboa), Fernando Lopes (Castanheira de Pêra), Ângelo Sá (Borba), Adelino Soares (Vila do Bispo), António Borges (Resende), Vassalo Abreu (Ponte da Barca), Guilherme Pinto (Matosinhos), Castro Fernandes (Santo Tirso), Armindo Abreu (Amarante), Jorge Magalhães (Lousada), Maria da Luz Rosinha (Vila Franca de Xira), Maria do Céu Albuquerque (Abrantes), Manuel Soares (Sever do Vouga), Carlos Cabral (Mealhada), Fernanda Aceisseira (Alcanena), José Cascareijo (Alijó), Miguel Pombeiro (Vila Nova da Barquinha), Francisco Ribeiro (Santa Marta de Penaguião) e João Azevedo (Mangualde e Presidente da Federação de Viseu).
São ainda apoiantes do líder cessante da bancada socialista, de acordo com a mesma fonte, Álvaro Órfão (ex-presidente da Câmara da Marinha Grande), a vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Ana Catarina Mendes, António Arnaut, António Reis, Capoulas Santos (presidente do PS/Évora), o dirigente socialista Carlos Lage, o vice-presidente da bancada socialista Filipe Neto Brandão, o ministro cessante dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, o ex-deputado José de Bianchi (Vila Real), José Leitão (antigo líder da JS), José Lello (secretário nacional do PS para as Relações Internacionais, o deputado José Miguel Medeiros (Leiria), o secretário de Estado cessante da Saúde, Manuel Pizarro, o líder da Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL), Marcos Perestrello, a deputada Maria Antónia Almeida Santos, o dirigente Miranda Calha, a vice-presidente da bancada Paula Barros (Vila Real), o líder do PS/Porto, Renato Sampaio e o "vices" do Grupo Parlamentar Sérgio Sousa Pinto e Ricardo Rodrigues.
                                                                                                     
                                                                                          
                                                                                                                                            

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O 10 de Junho

Cavaco reconhece "situação insustentável"

Num discurso dominado pela atual situação de crise, o chefe de Estado voltou a repetir um apelo que têm vindo a fazer ao longo dos últimos meses: um "contrato" de coesão nacional para a união dos portugueses.

O Presidente da República reconheceu ontem que Portugal chegou a "uma situação insustentável, defendendo o estabelecimento de um "contrato de coesão nacional", no qual cabe aos agentes políticos uma "especial" responsabilidade. "Como avisei na altura devida, chegámos a uma situação insustentável. Pela frente, temos grandes trabalhos, enormes tarefas, inevitáveis sacrifícios", afirmou o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, na sessão solene das comemorações do 10 de junho, que decorreram em Faro.
Porém, notou, "não foi com o desalento que se construiu Portugal", e por isso este é o tempo de "fazer um esforço suplementar" para concertar posições e gerar consensos. "No contrato de coesão nacional que temos de estabelecer, transversal à sociedade portuguesa, cabe especial responsabilidade aos agentes políticos, aos governantes, aos deputados, aos autarcas de todo o País", defendeu. "As horas de infortúnio são momentos de responsabilidade. Este não é o tempo para querelas partidárias ou quezílias ideológicas que nos possam distrair do essencial", acrescentou, reafirmando que "o essencial são os problemas concretos dos Portugueses".
Num discurso dominado pela atual situação de crise, o chefe de Estado voltou, contudo, a repetir um apelo que têm vindo a fazer ao longo dos últimos meses para a união dos portugueses. "Temos de encontrar em nós próprios a força para vencer. Não baixemos os braços", pediu, já depois de recordar que "a coesão nacional constitui um dos nossos bens mais preciosos".
"É necessário deixar para trás divisões estéreis e sem sentido para nos concentrarmos no essencial, para podermos olhar mais longe para o que é verdadeiramente importante, num espírito de unidade e de harmonia cívica", pois, disse mais à frente "se o horizonte que avistamos é de dificuldades e de incerteza, mais razões temos para nos unirmos. Estou certo de que juntos conseguiremos", assegurou.

Manuel Alegre diz que discurso de Cavaco foi "adequado" mas "excessivo", e corresponsabiliza Cavaco pela atual situação económica do país.

O candidato socialista à Presidência da República, Manuel Alegre, considerou que o discurso de Cavaco Silva foi "adequado" mas "tem uma palavra a mais que é 'insustentável'", uma vez que cabe ao Presidente da República dar uma palavra de "confiança". Em declarações à agência Lusa, Alegre, que disse que não ouviu o discurso do PR, tendo apenas lido o documento, considera que era preciso "incutir confiança" e "mobilizar os portugueses, por maiores que sejam as dificuldades", pelo que foi um discurso "excessivo".
Manuel Alegre afirmou que o Presidente da República é também "corresponsável" pela situação económica, frisando que nas últimas eleições se fez constar que Cavaco Silva poderia resolver problemas por ser professor de economia. Manuel Alegre falava aos jornalistas na apresentação dos seus mandatários nacional, Maria de Belém (vice-presidente da bancada do PS), da juventude, Jacinto Lucas Pires (escritor e cineasta) e de Lisboa, Daniel Sampaio (médico).
"Qualquer um destes três mandatários têm em comum a preocupação da cidadania e da participação cívica, de forma a tentar remobilizar a juventude para a vida cívica e democrática. Sem a mobilização das pessoas em geral é muito difícil renovar a vida política e democrática", declarou o candidato presidencial. Sobre as próximas eleições presidenciais, Manuel Alegre afirmou estar convencido que terá pela frente "uma campanha difícil, mas importante para a democracia, num momento especialmente complicado da vida dos povos no mundo, na Europa e em Portugal".
"Mas é nas horas difíceis que é preciso gente de caráter, gente que não fuja à luta. Em democracia pode ganhar-se ou perder-se, mas o pior de tudo é perder por falta de comparência. Isso comigo nunca acontecerá", frisou o candidato presidencial. Interrogado sobre o teor dos últimos atos oficiais do chefe de Estado, Alegre considerou que Cavaco Silva "está todos os dias no terreno", algo que, na sua perspetiva, "pode fazê-lo com total legitimidade. Mas [o Presidente da República] também se arrisca que haja interpretações sobre a natureza de alguns dos seus atos políticos", advertiu.
Na sua intervenção inicial para a apresentação dos mandatários da sua candidatura presidencial, Manuel Alegre considerou que Cavaco Silva é também corresponsável pela atual situação económica do país. "Todos somos corresponsáveis, mas o Presidente da República é eleito por sufrágio direto. O Presidente da República, ao falar na cooperação estratégica, tinha implícita a ideia de que há uma partilha na definição das linhas políticas do Governo", observou.
Neste ponto, Manuel Alegre fez ainda questão de vincar que, durante a última campanha presidencial, Cavaco Silva, "ou alguém por ele, fez passar a ideia que o facto de ser professor de economia e finanças iria contribuir para resolver os problemas financeiros do país. Não podia, porque o Presidente da República não governa. Mas é ele o Presidente da República", frisou. Em declarações aos jornalistas, o mandatário da juventude, Jacinto Lucas Pires, justificou o seu apoio a Manuel Alegre por "Portugal precisar de inspiração e de uma voz que possa trazer esperança às pessoas".
"Ter este poeta na Presidência da República vai ser importante", sustentou o escritor e cineasta, antes de a vice-presidente da bancada socialista Maria de Belém ter recusado que seja mandatária nacional de Manuel Alegre para fazer a ligação ao PS. "Através dos seus órgãos nacionais, o PS já demonstrou que apoia a candidatura de Manuel Alegre. Eu sou uma militante do PS, como muito outros, que apoia e trabalha para que a candidatura de Manuel Alegre vença", respondeu a ex-ministra da Saúde. Manuel Alegre aproveitou para frisar que a sua candidatura presidencial "é autónoma, independente e supra-partidária, que teve a honra e o gosto ser apoiada pelo seu próprio partido. Mas esta candidatura nasceu da cidadania", defendeu Alegre.

sábado, 23 de maio de 2009

“Dia da Família”

Motiva celebração de Bodas de Ouro

23 Casais participam em festa organizada pela Câmara de Silves.

«Esta é uma festa muito bonita e uma lembrança muito especial da Câmara e da sua Presidente para todos nós!». Estas são palavras de um dos 23 casais que estiveram presentes no almoço e festa comemorativa do aniversário de Bodas de Ouro de casamento, que teve lugar no passado dia 15 de Maio, no restaurante “Os Campilhos” (S. B. Messines) e que, de há seis anos a esta parte, é organizado pela Câmara Municipal de Silves (CMS).
Esta iniciativa surgiu de uma vontade de Isabel Soares, a Presidente da autarquia: «Como sabem», explicou na ocasião aos presentes, «são normalmente os filhos que preparam as festas de celebração das Bodas de Ouro ou de Prata para os seus pais e eu preparava-me para organizar a festa das Bodas de Ouro dos meus pais, mas infelizmente não o pude fazer, por falecimento do meu pai. Por isso, prometi que faria todos os anos esta festa, para as pessoas do meu concelho».
Normalmente, os técnicos do Sector de Acção Social do Município fazem uma pesquisa junto das Conservatórias do Registo Civil, para poderem saber quais são os registos de casamento que perfazem os 50 anos e, posteriormente, averiguam se os casais ainda estão vivos. A todos os que se conseguem localizar (com o apoio das juntas de Freguesia) é feito o convite para estarem presentes nesta festa. «Este foi o ano em que se identificou o maior número de registos de casamento que cumpriam o 50º aniversário», explicou Tiago Leal, Chefe de Divisão de Desporto, Juventude e Acção Social e prosseguiu: «Ao todo, identificaram-se 143 casais. Presentes nesta festa, estiveram 23 casais». Os aniversariantes vierem das freguesias de S.B. Messines (6), Alcantarilha (2), Algoz (2), São Marcos da Serra (1) e Silves (11).
Como já vem sendo tradição, foram entregues algumas lembranças aos aniversariantes, oferecidas pela autarquia, tendo havido tempo, igualmente, para partir um bolo, tirar fotografias e dar um “pé de dança”, numa festa cheia de animação e boa disposição, que durou toda a tarde.
Esta é, também, uma forma da CMS comemorar o Dia Internacional da Família, que foi definido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Noite Branca

A 100 dias do maior evento de chill out do país

Autarquia de Loulé lança site interactivo da Noite Branca Algarve, em
www.noitebranca.com

No âmbito da estratégia de comunicação e aproximação aos visitantes da Noite Branca Algarve, a Câmara de Loulé, organizadora do evento, lançou hoje um site interactivo que pretende dar todas as informações sobre esta iniciativa.
Na página oficial da Noite Branca Algarve, que surge no dia em que faltam 100 noites para o evento, o navegador poderá encontrar as últimas notícias relativas a esta iniciativa e manter-se permanentemente actualizado sobre as mais recentes informações respeitantes à Noite Branca. Encontrará igualmente uma descrição da iniciativa, com vários apontamentos sobre a vida urbana personificada que a cidade ganha nessa noite especial.
Existe ainda um menu dedicado às Noites Brancas Europa, uma rede de cidades que realizam iniciativas idênticas, bem como a carta de princípios que rege esta comunidade. Para quem não esteve presente nas duas edições da Noite Branca, poderá explorar o menu espectáculos e ver detalhadamente cada um dos espectáculos que animaram estas noites. E como de muitas imagens e sons se faz a Noite Branca Algarve, existe ainda uma galeria completa de fotos e vídeos onde é possível ver as melhores imagens desta noite.
A Noite Branca Algarve 2009 tem lugar a 29 de Agosto, no centro da cidade de Loulé. Mais uma vez as ruas vão estar decoradas de branco, criando um ambiente cheio de glamour. A actuação de Dj’s e vários espectáculos de música, artistas de rua, animação infantil, passagens de moda, lojas abertas pela noite dentro, com descontos para os clientes vestidos de branco, são algumas das propostas da organização.
Tudo isto e muito mais em http://www.noitebranca.com/.

terça-feira, 17 de março de 2009

Dia do Pai

E dos que também já foram filhos

Ser Pai é ser um dos Arquitectos da mais bela obra à face da Terra.

A comemoração, uma vez mais e sempre com plena actualidade, no próximo dia 19 de Março, «Dia do Pai», motiva, que saudemos, com vivo e afectivo apreço, todos os pais naturais ou residentes no Algarve, tributando-lhes o apreço, a admiração e a estima, pelo significante assumir desse compromisso, perenidade da própria vida e que é a paternidade.
Ser Pai é ser um dos Arquitectos da mais bela obra à face da Terra. É Arquitecto de vida, de amor, de paz e garante do Futuro.
Felizes os que têm a excelsa companhia do pai, nessa simbiose admirável de vidas e afectos. Para quem o pai é uma saudosa lembrança, o orgulho pelo progenitor que houveram e a saudosa evocação que lhe dedicam faz perpetuar esses laços que jamais serão destruídos.
Aos pais, a todos os pais naturais desta terra sulina ou aqui residentes, que ao Algarve deram o melhor de si mesmo aos seus filhos, o Governo Civil de Faro saúda com toda a estima e os melhores votos de um muito feliz «Dia do Pai».