Inaugurado como pousada histórica
O edifício do Séc. XVlll beneficiou de obras de recuperação e adaptação no valor 11 milhões de euros. O edifício de alojamento foi construído de raíz.
Está concluído e a abrir portas o “novo” Palácio de Estói, no concelho de Faro, transformado agora em pousada histórica após as obras de recuperação e adaptação, que estiveram a cargo da empresa Casais. A empreitada realizada neste edifício do séc. XVIII, classificado como imóvel de interesse público, durou cerca de dois anos e ronda os 11 milhões de euros.
A intervenção integra a recuperação do palácio original que alberga os espaços públicos do equipamento: os salões nobres deram origem a áreas de lazer; a antiga capela surge como zona de leitura, o antigo quarto do Visconde como zona de recepção e o restaurante. A cozinha e as áreas técnicas e de pessoal surgem “enterradas” abaixo da cota do palácio, dispondo apenas de um pequeno corpo à vista. Simultaneamente foi construído de raíz o edifício destinado ao alojamento dos visitantes do palácio com 60 quartos mais 3 suites e requalificadas as Antigas Cavalariças para edificio de eventos.
Do ponto de vista construtivo “o desafio foi integrar três obras diferentes numa só”, destaca Pedro Pinto, director da empresa que requalificou e construiu os novos edifícios. “O edificio dos quartos e a cozinha foram feitos de raíz, a Cavalariça foi requalificada e o Palácio foi alvo de restauro. Na mesma obra e ao mesmo tempo executava-se betão armado, demolia-se o interior das cavalariças e restaurava-se talha dourada.”
O Palácio é muito maior do que parece.
De facto segundo José Guerra, Director de obra, “quem visita o Palácio não imagina o que lá está. Quem confortavelmente sentado admira o tecto restaurado de um salão não imaginará que está sobre uma laje e que por baixo desta está uma zona técnica visitável escavada à mão. Fiquei particularmente satisfeito que a decoração da agora Pousada, tanto nos quartos como nas zonas comuns, seja feita com fotografias do desenrolar da obra. De tudo que nos orgulhamos saliento a pedra da zona de quartos, tanto exterior como interior, a complexa estrutura de betão armado desse edifício, o restauro dos salões e as zonas técnicas por baixo do Palácio e o Jardim do Labirinto. ”
O projecto, da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, “foi, por si só um desafio. A execução da obra dada a exigência do projecto motivou a equipa da Casais a utilizar todo o seu know how e experiência. Se há empresa talhada para fazer esta obra essa empresa é a Casais. A noção de serviço é idiossincrática na nossa empresa. Quem pense uma obra destas na perspectiva industrial não será bem sucedido. Se tivemos sucesso é porque do primeiro ao último dia esperamos a mudança, a surpresa, a alteração, a procura contínua da excelência por todos os intervenientes e envolvemo-nos nela, sendo, aqui, de inteira justiça salientar a contribuição do Director de obra, Eng. José Guerra” afirma Pedro Pinto.
De referir que a obra executada contempla um amplo trabalho de restauro no Palácio, assim como Jardins que emergem valorizados. A obra do Palácio de Estói pela sua complexidade e carácter único assume-se como uma das mais emblemáticas obras desenvolvidas pela Casais no Algarve.
Está concluído e a abrir portas o “novo” Palácio de Estói, no concelho de Faro, transformado agora em pousada histórica após as obras de recuperação e adaptação, que estiveram a cargo da empresa Casais. A empreitada realizada neste edifício do séc. XVIII, classificado como imóvel de interesse público, durou cerca de dois anos e ronda os 11 milhões de euros.
A intervenção integra a recuperação do palácio original que alberga os espaços públicos do equipamento: os salões nobres deram origem a áreas de lazer; a antiga capela surge como zona de leitura, o antigo quarto do Visconde como zona de recepção e o restaurante. A cozinha e as áreas técnicas e de pessoal surgem “enterradas” abaixo da cota do palácio, dispondo apenas de um pequeno corpo à vista. Simultaneamente foi construído de raíz o edifício destinado ao alojamento dos visitantes do palácio com 60 quartos mais 3 suites e requalificadas as Antigas Cavalariças para edificio de eventos.
Do ponto de vista construtivo “o desafio foi integrar três obras diferentes numa só”, destaca Pedro Pinto, director da empresa que requalificou e construiu os novos edifícios. “O edificio dos quartos e a cozinha foram feitos de raíz, a Cavalariça foi requalificada e o Palácio foi alvo de restauro. Na mesma obra e ao mesmo tempo executava-se betão armado, demolia-se o interior das cavalariças e restaurava-se talha dourada.”
De facto segundo José Guerra, Director de obra, “quem visita o Palácio não imagina o que lá está. Quem confortavelmente sentado admira o tecto restaurado de um salão não imaginará que está sobre uma laje e que por baixo desta está uma zona técnica visitável escavada à mão. Fiquei particularmente satisfeito que a decoração da agora Pousada, tanto nos quartos como nas zonas comuns, seja feita com fotografias do desenrolar da obra. De tudo que nos orgulhamos saliento a pedra da zona de quartos, tanto exterior como interior, a complexa estrutura de betão armado desse edifício, o restauro dos salões e as zonas técnicas por baixo do Palácio e o Jardim do Labirinto. ”
O projecto, da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, “foi, por si só um desafio. A execução da obra dada a exigência do projecto motivou a equipa da Casais a utilizar todo o seu know how e experiência. Se há empresa talhada para fazer esta obra essa empresa é a Casais. A noção de serviço é idiossincrática na nossa empresa. Quem pense uma obra destas na perspectiva industrial não será bem sucedido. Se tivemos sucesso é porque do primeiro ao último dia esperamos a mudança, a surpresa, a alteração, a procura contínua da excelência por todos os intervenientes e envolvemo-nos nela, sendo, aqui, de inteira justiça salientar a contribuição do Director de obra, Eng. José Guerra” afirma Pedro Pinto.
De referir que a obra executada contempla um amplo trabalho de restauro no Palácio, assim como Jardins que emergem valorizados. A obra do Palácio de Estói pela sua complexidade e carácter único assume-se como uma das mais emblemáticas obras desenvolvidas pela Casais no Algarve.
