Liberdade e o Direito de Expressão
Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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sábado, 24 de dezembro de 2011
A TODOS OS LEITORES UM MUITO FELIZ NATAL !
Não consta em nenhum órgão de comunicação social que o PSD e o CDS estejam a entregar Portugal aos chineses, a apagar a memória da República e da Monarquia em simultâneo, a deixar a bandidagem à solta, a esmagarem iniquamente os pobres e a classe média com impostos e taxas, a mentirem descarada e funambulamente na praça pública.
São estas as grandes, enormes, fabulosas vantagens de termos a gente séria tranquilamente instalada no poder.
A todos, um Feliz Natal !
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Várias
21 feridos graves na operação Natal
Primeira fase da operação termina às 24 horas deste domingo. Subiu para 21 o número de feridos graves na “Operação Natal” da GNR. O último balanço dos mais de 700 acidentes desde o inicio da operação foi avançado à Renascença pelo Major Alves, da GNR. O trânsito continua intenso nas principais vias, mas flui com normalidade, confirma a mesma fonte. Até agora, na operação Natal, que termina às 24 horas de hoje, registaram-se sete mortos e 21 feridos graves.
Frio continua até amanhã, depois vem a chuva
O Instituto de Meteorologia colocou sete distritos sob aviso amarelo por causa das temperaturas baixas. As temperaturas baixas que se registam no Norte e Interior vão continuar até amanhã. Instituto de Meteorologia tem sete distritos do Continente sob aviso amarelo, devido ao frio, nomeadamente Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Castelo Branco e Portelegre. Segundo os meteorologistas, as temperaturas baixas continuarão até amanhã. Para a tarde de dia 27 já se prevê uma subida, mas que será acompanhada de chuva que se deve manter até ao final do ano. Ainda falta uma semana para o novo ano mas, para já, o Instituto de Meteorologia prevê tempo seco e frio na recepção a 2011.
Oposição não gostou da Mensagem de Natal de Sócrates
Discurso de Sócrates caracterizado por irrealismo, diz Miguel Relvas. O secretário-geral do PSD considera que a mensagem de Natal de José Sócrates podia ter sido de 2007, 2008 ou 2009. Um discurso “irrealista”, de quem não quer enfrentar a situação do país. É assim que Miguel Relvas, em declarações feitas, descreve a mensagem de José Sócrates aos portugueses por altura do Natal. “O discurso foi caracterizado pela omissão da realidade para que não tenha que assumir as responsabilidades. Podia ter sido feito em 2007, 2008 ou 2009, porque ele é caracterizado pelo irrealismo com que o Primeiro-ministro tem enfrentado esta situação. Começa sempre por omitir, recusar, depois é obrigado pela realidade a ter que tomar medidas”, considera o secretário-geral do PSD. Miguel Relvas junta-se assim a Nuno Mello, à direita, e a José Manuel Pureza e Bernardino Soares, à esquerda, nas críticas ao Primeiro-ministro a propósito do seu discurso de Natal.
“Primeiro-Ministro escolheu caminho que trouxe Portugal até aqui”
Nuno Melo critica mensagem de Natal de Sócrates, com o CDS a juntar-se à esquerda nas críticas a José Sócrates e à sua mensagem de Natal. Na opinião do CDS, o primeiro-ministro aproveitou a mensagem de natal para se auto-elogiar e para fazer propaganda. O eurodeputado Nuno Melo, em declarações à Renascença, lamenta que José Sócrates não se tenha lembrado dos que passam maiores dificuldades com a crise: “Invocou todas as dificuldades, mas não teve uma palavra para aqueles que sentem todos os dias essas dificuldades, com os desempregados e os pensionistas à cabeça.”
As referências à dimensão internacional da crise não chegam, considera Nuno Melo, para explicar o estado do país: “[Sócrates] invoca repetidamente a crise internacional, só não explica porque se permitiu quase duplicar o endividamento de Portugal, que agora basicamente não podemos pagar”, explica Nuno Melo. Para o eurodeputado do CDS, o estado em que se encontra Portugal tem apenas um culpado: “Orgulha-se de 50 medidas que apresenta, mas não lhe ocorre recordar que se as medidas agora são apresentadas é por causa de um caminho que escolheu para Portugal e que nos trouxe até aqui”.
PCP e Bloco não partilham optimismo de José Sócrates
Bloquistas acusam primeiro-ministro de ter uma visão distorcida do país, comunistas comparam mensagem de Natal a acção de propaganda política. O Bloco de Esquerda e o Partido Comunista fazem duras críticas ao conteúdo da mensagem de Natal do primeiro-ministro José Sócrates. O líder parlamentar do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, condena o tom optimista do chefe do Governo. “José Sócrates anuncia um programa de emprego e crescimento, quando a verdade é que todas as previsões para o próximo ano, de todas as instâncias nacionais e internacionais, anunciam mais desemprego e uma recessão da economia portuguesa”, recorda José Manuel Pureza. A mensagem de José Sócrates “mostra bem a distância muito preocupante que existe entre a visão que o primeiro-ministro tem do país e aquilo que o país realmente está a ser no dia-a-dia para a esmagadora maioria dos cidadãos e das cidadãs de Portugal”, sublinha.
O PCP vai mais longe nas críticas. O líder da bancada parlamentar comunista diz que o primeiro-ministro foi “cínico” e que se limitou a fazer propaganda política. Bernardino Soares acusa, em declarações à Renascença, José Sócrates de tentar “aligeirar responsabilidades” pela situação do país, em vésperas da entrada em vigor de um Orçamento que contempla medidas de corte dos salários, das pensões, das pensões sociais e o aumento do custo de vida.
O líder parlamentar do PCP nota que, na sua mensagem de Natal, o primeiro-ministro não se referiu ao desemprego, que atinge máximos históricos em Portugal. “É ainda preciso destacar a cínica hipocrisia com que se refere a um aumento do salário mínimo para 2011 que, ao adiar aquilo que era o aumento para 500 euros em Janeiro, que estava acordado desde 2006, não é mais do que um roubo de 15 euros aos trabalhadores com as mais baixas remunerações”, sublinha Bernardino Soares.
Primeira fase da operação termina às 24 horas deste domingo. Subiu para 21 o número de feridos graves na “Operação Natal” da GNR. O último balanço dos mais de 700 acidentes desde o inicio da operação foi avançado à Renascença pelo Major Alves, da GNR. O trânsito continua intenso nas principais vias, mas flui com normalidade, confirma a mesma fonte. Até agora, na operação Natal, que termina às 24 horas de hoje, registaram-se sete mortos e 21 feridos graves.Frio continua até amanhã, depois vem a chuva
O Instituto de Meteorologia colocou sete distritos sob aviso amarelo por causa das temperaturas baixas. As temperaturas baixas que se registam no Norte e Interior vão continuar até amanhã. Instituto de Meteorologia tem sete distritos do Continente sob aviso amarelo, devido ao frio, nomeadamente Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Castelo Branco e Portelegre. Segundo os meteorologistas, as temperaturas baixas continuarão até amanhã. Para a tarde de dia 27 já se prevê uma subida, mas que será acompanhada de chuva que se deve manter até ao final do ano. Ainda falta uma semana para o novo ano mas, para já, o Instituto de Meteorologia prevê tempo seco e frio na recepção a 2011.
Oposição não gostou da Mensagem de Natal de Sócrates
Discurso de Sócrates caracterizado por irrealismo, diz Miguel Relvas. O secretário-geral do PSD considera que a mensagem de Natal de José Sócrates podia ter sido de 2007, 2008 ou 2009. Um discurso “irrealista”, de quem não quer enfrentar a situação do país. É assim que Miguel Relvas, em declarações feitas, descreve a mensagem de José Sócrates aos portugueses por altura do Natal. “O discurso foi caracterizado pela omissão da realidade para que não tenha que assumir as responsabilidades. Podia ter sido feito em 2007, 2008 ou 2009, porque ele é caracterizado pelo irrealismo com que o Primeiro-ministro tem enfrentado esta situação. Começa sempre por omitir, recusar, depois é obrigado pela realidade a ter que tomar medidas”, considera o secretário-geral do PSD. Miguel Relvas junta-se assim a Nuno Mello, à direita, e a José Manuel Pureza e Bernardino Soares, à esquerda, nas críticas ao Primeiro-ministro a propósito do seu discurso de Natal.
“Primeiro-Ministro escolheu caminho que trouxe Portugal até aqui”
Nuno Melo critica mensagem de Natal de Sócrates, com o CDS a juntar-se à esquerda nas críticas a José Sócrates e à sua mensagem de Natal. Na opinião do CDS, o primeiro-ministro aproveitou a mensagem de natal para se auto-elogiar e para fazer propaganda. O eurodeputado Nuno Melo, em declarações à Renascença, lamenta que José Sócrates não se tenha lembrado dos que passam maiores dificuldades com a crise: “Invocou todas as dificuldades, mas não teve uma palavra para aqueles que sentem todos os dias essas dificuldades, com os desempregados e os pensionistas à cabeça.”
As referências à dimensão internacional da crise não chegam, considera Nuno Melo, para explicar o estado do país: “[Sócrates] invoca repetidamente a crise internacional, só não explica porque se permitiu quase duplicar o endividamento de Portugal, que agora basicamente não podemos pagar”, explica Nuno Melo. Para o eurodeputado do CDS, o estado em que se encontra Portugal tem apenas um culpado: “Orgulha-se de 50 medidas que apresenta, mas não lhe ocorre recordar que se as medidas agora são apresentadas é por causa de um caminho que escolheu para Portugal e que nos trouxe até aqui”.
PCP e Bloco não partilham optimismo de José Sócrates
Bloquistas acusam primeiro-ministro de ter uma visão distorcida do país, comunistas comparam mensagem de Natal a acção de propaganda política. O Bloco de Esquerda e o Partido Comunista fazem duras críticas ao conteúdo da mensagem de Natal do primeiro-ministro José Sócrates. O líder parlamentar do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, condena o tom optimista do chefe do Governo. “José Sócrates anuncia um programa de emprego e crescimento, quando a verdade é que todas as previsões para o próximo ano, de todas as instâncias nacionais e internacionais, anunciam mais desemprego e uma recessão da economia portuguesa”, recorda José Manuel Pureza. A mensagem de José Sócrates “mostra bem a distância muito preocupante que existe entre a visão que o primeiro-ministro tem do país e aquilo que o país realmente está a ser no dia-a-dia para a esmagadora maioria dos cidadãos e das cidadãs de Portugal”, sublinha.
O PCP vai mais longe nas críticas. O líder da bancada parlamentar comunista diz que o primeiro-ministro foi “cínico” e que se limitou a fazer propaganda política. Bernardino Soares acusa, em declarações à Renascença, José Sócrates de tentar “aligeirar responsabilidades” pela situação do país, em vésperas da entrada em vigor de um Orçamento que contempla medidas de corte dos salários, das pensões, das pensões sociais e o aumento do custo de vida.
O líder parlamentar do PCP nota que, na sua mensagem de Natal, o primeiro-ministro não se referiu ao desemprego, que atinge máximos históricos em Portugal. “É ainda preciso destacar a cínica hipocrisia com que se refere a um aumento do salário mínimo para 2011 que, ao adiar aquilo que era o aumento para 500 euros em Janeiro, que estava acordado desde 2006, não é mais do que um roubo de 15 euros aos trabalhadores com as mais baixas remunerações”, sublinha Bernardino Soares.
domingo, 26 de dezembro de 2010
Mensagem do PM
Sócrates apela à mobilização e garante: “não sou de desistir”
Na sua habitual mensagem de Natal, o primeiro-ministro justificou as medidas de austeridade e disse estar consciente do esforço que é pedido aos portugueses. O primeiro-ministro disse que o Governo não pode ultrapassar as dificuldades sozinho e que essa tem de ser “uma tarefa de todo o País. O único caminho que protege o País". O primeiro-ministro José Sócrates aproveitou a mensagem de Natal deste ano para fazer um apelo à mobilização dos portugueses face à crise e garantiu que não vai desistir. "Os portugueses sabem que não sou de desistir, nem sou de me deixar vencer pelas dificuldades. Pelo contrário, é nestes momentos que mais sinto a energia interior e o sentido do dever para apelar à mobilização dos portugueses", declarou José Sócrates. O chefe do Governo justificou as medidas de austeridade com “a maior crise económica mundial dos últimos 80 anos”, falou da “crise de confiança” dos mercados e das “metas ambiciosas” para 2011. “O Governo português tomou as medidas necessárias para enfrentar esta situação. Com confiança, com sentido de responsabilidade e com determinação. Definiu metas ambiciosas para 2010 e 2011 que vamos cumprir. O que está em causa é da maior importância”.
“O que está em causa é o financiamento da nossa economia, a protecção do emprego, a credibilidade do Estado português, e o próprio modelo social em queremos viver”, afirmou. Com plena consciência do “esforço que está a ser pedido a todos os portugueses”, José Sócrates argumentou que “este é o único caminho que protege o País e que defende o interesse nacional”.
“Caminho que temos de percorrer com determinação, para que possamos, finalmente, virar a página desta crise e garantir um futuro melhor para a nossa economia e para todos os portugueses”, sublinhou. O primeiro-ministro disse que o Governo não pode ultrapassar as dificuldades sozinho e que essa tem de ser “uma tarefa de todo o País”, deixando um apelo ao diálogo com os parceiros sociais. “É, pois, uma palavra de confiança que quero dirigir, neste Natal, a todos os portugueses”.
“Temos de superar as dificuldades do momento, garantindo o financiamento do Estado e da economia. Mas temos também de pôr em prática uma agenda de crescimento da economia e do emprego, fazendo-o com diálogo e concertação social”, frisou. No final de um ano de agravamento da crise, José Sócrates referiu alguns aspectos positivos, como o aumento das exportações, a aposta nas energia renováveis, na investigação científica e “noutros domínios essenciais para a modernização”. O primeiro-ministro destacou também os resultados na Educação, um sector “essencial” para o futuro de Portugal. A concluir, José Sócrates deixou uma “palavra especial” a todos os portugueses que passaram o Natal longe das famílias, nomeadamente aos militares em missão no estrangeiro, e às comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.
Na sua habitual mensagem de Natal, o primeiro-ministro justificou as medidas de austeridade e disse estar consciente do esforço que é pedido aos portugueses. O primeiro-ministro disse que o Governo não pode ultrapassar as dificuldades sozinho e que essa tem de ser “uma tarefa de todo o País. O único caminho que protege o País".“O que está em causa é o financiamento da nossa economia, a protecção do emprego, a credibilidade do Estado português, e o próprio modelo social em queremos viver”, afirmou. Com plena consciência do “esforço que está a ser pedido a todos os portugueses”, José Sócrates argumentou que “este é o único caminho que protege o País e que defende o interesse nacional”.
“Caminho que temos de percorrer com determinação, para que possamos, finalmente, virar a página desta crise e garantir um futuro melhor para a nossa economia e para todos os portugueses”, sublinhou. O primeiro-ministro disse que o Governo não pode ultrapassar as dificuldades sozinho e que essa tem de ser “uma tarefa de todo o País”, deixando um apelo ao diálogo com os parceiros sociais. “É, pois, uma palavra de confiança que quero dirigir, neste Natal, a todos os portugueses”.
“Temos de superar as dificuldades do momento, garantindo o financiamento do Estado e da economia. Mas temos também de pôr em prática uma agenda de crescimento da economia e do emprego, fazendo-o com diálogo e concertação social”, frisou. No final de um ano de agravamento da crise, José Sócrates referiu alguns aspectos positivos, como o aumento das exportações, a aposta nas energia renováveis, na investigação científica e “noutros domínios essenciais para a modernização”. O primeiro-ministro destacou também os resultados na Educação, um sector “essencial” para o futuro de Portugal. A concluir, José Sócrates deixou uma “palavra especial” a todos os portugueses que passaram o Natal longe das famílias, nomeadamente aos militares em missão no estrangeiro, e às comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.
sábado, 25 de dezembro de 2010
DIA DE NATAL
Famosos descrevem o seu dia de Natal
Peru, borrego, cabrito, bacalhau, roupa velha ou mesmo Bolo Rei, champagne e a luxuosa perdiz. De tudo um pouco se come no Dia de Natal. Come?... Sim, quem o tem para comer!
Tradição vem da Bélgica
Simone de Oliveira começa o dia com um pequeno-almoço tardio, pois os festejos da ceia de Natal assim o ditam. "Comemos um pão que eu faço, Kramiek, e bebemos o leite e o café a acompanhar. É um pão de passas que a minha mãe fazia, a minha avó fazia, o meu pai... Aliás foi a minha avó que trouxe essa tradição da Bélgica. E já minha filha faz e vai passando", explicou a actriz e cantora, que passa o Natal em Lisboa, na casa do filho. A família reúne-se apenas para jantar, e à mesa, logo mais, estará o tradicional bacalhau e o peru. Mas tudo do dia anterior. "Comemos os restos do dia 24. Isto não está para brincadeiras nem para desperdícios".
Há borrego, mas não há canções
Este ano, o Natal dos Anjos, Sérgio e Nelson, sofreu um revés. "Éramos para ir para o Alentejo, mas o meu avô de 92 anos sentiu-se mal e decidimos passar aqui em Lisboa, em casa dos meus pais", contou Nelson. No mínimo, os manos Rosado vão ter 25 pessoas à mesa, onde o borrego faz companhia ao tradicional peru. Os Anjos vão "aproveitar o dia para recordar histórias de família e momentos de outros natais". Já cantorias... não existem. "Curiosamente nunca fomos de cantar no Natal", concluiu.
Festa alentejana à mesa
Para Nicolau Breyner, as tradições já não são o que eram: O dia de Natal não passa de mais uma oportunidade para reunir a família e, claro está, perpetuar os costumes alentejanos. "De acordo com a tradição da minha terra, o importante é a noite de 24. Mas agora o dia de Natal também serve para nos reunirmos e, tal como acontece no jantar e na ceia da véspera, voltamos a comer bacalhau e peru", explicou o actor. Eu gostava de dar os presentes na manhã de dia 25, como quando era criança, mas se não dou na noite anterior os miúdos parece que morrem...", rematou.
Farófias feitas pela sogra não faltam
Apesar de ser de Faro, Andreia Vale só passou o Natal no Algarve até aos 18 anos. Este dia de Natal, a jornalista e Nuno Santos, director de programas da SIC, reúnem-se com a família e amigos, cerca de 15 pessoas, em casa dos tios de Andreia, em Torres Vedras. "O almoço é peru e roupa velha. Não temos nenhuma tradição especial, acho que os algarvios até são conhecidos por não terem nenhuma tradição especial. Temos o arroz doce e as farófias que a minha sogra faz", contou a jornalista. Hoje também é o dia em que Afonso, filho de Andreia, que passou a noite de ontem com o pai, se junta à família da mãe. "Nós abrimos os presentes ontem, mas os dele só serão abertos hoje".
Natal de luxo, sem ortodoxia... não é p'ra todos
Há quase 30 anos que o Natal de Herman José é passado em Azeitão, "na doce e verde descomplicação". À mesa, o humorista tem salada de frutos do mar, empada de perdiz, lampreia de ovos, frutos vermelhos, marrons glacés e champagne "estupidamente gelado". Nada de tradições natalícias, até porque o mais importante é a companhia. "Eu e a minha família gostamos do lado festivo do Natal, e do espírito da quadra, mas não temos uma visão ortodoxa de cerimónia alguma", explicou.
Os brinquedos e a Disney
À semelhança do que aconteceu sábado, Sónia Araújo volta a juntar "toda a família" na sua casa, em Vila Nova de Gaia."É exactamente como na consoada, com a animação própria da reunião familiar, com crianças pelo meio", partilhou a apresentadora. As prendas, essas, já foram abertas à meia-noite. Por isso, o dia 25 "é passado a experimentar os novos brinquedos" dos filhos, Carolina, de sete anos, e os gémeos Francisco e Tomás, de 20 meses. Nos dias que correm, a apresentadora adora "ver os filmes da Disney" apropriados à quadra e que são do agrado de miúdos e graúdos do seu lar.
Cáritas convida portugueses a acender uma vela
A Cáritas Portuguesa convida os portugueses a acenderem uma vela neste Dia de Natal, numa iniciativa inserida no âmbito da operação "10 Milhões de Estrelas - um gesto pela paz". O projecto consiste em angariar fundos através da venda de velas e, de acordo com o presidente da Cáritas, Eugénio da Fonseca, são chamados a participar “os cristãos e todas as pessoas de boa vontade, que acreditam e lutam por um mundo mais pacífico”. A vela acesa será “um sinal de esperança e de que podemos e devemos construir um mundo melhor”. Eugénio da Fonseca indica que “65% do valor recolhido em cada diocese” serão para ajuda a carenciados, enquanto o restante será entregue pela Cáritas Portuguesa “à diocese de São Tomé e Príncipe, para um projecto de apoio a crianças que vivem sob pobreza extrema”.
"Estejamos atentos ao nosso próximo"
Na sua mensagem de Natal, o Cardeal Patriarca de Lisboa apela à solidariedade em tempo de crise e destaca os valores que considera constitutivos dos portugueses. Consciente das dificuldades com que muitos portugueses vivem este ano o Natal, D. José Policarpo recordou, no entanto que a pobreza não impede a verdadeira alegria e lançou um apelo à solidariedade. "Estejamos atentos ao nosso próximo, que pode ser o nosso vizinho; façamos do seu sofrimento a nossa causa", defendeu o Cardeal Patriarca de Lisboa, na sua habitual mensagem de Natal.
D. José Policarpo deu o exemplo da sagrada família de Belém e das dificuldades que teve de enfrentar há dois mil anos. “Eu sei que, para muitos portugueses e para muitas famílias, este não será um Natal fácil, será tanto mais exigente quanto a alegria da festa esteja ligada ao bem estar material, mas também em Belém, há dois mil anos, a alegria daquele nascimento não foi impedido pela pobreza da gruta, último recurso de um casal deslocado para quem não havia lugar nas hospedarias da cidade”.
“Eles viveram e exprimiram aquilo que mais tarde seria a mensagem de Jesus. A pobreza não impede necessariamente a alegria”, sublinhou D. José Policarpo. Para o Cardeal Patriarca, a crise económico-financeira não se resolve apenas com soluções técnicas ou políticas. Em momentos de dificuldade como o que vivemos, é preciso ir mais a fundo. “Em momentos de especiais dificuldades como o que atravessamos, as crises não encontrarão verdadeira solução se não pusermos o acento no Portugal cultural, na verdadeira identidade espiritual do nosso povo, caldeada ao longo de séculos por valores que constituem a verdadeira alma de Portugal. É pois o momento de avançarmos com coragem e determinação esta nossa identidade espiritual e cultural, de modo a que nenhuma crise ou sofrimento as ponha em questão”, advoga D. José Policarpo.
Valores constitutivos da identidade e cultura portuguesas são, para o Patriarca de Lisboa, a solidariedade, a família e a tradicional devoção em rezar a Deus e a Nossa Senhora.
Peru, borrego, cabrito, bacalhau, roupa velha ou mesmo Bolo Rei, champagne e a luxuosa perdiz. De tudo um pouco se come no Dia de Natal. Come?... Sim, quem o tem para comer! No dia 25, a tradição varia consoante os gostos (as bolsas), e as personagens. De Norte a Sul do país, as famílias juntam-se para passar o dia de Natal no calor de quem mais amam. Simone de Oliveira, Andreia Vale, Sónia Araújo, Herman José, Nelson e Sérgio Rosado, e Nicolau Breyner não são excepção. Gostam desde dia, gostam dos festejos de Natal, mas gostam sobretudo do espírito a que a época apela: paz e união familiar. Depois da noite longa de sexta-feira, Simone de Oliveira vai passar o dia de sábado em Lisboa, em casa do filho, e junta, este ano, quatro pessoas à mesa. "A minha filha não está cá, por isso somos só quatro", revelou a actriz e cantora.
Já a jornalista Andreia Vale e o marido, Nuno Santos, director de Programas da SIC, escolheram Torres Vedras para abrir os presentes. "Os do Afonso (filho mais velho da jornalista) só se abrem sábado, ele passou o dia de ontem com o pai", disse Andreia garantindo que este ano reúnem-se à lareira da casa dos tios. Herman José procura a sofisticação, tem como tradição abrir uma garrafa de "champanhe estupidamente gelada". À mesa do humorista não vão faltar iguarias, mas a tradição em Azeitão... já não é o que era. Por seu lado, Sónia Araújo senta-se à frente da televisão a ver os filmes infantis com a filha Carolina. Os Anjos deixam de lado "as cantorias" para lembrar histórias em família enquanto comem borrego. E Nicolau Breyner sempre disse que não gosta do consumismo natalício, mas reúne-se com a família no Alentejo.Tradição vem da Bélgica
Simone de Oliveira começa o dia com um pequeno-almoço tardio, pois os festejos da ceia de Natal assim o ditam. "Comemos um pão que eu faço, Kramiek, e bebemos o leite e o café a acompanhar. É um pão de passas que a minha mãe fazia, a minha avó fazia, o meu pai... Aliás foi a minha avó que trouxe essa tradição da Bélgica. E já minha filha faz e vai passando", explicou a actriz e cantora, que passa o Natal em Lisboa, na casa do filho. A família reúne-se apenas para jantar, e à mesa, logo mais, estará o tradicional bacalhau e o peru. Mas tudo do dia anterior. "Comemos os restos do dia 24. Isto não está para brincadeiras nem para desperdícios".
Há borrego, mas não há canções
Este ano, o Natal dos Anjos, Sérgio e Nelson, sofreu um revés. "Éramos para ir para o Alentejo, mas o meu avô de 92 anos sentiu-se mal e decidimos passar aqui em Lisboa, em casa dos meus pais", contou Nelson. No mínimo, os manos Rosado vão ter 25 pessoas à mesa, onde o borrego faz companhia ao tradicional peru. Os Anjos vão "aproveitar o dia para recordar histórias de família e momentos de outros natais". Já cantorias... não existem. "Curiosamente nunca fomos de cantar no Natal", concluiu.
Festa alentejana à mesa
Para Nicolau Breyner, as tradições já não são o que eram: O dia de Natal não passa de mais uma oportunidade para reunir a família e, claro está, perpetuar os costumes alentejanos. "De acordo com a tradição da minha terra, o importante é a noite de 24. Mas agora o dia de Natal também serve para nos reunirmos e, tal como acontece no jantar e na ceia da véspera, voltamos a comer bacalhau e peru", explicou o actor. Eu gostava de dar os presentes na manhã de dia 25, como quando era criança, mas se não dou na noite anterior os miúdos parece que morrem...", rematou.
Farófias feitas pela sogra não faltam
Apesar de ser de Faro, Andreia Vale só passou o Natal no Algarve até aos 18 anos. Este dia de Natal, a jornalista e Nuno Santos, director de programas da SIC, reúnem-se com a família e amigos, cerca de 15 pessoas, em casa dos tios de Andreia, em Torres Vedras. "O almoço é peru e roupa velha. Não temos nenhuma tradição especial, acho que os algarvios até são conhecidos por não terem nenhuma tradição especial. Temos o arroz doce e as farófias que a minha sogra faz", contou a jornalista. Hoje também é o dia em que Afonso, filho de Andreia, que passou a noite de ontem com o pai, se junta à família da mãe. "Nós abrimos os presentes ontem, mas os dele só serão abertos hoje".
Natal de luxo, sem ortodoxia... não é p'ra todos
Há quase 30 anos que o Natal de Herman José é passado em Azeitão, "na doce e verde descomplicação". À mesa, o humorista tem salada de frutos do mar, empada de perdiz, lampreia de ovos, frutos vermelhos, marrons glacés e champagne "estupidamente gelado". Nada de tradições natalícias, até porque o mais importante é a companhia. "Eu e a minha família gostamos do lado festivo do Natal, e do espírito da quadra, mas não temos uma visão ortodoxa de cerimónia alguma", explicou.
Os brinquedos e a Disney
À semelhança do que aconteceu sábado, Sónia Araújo volta a juntar "toda a família" na sua casa, em Vila Nova de Gaia."É exactamente como na consoada, com a animação própria da reunião familiar, com crianças pelo meio", partilhou a apresentadora. As prendas, essas, já foram abertas à meia-noite. Por isso, o dia 25 "é passado a experimentar os novos brinquedos" dos filhos, Carolina, de sete anos, e os gémeos Francisco e Tomás, de 20 meses. Nos dias que correm, a apresentadora adora "ver os filmes da Disney" apropriados à quadra e que são do agrado de miúdos e graúdos do seu lar.
Cáritas convida portugueses a acender uma vela
A Cáritas Portuguesa convida os portugueses a acenderem uma vela neste Dia de Natal, numa iniciativa inserida no âmbito da operação "10 Milhões de Estrelas - um gesto pela paz". O projecto consiste em angariar fundos através da venda de velas e, de acordo com o presidente da Cáritas, Eugénio da Fonseca, são chamados a participar “os cristãos e todas as pessoas de boa vontade, que acreditam e lutam por um mundo mais pacífico”. A vela acesa será “um sinal de esperança e de que podemos e devemos construir um mundo melhor”. Eugénio da Fonseca indica que “65% do valor recolhido em cada diocese” serão para ajuda a carenciados, enquanto o restante será entregue pela Cáritas Portuguesa “à diocese de São Tomé e Príncipe, para um projecto de apoio a crianças que vivem sob pobreza extrema”.
"Estejamos atentos ao nosso próximo"
Na sua mensagem de Natal, o Cardeal Patriarca de Lisboa apela à solidariedade em tempo de crise e destaca os valores que considera constitutivos dos portugueses. Consciente das dificuldades com que muitos portugueses vivem este ano o Natal, D. José Policarpo recordou, no entanto que a pobreza não impede a verdadeira alegria e lançou um apelo à solidariedade. "Estejamos atentos ao nosso próximo, que pode ser o nosso vizinho; façamos do seu sofrimento a nossa causa", defendeu o Cardeal Patriarca de Lisboa, na sua habitual mensagem de Natal.
D. José Policarpo deu o exemplo da sagrada família de Belém e das dificuldades que teve de enfrentar há dois mil anos. “Eu sei que, para muitos portugueses e para muitas famílias, este não será um Natal fácil, será tanto mais exigente quanto a alegria da festa esteja ligada ao bem estar material, mas também em Belém, há dois mil anos, a alegria daquele nascimento não foi impedido pela pobreza da gruta, último recurso de um casal deslocado para quem não havia lugar nas hospedarias da cidade”.
“Eles viveram e exprimiram aquilo que mais tarde seria a mensagem de Jesus. A pobreza não impede necessariamente a alegria”, sublinhou D. José Policarpo. Para o Cardeal Patriarca, a crise económico-financeira não se resolve apenas com soluções técnicas ou políticas. Em momentos de dificuldade como o que vivemos, é preciso ir mais a fundo. “Em momentos de especiais dificuldades como o que atravessamos, as crises não encontrarão verdadeira solução se não pusermos o acento no Portugal cultural, na verdadeira identidade espiritual do nosso povo, caldeada ao longo de séculos por valores que constituem a verdadeira alma de Portugal. É pois o momento de avançarmos com coragem e determinação esta nossa identidade espiritual e cultural, de modo a que nenhuma crise ou sofrimento as ponha em questão”, advoga D. José Policarpo.
Valores constitutivos da identidade e cultura portuguesas são, para o Patriarca de Lisboa, a solidariedade, a família e a tradicional devoção em rezar a Deus e a Nossa Senhora.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
FELIZ NATAL!
Aos leitores e Amigos do Algarve Reporter, bem como a todos os Colaboradores, desejamos um muito Feliz Natal, e que o Novo Ano seja portador das maiores prosperidades, e... de menores sacrifícios!
sábado, 26 de dezembro de 2009
Mensagem de Natal do PM
Sócrates encara 2010 com optimismo
O Primeiro-Ministro anunciou na sua tradicional mensagem de Natal «esperança» e «solidariedade».
O primeiro-ministro manifestou esperança que 2010 seja ano de recuperação económica.
«Os portugueses sabem que podem contar, da minha parte, com confiança, energia e determinação na resolução dos problemas do país. É com este espírito e com esta atitude que encaro o ano de 2010», declarou. «Esperança» e «solidariedade» foram as palavras mais vezes usadas por José Sócrates.
O PM referiu que 2009 «ficou marcado em Portugal, como, de resto, em todos os países do mundo, pelos efeitos da maior crise económica e financeira dos últimos 80 anos».
«Este foi, portanto, um ano de grande exigência para todos, famílias, trabalhadores e empresas. Mas com a intervenção do Estado, no momento certo, foi possível estabilizar o nosso sistema financeiro, apoiar as famílias, apoiar as empresas, estimular a economia», sustentou.
Sócrates advertiu que esta conjuntura de «crise económica mundial persiste», mas «há agora sinais claros de que estamos a retomar lentamente um caminho de recuperação». «Temos, porém, ainda muito trabalho pela frente. Precisamos de investimento público que crie emprego», defendeu. «Precisamos de investir nos domínios que são essenciais à modernização do nosso país: as infra-estruturas de transportes e comunicações, as escolas, os hospitais, as barragens, as energias renováveis. Precisamos de continuar a apoiar as nossas empresas, com particular atenção às pequenas e médias empresas, às empresas exportadoras, às empresas criadoras de emprego», acrescentou.
Neste capítulo, o PM assegurou que o seu Governo irá «continuar a apostar na qualificação dos portugueses, estendendo a escola para todos até ao 12.º ano, promovendo a frequência do Ensino Superior, apostando no Ensino Profissional e no programa Novas Oportunidades, que já tem mais de um milhão de inscritos».
«A esperança num ano de 2010 com crescimento da economia e do emprego tem uma razão de ser: é a confiança nas capacidades dos portugueses. Esta é a nossa responsabilidade: estar à altura dos desafios dos tempos exigentes que atravessamos», afirmou.
Sócrates falou também de «fraternidade» e «solidariedade», dizendo que «ser solidário é apoiar mais quem mais precisa. E é isso que temos procurado fazer, aumentando as pensões mais baixas, alargando a protecção no desemprego, atribuindo bolsas para a frequência do Ensino Secundário aos alunos mais carenciados, e, designadamente, aumentando mais uma vez, de forma significativa, o valor do salário mínimo. Mas ser solidário é também apoiar as famílias. E por isso temos feito subir o valor do abono de família e temos em curso o maior programa de sempre de investimento em creches, para ajudar as jovens famílias a cuidar dos seus filhos», advogou.
Na parte final da sua mensagem, Sócrates lamentou os danos causados pelas recentes intempéries: «Quero também dirigir uma palavra de solidariedade e de apoio aos que foram afectados pelas recentes intempéries. Quero garantir-lhes que o Governo usará todos os instrumentos para os ajudar a superar as dificuldades e para retomar a actividade económica nas zonas mais afectadas.»
José Sócrates defendeu que 2009 foi um ano «de afirmação de Portugal no mundo»: «No passado dia 1 de Dezembro entrou em vigor o novo Tratado da União Europeia, o Tratado de Lisboa. O nome da capital de Portugal ficará, a partir de agora, associado à construção de uma Europa mais forte e mais capaz de se afirmar no mundo para defender os valores da paz, do desenvolvimento, da coesão e da democracia.»
Neste contexto, o PM salientou o seu «profundo reconhecimento» em relação aos militares portugueses em missões de paz no estrangeiro, dizendo «que, com a sua acção, têm dado um contributo ímpar para a afirmação de Portugal no mundo». Sócrates deixou ainda «uma palavra especial de saudação aos nossos compatriotas espalhados pelos vários cantos do mundo».
O Primeiro-Ministro anunciou na sua tradicional mensagem de Natal «esperança» e «solidariedade».O primeiro-ministro manifestou esperança que 2010 seja ano de recuperação económica.
«Os portugueses sabem que podem contar, da minha parte, com confiança, energia e determinação na resolução dos problemas do país. É com este espírito e com esta atitude que encaro o ano de 2010», declarou. «Esperança» e «solidariedade» foram as palavras mais vezes usadas por José Sócrates.
O PM referiu que 2009 «ficou marcado em Portugal, como, de resto, em todos os países do mundo, pelos efeitos da maior crise económica e financeira dos últimos 80 anos».
«Este foi, portanto, um ano de grande exigência para todos, famílias, trabalhadores e empresas. Mas com a intervenção do Estado, no momento certo, foi possível estabilizar o nosso sistema financeiro, apoiar as famílias, apoiar as empresas, estimular a economia», sustentou.
Sócrates advertiu que esta conjuntura de «crise económica mundial persiste», mas «há agora sinais claros de que estamos a retomar lentamente um caminho de recuperação». «Temos, porém, ainda muito trabalho pela frente. Precisamos de investimento público que crie emprego», defendeu. «Precisamos de investir nos domínios que são essenciais à modernização do nosso país: as infra-estruturas de transportes e comunicações, as escolas, os hospitais, as barragens, as energias renováveis. Precisamos de continuar a apoiar as nossas empresas, com particular atenção às pequenas e médias empresas, às empresas exportadoras, às empresas criadoras de emprego», acrescentou.
Neste capítulo, o PM assegurou que o seu Governo irá «continuar a apostar na qualificação dos portugueses, estendendo a escola para todos até ao 12.º ano, promovendo a frequência do Ensino Superior, apostando no Ensino Profissional e no programa Novas Oportunidades, que já tem mais de um milhão de inscritos».
«A esperança num ano de 2010 com crescimento da economia e do emprego tem uma razão de ser: é a confiança nas capacidades dos portugueses. Esta é a nossa responsabilidade: estar à altura dos desafios dos tempos exigentes que atravessamos», afirmou.
Sócrates falou também de «fraternidade» e «solidariedade», dizendo que «ser solidário é apoiar mais quem mais precisa. E é isso que temos procurado fazer, aumentando as pensões mais baixas, alargando a protecção no desemprego, atribuindo bolsas para a frequência do Ensino Secundário aos alunos mais carenciados, e, designadamente, aumentando mais uma vez, de forma significativa, o valor do salário mínimo. Mas ser solidário é também apoiar as famílias. E por isso temos feito subir o valor do abono de família e temos em curso o maior programa de sempre de investimento em creches, para ajudar as jovens famílias a cuidar dos seus filhos», advogou.
Na parte final da sua mensagem, Sócrates lamentou os danos causados pelas recentes intempéries: «Quero também dirigir uma palavra de solidariedade e de apoio aos que foram afectados pelas recentes intempéries. Quero garantir-lhes que o Governo usará todos os instrumentos para os ajudar a superar as dificuldades e para retomar a actividade económica nas zonas mais afectadas.»
José Sócrates defendeu que 2009 foi um ano «de afirmação de Portugal no mundo»: «No passado dia 1 de Dezembro entrou em vigor o novo Tratado da União Europeia, o Tratado de Lisboa. O nome da capital de Portugal ficará, a partir de agora, associado à construção de uma Europa mais forte e mais capaz de se afirmar no mundo para defender os valores da paz, do desenvolvimento, da coesão e da democracia.»
Neste contexto, o PM salientou o seu «profundo reconhecimento» em relação aos militares portugueses em missões de paz no estrangeiro, dizendo «que, com a sua acção, têm dado um contributo ímpar para a afirmação de Portugal no mundo». Sócrates deixou ainda «uma palavra especial de saudação aos nossos compatriotas espalhados pelos vários cantos do mundo».
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
BOAS FESTAS
Juntos, com todos os Amigos e leitores, do AR
A dividir, partilhar, participar, integrar
Caminhando lado a lado
Juntos na ousadia de sonhar
Que é possível um Mundo melhor
Transformando sonhos em realidades
Juntos, na certeza e na dúvida
No desafio do novo
Na arte de ensinar
Juntos, na vontade de aprender
Na coragem de recomeçar
Na certeza de que a vida se renova
Juntos ainda, apostando em projectos
Por um Mundo mais justo
Com iguais oportunidades para novos e velhos
Juntos, onde caiba a cada um o trabalho e o pão
Onde a alegria esteja no sorriso das crianças
E a Paz desarme todos os corações
Juntos na certeza de que sozinhos nada somos
E de que somente o amor e a amizade é capaz
E pode transformar a humanidade
Você, leitor - é o nosso presente
Por nos lêr e ajudar
A construir um futuro melhor.
Feliz Natal e um Novo Ano mais próspero !
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Governo promete ajudar a todos
Sócrates não quis “enganar os portugueses”
O governo usará todos os recursos ao seu alcance para auxiliar empresas, trabalhadores e famílias em 2009, um ano que se adivinha (ainda?) mais difícil
O primeiro-ministro garantiu ontem, quinta-feira, que o Governo usará todos os recursos ao seu alcance para auxiliar empresas, trabalhadores e famílias em 2009 - ano «difícil e exigente» -, numa mensagem de Natal dedicada à crise internacional. Na sua mensagem de Natal, José Sócrates não quis “enganar os portugueses”. Falou da crise que já se sente e de um 2009 que se adivinha difícil. Também optou desta vez por se dirigir de pé aos portugueses, rompendo uma tradição em que o chefe de Governo surgia sentado.
«Pela minha parte, e pela parte do Governo, quero garantir-vos que não temos outra orientação que não seja defender o interesse nacional neste momento particularmente difícil. E defender o interesse nacional é usar todos os recursos ao nosso alcance, com rigor, sentido de responsabilidade e iniciativa, para ajudar as famílias, os trabalhadores e as empresas a superarem as dificuldades, e para incentivar o investimento económico que gera riqueza e emprego», disse.
Além da garantia de acção perante a crise, usando para tal todos os meios possíveis ao alcance do Estado, José Sócrates pretendeu também deixar uma mensagem de «esperança» em relação ao futuro e de «confiança» face aos próximos desafios resultantes da «grave crise económica e financeira» mundial.
«Os seus efeitos já se sentem também em Portugal. Mas a verdade é que, nos últimos três anos, o país ultrapassou a crise orçamental e pôs as contas públicas em ordem. Isso permite-nos agora responder melhor às dificuldades económicas que nos chegam de fora. Podemos agora usar mais recursos do Estado para apoiar o emprego, as empresas e as famílias», sustentou.
Neste contexto, Sócrates frisou que «os portugueses podem contar com a determinação do Governo» no presente «momento difícil da Europa e do mundo».
O primeiro-ministro garantiu ontem, quinta-feira, que o Governo usará todos os recursos ao seu alcance para auxiliar empresas, trabalhadores e famílias em 2009 - ano «difícil e exigente» -, numa mensagem de Natal dedicada à crise internacional. Na sua mensagem de Natal, José Sócrates não quis “enganar os portugueses”. Falou da crise que já se sente e de um 2009 que se adivinha difícil. Também optou desta vez por se dirigir de pé aos portugueses, rompendo uma tradição em que o chefe de Governo surgia sentado.
«Pela minha parte, e pela parte do Governo, quero garantir-vos que não temos outra orientação que não seja defender o interesse nacional neste momento particularmente difícil. E defender o interesse nacional é usar todos os recursos ao nosso alcance, com rigor, sentido de responsabilidade e iniciativa, para ajudar as famílias, os trabalhadores e as empresas a superarem as dificuldades, e para incentivar o investimento económico que gera riqueza e emprego», disse.
Além da garantia de acção perante a crise, usando para tal todos os meios possíveis ao alcance do Estado, José Sócrates pretendeu também deixar uma mensagem de «esperança» em relação ao futuro e de «confiança» face aos próximos desafios resultantes da «grave crise económica e financeira» mundial.
«Os seus efeitos já se sentem também em Portugal. Mas a verdade é que, nos últimos três anos, o país ultrapassou a crise orçamental e pôs as contas públicas em ordem. Isso permite-nos agora responder melhor às dificuldades económicas que nos chegam de fora. Podemos agora usar mais recursos do Estado para apoiar o emprego, as empresas e as famílias», sustentou.
Neste contexto, Sócrates frisou que «os portugueses podem contar com a determinação do Governo» no presente «momento difícil da Europa e do mundo».
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