Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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terça-feira, 24 de maio de 2011

PSD sobe nas intenções de voto

Campanha eleitoral começa a ser radicalizada!
                                                                                                             
Economista João Duque avisa: “O povo só desperta quando houver uma ruptura de tesouraria. Salvar Portugal implica perder eleições, e nenhum partido quer perder eleições”.
                                                             
O economista João Duque, presidente do ISEG, afirmou ontem que “bastaria haver um atraso de 10 dias no pagamento mensal das reformas e das pensões para que as pessoas tomassem consciência da verdadeira dimensão do problema em que vivemos”. João Duque, que a 18 de Maio co-assinou um documento de reflexão da SEDES que compara o período actual com aquele vivido no final da I República e que viria a degenerar em ditadura, recorre à linguagem bélica para descrever o momento actual: “Estamos em guerra e os soldados são todos os portugueses, mas muitos deles ainda não estão conscientes do seu papel nesta guerra”. Mas admite que esta “guerra também é uma guerra contra nós próprios, pois há muita mudança estrutural que vai ter de acontecer no país e as pessoas vão ter de a aceitar”.
Recordou ainda o momento em que o Ministério da Defesa se atrasou num dia no pagamento dos ordenados e “foi o que se viu”. Em resumo: "O povo só desperta quando houver uma ruptura de tesouraria". E o papel dos partidos políticos nesta “guerra”, segundo João Duque, é de quem também vai ter de cometer sacrifícios em nome da salvação das finanças nacionais: “salvar Portugal implica perder eleições e nenhum partido quer perder eleições”. Uma conclusão que vai na linha do enunciado por Cavaco Silva no seu discurso de encerramento da sessão solene do 100º aniversário do ISEG. A única forma, para João Duque, é que “nesta campanha não se recorra ao insulto, de forma a que haja maiores hipóteses de haver consenso entre os três maiores partidos”. João Duque acredita que “um dos líderes desses partidos vai cair após a eleições e isso permitirá um acordo mais alargado”.
                                                                             
Taxa de juro de 6% "não é nada má"
                                                                                                           
O economista João Duque considera que os juros de cerca de 6 por cento que a Comissão Europeia deverá cobrar a Portugal pela sua fatia da ajuda ao país são aceitáveis, sobretudo levando em conta os juros exigidos no mercado. "A taxa que se fala de 6 por cento não é nada má. A alternativa era Portugal ir ao mercado buscar financiamento a 12 por cento", disse à agência Lusa o presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). Duque acrescentou que a fasquia de 6 por cento não poderia ser baixada "para que os países incumpridores não julguem que isto é uma república das bananas", sublinhando que "a Alemanha paga uma taxa de 3 por cento. Portugal quer pagar uma taxa igual à que a Alemanha paga? Não pode ser". O economista defende que a taxa aplicada aos países alvo de intervenção (Grécia, Irlanda e, agora, Portugal) "penaliza o incumprimento e impõe que estes países entrem nos eixos rapidamente".
Duque é da opinião que caso a taxa de juro cobrada no âmbito dos pacotes de resgate financeiro fosse mais baixa, qualquer país poderia incumprir, recorrendo depois à ajuda sem ter que fazer um esforço significativo. "Uma taxa de 6 por cento não é nada má. Fica, inclusive, abaixo da barreira dos 7 por cento que o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, referiu há alguns meses", salientou. Quanto aos juros que serão encaixados por Bruxelas pela sua parte do apoio financeiro a Portugal, Duque considera que "vão servir para constituitr um pé de meia". Portugal vai receber um empréstimo de 78 mil milhões de euros nos próximos três anos ao abrigo de um acordo de ajuda financeira com o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia, ficando obrigado a aprovar um conjunto de medidas para reduzir os gastos do Estado que abrangem diversos setores.
O economista João Duque defendeu que o fórum "Mais Sociedade" não deve produzir propostas direcionadas para um partido específico, pensadas para um determinado programa eleitoral, até porque não é certo que haja uma maioria absoluta saída das próximas eleições. "Não há garantia que seja um partido a obter maioria absoluta para dirigirmos as nossas propostas para esse partido. Não, as nossas propostas são para o Governo que venha a seguir", disse o também moderador de um dos painéis de do movimento "Mais Sociedade", que decorre até sábado no Centro de Congressos de Lisboa. João Duque ressalvou, no entanto, que os colaboradores do projeto foram "espicaçados pelo PSD a fazer esta reflexão", ainda que espere que elas possam ser aproveitadas pelos diferentes partidos.
                                                                      
Passos e Portas serão "varridos" caso bloqueiem Governo liderado por Sócrates
                                                                                                              
O presidente do PS considerou hoje que, se Paulo Portas e Passos Coelho se recusarem a fazer parte de um Governo liderado por Sócrates a seguir às eleições, serão "varridos" pelos próprios militantes dos seus partidos. Almeida Santos assumiu esta posição em declarações à agência Lusa, depois de ter estado presente num almoço comício do PS na Guarda e de ser confrontado com o cenário de os líderes do PSD e do CDS se recusarem a fazer parte de um Governo outra vez chefiado por José Sócrates. "Penso que o que eles [Pedro Passos Coelho e Paulo Portas] dizem agora não é válido para pós eleições, porque depois das eleições quem se recusar a fazer uma coligação que seja do interesse nacional para termos um Governo maioritário é varrido no dia seguinte pelo próprio partido", respondeu Almeida Santos.
Neste ponto, o presidente dos socialistas deixou um aviso ao líder social-democrata por afirmar de forma definitiva que se recusa a fazer parte de um executivo com Sócrates. "Dos dois [Passos Coelho e Paulo Portas], se um só quiser fazer uma coligação com o PS num Governo maioritário, estou convencido que é essa coligação que vai existir. Se Pedro Passos Coelho perder as eleições, se continuar a insistir nas suas posições contra José Sócrates e se for necessário um Governo de coligação nacional entre PS e PSD, provavelmente, quem vai ser sacrificado é Passos Coelho e não a coligação, porque o interesse nacional é tão forte e tão grande que acabará por se sobrepor a todas as posições partidárias", sustentou. Em relação às diferenças nas campanhas do PSD e do CDS, Almeida Santos considerou que Paulo Portas "está a ser mais afirmativo". "Neste momento, o CDS tem um líder mais afirmativo do que o PSD. Mas não levo a bem nem a Passos Coelho nem a Paulo Portas que se tenham esquecido que existiu uma crise internacional e que essa crise não foi o Sócrates quem a criou", disse.
                                                       
Coligação PSD / CDS-PP pode dar maioria absoluta
                                                                                                                                   
O PSD está à frente do PS nas intenções de voto, em mais de seis pontos, revela uma sondagem da Marktest, que indica também que se o partido liderado por Passos Coelho se coligasse com o CDS-PP teria maioria absoluta. O PSD alcançou, como refere o Diário Económico, 39,7% das intenções de voto enquanto que o PS ficou-se pelos 33,4%. Contrariamente ao que aconteceu em Abril, em que o Partido Socialista tinha recuperado a liderança, um mês depois o partido de Sócrates caiu 2,7 pontos percentuais e passou a ser a segunda força política nacional. A sondagem mostra ainda que, no últimos mês, os partidos de esquerda (PCP e BE) caíram nas intenções de voto enquanto que o CDS-PP recuperou 1,5%, ficando-se pelos 9%. Caso Passos Coelho vença as eleições e venha a coligar-se com Paulo Portas pode-se concluir que os dois partidos poderiam formar um Governo maioritário com 49% dos votos. A dez dias do início da campanha eleitoral também o número de indecisos caiu em três pontos.
                                                                                            
Ler mais em: http://www.ionline.pt/conteudos/home.html
                                                                                  
                                                                            
                                                                                               

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Dívida externa

Portugal coloca dívida a juros mais baixos
                                                                                                                           
E ganha novo fôlego em relação ao FMI. A procura excedeu a oferta e o Governo conseguiu colocar os 1.250 milhões de euros a juros abaixo dos 7%.
                                               
O Tesouro português colocou hoje obrigações a dez anos com uma taxa de juro de 6,716%, inferior à da emissão anterior, tendo tido uma procura 3,2 vezes superior à da oferta. Na maturidade a quatro anos, a taxa de juro foi de 5,396%. Estes valores dão novo fôlego ao Governo para resistir à entrada do FMI em Portugal. Esta foi a primeira colocação portuguesa de Obrigações do Tesouro a cinco e dez anos desde que a Irlanda recebeu auxílio internacional.
                                                                                      
Francisco Sarsfield Cabral: Resultados desta emissão de dívida são positivos
                                                                                                       
O tesouro português levou a leilão obrigações do tesouro com maturidade em Outubro de 2016 e em Junho de 2020, no mínimo de 300 milhões de euros em cada linha, segundo o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), num montante indicativo entre 750 e 1.250 milhões de euros. Portugal necessita, em 2011, de assegurar 20 mil milhões de euros a encaixar, sobretudo, através da emissão Obrigações do Tesouro, com diferentes maturidades. Na terça-feira, os juros da dívida portuguesa a dez anos recuaram para os 6,889%, depois de terem batido máximos e atingido os 7,913% na sexta-feira.
                                                                                           
Risco de incumprimento de Portugal desce após leilão da dívida
                                                                                                       
Em Espanha, o leilão da dívida pública portuguesa está a ser interpretado como um êxito. Professor Salvador Ortiguera diz que apesar da dívida ter sido colocada perto dos 7%, "isto foi interpretado positivamente, porque as expectativas eram bem piores”. O risco de incumprimento de Portugal é o que mais desce em todo o mundo. Os seguros contra o incumprimento da dívida portuguesa a dez anos registam hoje a maior descida numa reacção à emissão de dívida bem sucedida desta manhã, seguidos pelos seguros da Grécia, Espanha, Itália e Bélgica.
Em Espanha, o leilão da dívida pública portuguesa está a ser interpretado como um êxito. De acordo com Salvador Ortiguera, professor de Finanças Públicas do Instituto de Economia da Universidade Carlos III, de Madrid, este pode ser um sinal de que Portugal poderá não precisar de ajuda. “Entendo que isto é uma questão de expectativas. Apesar da dívida ter sido colocada bem perto dos 7%, isto foi interpretado positivamente, porque as expectativas eram bem piores”, argummenta.
“No fim-de-semana, várias autoridades e políticos da União Europeia aludiam à necessidade de Portugal recorrer à ajuda externa. À luz dessas interpretações, só podemos interpretar o leilão de hoje como um êxito e como um sinal de que Portugal poderá não precisar de ajuda”, Salvador Ortiguera. Entretanto, a China terá comprado 1,1 mil milhões de euros de dívida pública portuguesa na sexta-feira. A informação está a ser avançada pela agência de notícias Dow Jones. Analistas contactados pela agência consideram que esta emissão vai aliviar pressões sobre Portugal. O nosso país precisa de se financiar este ano na ordem dos 46 mil milhões de euros.
                                                                                                       
Primeiro-ministro diz que emissão de dívida foi "um sucesso"
                                                                                                   
José Sócrates diz que "é o reconhecimento por parte dos mercados" de que Portugal "está a fazer o que deve". O primeiro-ministro considerou a colocação da dívida portuguesa hoje nos mercados de capitais foi "um sucesso, qualquer que seja o parâmetro pelo qual se analise".
O leilão de hoje foi "um sucesso na procura e um sucesso no preço, e isso é a melhor demonstração de confiança na economia portuguesa por parte dos mercados", sublinhou José Sócrates, rodeado de dezenas de representantes da imprensa internacional, à entrada para a Heimtextil, em Frankfurt, na Alemanha.
José Sócrates acrescentou que o resultado da operação de refinanciamento o deixou "muito satisfeito", considerando-o "o reconhecimento por parte dos mercados de quer Portugal está a fazer o que deve". O chefe de Governo lembrou depois que o comportamento da economia portuguesa em 2010 "foi sem dúvida surpreendente", como já tinha sustentado na véspera, em Lisboa. "Não só vamos ter um défice menor do que esperávamos, e uma redução do défice superior a dois pontos percentuais, como vamos ter um crescimento económico superior a 1,3%", disse o primeiro-ministro.
Na opinião de José Sócrates, a colocação da dívida a juros menores do que têm vigorado ultimamente em diversas maturidades é "a reação dos mercados à boa conduta do governo português de reduzir o défice e pôr as contas em ordem", acrescentou. "Portugal não vai baixar os braços e o Governo português não vai baixar os braços. O meu dever é estar ao lado de todos os portugueses, que dão o seu melhor para a recuperação económica do país. E estou em Frankfurt para estar ao lado das empresas portuguesas", disse o primeiro-ministro, que visitou a Heimtextil, a maior feira do mundo de têxteis para o lar, onde estão 56 expositores portugueses. O Tesouro português colocou hoje obrigações a dez anos com uma taxa de juro de 6,716%, inferior à da emissão anterior, que atingiu os 6,806%, tendo tido uma procura 3,2 vezes superior à da oferta. A procura bateu o recorde dos últimos dez anos.
                                                                                      
Teixeira dos Santos fecha a porta. "Não há necessidade de ajuda externa"
                                                                                                                     
Ministro das Finanças espera que as taxas desçam à medida que os países em crise mostrem resultados positivos. “Um sucesso” é como classificou esta tarde o ministro das Finanças a colocação de dívida desta manhã. Portugal vendeu mil 250 milhões de euros em Obrigações do Tesouro a juros abaixo dos que têm sido praticados no mercado. Perante estes resultados, o ministro volta a fechar a porta: Portugal não precisa de ajuda externa e está a conseguir financiar-se sozinho.
Portugal não precisa de ajuda externa, diz Teixeira dos Santos. “Uma das conclusões a retirar da operação de hoje é que Portugal está em condições de ir ao mercado, tem procura e consegue, nesta conjuntura, condições de preço que são aceitáveis - e diria até favoráveis neste contexto. Perante isto, não há necessidade de ajuda externa”, garantiu Teixeira dos Santos.
Portugal não precisa de ajuda externa, diz Teixeira dos Santos. “O conjunto destas duas operações foi claramente um sucesso, porque a procura triplicou o montante emitido, o que é um recorde nos tempos mais recentes. Por outro lado, as taxas a que as operações se realizaram são claramente inferiores às taxas do mercado secundário. Em terceiro lugar, cerca de 80% da procura é proveniente do exterior e 20% proveniente de investidores domésticos”, sublinhou Teixeira dos Santos.
                                                                                
Teixeira dos Santos espera que taxas ainda baixem mais
                                                                                                                  
O ministro das Finanças espera ainda que este seja o início da descida dos juros sobre a dívida soberana. “Evidentemente, as taxas estão mais elevadas. À medida que os países da zona Euro, em particular os que estão a ser mais afectados, incluindo Portugal, apresentem os resultados das suas políticas, espero que a desconfiança dos mercados se vá desanuviando e as taxas baixem”, afirmou o ministro.
                                                            
Alemanha reage positivamente ao leilão da dívida pública portuguesa
                                                                                                             
Ministro alemão espera entendimento em Fevereiro ou Março sobre o pacote alargado para tentar travar a crise da dívida nos países da Zona Euro. O ministro alemão das Finanças classifica de “encorajador” o leilão da dívida pública portuguesa realizado hoje. Wolgang Schaeuble referiu esta tarde que os países da Zona Euro estão preparar um pacote alargado para tentar travar a crise das dívidas. Apesar do esforço, o responsável das contas alemãs não acredita que esse pacote esteja pronto a tempo da próxima reunião dos ministros da Zona Euro, a realizar segunda-feira. Schaeuble está esperançado que haja entendimento em Fevereiro ou Março, nas próximas cimeiras da União Europeia.
                                                                                 
Imprensa estrangeira céptica quanto à capacidade de Portugal evitar o FMI
                                                                                                                        
Jornais gregos, irlandeses e o "Wall Street Journal" continuam a sublinhar a inevitabilidade de Portugal ter de recorrer, mais cedo ou mais tarde, a ajuda externa. Da Grécia aos Estados Unidos, os jornais mostram-se surpreendidos com o sucesso da operação de colocação de dívida levada a cabo por Lisboa esta manhã, mas o tom mantém-se céptico em relação à capacidade da economia portuguesa se salvar sem ajuda externa. Os jornais gregos com edição "online" realçam que Portugal conseguiu negociar abaixo dos 7%, mas, tal como a imprensa irlandesa, afirmam que a maioria dos analistas duvida que Lisboa possa evitar por muito mais tempo o recurso a ajuda externa. O jornal grego "Ethnos" diz que as atenções centram-se agora em Espanha, que vai hoje aos mercados.
                                                                                                          
A Grécia e a Irlanda já foram intervencionadas
                                                                                                            
"Alívio" no "Financial Times", "situação insustentável" no "Wall Street". Os jornais financeiros destacam o efeito positivo da operação portuguesa sobre os mercados internacionais. O "Financial Times" fala mesmo em “alívio” dos bancos com a notícia de Portugal. O "Wall Street Journal", contudo, regressa à ideia de que a situação portuguesa é insustentável a prazo. “Leilão compra tempo, mas resgate visto como inevitável”, diz uma manchete. Os analistas citados por este jornal americano dizem, no geral, que este sucesso não muda grande coisa e que as taxas praticadas continuam a ser insustentáveis. A imprensa de língua alemã e francesa realçam o facto de a procura ter excedido a oferta no leilão de hoje e de a taxa praticada ser inferior ao que se previa. Realçam ainda os efeitos positivos sobre as bolsas de hoje. Espanha, que hoje vai procurar vender dívida, destaca naturalmente as notícias vindas de Lisboa. O "El Mundo" recorda os rumores de que a França e a Alemanha teriam pressionado Portugal a aceitar ajuda externa, o que fez disparar as taxas, e as consequentes perdas para a banca lusa.
                                                                                                        
Bispos alertam para "uma certa crise da protecção social"
                                                                                                                          
Fundo Social Solidário criado pela Igreja Católica já atendeu 323 pessoas. A Igreja Católica recomendou hoje uma maior atenção às medidas de protecção social, sublinhando que se verificam cada vez mais situações de pobreza por todo o país, e criticou o Estado por não ter respondido a algumas "propostas inovadoras". "As recomendações são sobretudo a uma atenção às medidas de protecção social, porque achamos que há aqui uma certa crise da protecção social das pessoas, sobretudo daqueles que tinham rendimento social de inserção e foi cortado com estes reajustamentos e ficaram aflitos e há situações que vão crescendo", defendeu o porta-voz da Pastoral Social.
                                                                    
D. Carlos Azevedo alerta para "uma certa crise"
                                                                                                 
Em declarações aos jornalistas, no final da reunião do Conselho Consultivo da Comissão Episcopal, em Fátima, o Bispo D. Carlos Azevedo lembrou que neste momento "os hospitais não têm capacidade e mandam pessoas para as instituições da Igreja Católica", situação que se repete ao nível da Segurança Social, porque "não tem dinheiro", o que revela a tal "crise da protecção social". "Sabemos que o desemprego vai continuar a aumentar neste ano e ao longo do próximo ano e, portanto, mais situações se vão agravar e também aqui o Estado tem de estar muito mais atento e dentro da sua míngua atender a quem mais está aflito, porque às vezes parece que está mais atento a quem tem muito e não tão atento a quem não tem nada", sublinhou.
Da reunião saiu a constatação de que se verificam cada vez mais situações de pobreza que aparecem um pouco por todo o país" e um balanço do trabalho desenvolvido pelo Fundo Social Solidário, criado recentemente e que já atendeu 323 pessoas. "A experiência do Fundo Social Solidário fez notar como há uma generosidade grande por parte das pessoas para socorrer e para partilhar mesmo estando em necessidade, o que é surpreendente em como começa a haver um sentido de partilha de bens entre as várias comunidades", frisou D. Carlos Azevedo.
                                                                                               
D. Carlos Azevedo defende apoios à criação de auto-emprego
                                                                                                                        
Ao mesmo tempo, o Bispo realçou que da parte do Estado não tem havido resposta, mesmo quando essa resposta tem que ver com propostas concretas apresentadas pelas instituições da Igreja Católica. De acordo com o porta-voz da Pastoral Social, são sobretudo propostas de auto-emprego que contam agora com a ajuda de instituições bancárias. "Estamos continuamente atentos para que não seja uma ajuda que no mês seguinte vai voltar a ser pedida e a pessoa nunca sai da sua situação, mas antes começar a encontrar respostas de auto-emprego e para isso é preciso algum fundo económico e há instituições bancárias que estão dispostas a fazê-lo", revelou. No final, D. Carlos Azevedo deixou ainda o apelo para que "nesta hora tão grave do ponto de vista social" haja uma participação e uma responsabilização cada vez maior por parte da sociedade portuguesa.
                                                                                              
Cavaco Silva não exclui cenário de “crise política grave” em Portugal
                                                                                                                       
Para o recandidato a Belém, um Presidente da República tem de estar “acima dos partidos políticos” porque é “a reserva de último recurso em caso de crise grave”. O actual Presidente da República e recandidato a Belém afirma que "não se pode excluir uma crise política grave" em Portugal. Foi este o argumento que Cavaco Silva utilizou hoje, na Guarda, para defender uma posição supra-partidária. Um Presidente da República, afirma Cavaco Silva, tem de estar “acima dos partidos políticos”, porque é “a reserva de último recurso em caso de crise grave”. “E nós não podemos, de facto, excluir a possibilidade de existir uma crise grave em Portugal, não apenas no plano económico e social, mas também no plano político”.
Se for novamente eleito à frente dos destinos do país, o recandidato à Presidência garante rigor na avaliação ao Governo. “Serei exigente em relação ao Executivo. Prestarei uma atenção muito cuidada em relação a todas as leis que receba do Governo ou da Assembleia da República”, sublinha. Cavaco Silva fez questão de frisar que, da mesma forma que será exigente, também estará aberto ao diálogo. Garante que estará “sempre disposto a cooperar, quer com a Assembleia, quer com o Governo, para a resolução dos grandes problemas de Portugal”. “Há duas coisas que são fundamentais na minha vida e, principalmente, na minha vida política: falar verdade aos portugueses e colocar sempre em primeiro lugar o superior interesse de Portugal”, remata.
                                                                           
Palavras de Cavaco provocam “instabilidade ao país”, acusa Alegre
                                                                                                                 
Já o candidato do PCP, Francisco Lopes, acusa o recandidato a Belém de sacudir a água do capote. Manuel Alegre acusou Cavaco Silva de estar a provocar instabilidade no país. O candidato a Belém, apoiado pelo PS e pelo Bloco de Esquerda, diz que Portugal precisa de ter um Presidente que dê estabilidade aos portugueses. “Com as declarações que fez na Guarda, Cavaco Silva deixou pairar no ar uma ameaça de instabilidade política. Falou, por certo, para os seus eleitores, para aqueles que esperam que, no caso de ele ser eleito, venha a dissolver a Assembleia da República”. “Tornou-se num factor de instabilidade e num factor de dúvida”, acusa Alegre. O candidato afirma que o país precisa de um Presidente que seja “factor de estabilidade política, social, porque não há estabilidade política sem estabilidade social”. Segundo Manuel Alegre, um Presidente da República deve incutir “confiança” aos portugueses” e deve ainda ser “leal aos outros órgãos de soberania e com a sociedade portuguesa”.
                                                                                                     
Francisco Lopes acusa Cavaco de sacudir a água do capote
                                                                                                          
Quem também reagiu às palavras de Cavaco Silva, que hoje disse que "não se pode excluir uma crise política grave" em Portugal, foi o candidato do PCP. Francisco Lopes acusa o recandidato a Belém de sacudir a água do capote. “A pouco dias das eleições presidenciais ele quer desresponsabilizar-se de uma política económica e social em que está progressivamente envolvido e que trouxe o país à situação de atoleiro económico e de injustiças sociais brutais”, acusa, acrescentando que Cavaco “procura arranjar estes ou aqueles elementos para dizer que nada tem que ver com isso”.
                                                                                                               
Fernando Nobre apela ao voto útil
                                                                                                                                   
O candidato Fernando Nobre afirma, por seu lado, que Alegre está encostado a radicalismos e por isso tentou hoje captar o voto útil. “Não gosto de apelar ao voto directamente em mim. Eu diria às pessoas: por favor votem em consciência”, aconselha o candidato e médico. “Agora uma coisa em certa”, sublinha, “assumam as vossas responsabilidades porque sinceramente acredito que o único útil nesta campanha presidencial é em mim”.
                                                                                                                                           
Manuel Coelho promete ser um Mourinho em Belém
                                                                                                                        
Na Madeira, José Manuel Coelho, esteve em campanha no concelho de Machico e promete ser de tudo em Belém: um sinaleiro, um árbitro, enfim uma espécie de José Mourinho. “Um árbitro muitas vezes não sabe jogar futebol, mas dirige os futebolistas, porque para jogar ao futebol existem os jogadores”, afirma o candidato madeirense. “Eu vou ser o José Mourinho da política portuguesa”, garante.
                                                                                                                       
Defensor de Moura saúda venda da dívida portuguesa
                                                                                                                      
O candidato Defensor de Moura diz que fica satisfeito pela dívida portuguesa ter sido colocada hoje no mercado com juros abaixo dos 7%. Mas acrescenta que é preciso cautela. “Estou obviamente satisfeito por verificar que o cumprimento orçamental está a permitir uma recuperação da credibilidade da governação do país e isso é muito importante, mas também não quero embandeirar em arco”, afirma Defensor de Moura. Ontem, o dia ficou marcado pela emissão de divida a 10 anos com uma procura três vezes superior à oferta e com um juro de 6,7%.
                                                                                                
Casino de Vilamoura foi alvo de assalto fracassado
                                                                                                                   
Os assaltantes foram surpreendidos pelo segurança já dentro do edifício. O Casino de Vilamoura foi alvo, esta madrugada, de uma tentativa de assalto, que acabou por não se concretizar. Um grupo de três ou quatro indivíduos foi surpreendido pelo segurança do casino, numa altura em que já se encontravam no interior do edifício e já a tentar arrombar o cofre. Com o aparecimento do segurança – que foi entretanto agredido e manietado, – o grupo colocou-se em fuga, sem que tenha conseguido concretizar o assalto.
                                                                                                                           
                                                                                                                  

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Poupança em debate na AR

Menos gastos nas campanhas eleitorais

BE, CDS-PP e PCP defendem hoje projetos para cortar nas despesas públicas com campanhas eleitorais.

O Parlamento debate hoje, quarta feira, projetos de lei do BE, do PCP e do CDS-PP que visam a redução dos encargos públicos com as campanhas eleitorais que, a serem aprovadas, teriam impacto já nas presidenciais de 2011.
A aprovação das iniciativas, que deverão ir a votos na quinta feira, depende do PS ou do PSD, como sublinhou o dirigente do Bloco Pedro Soares, num apelo a que "os partidos centrais", responsáveis por "gastos desmesurados", viabilizem a iniciativa bloquista. PS e PSD não quiseram adiantar hoje qual o sentido de voto face aos diplomas.
Pedro Soares afirmou que se "tanto o PS como o PSD estão unidos no corte da despesa, no corte do investimento público", então "é o momento de cortarem nos seus próprios gastos. O que nós propomos é uma redução de cerca de 40 milhões de euros num ciclo eleitoral. Propomos que já na próxima campanha eleitoral, [para as eleições presidenciais, em 2011] haja já um corte de um milhão de euros" - numa redução de 4.260 mil euros para 3.195 mil euros.
O projeto de lei do BE propõe que as subvenções públicas para os candidatos a presidente da República e para os partidos políticos que se candidatem às eleições para a Assembleia da República, para o Parlamento Europeu e para as Assembleias Legislativas Regionais sejam reduzidas em 25 por cento. Para as autarquias locais, incluindo as candidaturas de grupos de cidadãos, "o valor da subvenção total deve ser reduzido de 150 para 100 por cento da despesa máxima de campanha admitida para o município". O BE propõe ainda que o limite das despesas de campanha eleitoral para Presidente da República, Assembleia da República, Assembleias Legislativas Regionais e Parlamento Europeu tenha "um corte de 50 por cento".
O projeto de lei do CDS-PP quer excluir das despesas consideradas na atribuição da subvenção pública os gastos com a "conceção, produção e afixação de estruturas, cartazes e telas que se destinam à utilização na via pública" por razões ambientais e contenção da despesa. De acordo com as estimativas do CDS-PP, os custos com propaganda e comunicação têm correspondido a cerca de 50 por cento dos custos totais das campanhas eleitorais. "Nas eleições europeias, legislativas e autárquicas de 2009, as despesas com propaganda e comunicação totalizaram 22,9 milhões de euros com os partidos a gastar 13,1 milhões de euros (PSD), 6,3 milhões euros (PS), 1,2 milhões de euros (CDU) 1,01 milhões de euros (BE) e 870 mil euros (CDS)", apontam os democratas cristãos, no projeto de lei.
O projeto de lei apresentado pelo PCP visa a revogação dos aumentos introduzidos com a lei aprovada em 2003, pretendendo regressar aos valores previstos na lei de 1998, que foi aprovada por unanimidade. De acordo com o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, a alteração da lei em 2003 aumentou em 4,5 milhões de euros o apoio do Estado para despesas correntes e as subvenções estatais para despesas de campanha duplicaram no caso da Assembleia da República e da Presidência, quadruplicaram para as Assembleias Legislativas Regionais e triplicaram os limites das despesas para as eleições autárquicas.
Por outro lado, o PCP contesta o limite de 50 salários mínimos nacionais (cerca de 20 mil euros/ano) para as angariações de fundos em dinheiro, abrangendo também a Festa do Avante. Para iniciativas de angariações de fundos, como Festa do Avante", o PCP propõe que passem a ter uma contabilidade própria, "para além de se integrarem nas contas mais gerais dos partidos", ficando assim sujeitas a uma "fiscalização acentuada", sem causar uma diminuição da transparência.

PSD vai apresentar propostas para "cortes percentuais" nas subvenções públicas aos partidos

O secretário geral do PSD, Miguel Relvas, anunciou hoje que a bancada social democrata vai apresentar propostas para "cortes percentuais" nas subvenções públicas aos partidos políticos. "Nós entendemos que se exigimos sacrifícios aos portugueses, os partidos têm que dar o exemplo e o PSD, naturalmente, apresentará propostas e medidas que visem o corte percentual das subvenções dos partidos. Para o PSD, os exemplos vêm sempre de cima, o PSD, e os seus dirigentes, gosta de dar o exemplo", afirmou.
Miguel Relvas recusou adiantar se o PSD viabilizará os projetos de lei do BE, PCP e CDS-PP que vão ser discutidos quarta feira no Parlamento e visam, por diferentes formas, reduzir os encargos públicos com as campanhas eleitorais, remetendo a posição do partido para o líder parlamentar, Miguel Macedo. O projeto de lei do BE prevê cortes, em percentagem, das subvenções atribuídas aos partidos para despesas com as campanhas eleitorais.
O diploma do CDS-PP quer excluir da consideração das despesas subvencionadas os gastos com cartazes eleitorais e o PCP propõe o regresso aos apoios públicos previstos na lei de 1998 e que foram aumentados com a lei aprovada em 2003.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Campanha para a AMI

Troque consumíveis por solidariedade

Reciclagem de Consumíveis Informáticos e Telemóveis ajuda a Assistência Médica Internacional.

A reciclagem de tinteiros, toners e telemóveis permite poupar recursos naturais essenciais ao seu fabrico (5 litros de petróleo por cada tinteiro ou toner), ao mesmo tempo que evita a deposição em aterro destes equipamentos, cujos resíduos são prejudiciais para o ambiente.
Pretendemos aproximar Portugal dos restantes países europeus em matéria de resíduos, estando este projecto já a contribuir com a reciclagem de 200.000 consumíveis informáticos por ano.
Como participar? Entregue consumíveis informáticos (tinteiros e toners) e telemóveis (avariados ou em desuso) num dos pontos de recolha indicados.
As empresas, organizações, escolas e estabelecimentos comerciais que desejem participar, poderão receber contentores de recolha nas suas instalações, sendo todo o processo assegurado gratuitamente por uma empresa autorizada para a gestão destes resíduos. Para tal, basta contactar a AMI através do número de telefone 218362100 ou do email reciclagem@ami.org.pt.
É igualmente possível a aquisição de consumíveis informáticos reciclados, de qualidade e a baixo custo, através da parceria que a AMI tem com uma empresa especializada. Consulte em baixo a lista de preços. É inclusivamente possível assegurar o fornecimento e gestão gratuitos de todo o parque de impressão.
Esta iniciativa permite reduzir despesas, defender o ambiente, e ajudar a AMI nos seus objectivos sociais, visando assim todas as vertentes do desenvolvimento sustentável.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Sensibilização para segurança rodoviária

Campanha aconselha turistas à condução segura

Sensibilizar os turistas nacionais e estrangeiros para a segurança rodoviária foi o objectivo de uma campanha realizada junto às portagens de Paderne.

A Guarda Nacional Republicana (GNR), esteve este fim de semana na Auto-estrada do Sul, junto às portagens de Paderne, acompanhada por uma acção de fiscalização, no âmbito da qual foram controladas, por velocidade, 2.837 viaturas.
A acção envolveu um grupo de alunos do Curso Profissional de Técnico de Design Gráfico, da Escola Secundária de Albufeira, que produziram o panfleto informativo sobre prevenção rodoviária “A imprudência pode custar a Vida”, o qual foi distribuído aos automobilistas.
A participação dos jovens na acção foi elogiada pela Governadora Civil de Faro, para quem a erradicação da sinistralidade rodoviária deve contar com o contributo de todos os cidadãos. “O interesse destes jovens pela questão da sinistralidade revela o seu sentido de responsabilidade e muita vontade de participar na melhoria da sociedade em que estão inseridos. Esta é uma área que nos preocupa a todos e, sendo o Algarve uma região que pretende ser segura nas mais diversas áreas, a segurança na estrada é extremamente importante”, frisou Isilda Gomes, salientando que a fiscalização não constitui uma prioridade das Forças e Serviços de Segurança da região.
No âmbito da operação, que envolveu equipas cinotécnicas, de trânsito e de intervençao rápida da GNR, foram fiscalizadas cerca de 400 viaturas e levantados 30 autos por infracções diversas ao Código da Estrada.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

14ª Campanha de Reciclagem de Radiografias

Prata que vale ouro

Nas treze campanhas anteriores, a AMI conseguiu angariar cerca de um milhão de euros.

Arranca amanhã, dia 5 de Junho, Dia Mundial do Ambiente, a 14ª edição da Campanha de Reciclagem de Radiografias, um dos vários projectos de cariz ambiental da AMI que a levou recentemente a criar o seu quarto pilar de acção. Desta forma o Ambiente vem se juntar às 3 outras áreas de acção da AMI (Assistência Médica, Acção Social e Alertar Consciências), quer a nível Internacional, quer a nível Nacional.
Durante três semanas, apoiada por todas as Farmácias do País, a AMI vai recolher o maior número possível de radiografias com mais de cinco anos e/ou sem valor clínico para posterior reciclagem e extracção de prata nelas contida. Neste processo, a prata é separada das películas, obtendo-se por cada tonelada de radiografias, cerca de 10 kg de prata. Procede-se depois à venda da mesma nos mercados internacionais, garantindo assim uma fonte de recursos importante para a prossecução do trabalho humanitário da AMI, ao mesmo tempo que se contribui para a preservação do ambiente.
Os 3 princípios da sustentabilidade estão assim reunidos nesta acção: reciclagem (aproveitamento de resíduos) - criação de riqueza (recuperação e venda da prata) - responsabilidade social (aplicação dos fundos em projectos de desenvolvimento humano).
Nas trezes campanhas desenvolvidas anualmente desde 1996, a AMI conseguiu recolher mais de mil toneladas de radiografias, recuperando cerca de 10 toneladas de prata, possibilitando o investimento de mais de um milhão de euros em projectos de desenvolvimento e luta contra a pobreza.
As receitas provenientes da venda são canalizadas para o projecto de acção social da AMI em Portugal (oito centros Porta Amiga que prestam assistência às populações mais desfavorecidas, dois Abrigos Nocturnos, duas equipas de rua de apoio aos sem-abrigo e uma unidade de apoio domiciliário), bem como para a acção humanitária que a AMI leva neste momento a mais de 40 países nos quatro cantos do Mundo.
Nunca é demais relembrar, e mais ainda neste momento de crise, que todos, sem excepção, podem ajudar nesta campanha já que não é pedido qualquer esforço financeiro. Basta apenas dar-se ao trabalho de procurar radiografias antigas e sem valor de diagnóstico e entregá-las na farmácia mais próxima. A campanha de reciclagem de radiografias termina a 26 de Junho. Mais informações em http://www.ami.org.pt/

terça-feira, 26 de maio de 2009

Prevenção sobre Cardiologia

“Bate, bate coração” em Faro

80 portadores de dispositivos cardíacos reuniram-se no HDF.

O Instituto Português do Ritmo Cardíaco (IPRC), a Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia (APAPE) e a Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDI´s (APPPC), com o apoio do Hospital de Faro, promoveram o Encontro “Bate, bate coração” em Faro, no passado dia 22 de Maio, às 17 horas, no Auditório do Hospital Distrital de Faro.
O evento superou todas as expectativas, tendo contado com a presença de mais de 80 doentes. Durante o evento, várias dúvidas foram colocadas aos profissionais de saúde e portadores de dispositivos cardíacos presentes.
A iniciativa teve como objectivos sensibilizar os portugueses para as arritmias cardíacas, explicando as suas causas, mitos, formas de prevenção e tratamento, incentivar a partilha de testemunhos entre portadores de pacemaker e desfibrilhadores (CDI´s) e responder a dúvidas de doentes cardiovasculares, afirma o Dr. Carlos Morais, Coordenador Nacional da Campanha “Bate, bate Coração”.
Uma arritmia é uma perturbação do ritmo dos batimentos cardíacos e pode ter consequências fatais quando não tratada. Os sintomas de alerta são as palpitações, fadiga, vertigens, tonturas, transpiração irregular, enfraquecimento, falta de ar, dor de peito e ansiedade. No entanto, muitas vezes, as arritmias não provocam sintomas, e por isso, grande parte da população em geral desconhece os seus riscos.
A falta de informação é um dos principais factores que pode levar à morte inesperada, repentina e não acidental, conhecida como morte súbita. Participe nas iniciativas da campanha “Bate, bate coração” e esteja atento ao seu ritmo. Para mais informações visite o site http://www.batebatecoracao.com/.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Banco Alimentar Animal do Algarve

1ª Campanha realiza-se em Loulé

Porque os animais também passam fome... esta será um recolha de alimentos, abrigos e medicamentos para distribuir pelas associações de protecção animal.

O Banco Alimentar Animal do Algarve (BAA Algarve) vai levar a cabo, nos dias 17, 18 e 19 de Abril, no Continente de Loulé, a sua primeira campanha de angariação de comida e outros materiais para ajuda de associações do Algarve e do resto do país.
Esta campanha, de acordo com a coordenadora do BAA Algarve, Marta Correia, visa também “dar a conhecer os problemas existentes actualmente nos canis de Portugal e sensibilizar as pessoas para a necessidade de se colaborar nestas iniciativas e informar como podem ajudar fora das campanhas”.
O BAA Algarve existe há cerca de 4 meses e é um dos núcleos do Banco Alimentar Animal existentes por todo o país. O BAA Algarve conta com cerca de 10 voluntários espalhados pelos 4 cantos da região. O projecto tem como objectivo angariar comida, abrigos, mantas, brinquedos, medicamentos e outros materiais para Associações de Animais por Portugal Inteiro.
O BAA Algarve aceita voluntários para a Campanha de Loulé e também para ajuda noutras iniciativas. Os interessados devem enviar email para baa.algarve@gmail.com e visitar o blog do BAA em http://www.bancoalimentar-animal.blogspot.com/