Liberdade e o Direito de Expressão

Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A Revolta Está Instalada!


  
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Exijo respeito e equidade na distribuição dos sacrifícios! 
  
A REVOLTA ESTÁ INSTALADA


PRIMEIRO, FORAM ESTES: PS's


Prometeram o paraíso, mas deixaram um purgatório.

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Através de uma máquina de propaganda bem oleada (paga com os nossos impostos), iniciaram a campanha de desacreditação e estigmatização dos funcionários públicos, criando a clivagem social que hoje se verifica.


Durante vários anos, com a preciosa ajuda dos media, comentadores e economistas neoliberais, manipularam dados oficiais e bombardearam os trabalhadores do Estado com mentiras e calúnias, reduzindo a escombros a imagem e a autoestima desses trabalhadores.


Em simultâneo, congelaram salários e carreiras, reduziram as comparticipações da ADSE, retiraram direitos constantes dos contratos de trabalho e impuseram um absurdo sistema de avaliação (SIADAP) que impede as progressões durante 10 anos - Atualmente, na função pública, só é possível atingir o topo da carreira após 100 anos de serviço.


Para além disso, aumentaram os descontos para a ADSE e CGA - transformando os trabalhadores do Estado nos cidadãos que mais descontam em Portugal -, e atiraram com muitos deles para a mobilidade especial (um sistema de desemprego encapotado).


Com tanta perseguição, em poucos anos, empobreceram os funcionários públicos e reduziram o poder de compra respetivo (estima-se que, durante a vigência destes governantes, a função pública tenha perdido cerca de 17% do poder de compra).


Terminaram a campanha, cortando os salários
 3,5% a 10% (média 5%), sem se importarem com a falta de equidade, com a injustiça e com a inconstitucionalidade dessa medida.

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Apesar de tantos sacrifícios não resolveram os problemas do país e,
 POR IMPOSIÇÃO DOS BANQUEIROS,acabaram por pedir um empréstimo (resgate) de milhões de euros.

Resultado:
 PORTUGAL LEVOU COM A TROIKA!
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E, no fim, com o país totalmente à deriva, demitiram-se.


Ou seja, os sacrifícios não serviram para nada!


DEPOIS, VIERAM ESTES: PSD's & CDS-PP's


Derrubaram os anteriores, prometeram mundos e fundos e, em poucos meses, transformaram a função pública num inferno.

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Durante a campanha eleitoral, prometeram que 
não cortariam os salários dos funcionários públicos, e Passos Coelho declarou mesmo, de forma perentória, que a ideia de cortar os subsídios de férias ou de Natal era um DISPARATE.

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Porém, assim que tomaram posse, anunciaram o corte de metade do subsídio de Natal (14.º mês) de todos os trabalhadores portugueses, provocando, por arrasto, mais uma redução nos vencimentos da função pública.


Passado pouco tempo, comeram mais queijo e decidiram manter o corte médio de
 5% nos salários, acrescentado o tal DISPARATE aos sacrifícios já impostos. Ou seja, para além dos cortes nos salários...

DECIDIRAM
 ROUBAR OS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL (13.º e 14.º MESES) AOS TRABALHADORES DO ESTADO E AOS PENSIONISTAS.

Resultado: devido à crescente perda do poder de compra, aos congelamentos, ao aumento dos descontos e à redução dos salários, 
os funcionários públicos, em dois anos, perderam cerca de 30% dos seus rendimentos, e agora vão perder mais dois salários (mais14%).

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Também estes, inebriados pelas suas ideias neoliberais e sempre apoiados por grupos oligarcas, não se importaram com a injustiça, com a falta de equidade e com a inconstitucionalidade das suas medidas.


Até se esqueceram que 
"os subsídios de Natal e de férias são inaliáveis e impenhoráveis" (redação do art.º 17.º do Decreto-Lei n.º 496/80, de 20 de Outubro, aprovado e publicado pelo Governo de Francisco Sá Carneiro).

Para se justificar, Passos Coelho veio mesmo afirmar que os funcionários públicos ganham mais do que os privados, o que, como provam estudos e dados oficiais, 
é mais uma mentira ostensiva e um insulto aos trabalhadores do Estado (estudos credíveis e bem fundamentados concluem precisamente o contrário).

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Miguel Relvas declarou publicamente que os 13.º e 14.º meses dos trabalhadores das câmaras municipais vão servir para pagar as dívidas das autarquias, como se agora os trabalhadores fossem obrigados a pagar do seu bolso os gastos dos municípios.


Ou seja, para este, os funcionários das autarquias vão ter de pagar, por exemplo, a construção e manutenção de escolas, a construção de vias, passeios e demais infraestruturas, os serviços de abastecimento de água ou a recolha do lixo que os outros fazem
. GENIAL!

ATÉ CUSTA A ACREDITAR, MAS É VERDADE!


E ainda gozam com a nossa cara! Aprovaram recentemente o Orçamento do Estado às gargalhadas!


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Em suma, tal como os anteriores, estes também decidiram alimentar a clivagem social e esmagar os funcionários públicos, mostrando sem rodeios e com total descaramento, 
que os direitos descritos na Constituição Portuguesa (a lei fundamental do país) só são válidos para os portugueses que trabalham no setor privado.

E não ficarão por aqui!... Brevemente vão alegar mais buracos e derrapagens para reduzir novamente os salários e eliminar quaisquer subsídios que ainda subsistam. Só vão descansar quando os funcionários públicos estiverem a viver no osso e nos limites da sobrevivência.


NO MEIO, APARECEM ESTES: Iluminados e sabichões, que dão para os "2 lados"


Têm receitas e soluções para tudo, mas não resolvem nada.

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Com uma retórica enfadonha, cheia de números e percentagens, passam a vida a defender mais cortes nos salários e mais redução no poder de compra da função pública, como se os cortes já efetuados ou anunciados não fossem suficientes.


PARA ESTES,
 OS TRABALHADORES DO ESTADO SÃO APENAS UMA DESPESA E UM PESO PARA O PAÍS.

Esquecem-se de que estão a falar de cidadãos e trabalhadores portugueses que ganham salários em troca do seu trabalho, que pagam os impostos respetivos (os únicos que, de certeza, não fogem ao fisco), e que, tal como os outros, têm famílias e o direito de viver em Portugal.


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Medina Carreira, para além de comparar os 
direitos constitucionais a uma refeição indigesta, trata os funcionários públicos por "essa gente", mostrando um autentico desprezo por estes cidadãos.

Mira Amaral e Eduardo Catroga, enfim!... Esses não se cansam de pedir mais sacrifícios e todos sabemos como eles se sacrificam.


Ferraz da Costa, um trabalhador incansável, está sempre a insistir que a função pública tem de trabalhar mais, mesmo com cortes nos salários e sem os subsídios de férias e de Natal.


Mas, será que estas criaturas não sabem que a escravatura foi abolida, no Século XVIII, em Portugal e na Europa?


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Há muitos outros que podiam figurar neste grupo, mas estes já são suficientes para justificar a indignação e a revolta que atualmente dominam os funcionários públicos, os pensionistas e as suas famílias.


E AINDA HÁ ESTES: Os "xicos-espertos"


São egoístas, covardes e chicos espertos.


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São cidadãos anónimos que se escondem atrás dos computadores e andam pelos fóruns online dos jornais e redes sociais da internet, emitindo opiniões depreciativas e discriminatórias sobre os funcionários públicos.


Inebriados pelo seu egoísmo e estupidez natural, estão convencidos que irão viver melhor à custa dos sacrifícios dos outros.


Designam os trabalhadores do Estado por "gentalha", "cambada", "escumalha", etc., e aplaudem entusiasticamente todas as medidas dos governantes, desde que, é claro, as medidas não os afetem.


Estes energúmenos egoístas são o fruto da campanha de estigmatização iniciada por José Sócrates e agora fortemente alimentada por Passos Coelho e por muitos comentadores dos media.


Esquecem-se que foram os funcionários públicos que lhes deram assistência quando nasceram, que lhes deram instrução primária, secundária e universitária, que os socorrem, tratam e operam quando adoecem, que zelam pela segurança deles, que lhes asseguram os direitos legais e judiciais, que constroem e mantêm as infraestruturas públicas que lhes dão conforto, que lhes darão de comer se tiverem fome, que recolhem o lixo que fazem e que os protegerão ou socorrerão em caso de sinistro ou catástrofe, com risco da própria vida.


É por causa de tudo isto que estamos fartos...

                                É PRECISO GRITAR 
"BASTA"!

Os funcionários públicos são portugueses como os outros e merecem respeito.

São pessoas e cidadãos. Não são escravos de ninguém, nem estão a mais neste país.


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Estes governantes estão a tirar a qualidade de vida, a dignidade, a honra e o bom nome dos funcionários públicos. Estão a destruir os serviços públicos e atirar com os seus trabalhadores para o desespero, para a fome e para a pobreza.


Por causa destes governantes, os trabalhadores do Estado
 até já DEIXARAM DE TER DIREITOS CONSTITUCIONAIS .

AGORA, A CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA - A LEI FUNDAMENTAL DO PAÍS - SÓ SE APLICA AOS PRIVADOS.


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O ÚNICO GOVERNANTE QUE, ANTES DESTES, CORTOU OS SALÁRIOS DA FUNÇÃO PÚBLICA FOI OLIVEIRA SALAZAR E NÃO CHEGOU A TANTO!


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Exijo respeito, justiça e equidade na distribuição dos sacrifícios! 
                                       
A REVOLTA ESTÁ INSTALADA

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Mentiras da SOCIAL DEMOCRACIA.parte 1

Mentiras da SOCIAL DEMOCRACIA.parte 2

Opinião do Kl@ndestino

Isabel Moreira e as suricatas da Assembleia "Nacional"
                                                                                                                                
Este texto é dedicado a Isabel Moreira, pela qualidade humana, e pela coragem, no meio da escumalha que se apoderou do Partido Socialista
                                                                                                   Portugal é uma vergonha, e tornou-se num “study case” de Etologia, que daria a obra prima de Attenborough, se ele se dedicasse a estudar as suricatas da Assembleia “Nacional”. A Assembleia “Nacional”, como já diversas vezes repeti, é um ajuntamento de pessoas, que representam diversos interesses, debaixo das bandeiras de conveniência dos chamados “Partidos Políticos”. A bandeira de conveniência, que, inicialmente, era uma instituição de navegação, explicava que houvesse tantos navios, com pavilhão panamiano, por exemplo, para descartar responsabilidades, tal como os “off-shores”, que são uma caixa de correio, sem morador atrás, para onde é encaminhada toda a correspondência das trafulhices que os seus detentores praticam, por toda a parte do Universo. Portugal tem cinco, seis, se contarmos com aquela excrescência dos “Verdes”, que toda a gente sabe ser a casota de arrumações do PCP, bandeiras de conveniência, e, por detrás dessas cinco bandeiras de conveniência, move-se uma realidade turva, que as pessoas não querem, não conseguem, ou não suportam ver.                                                                                         
É difícil imaginar que aquelas vozes cavas e decentes do PSD, nos jantares de fins de semana, se juntem com elementos de Extrema-Direita, e façam a saudação nazi, jurando pela pele a certos adversários políticos. O PS, por mais que o desminta, tinha o Ferro Rodrigues a mamar no pretinho da Casa Pia, que o Pedroso lhe arranjou, e chamam a isso “fação de esquerda”. No meu léxico, confunde-se substancialmente mais com o célebre “ajoelhou/rezou”, mas nem vale a pena insistir nisso, num país onde ainda toda a gente acha que o Marco Paulo é um solteirão cobiçadíssimo, e a Senhora de Mota Amaral uma virgem consagrada, da Opus Dei. No CDS é ainda mais dramático falar da coisa, sobretudo naquele último Conselho Nacional, em que a Senhora de Ribeiro e Castro, a quem alguém encomendou o frete de fazer de “mulher alibi”, resolver votar contra um feriado qualquer, e imediatamente foi condenada por umas caras pavorosas, muito conhecidas dos oratórios de ajoelhamento do Terminal do Rossio e das defuntas plateias do “Olympia”. Houve uma fase em que o Portas os recrutava no “Trumps”, agora, com o declínio do Estado da Arte, recruta-as nas sucatas do “bas-fonds” porno do “Cine Paraíso”, e chamam a isso “Política”. No fundo, até têm razão, porque, dado o estado da coisa política, é normal que as pessoas sejam recrutadas nesses bastiões, já que, ao contrário do que disfarçam, com esses, ao menos, já se sabe com o que se conta: estão no nível da Amélia dos Pentes, mas, um pouco… abaixo. O PCP é uma exceção, porque anda a fazer testes de resistência à coqueluche do Arménio Carlos, uma coisa em quem nem a família acredita, e vai daqui uma saudação para o Cajó, o sobrinho, que, com estes que a terra há de comer, vi eu, ao meu lado, a assinar a folha de presenças, no dia da greve geral de 22 de março, que eu também furei, porque não faço mais fretes a comissários políticos, já que os sindicatos existem para representar as forças produtivas do país, e não as forças produtivas do país, para adubarem o narcisismo da incompetência, em forma de pseudo protesto de rua. Sem querer adiantar mais, com a progressiva dissolução da Ordem Pública, os Sindicatos acabarão a apanhar nos cornos, por cumplicidade, compadrio e negociatas, por debaixo da mesa, com os caciques reinantes: é uma questão de meses, e não muitos, porque isto está a derrapar, e mal España dê ordem de arranque, Portugal transforma-se num caixa de ressonância do estado de insuportabilidade em que isto se tornou.
Acho que me esqueci de falar do Bloco de Esquerda, mas não me apetece, porque não sou perfeito: eles que se autocritiquem, que têm bom corpo para isso.
Vem este texto a pretexto do acontecido com a Isabel Moreira, bem nascida, e filha de um dos homens mais inteligentes de Portugal, da velha escola, em que o pronunciamento só era possível com o conhecimento absoluto de todos os bastidores florentinos da deriva política, e não a ligeireza com que trastes, como os comentadores políticos que, diariamente, nos atentam contra a inteligência, vão aumentando a entropia do estado explosivo da situação portuguesa.
O P.S., no rescaldo de Sócrates, está no mesmo estado de ruína em que ficou o PSD, depois da neoplagia Cavaco Silva: ingovernável durante décadas, até cair, nesta anomalia de Massamá, que devia estar a fazer muamba num musseque de Cabinda, em vez de estar a tornar Portugal numa muamba de Cabinda, em forma de musseque, Miguel Relvas. Não tenho seguido o debate político, pela simples razão de que não há debate político: há uns cavalheiros e umas gajas que se reúnem, depois do almoço, cheios de álcool e de outras substâncias, e entre sms, jogos de consola, telefonemas para combinar a foda do fim do dia, ou o próximo negócio sujo, do gabinete de advogados que representam, votam, de braço no ar, as próximas leis que vão assegurar a ruína do país.
Parece que a Isabel Moreira votou contra aquela aberração que é o Código do Desemprego, que nos faz abandonar a plataforma da Civilização, para regressar aos cenários dos textos extremados de Marx, e das revoluções pré nihilistas de 1848. Aparentemente, já não se trata de vender Portugal directamente aos criminosos que governam Angola, a Venezuela e a China, mas de experimentar, em bruto, cá, e à força, o Modelo Chinês.
O Arménio Carlos protesta, mas é tudo na ordem do faz de conta., porque o que lhe interessa é contar cabeças, e tentar perceber quantos parvalhões é que plebiscitavam o seu nome à frente da CGTP, a coberto de “lutas laborais”.
Lutas laborais, o caralho, meu amigo: os Portugueses não são objetos de experiência de manobras partidárias, obsoletas desde que a “Nomenklatura” se desmantelou, na defunta União Soviética, e, ou vocês fazem um “aggiornamento” à situação de tumulto para-anarquista que se está a montar nas ruas, ou vão na mesma crista do maremoto, mas isso é um problema que só a vocês diz respeito, já que eu me estou zenitalmente borrifando para que vos aconteça, tal como vocês estão absolutamente desinteressados do que nos possa suceder, nesse vosso vergonhoso conluio com o Poder.
A chave decisória da crise social já se deslocou para o centro das ruas, na forma direta dos-sindicatos-que-se-fodam, porque, o suicídio de um reformado, em Atenas, dizendo que não suportava mais o que estava a presenciar, poderá ter, na forma de onda de choque das sociedades europeias, o mesmo efeito do rapaz que se suicidou, em Tunes, e provou o desmoronar das ditaduras do Magreb. Todos nós somos o suicidado da Praça Syntagma.
Eu sei que tudo isso é uma história mal contada, mas aconteceu, e do que nós mais precisamos, presentemente, é de coisas que realmente aconteçam, não guerras do alecrim e manjerona, com o Arménio Carlos e o seu quintal.
Na Assembleia “Nacional”, cheia de corruptos e da pior escória que esta país produziu, tentaram trucidar a Isabel Moreira, que ainda pensa de luva branca, e tem “pedigrée” suficiente para os enfiar a todos no chinelo, até à terceira geração.
Objetivamente, embora não devamos julgar ninguém pelo seu aspeto físico, António José Seguro, com o seu ar de merceeiro, nunca devia ter passado do balcão de mercearia virtual, no qual se move. É, portanto, excelente, que tenha acontecido o que aconteceu, porque já há vozes que falam aí no regresso do famigerado Sócrates, que, com todos os seus defeitos, era uma máquina de guerra, ao pé destes atrasados mentais, do aventalinho, da pedofilia e dos sacos azuis. Por mim, sobretudo desde que o Diretor das Sciences Po apareceu morto em Nova Iorque, quando descobriu que tinha como aluno o famigerado Vigarista de Vilar de Maçada, aposto tudo na Isabel Moreira: mulher, educação refinada, para pôr na valeta todos os merceeiros, as amostras clínicas, as edites estercos e toda a escumalha, que tornou o PS, num partido infrequentável.
Sim, amigos, gente que desce, como vocês descem, ao nível de tratar a Isabel Moreira por “essa fufa” (!) finalmente dão razão à existência de espaços alegóricos, como o “Braganza Mothers”, que vocês tanto odeiam, porque vos descobre as carecas, através de um léxico igual ao das vossas conversas privadas. Só que nós fazemos ficção, e andamos: vocês... não: vivem diariamente atascados nessa linguagem e nessa sórdida realidade.
O resto é ainda pior: Um Ministro da Administração Interna que tem pavor dos Indignados e que põe processos disciplinares ao elo mais fraco, os polícias, depois de lhes ter dado ordem para carregarem sobre a multidão; Passos Coelho, o Vigarista de Massamá, fala de um país onde os cidadãos vão ter cortes de subsídios, o que é anticonstitucional, por mais que aquela maria amélia do Jorge Miranda – outra que adora chupetas de rapazinhos… – diga o contrário. Parece que é para resgatar o País.
Não é, caros concidadãos, é para resgatar o BPN, do filho da puta do Cavaco e seus amigos.
Como o suicidado da Praça Syntagma, eu recuso-me terminantemente a resgatar o BPN, os salários do Mexia, do Catroga e do filho da puta do Mira Amaral. Recuso-me a pagar os golpes do Álvaro Sobrinho, no BES-Angola. Não quero pagar o salário do André Wilson da Luz Viola, nem do motorista da paneleira da Senhora de Mota Amaral, através de quem a Opus Dei faz fretes à Maçonaria, nem as dívidas das associações mafiosas de farmacêuticos. Não quero pagar a alimentação do Isaltino de Morais, nem antes, nem depois, de preso. Não quero que a Odília Pereirinha esteja de baixa fraudulenta, em Nova Iorque, com o dinheiro dos meus impostos, a receber salário, para apoiar o estripador do filho, só porque era mandatário da juventude do Cavaco, em Cantanhede. Não quero pagar mais motoristas, mais assessores, mais cartões de crédito de parasitas de empresas públicas falidas. Não quero pagar os salários de famílias inteiras que vivem penduradas em coios autárquicos. Não quero pagar o estrume do Berardo. Não quero pagar as rotundas e as esculturas de merda de que as rechearam.
Aceito contribuir para o pagamento das dívidas que o País tenha, mas só depois de ver esta gente toda na prisão, e não a receber doutoramentos honoris causa, como a assassina Leonor Beleza. Não quero ver o dinheiro dos meus impostos, a pagar as suricatas da Assembleia “Nacional”, a começar pela Suricata Mor, a Bimba da Assunção Esteves, com os seus penachos louros, à Lady Gaga, que percebe tanto daquilo quanto eu, e que me dá vontade de estrangulá-la, de cada vez que fala , com aquele sotaque de marimba, entalada no palato. Quero que ela se foda, mais as suricatas todas daquele coio.
A isto chama-se Direito de Indignação, e quero que se juntem comigo todos que sentem exatemente o que eu sinto, para ver se, ainda este ano, fazemos a limpeza geral.
                                                                                                         
Contamos convosco, cidadãos, porque a hora é nossa.
                                                                                                                                     
Fonte : http://kldt.blogspot.pt/
Imagem encomendada ao Kaos
                                                                                            
                                                                                                         
                                                                                                       

domingo, 8 de abril de 2012

Crónica de Domingo

PARA ALÉM DA PARVÓNIA...
                                                                                                                                             
Esta semana, o país voltou a ser surprendido pela promulgação por parte do PR de um diploma do Governo que suspende durante o programa de assistência financeira a possibilidade de se requerer a reforma antecipada. Estamos todos cansados...
                                                                                                             
Sócrates, entre outras originalidades sociológicas, deu azo um colectivo fenómeno de dissonância cognitiva que afectou, e continua a afectar, o País de modo transversal; e onde nem mesmo os militantes e simpatizantes socialistas escaparam numa qualquer parte significativa. Resultou da estratégia clássica, milenar, de assassinato de carácter que foi escolhida pelos seus inimigos, do Belmiro ao Cavaco e passando pelos pavões da imprensa, onde se foi até à inaudita violência de se ter mesmo iniciado o processo da sua criminalização sem qualquer matéria de facto. Como essa golpada não obteve a cumplicidade do Procurador-Geral, saiu uma outra novidade canalho-política pela mão do Zé Manel e da Casa Civil, com o alto patrocínio das pastelarias da Avenida de Roma. Seguiram-se as comissões de inquérito parlamentar e a própria consulta de escutas ilegítimas de conversas privadas na Assembleia da República. Pelo meio, os processos relativos ao Freeport e ao seu passado escolar e profissional foram permanentes fontes de difamação e calúnia. O que há de notável neste longuíssimo carnaval é a adesão pública da elite partidária da direita, multiplicada pelos magotes de comentadores transportados para os meios de comunicação social, a uma campanha destituída de qualquer conteúdo político passível de ser analisado e discutido. Esta direita partidária não tinha ideias, programa ou mera decência. O único e obsceno objectivo era este: marcar Sócrates, a ferro e fogo, com o sinal do crime.
Naturalmente, dada a parafernália de acusações lançadas, mais o estatuto dos acusadores, mais a duração do bombardeamento, era irrealista esperar que a comunidade tivesse capacidade de resistência intelectual e moral. Nenhuma teria, muito menos esta onde a influência do PCP e BE confirmava os suspeições da direita através do imutável discurso sectário que faz do PS, faça lá o PS o que fizer, um coio de corruptos ao serviço do imperialismo. Foi durante o período eleitoral de 2009, e num crescendo até às eleições de 2011, que se deu uma espectacular dissonância cognitiva de que não há memória na História de Portugal. Consistiu em cercar um governante, também líder partidário, de suspeições em catadupa, alimentadas com violações de privacidade e deturpação documental, de modo a provocar na opinião pública uma convicção de culpa. Ao mesmo tempo, as autoridades, que teriam a responsabilidade de agir em conformidade com as supostas ilegalidades cometidas, não validavam as suspeitas. Judicialmente, Sócrates nunca foi sequer arguido, antes vendo a sua inocência atestada em vários inquéritos ao seu passado. Politicamente, o Presidente da República não dissolveu o Parlamento alegando falta de condições para a governação nem a oposição apresentou uma moção de censura que tivesse a honorabilidade do primeiro-ministro como fundamento principal, secundário ou lateral. Deste modo, as imparáveis campanhas negras decorriam na comunicação social e na baixa política, beneficiando todos os partidos da oposição, mas não existia qualquer consequência lógica no plano institucional. Havia um reles criminoso a governar Portugal, mas o regime aguentava estoicamente esse fardo porque… se tinha ainda de reeleger Cavaco e só depois ir para eleições na melhor janela de oportunidade para a direita.
Hoje sabemos, e sabemo-lo quotidianamente, que aqueles da Política de Verdade e do falar verdade aos portugueses são os mais mentirosos que já passaram pelos cargos que ocupam. São, factualmente, os mais mentirosos, pois foram aqueles que usaram a categoria verdade como se fosse posse sua e como arma caluniosa. São aqueles que provocaram um estado de alarme social, dizendo que todas as informações do Governo PS e dos institutos públicos ao tempo estavam falsificadas caso aparecessem com dados positivos ou até menos negativos do que eles pretendiam. São aqueles que dominando a comunicação social debocharam alarvemente com a acusação de existir uma asfixia democrática que estava a pôr a liberdade de expressão em risco. São aqueles que mentiram nas respectivas campanhas eleitorais com um desplante e radicalidade inimagináveis. São aqueles que se permitiram dizer, como Portas e Relvas entre tantos outros exemplos, que o PS tinha de fuzilar o seu líder se quisesse continuar a pertencer ao círculo da gente séria, chegando à velhaca ofensa de indicar os nomes que gostariam de ver à chefiar o PS. Como se Sócrates fosse o único a merecer castigo e os restantes governantes e militantes socialistas um bando de alimárias que o rei do crime manipulava como lhe dava na gana. E tudo isto nos transporta para a contemplação do que sentiram e pensaram todos aqueles, mais as suas famílias e amigos, que não abandonaram Sócrates ao longo dessa tortura de anos. Quando saíam à rua cruzavam-se com vizinhos e estranhos que os olhavam como cúmplices desse monstro imoral e corrupto. A dissonância cognitiva tinha atingido a fase da massificação.
Porém, contudo, todavia, a suprema dissonância cognitiva consiste em achar que é preciso ser do PS – correcção, ser socrático – para denunciar a vil degradação da política e do espaço público a que assistimos desde 2007. A suprema dissonância cognitiva, pois, consiste em levar os cidadãos a odiar a sociedade.
Ter mais de 60 anos e escrever em jornais é uma contingência ambiental que aumenta drasticamente o risco de se passar por parolo quando se fala da “blogosfera”. Carrilho entra com alguns anos de atraso na carroça daqueles cagões que se pretendem comparar com os autores de blogues e comentários só para acabarem a dizer inanidades risíveis acerca da ignorância do povo e dos perigosos e desprezíveis anónimos. Nesse campo, ó Carrilho, o Pacheco é o rei. Já chegaste tarde, a festa acabou.
Mesmo assim, vale a pena dar atenção a este texto patético ou só ao excerto que seleccionei. Nele Carrilho insurge-se contra a possibilidade de todos, na Internet, poderem ter igual direito à liberdade de expressão. Para ele, trata-se de algo que merece repreensão e sarcasmo, deixando claro que a liberdade de expressão deveria estar condicionada a um qualquer tipo de aferição de conhecimentos. Para publicar uma opinião no seu pardieiro digital, o indivíduo deveria primeiro recolher a aprovação de uma autoridade na matéria em causa ou, não sendo tal possível, pensar de si para si, com muita força, se o que tem vontade de escrever vai irritar o senhor doutor Manuel Maria Carrilho. Se for o caso, conter a nefanda pulsão e ler 10 vezes seguidas um texto à escolha do senhor doutor Manuel Maria Carrilho.
O preclaro especialista em epistemologia e teodiceia blogosféricas declara que se está perante uma grande novidade, a de existirem pessoas que comunicam umas com as outras sem lhe pedirem autorização ou conselho. É o que faz viver na Parvónia, onde ainda não chegou a Internet e os nativos andam açaimados durante o dia e grande parte da noite. Acaba-se por conseguir ter um espírito simples, purificado, uma genuína e imaculada tabula rasa.
Esta semana, o país voltou a ser surprendido pela promulgação por parte do PR de um diploma do Governo que suspende durante o programa de assistência financeira a possibilidade de se requerer a reforma antecipada. Estamos todos cansados... Este Governo não só tem de cumprir o memorando, como ama o memorando, mas acha que a coisa é pouca e vai sempre, mas sempre além do mesmo: no corte dos subsídios e pensões, no código do trabalho, nas privatizações, onde lhe apetece, na sua fúria de destruição dos princípios básicos do Regime que serve.
Este último diploma é mais uma prova de como o Governo é rápido a destruir expetativas e a segurança jurídica de pessoas concretas que têm muito poucos dispositivos legais à sua disposição para organizarem a sua vida em face das variáveis da mesma. Que interessam esses princípios? São sempre só pessoas, só reformados, só trabalhadores. Estes não têm direito à estabilidade do mundo jurídico, já a lusopnte ou outras grandes empresas estão envoltas do discurso do “cumprimento de obrigações contratuais”. Esta medida miserável foi aprovada em segredo no Conselho de Ministros. Nesse dia sombrio não houve comunicado, essa coisa de boa fé entre os órgãos de sobernia e entre estes e os cidadãos.
Silêncio, para não os chatearem e toca de enviarem o decreto que nenhum sendicato cheirou ao PR.
Que faz o defensor do limite dos sacrifícios? Veta politicamente? Faz uma mensagem às 20h da noite à pátria – ele gostava tanto. Não. Cavaco promulga o decreto sem mais demoras. Até porque ele não está com nenhum problema que justifique pedir uma uma reforma antecipada, é bom de ver. Dia de vergonha para o Governo e para Cavaco. A democracia material e procedimental apaga-se como uma vela que vai morrendo.
Carlos Ferreira
                                                                                                                
                                                                                                                     
                                                                                                                                                       

Medina Carreira: "Estado social colapsa daqui a seis ou sete anos" | iOnline

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Governo congela reformas antecipadas a partir de hoje e até ao fim da ajuda externa | iOnline

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Passos Coelho admite que Portugal pode não regressar aos mercados em 2013 | iOnline

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Relvas garante que em "circunstâncias normais" Portugal regressa aos mercados em Setembro de 2013 | iOnline

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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Que a Páscoa traga a força que falta!

- A IGNORÂNCIA É O PIOR DE TODOS OS INIMIGOS !

Criado no final de 2008, aquando da preocupante falência dos bancos da Islândia, este blogue visa essencialmente alertar a opinião pública para notícias que saem todos os dias nos jornais e para informações que circulam no ciberespaço e televisões. Informações que revelam que a conspiração há muito passou à prática. Cabe-nos a nós, cidadãos conscientes desta realidade - por enquanto livres - alertar e divulgar para mobilizar o máximo de interessados a agirem e reagirem contra o neo-totalitarismo que os governos de todo o mundo estão a preparar através de organizações mafiosas e sociedades secretas de elites pérfidas e que visam escravizar e subjugar totalmente pelas leis, pela força e pela tecnologia a classe média mundial. Usar a informação e a contra-informação é a melhor forma de agir contra esta teia que se aperta e esmaga o estado social dos cidadãos livres de todo o mundo. Em apenas 3 anos chegámos a mais de 230.000 visitantes.

Sociedades Secretas: A nova "PIDE"

FISCO VAI PASSAR A TER ACESSO A MOVIMENTOS DOS CARTÕES VISA E MULTIBANCO DE TODOS OS PORTUGUESES
                                                                                                                                                  
É a nova PIDE: o Fisco continua a concentrar em si excessivos poderes de controlo sobre a vida dos cidadãos... O Facebook continuará a ser a invenção mais polémica do séc. XXI... Passos Coelho é o típico político frio, calculista, economicista, indiferente ao sofrimento dos mais pobres e diz-se católico... Com ordens do Governo, PSP prepara técnicas para atacar manifestantes como se fossem criminosos!
                                                  
Primeiro condicionam os cidadãos e retiram-lhes o pouco que têm. Depois começam as prisões. E finalmente o Estado entra em ditadura. Sempre foi assim no passado, por que haveria de ser diferente agora?
O governo quer que a Administração Tributária possa exigir aos bancos, “a qualquer momento”, os dados sobre os pagamentos com cartões de débito e crédito, alargando assim os poderes do fisco. A intenção do executivo é concretizada através de uma alteração à Lei Geral Tributária (LGT) e faz parte da proposta de lei de Orçamento Rectificativo para 2012. Desde 1 de Janeiro de 2011 que a LGT já prevê que “as instituições de crédito e sociedades financeiras têm a obrigação de fornecer à administração tributária, até ao final do mês de Julho de cada ano, o valor dos fluxos de pagamentos com cartões de crédito e de débito, efectuados por seu intermédio, a sujeitos passivos que aufiram rendimentos da categoria B de IRS [empresários em nome individual] e de IRC [empresas]”. Na prática, a lei obriga os bancos a comunicarem ao fisco qual o montante que cada empresário em nome individual ou cada empresa que tenha terminais de pagamento automático nos seus estabelecimentos receberam através de pagamentos feitos pelos seus clientes com cartões de débito e crédito.
Com essa informação, o fisco poderá verificar se esses montantes são consentâneos com os rendimentos declarados. Apesar de a lei prever essa obrigação desde 1 de Janeiro de 2011, apenas este ano a norma se tornou efectiva, uma vez que só em 2012 é que foi publicado o modelo oficial através do qual as instituições de crédito e as sociedades financeiras teriam de entregar os dados exigidos. Agora, o governo vem apertar mais o controlo ao pretender que esta comunicação deixe de ser feita apenas uma vez por ano [em Julho] e passe a ser feita sempre que o fisco o exija. A lei diz que “as instituições de crédito e sociedades financeiras têm ainda a obrigação de fornecer, a qualquer momento” todas as informações sobre pagamentos de um determinado sujeito desde que o pedido venha “do director-geral da Autoridade Tributária e Aduaneira ou do seu substituto legal, ou do conselho directivo do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social”. Serão vigiadas as “operações de pagamentos com cartões de crédito e de débito, efectuados por seu intermédio aos sujeitos passivos que sejam identificados no pedido de informação”. A proposta de alteração à Lei Geral Tributária garante que “isso será feito sem identificar os titulares dos referidos cartões”.
                                                                            
EMPRESAS PEDEM PASSWORD DO FACEBOOK DE CANDIDATOS A EMPREGO
                                                                                                                                 
O Facebook continuará a ser a invenção mais polémica do séc. XXI... Nos EUA, existem empresas e organizações que, durante as entrevistas de emprego, pedem a password do Facebook aos candidatos. O fenómeno começa a ser mais comum e está a preocupar políticos e o próprio Facebook. Que certas empresas pesquisam a presença nas redes sociais dos seus potenciais empregados já não é novidade. Mas algumas organizações norte-americanas estão a levar a "investigação" para outro nível e obrigam os candidatos a fornecerem a password da sua conta no Facebook durante a entrevista de emprego. A nova tendência foi denunciada pela Associated Press recentemente, com o depoimento de um estudante de enfermagem de Maryland, EUA, que trabalha numa empresa de segurança. Depois de um período de ausência, a entidade empregadora pediu a Robert Collins para voltar a passar pelo processo de recrutamento e foi aí que, depois de se assegurarem de que não tinha antecedentes criminais e examinarem o seu percurso académico, lhe pediram acesso à conta do Facebook para inspeccionar mensagens e fotografias publicadas. O caso foi parar à União Americana de Direitos Civis, que começou a pressionar o estado de Maryland e conseguiu fazer com que os empregadores mudassem de "tática": agora, em vez de pedirem os dados de acesso, pedem para que o candidato aceda à sua conta durante a entrevista e mostre o seu conteúdo.
Tanto a AP, como o El Mundo e o site Mashable denunciaram, nos últimos dias, casos similares. O Illinois já quem exija ver os perfis de Twitter e Facebook dos potenciais novos empregados. Só depois de feita a "inspecção" da conduta online é que é assinado qualquer contrato de trabalho com o "sheriff" de McLean, naquele estado. Procedimento semelhante tem o "sheriff" de Spotsylvania, na Virgínia, que pede aos candidatos para se tornarem "amigos" do entrevistador no Facebook. Também uma ex-educadora do Michigan foi despedida depois de se recusar a dar acesso à sua password de login no Facebook aos seus supervisores. Do Maryland para Washington seguiu um projeto de lei para proibir as empresas de pedir dados de acesso às redes sociais utilizadas pelos candidatos a emprego. No entanto, a emenda acabaria por ser rejeitada por alguns membros do partido republicano que, apesar de considerarem o projeto de lei pouco necessário, não rejeitaram a possibilidade de apoiarem alguma proposta semelhante no futuro. A emenda dizia que "não é permitido obrigar, como condição de emprego, alguém a revelar a sua password confidencial de acesso ao Facebook, Flickr, Twitter ou outra conta qualquer". Já o Facebook reagiu às notícias recentes, dizendo que vai iniciar ações legais contra as empresas que violem a intimidade das contas individuais dos seus empregados.
                                                                                          
MÁRIO SOARES: "GOVERNO ESTÁ CADA VEZ A ISOLAR-SE MAIS DO POVO"
                                                                                                                                       
Passos Coelho é o típico político frio, calculista, economicista, indiferente ao sofrimento dos mais pobres e diz-se católico... Mário Soares alerta para o perigo do caminho seguido pelo Governo de “não dialogar nem explicar as medidas difíceis” aos portugueses. O ex-presidente da República defende que o Executivo, liderado por Pedro Passos Coelho, está a "isolar-se cada vez mais do povo". Mário Soares diz que a culpa não é apenas das medidas "impopularíssimas que tem vindo a tomar", mas também do facto de não dialogar e explicar aos portugueses essas medidas. O histórico socialista conclui assim que "as pessoas não compreendem qual a estratégia do Governo para combater a crise". "O nosso Governo, legítimo, porque resultou do voto popular, está a isolar-se cada vez mais do povo. Não só por causa da crise e das medidas impopularíssimas que tem vindo a tomar - dos cortes que quase só atingem os trabalhadores mais pobres, os desempregados, os precários e boa parte da classe média -, mas porque não dialoga com os portugueses, não explica as medidas que toma, avança e recua em silêncio sobre medidas tomadas, e as pessoas não compreendem, por mais que o desejem, qual é a estratégia do Governo para vencer a crise.
A austeridade, por si só, não leva com certeza a nenhum lugar", defende Mário Soares num artigo de opinião publicado hoje no Diário de Notícias. Mário Soares dá o exemplo da manifestação das freguesias para ilustrar o facto de o Governo estar de costas voltadas para os portugueses. "No sábado passado, a "leizinha", como lhe chamou António José Seguro, quando foi anunciada pelo ministro Relvas, sem ouvir, como seria natural, os principais interessados, teve uma reacção unânime das freguesias portuguesas. De norte a sul, desfilaram, em sinal de protesto, pelo centro de Lisboa". "Como é que o Governo não compreendeu a impopularidade da lei que anunciou, depois de ter recuado, por razões políticas que estavam à vista, da ideia peregrina de unir os municípios, para que as Finanças reunissem mais fundos?", questiona o histórico socialista. Soares acusa mesmo o Governo de não defender a identidade e coesão do país. "É caso para dizer que a obsessão dos cortes ordenados pela troika faz esquecer ao Governo a necessidade de defender a nossa identidade nacional e a coesão entre os portugueses. Num momento de crise - em que o desemprego e a criminalidade crescem -, é particularmente importante evitar o mal-estar e o pessimismo profundo que invadem os portugueses: assim não vamos longe, infelizmente". No mesmo artigo de opinião o ex-presidente da República acrescenta que os portugueses "começam a ter a sensação de que quem manda é a troika e que Portugal". "É um verdadeiro protectorado comandado, não pelo Governo legítimo mas pelo exterior. Não há patriotismo que resista a uma tal situação".
                                                                                                                                                         
PSP PREPARA 2012 COM ESPECIAL ATENÇÃO EM MANIFESTAÇÕES E COMBATE À CRIMINALIDADE VIOLENTA
                                                                                                                                         
Com ordens do Governo, PSP prepara técnicas para atacar manifestantes como se fossem criminosos... No plano de actividades para este ano, a PSP escreve que “2012 perspectiva-se como um ano extremamente difícil para Portugal, o que se traduzirá num desafio acrescido para a Polícia de Segurança Pública, quer ao nível do combate à criminalidade, quer ao nível da determinação, competência técnica e bom senso na actuação em situações decorrentes do direito de reunião e manifestação, quer ainda na assertividade e rigor de gestão e empenhamento dos seus próprios recursos”. O documento, assinado ainda pelo superintendente-chefe Guedes da Silva, anterior director nacional da PSP, mas só agora tornado público, perspectiva que este ano será "extremamente exigente para as forças de segurança”. Segundo a PSP, a grave crise económica “condiciona todas as opções políticas do Governo e requer da PSP uma resposta de elevada qualidade e eficácia, em especial no combate à criminalidade e na garantia de manutenção da ordem pública e do regular funcionamento das instituições democráticas”. No documento, a PSP faz também um diagnóstico dos pontos fortes e fracos ao nível interno, além de traçar as oportunidades e ameaças externas. Sistema remuneratório e horários de trabalho “complexos”, envelhecimento do quadro de pessoal, “elevada mobilidade ao nível dos comandos de esquadra” e “menor mobilidade inter-comandos dos quadros de pessoal, designadamente ao nível da carreira de chefe e agente” são alguns dos pontos fracos apontados pela polícia.
                                                                                                         
                                                                                                            
                                                                                                                                             

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Combustíveis. Preços só descem se forem tabelados pelo governo, diz Autoridade da Concorrência | iOnline

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Bruxelas admite fim dos subsídios de férias e de Natal - Economia - PUBLICO.PT

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Suicídio em frente ao Parlamento abala a Grécia - Mundo - PUBLICO.PT

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Opinião do Kl@ndestino

O homem que ganhava 13.000 salários mínimos
                                                                                                                                       
Portugal é um país surpreendente, dado que raramente estagna, e nunca tem retomas, a não ser em regime de bomba nuclear. Desta vez, retomou para o “Guiness”, como aquele país onde há um cretino que consegue ganhar 13.000 salários mínimos.
                                                                                          
O realizador de esplanada de Cascais, que fez aquela merda “What the Finns need to know about Portugal”, esqueceu-se de colocar esse fenómeno, não do Entroncamento, mas da EDP, e foi pena, porque se os Finlandeses, na altura de votarem mais dinheiro a fundo perdido para a Cauda da Europa, tivessem sabido que o alguém ganhava, a descoberto, 13 000 salários mínimos, certamente nos teriam, e com muito gosto, emprestado muito mais do que aqueles trocos que enviaram para cá.
Estamos a falar do Mexia, um cancro da Democracia, um indivíduo – e tanto que eu aprendo à mesa de certos restaurantes… -- que já era corrupto no tempo em que servia o corrupto Mira Amaral, no tempo em que ele era Ministro da Economia do corrupto Aníbal Cavaco Silva.
O Mira Amaral era genial, porque, ao mesmo tempo que ia distribuindo pelos amigos do Aníbal os Fundos Estruturais, que vinham para tornar os Portugueses um povo europeu, cuidava da sua vida privada, e nunca é de mais recordar o maravilhoso episódio da rotina diária do Ministério, quando alguém ia colocar serviço no gabinete da esposa, uma pobre demente, para fingir que ela estava apta para trabalhar, já que o divórcio nunca mais avançava, e o Mira Amâghàl, esse cancro da Economia, da Democracia e dos Valores Humanos, tinha medo de que o tribunal lhe o recusasse, já que ficava mal a alguém divorciar-se de uma pobre desgraçada que tinha enlouquecido…
Outras eras, outros valores: serve agora a boceta da mulata, à frente do BIC, e acabará “Honoris Causa”, um dia destes, como a Leonor Beleza, que vai receber o seu, pela Universidade Nova de Lisboa, por muy nobres serviços causados ao serviço do Sangue.
Em Portugal, e isto é um axioma, o crime compensa sempre, é só uma questão de tempo.
O Mexia, como diria o defunto Viegas, já era corrupto, antes de haver corrupção, posto que, ainda o Mira andava a gamar os fundos, já o Mexia se andava a mexer nas trafulhices das Energias Renováveis, naquilo que poderíamos chamar uma subempreitada da corrupção, mas tão descarada que o Mira Amaral, o Papa da coisa, lhe teve de pôr uns patins, como Luís XIV -- com as devidas distâncias, já que estamos a falar da ralé da ralé... -- pôs ao Intendente Fouquet.
Pelo Princípio de Peter, “alavancado” pelo Cavaquismo, pelo Guterrismo, pelo Barrosismo, pelo Santanismo, pelo Socratismo, e, finalmente, pelo Segundo Cavaquismo, ou Cavaquismo de Alzheimer, de Passos Coelho, o canalha Mexia conseguiu-se mexer ao ponto de se tornar no Senhor que mexe em Treze Mil Salários Mínimos, uma coisa que eu não sei o que seja, porque sou mau em contas de cabeça e, sobretudo, tabuadas da miséria humana, mas posso ir às contas: a acreditar na “Wikipédia”, um salário mínimo, na Cauda da Europa, é de 475 €, o que, multiplicado por 13 000 dá qualquer coisa como 6 175 000 €. A dividirmos isso – e vou ser generoso, e considerar o 2012, como bissexto… – por 366 dias, a soma dá, diariamente, um número de 16 871 €.
Mesmo eu, que sou gastador, teria alguma dificuldade, aliás, sentiria uma estranha forma de tédio, em poder desbaratar, por dia, esse número incómodo, chato, impertinente e desolador.
Coração nas mãos, uma pessoa como eu, que em nada se compara ao Mexia, já que tenho refeições livres, cartões de crédito sem teto, ajudas de custo, deslocações pagas, em executiva, dividendos de coisas estranhas, e mais valias de acções ainda mais estranhas, rendimentos a prazo, a risco e à ordem, “prendas” e dinheiro líquido, convites para jantares com gente interessante e duvidosa, sei lá, tantas coisas em que o Mexia nunca mexeria, nem que pudesse, porque o Mexia teria de se mexer muito para me chegar aos calcanhares, ora, depois disto tudo, que fazer, eu, com, vá lá 16 800 € por dia?...
Como toda a gente sabe, desde a queda do Concorde que não dá para ir almoçar a Nova Iorque e voltar no próprio dia, e os Cartiers enjoam, a partir do centésimo, tal como as écharpes “Hermès”, nem que a benemerência me fizesse distribuir umas quantas por dia, para melhorar o conforto dos sem abrigo do Martim Moniz e da Gare do Oriente, pelo que sou solidário com a presente dor e angústia do Mexia.
Por outro lado, o Bando, perdão, Banco de Portugal, onde ainda impera a célebre Teodora Cardoso, esposa há 1 500 anos do Basileus Justiniano, a tal que tinha o sexo não onde a natureza lhe o tinha colocado, mas na face, anuncia que vamos crescer nada por cento, e que ainda haverá, assim, a jeito de ejaculação precoce, 170 000 novos mil desempregados, já este ano.
Como se sabe, desde que o Vítor Constâncio se refugiou em Frankfurt, para não ser linchado na Fnac do Chiado, onde aparecia, depois do almoço, a cambalear, de bêbedo, não podemos confiar nestes números, porque corremos o risco de ter 170 000,54 desempregados, em vez dos 170 000, dos quais, como é sabido, mais de 40% têm habilitações superiores, ou seja, não estão ao nível dos analfabetos empresariais e políticos que transformaram Portugal no cataclismo em que se encontra.
Eu sei que estão desorientados, mas eu dou-vos uma pista. SIS, Secretas, Serviços de Informação, infiltrados, gente séria, e outros, filhos da puta, apesar de andarem a perder tempo a ler mensagens do “Facebook”, violar emails e sabotar blogues, estão em alerta vermelho, embora só declarem o laranja, por causa das cores do PSD, porque há rumores de que poderão começar a surgir atos anárquicos, descoordenados e imprevisíveis, mal a “Troika” declare, em maio, que entrámos, definitivamente, em derrapagem, e que o País vai acabar, num estado que fará, da Grécia, um conto de fadas.
Todos os sinais apontam para isso, na forma dos mais variados escândalos, e num país onde o Rei Ghob vai para a prisão 25 anos, enquanto o pedófilo Eurico de Melo jubila entre os amigos mama pilinhas, dos Ferraris do Vale do Ave, e o Carlos Cruz quer uma investigação (?) à investigação do “Casa Pia”, dele, e dos amigos dele. Claro que os órgãos de intoxicação social, o tarado do Medina Carreira e os abrações universitários dos ex ministros das finanças de Cavaco, Guterres, Durão e Sócrates continuam a fingir que não estamos num barril de pólvora a que só falta atear o rastilho.
Acontece que as informações que circulam nos serviços de informação da República, todas, dizem que o rastilho já foi mesmo ateado, e eu, como muitos dos comentadores não pagos para enganar os Portugueses, estamos, de bancada, à espera de que a coisa rebente, e mal, como aconteceu no fim da Monarquia, e daquele permanente enxovalho maçónico, a que chamaram “I República”.
Como não tenho revólver e não sei fabricar bombas, tenho um conselho que dou à sombra que nos trouxe até este abismo, Cavaco Silva, o incontinente de Boliqueime: dia 10 de junho, agarre em 10 mexias, prenda-os, e pendure-os numa jaula, na Praça do Pelourinho, onde poderão estar expostos aos “carinhos” de uma população vexada, humilhada e extremada. Melhor: junte a sua carcaça neuro degenerada aos 10 mexias, e teremos 13 000 vezes 10 salários mínimos, o que faz 130 000 salários mínimos, a distribuir pelos 170 000 novos desempregados. Se esticarmos as reformas do “Presidente”, mais as calotes dos amiguinhos do BPN, ainda arranjamos salários médios para 1 000 000 de Portugueses. Não acham a ideia boa? Eu acho, Tem, tão só, um senão: é que 10 de junho parece-me uma data muito longínqua para a vida política que os rumores atribuem ao Saloio de Boliqueime, o que é pena, porque até podíamos resolver, assim, a crise do Desemprego, numa só manhãzinha de medalhas, com as artroses da Maria, a desfiarem o terço, filha da puta, ignara como as casas. Bem hajam.
                                                                                           
Fonte : http://kldt.blogspot.pt/