A homenagem merecida "in-extremis" a um homem bom
Liberdade e o Direito de Expressão
Neste blog praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão, próprios de Sociedades Avançadas !
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terça-feira, 22 de março de 2011
sábado, 5 de setembro de 2009
Silves homenageou Maria Keil
Auto-retrato da pintora na Biblioteca Municipal
A Câmara de Silves (CMS) homenageou a pintora Maria Keil na Biblioteca Municipal, com a colocação de um auto-retrato da artista, na sala da biblioteca que tem o seu nome.
Esta obra retrata a autora silvense sem 1941 e é uma das mais conhecidas pinturas da sua obra, tendo mesmo recebido o Prémio Revelação Amadeu de Sousa Cardoso nesse ano. Junto ao quadro, foi colocado um fac-simile da carta que escreveu e que descreve as razões pelas quais a autora ofereceu esta obra ao Município.
Após a colocação do auto-retrato de Maria Keil, fez-se a apresentação da obra “The Siiege and Conquest of Silves 1189”, escrito por Jonathan Wilson, uma obra que tem como base os relatos de um cruzado anónimo, que terá passado pela cidade e assistido/participado na conquista desta aos muçulmanos. Esta obra destina-se, essencialmente, à comunidade estrangeira, já que está escrita em língua inglesa, facto que representa uma mais valia.
Esta obra retrata a autora silvense sem 1941 e é uma das mais conhecidas pinturas da sua obra, tendo mesmo recebido o Prémio Revelação Amadeu de Sousa Cardoso nesse ano. Junto ao quadro, foi colocado um fac-simile da carta que escreveu e que descreve as razões pelas quais a autora ofereceu esta obra ao Município.
Após a colocação do auto-retrato de Maria Keil, fez-se a apresentação da obra “The Siiege and Conquest of Silves 1189”, escrito por Jonathan Wilson, uma obra que tem como base os relatos de um cruzado anónimo, que terá passado pela cidade e assistido/participado na conquista desta aos muçulmanos. Esta obra destina-se, essencialmente, à comunidade estrangeira, já que está escrita em língua inglesa, facto que representa uma mais valia.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Coreto de Loulé com músicos
Homenagem à Banda Filarmónica Artistas Minerva
Foi inaugurada no Dia do Município de Loulé e também o 133º aniversário dos Artistas de Minerva, um conjunto escultórico no Coreto de Loulé, que pretende constituir-se como uma homenagem às bandas filarmónicas.
São sete as esculturas da autoria de Teresa Paulino e Pedro Félix, designadas por “Banda Filarmónica”, em representação de um grupo de músicos de uma filarmónica: um maestro, um músico com saxofone, um músico com trompete, um músico com clarinete, um músico com bombardino, um músico com caixa e um músico com pratos.
O mármore branco foi o material usado na criação das esculturas e o bronze nos instrumentos. Para criar este arranjo escultórico, os dois artistas realizaram um importante trabalho de pesquisa sobre as bandas filarmónicas, uma tradição na cidade de Loulé.
“Esta é uma boa prenda de aniversário para prestar homenagem a todos estes elementos da Banda, do presente e do passado, à Música Nova e à Música Velha, e a todas as bandas cidade de Loulé”, disse o presidente da Câmara no momento de inauguração.
Recorde-se que estas esculturas integram a aposta na requalificação urbana da principal artéria da cidade que foi, recentemente, alvo de obras de recuperação nos seus canteiros, sistema de rega dos mesmos e das espécies arbóreas aí existentes, tornando o “passeio público” num local cada vez mais aprazível para os louletanos e todos os turistas que visitam a cidade.
Para além de desenvolver um trabalho meritório na educação e formação de jovens músicos, a Sociedade Artistas de Minerva tem contribuído de uma forma inestimável para a manutenção da tradição e promoção da música do Concelho.
São sete as esculturas da autoria de Teresa Paulino e Pedro Félix, designadas por “Banda Filarmónica”, em representação de um grupo de músicos de uma filarmónica: um maestro, um músico com saxofone, um músico com trompete, um músico com clarinete, um músico com bombardino, um músico com caixa e um músico com pratos.
O mármore branco foi o material usado na criação das esculturas e o bronze nos instrumentos. Para criar este arranjo escultórico, os dois artistas realizaram um importante trabalho de pesquisa sobre as bandas filarmónicas, uma tradição na cidade de Loulé.
“Esta é uma boa prenda de aniversário para prestar homenagem a todos estes elementos da Banda, do presente e do passado, à Música Nova e à Música Velha, e a todas as bandas cidade de Loulé”, disse o presidente da Câmara no momento de inauguração.
Recorde-se que estas esculturas integram a aposta na requalificação urbana da principal artéria da cidade que foi, recentemente, alvo de obras de recuperação nos seus canteiros, sistema de rega dos mesmos e das espécies arbóreas aí existentes, tornando o “passeio público” num local cada vez mais aprazível para os louletanos e todos os turistas que visitam a cidade.
Para além de desenvolver um trabalho meritório na educação e formação de jovens músicos, a Sociedade Artistas de Minerva tem contribuído de uma forma inestimável para a manutenção da tradição e promoção da música do Concelho.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Recordar uma difícil época
Memórias da faina na pesca do bacalhau
Portimão prestou tributo aos ex-bacalhoeiros do município.
A Câmara de Portimão homenageou os ex-bacalhoeiros do município, num animado jantar que teve lugar no Museu de Portimão e que reuniu cerca de 50 homens do mar, acompanhados pelos seus familiares. O presidente da Câmara Municipal de Portimão justificou a iniciativa, sublinhando que se tratou do “reconhecimento da comunidade aos corajosos homens cujo sofrimento tem sido esquecido e que prestaram ao país um inestimável serviço, em condições de vida gravosas”.
Manuel da Luz aproveitou a ocasião para lançar uma ideia, bem acolhida pelos presentes: “Uma vez que o Museu de Portimão é uma casa de cultura ligada ao povo, reflectindo a nossa rica memória da pesca e das conservas, seria muito interessante que promovesse encontros entre os bacalhoeiros e as escolas, para que seja transmitida a aventura do bacalhau, que vale bem a pena conhecer”.
Durante a entrega aos bacalhoeiros de um dvd com um documentário produzido pela RTP sobre a pesca do bacalhau, António Figueiras Jacques, de 70 anos, sintetizou publicamente a opinião geral: “Pensávamos que o nosso labor tinha sido completamente esquecido, mas ainda bem que alguém se lembrou de nós e esta iniciativa da Câmara de Portimão em muito nos sensibiliza”.
A exposição “Caixa da Memória - Bacalhoeiros do Barlavento Algarvio”, que recentemente esteve patente no Museu de Portimão numa colaboração com o Museu Marítimo de Ílhavo, foi o primeiro gesto de reconhecimento do Município de Portimão para com os pescadores locais que andaram na chamada “faina maior” no período compreendido entre 1935 e 1974.
A Câmara de Portimão homenageou os ex-bacalhoeiros do município, num animado jantar que teve lugar no Museu de Portimão e que reuniu cerca de 50 homens do mar, acompanhados pelos seus familiares. O presidente da Câmara Municipal de Portimão justificou a iniciativa, sublinhando que se tratou do “reconhecimento da comunidade aos corajosos homens cujo sofrimento tem sido esquecido e que prestaram ao país um inestimável serviço, em condições de vida gravosas”.
Manuel da Luz aproveitou a ocasião para lançar uma ideia, bem acolhida pelos presentes: “Uma vez que o Museu de Portimão é uma casa de cultura ligada ao povo, reflectindo a nossa rica memória da pesca e das conservas, seria muito interessante que promovesse encontros entre os bacalhoeiros e as escolas, para que seja transmitida a aventura do bacalhau, que vale bem a pena conhecer”.
Durante a entrega aos bacalhoeiros de um dvd com um documentário produzido pela RTP sobre a pesca do bacalhau, António Figueiras Jacques, de 70 anos, sintetizou publicamente a opinião geral: “Pensávamos que o nosso labor tinha sido completamente esquecido, mas ainda bem que alguém se lembrou de nós e esta iniciativa da Câmara de Portimão em muito nos sensibiliza”.
A exposição “Caixa da Memória - Bacalhoeiros do Barlavento Algarvio”, que recentemente esteve patente no Museu de Portimão numa colaboração com o Museu Marítimo de Ílhavo, foi o primeiro gesto de reconhecimento do Município de Portimão para com os pescadores locais que andaram na chamada “faina maior” no período compreendido entre 1935 e 1974.
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